Descrição: O termo vitamina D engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol). O metabólito 1,25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) é a forma ativa da vitamina D, apresentando meia vida de 4 a 6 horas. Juntamente com a calcitonina e o PTH, regulam o metabolismo do cálcio. A sua carência é responsável por atraso na mineralização óssea (raquitismo e osteomalácia). Distúrbios da hidroxilação a nível renal levam à deficiência de calcitriol com valores de outro metabólito, o calcidiol (25-hidroxicolecalciferol), normais. Valores baixos de 1,25-hidroxicolecalciferol são encontrados na insuficiência renal e hipoparatireoidismo. Valores elevados de 1,25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez, sarcoidose e na intoxicação vitamínica.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: esteroide 17 Alfa Hidroxiprogesterona (17-OHP) é produzido pelo córtex adrenal e gônadas, possui baixa atividade progestacional, mas grande relevância clínica porque é o precursor imediato do 11-desoxicortisol. A dosagem de 17-OHP é útil na avaliação de hiperplasia adrenal congênita, em conjunto com o cortisol e a androstenediona.
A dosagem em mulheres é útil na avaliação de infertilidade e hirsutismo.
Seus valores sofrem variação de acordo com a fase do ciclo menstrual.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A denominação Hiperplasia Adrenal Congênita (HAC) engloba um conjunto de síndromes transmitidas de forma autossômica recessiva, que se caracterizam por diferentes deficiências enzimáticas na síntese dos esteroides adrenais. O conjunto de manifestações clínicas decorrentes dessas falhas hormonais podem se manifestar sob três formas clínicas: forma clássica perdedora de sal, forma clássica não perdedora de sal e a forma não clássica.
A forma perdedora de sal é a mais grave e causa nas meninas a virilização da genitália externa (malformação genital) e nos meninos, na fase tardia da doença, puberdade precoce (macrogenitossomia); maior risco de morte é identificado em bebês onde a virilização da genitália não é identificada. A deficiência dos hormônios mineralocorticoides causa a crise adrenal ou fase aguda da HAC. O início dos primeiros sinais de adoecimento já acontece nas primeiras semanas de vida desses bebês. As alterações mais frequentes são: desidratação grave, hipotensão, hiponatremia, hiperpotassemia e morte.
Instruções:
- Coletar preferencialmente após 48 horas da primeira mamada.
- Uso de corticoides pela mãe e pelo bebê devem ser sinalizados.
- Realização de transfusão sanguínea deve ser sinalizada.
Descrição: O esteroide 17 alfa hidroxiprogesterona é produzido pelo córtex adrenal e gônadas, possui baixa atividade progestacional, mas grande relevância clínica porque é o precursor imediato do 11-desoxicortisol. A medição de 17OH é útil como indicador de hiperplasia adrenal congênita, onde é secretado em excesso. Seus índices sofrem variação de acordo com a fase do ciclo menstrual em que a mulher se encontra.
Coleta realizada após administração do estímulo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Este exame utilizado na monitorização biológica da exposição ao n-hexano. Após o processo de biotransformação do n-hexano o principal produto excretado na urina é a 2,5-hexanodiona. O n-hexano é um hidrocarboneto, volátil e lipossolúvel, amplamente utilizado em diversos processos industriais como solvente orgânico na preparação de tintas, colas, extração de óleos vegetais, bem como diluente na produção de plásticos e borrachas, entre outras aplicações.
O n-hexano uma vez absorvido, é distribuído para vários tecidos, principalmente cérebro, rins e baço e é eliminado do organismo pela urina, após sofrer oxidações sucessivas, na forma de 2,5-hexanodiona.
O n-hexano é prontamente absorvido por qualquer via, porém a intoxicação comumente ocorre pela inalação de seus vapores nas exposições ocupacionais ou quando é usado como droga de abuso. Pode produzir neuropatia periférica, fraqueza, perda de peso, anorexia e câimbras nas extremidades dos membros inferiores.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Este exame utilizado na monitorização biológica da exposição ao n-hexano. Após o processo de biotransformação do n-hexano o principal produto excretado na urina é a 2,5-hexanodiona. O n-hexano é um hidrocarboneto, volátil e lipossolúvel, amplamente utilizado em diversos processos industriais como solvente orgânico na preparação de tintas, colas, extração de óleos vegetais, bem como diluente na produção de plásticos e borrachas, entre outras aplicações.
O n-hexano uma vez absorvido, é distribuído para vários tecidos, principalmente cérebro, rins e baço e é eliminado do organismo pela urina, após sofrer oxidações sucessivas, na forma de 2,5-hexanodiona.
O n-hexano é prontamente absorvido por qualquer via, porém a intoxicação comumente ocorre pela inalação de seus vapores nas exposições ocupacionais ou quando é usado como droga de abuso. Pode produzir neuropatia periférica, fraqueza, perda de peso, anorexia e câimbras nas extremidades dos membros inferiores.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A Vitamina D é uma vitamina que promove a absorção de cálcio essencial para o desenvolvimento dos ossos e dentes. A Vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas. A deficiência da vitamina D pode precipitar e aumentar a osteoporose em adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças. A ação primordial da vitamina D é no trato digestivo, aumentando a absorção intestinal de cálcio e fósforo. Juntamente com o PTH, a vitamina D exerce papel fundamental na regulação das concentrações extracelulares de cálcio, além de fazer um feedback negativo na produção de PTH pela paratireoide. No osso, ela atua de forma permissiva na mineralização da matriz proteica óssea.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A 5 Nucleotidase é encontrada essencialmente no fígado, mas também nos rins e no sêmen. Constituinte da membrana dos hepatócitos, presente em grande quantidade ao nível das paredes dos canalículos biliares. É uma enzima presente nas vias biliares, auxilia no diagnóstico de doenças hepatobiliares como: obstrução das vias biliares, cirrose biliar primária, colangite (infeção das vias biliares), câncer das vias biliares e uso de drogas (corticoides, barbitúricos e fenitoína).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
| Instruções : | 1. ATENÇÃO: |
| Agendamento : | Este exame não precisa ser agendado. |
| Prazo de entrega : | em até 3 dias úteis às 17h. |
| Jejum : | Não é necessário |
Descrição: A produção de anticorpos anti-receptores de acetilcolina pode ser determinada no soro de até 95% dos pacientes com a forma não congênita da doença Miastenia Gravis (MG). A MG é uma doença autoimune que tem como alvo os receptores nicotínicos de acetilcolina na membrana pós simpática da junção neuromuscular, pela ação dos linfócitos T e B ativados os quais aderem aos receptores e ativam a via do complemento, responsável pela lise final do receptor. Pessoas normais podem ter auto anticorpos contra receptores de acetilcolina em pequena quantidade sem desenvolver a doença. Este anticorpo pode ter três ações: ligador, modulador e bloqueador.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Na miastenia gravis autoimune, de 75 a 80% dos pacientes têm anticorpos dirigidos contra o receptor de acetilcolina. A natureza heterogênea da resposta de anticorpos ao receptor de acetilcolina (AChR) levou à categorização de anticorpos RACh em 3 tipos: de ligação, bloqueio, e modulando anticorpos. Este anticorpo age através da modulação antigênica entre duas moléculas adjacentes do receptor de acetilcolina. Indicação: Diagnóstico de miastenia gravis Interpretação clínica: Podem ser observados ou não na doença ativa. Nem o nível dos anticorpos, nem o tipo de anticorpo detectado têm relação com a severidade da doença. Títulos mais elevados costumam ser observados em mulheres jovens com timo hiperplásico e geralmente são mais baixos em pacientes mais velhos e com atrofia de timo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Na miastenia gravis autoimune, de 75 a 80% dos pacientes têm anticorpos dirigidos contra o receptor de acetilcolina. A natureza heterogênea da resposta de anticorpos ao receptor de acetilcolina (AChR) levou à categorização de anticorpos RACh em 3 tipos: de ligação, bloqueio, e modulando anticorpos. O mecanismo deste anticorpo se dá através do bloqueio da ligação da acetilcolina. Indicação: Diagnóstico de miastenia gravis Interpretação clínica: São detectados em 50% dos casos de miastenia gravis. Nem o nível dos anticorpos, nem o tipo de anticorpo detectado têm relação com a severidade da doença. Títulos mais elevados costumam ser observados em mulheres jovens com timo hiperplásico e geralmente são mais baixos em pacientes mais velhos e com atrofia de timo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Também conhecido como colinesterase verdadeira. Sua dosagem é utilizada para controle biológico de exposição à organofosforados e carbamatos onde se encontram diminuídas. Outras condições podem cursar com diminuição da colinesterase eritrocitária: hemoglobinúria paroxística noturna e anemia megaloblástica. O aumento da colinesterase é encontrado em Talassemia, esferocitose, hemoglobina SS e anemias hemolíticas adquiridas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A acetona é um líquido incolor, volátil, com odor pungente e característico. É utilizada como solvente para gorduras, óleos, ceras, plásticos, borrachas, em indústrias de tingimento, como intermediário químico e removedor de tintas e vernizes. É altamente volátil sendo absorvida em grande parte pela via pulmonar.
A exposição a concentrações elevadas provoca sensação de cansaço, seguida de distúrbios respiratórios, depressão do sistema nervoso central, inconsciência e coma.
Geralmente é encontrada na exposição ocupacional à acetona e ao isopropanol, na cetoacidose diabética e no - Jejum prolongado.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A acetona é um líquido incolor, volátil, com odor pungente e característico. É utilizada como solvente para gorduras, óleos, ceras, plásticos, borrachas, em indústrias de tingimento, como intermediário químico e removedor de tintas e vernizes. É altamente volátil sendo absorvida em grande parte pela via pulmonar.
A exposição a concentrações elevadas provoca sensação de cansaço, seguida de distúrbios respiratórios, depressão do sistema nervoso central, inconsciência e coma.
Geralmente é encontrada na exposição ocupacional à acetona e ao isopropanol, na cetoacidose diabética e no - Jejum prolongado.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O ácido 2 tio-tiazolidina-4-carboxílico é um dos metabólitos do Dissulfeto de Carbono, seus efeitos tóxicos devido à exposição são: irritação dos olhos, pele e membranas mucosas, no sistema respiratório pode causar bronquite e enfisema, os efeitos sistêmicos causam sérios danos ao sistema nervoso central, periférico e cardiovascular, caracterizados por alterações psicológicas, polineurites e arteriosclerose principalmente no miocárdio, glomérulos e cérebro; também apresenta danos nos rins e fígado. Resultado acima do IBMP indica uma exposição ambiental acima do Limite de Tolerância, mas não possui, isoladamente, significado clínico ou toxicológico próprio, ou seja, não indica doença, nem está associado a um efeito ou disfunção de qualquer sistema biológico. Alguns alimentos como couve-flor e repolho podem atuar como interferentes. O Dissulfeto de Carbono é utilizado na manufatura de viscose rayon, sais de amônia, tetracloreto de carbono, defensivos agrícolas, tinturas, tubos de vácuo eletrônico, vidro óptico, tintas, removedores de tintas, esmaltes, vernizes, removedor de verniz, tecidos, cola de borracha, preservativos, inseticidas e como solventes.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O 5-HIAA é um metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinoides, tumores neuroendócrinos que se originam principalmente nos tratos respiratórios e gastrintestinais. As concentrações do 5-HIAA podem estar normais em tumores carcinóides não metastáticos e na síndrome carcinoide, particularmente, em pacientes sem diarreia. Alguns pacientes com síndrome carcinoide excretam ácidos indólicos não hidroxilados que não são medidos pelo teste do 5-HIAA. O 5-HIAA encontra-se aumentado nos pacientes com má absorção e níveis aumentados de metabólitos urinários do triptofano como na doença celíaca, sprue tropical, doença de Whipple, fibrose cística e em pacientes com obstrução crônica do trato intestinal além de alguns pacientes com tumores de ilhota não carcinoides. Seus níveis exibem uma correlação ruim com a gravidade da doença. Níveis aumentados são observados na gravidez, ovulação e estresse.
Instruções:
- Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: O Citrato ou acido cítrico é um ácido fraco o qual se liga ao cálcio fazendo com que não ocorra precipitação de cristais nos rins. Baixas concentrações de citrato poderão levar à formação de pedras nos rins. A hipocitratúria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalciúria, hiperuricosúria, hiperoxalúria ou distúrbios intestinais. Ela pode ser um fator causador e/ou adjuvante de calculose.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Ácido Delta-Aminolevulínico é um indicador biológico que reflete a interferência do chumbo na síntese da heme. A toxicidade do chumbo se manifesta principalmente em quatro sistemas, gastrointestinal, renal, nervoso e hematopoiético, sendo este último de grande importância no monitoramento biológico à exposição a este metal. O principal efeito do chumbo neste sistema é a redução dos níveis do grupo prostético heme, causado pela inibição de algumas enzimas utilizadas na síntese da hemoglobina, devido a ligação do metal à enzima ácido delta-aminolevulínico desidrata-se (ALA-D), causando o acúmulo do ácido delta-aminolevulínico (ALA) no sangue e na urina. Deste modo, a determinação do ácido delta aminolevulínico urinário (ALA-U) pode ser empregado para o monitoramento da exposição ocupacional ao chumbo inorgânico, paralelamente aos níveis do metal no sangue.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O Ácido Delta-Aminolevulínico é um indicador biológico que reflete a interferência do chumbo na síntese da heme. A toxicidade do chumbo se manifesta principalmente em quatro sistemas, gastrointestinal, renal, nervoso e hematopoiético, sendo este último de grande importância no monitoramento biológico à exposição a este metal. O principal efeito do chumbo neste sistema é a redução dos níveis do grupo prostético heme, causado pela inibição de algumas enzimas utilizadas na síntese da hemoglobina, devido a ligação do metal à enzima ácido delta-aminolevulínico desidrata-se (ALA-D), causando o acúmulo do ácido delta-aminolevulínico (ALA) no sangue e na urina. Deste modo, a determinação do ácido delta aminolevulínico urinário (ALA-U) pode ser empregado para o monitoramento da exposição ocupacional ao chumbo inorgânico, paralelamente aos níveis do metal no sangue.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O Ácido Fenilglioxílico é um indicador biológico da exposição ocupacional ao estireno. O estireno, também denominado feniletileno, é um líquido viscoso, incolor a temperatura ambiente, apresentando moderada volatilidade. É utilizado na produção de polímeros plásticos, resinas, borracha sintética, na fabricação de produtos de fibra de vidro e sínteses orgânicas. O estireno possui ação irritante de pele e mucosa, apresenta neurotoxicidade central e periférica, além de ser hepatotóxico e carcinogênico.
O Ácido Mandélico é o principal metabólito do estireno e também do etil benzeno. A relação Ácido Mandélico/Ácido Fenilglioxílico varia com a concentração ambiental, sendo maior em concentrações mais elevadas de Estireno. A determinação dos Ácidos Mandélico e Fenilglioxílico é realizada para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Níveis elevados destes metabólitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto. O ácido fenilglioxílico é excretado na urina em concentrações significativamente menores.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O Ácido Fenilglioxílico é um indicador biológico da exposição ocupacional ao estireno. O estireno, também denominado feniletileno, é um líquido viscoso, incolor a temperatura ambiente, apresentando moderada volatilidade. É utilizado na produção de polímeros plásticos, resinas, borracha sintética, na fabricação de produtos de fibra de vidro e sínteses orgânicas. O estireno possui ação irritante de pele e mucosa, apresenta neurotoxicidade central e periférica, além de ser hepatotóxico e carcinogênico.
O Ácido Mandélico é o principal metabólito do estireno e também do etil benzeno. A relação Ácido Mandélico/Ácido Fenilglioxílico varia com a concentração ambiental, sendo maior em concentrações mais elevadas de Estireno. A determinação dos Ácidos Mandélico e Fenilglioxílico é realizada para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Níveis elevados destes metabólitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto. O ácido fenilglioxílico é excretado na urina em concentrações significativamente menores.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O folato é uma vitamina essencial, vital para o crescimento normal das células e a síntese do ADN. Ele está presente em uma grande variedade de alimentos, tais como hortaliças de folhas escuras, frutas cítricas, levedura, feijão, ovos e leite e é absorvido pelo intestino delgado e armazenado no fígado. A deficiência de folato pode ser causada por um consumo alimentar insuficiente, má absorção ou uma utilização excessiva de folato, que ocorre com muita frequência durante a gravidez, podendo ocasionar anemia megaloblástica e até mesmo graves problemas neurológicos. O alcoolismo, a hepatite e outras doenças hepáticas também podem causar um consumo excessivo de folato. Para avaliar o estado do folato, utilizam-se os níveis de folato no soro e nos glóbulos vermelhos. Os níveis de folato no soro indicam a ingestão recente de ácido fólico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O ácido hipúrico é utilizado como indicador de exposição dos trabalhadores ao tolueno, estando a sua concentração relacionada à exposição ocupacional, durante a jornada de trabalho do dia. O tolueno é usado como solvente para óleos, borracha natural, resinas, borracha sintética, carvão, piche, betume e acetil-celuloses, como diluente e solvente para vernizes e tintas e como matéria-prima para síntese orgânica de cloreto de benzoila, benziliceno, sacarina, cloramina T, trinitrotolueno. O tolueno possui ação tóxica principalmente no sistema nervoso central, fígado e rins. É biotransformado no organismo, originando, principalmente o ácido benzoico que conjugado com a glicina, produz o ácido hipúrico, seu principal metabólito urinário.
Em exposições agudas e crônicas. Apresenta ação irritante sobre pele e mucosas. Em exposições crônicas, pode provocar hepatotoxicidade, nefro toxicidade e perda auditiva. Adicionalmente, tendo em vista seus efeitos tóxicos, todos os trabalhadores com risco de exposição ao tolueno devem realizar monitorização biológica por meio de exames toxicológicos para avaliar seu grau de exposição a este solvente.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O ácido hipúrico é utilizado como indicador de exposição dos trabalhadores ao tolueno, estando a sua concentração relacionada à exposição ocupacional, durante a jornada de trabalho do dia. O tolueno é usado como solvente para óleos, borracha natural, resinas, borracha sintética, carvão, piche, betume e acetil-celuloses, como diluente e solvente para vernizes e tintas e como matéria-prima para síntese orgânica de cloreto de benzoila, benziliceno, sacarina, cloramina T, trinitrotolueno. O tolueno possui ação tóxica principalmente no sistema nervoso central, fígado e rins. É biotransformado no organismo, originando, principalmente o ácido benzoico que conjugado com a glicina, produz o ácido hipúrico, seu principal metabólito urinário.
Em exposições agudas e crônicas. Apresenta ação irritante sobre pele e mucosas. Em exposições crônicas, pode provocar hepatotoxicidade, nefro toxicidade e perda auditiva. Adicionalmente, tendo em vista seus efeitos tóxicos, todos os trabalhadores com risco de exposição ao tolueno devem realizar monitorização biológica por meio de exames toxicológicos para avaliar seu grau de exposição a este solvente.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O ácido homovanílico (ACHOM) é o principal metabólito da dopamina. Sua excreção encontra-se aumentada nos casos em que a dopamina é fabricada em excesso, como nos tumores produtores de catecolaminas (neuroblastomas, ganglioneuroblastomas e feocromocitomas) e distúrbios esquizóides do comportamento. Em todos os casos, a liberação de dopamina e o conseqüente aumento de excreção de HVA podem ser intermitentes. De modo geral, os neuroblastomas são diagnosticados em crianças e alguns casos com diagnóstico precoce podem ser tratáveis. Estas patologias, assim como os feocrocitomas, são associadas à liberação de catecolaminas, em especial a epinefrina e seus precursores. O diagnóstico destas patologias é bem mais realizado utilizando-se diferentes marcadores como ACHOM, ácido vanil mandélico (ACVAM) e catecolaminas urinárias, uma vez que em alguns casos é possível o encontro de apenas um destes marcadores alterados.
Instruções:
Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: O L-lactato é o produto final da glicólise anaeróbica. Deriva predominantemente da musculatura esquelética, cérebro, pele, medula renal e eritrócitos. A lactato desidrogenase catalisa a redução do piruvato a lactato. Existem duas importantes situações clínicas nas quais ocorre a acidose láctica: infecções associadas à hipóxia, por exemplo, choque, falha cardíaca congestiva, enfarte do miocárdio, perda de sangue e edema pulmonar, distúrbios metabólicos ou relativos a drogas/toxinas. São exemplos dos distúrbios metabólicos a diabetes mellitus, a doença hepática e a neoplasia. Os distúrbios metabólicos congênitos incluem a glicogenólise de tipo I. Os exemplos de drogas/toxinas que provocam um lactato elevado são o metanol, etanol, epinefrina e acetominofen. A glicólise resultante de exercício físico provoca um aumento da concentração de lactato na corrente sanguínea. Portanto, o doente deve estar em repouso antes de se colher a amostra. Em especial, devem ser evitados movimentos da mão e do braço.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Evitar a realização de atividade física.
Descrição: O L-lactato é o produto final da glicólise anaeróbica. Deriva predominantemente da musculatura esquelética, cérebro, pele, medula renal e eritrócitos. A lactato desidrogenase catalisa a redução do piruvato a lactato. Existem duas importantes situações clínicas nas quais ocorre a acidose láctica: infecções associadas à hipóxia, por exemplo, choque, falha cardíaca congestiva, enfarte do miocárdio, perda de sangue e edema pulmonar, distúrbios metabólicos ou relativos a drogas/toxinas. São exemplos dos distúrbios metabólicos a diabetes mellitus, a doença hepática e a neoplasia. Os distúrbios metabólicos congênitos incluem a glicogenólise de tipo I. Os exemplos de drogas/ toxinas que provocam um lactato elevado são o metanol, etanol, epinefrina e acetominofen. A glicólise resultante de exercício físico provoca um aumento da concentração de lactato na corrente sanguínea.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Coletar o material após esforço.
Descrição: O ácido mandélico é o principal indicador biológico da exposição ocupacional ao estireno, que ocorre durante a produção de polímeros plásticos, como poliestireno, resinas, borracha sintética e produtos de fibra de vidro. O estireno é absorvido em cerca de 98% pela via pulmonar e em 2% pela pele.
O esforço físico durante a exposição favorece a absorção. O etilbenzeno é outra substância que é metabolizada em ácido mandélico. Este solvente é utilizado como aditivo em combustível e na produção de estireno.
O etilbenzeno tem também como metabólito o ácido fenilglioxílico. Estes metabólitos precisam ser coletados na urina após no mínimo dois dias de exposição ao solvente. Menos de 3% do estireno é excretado na forma inalterada, 85%, na forma de ácido mandélico na urina e o restante, na forma de ácido fenilglioxílico na urina.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O ácido mandélico é o principal indicador biológico da exposição ocupacional ao estireno, que ocorre durante a produção de polímeros plásticos, como poliestireno, resinas, borracha sintética e produtos de fibra de vidro. O estireno é absorvido em cerca de 98% pela via pulmonar e em 2% pela pele.
O esforço físico durante a exposição favorece a absorção. O etilbenzeno é outra substância que é metabolizada em ácido mandélico. Este solvente é utilizado como aditivo em combustível e na produção de estireno.
O etilbenzeno tem também como metabólito o ácido fenilglioxílico. Estes metabólitos precisam ser coletados na urina após no mínimo dois dias de exposição ao solvente. Menos de 3% do estireno é excretado na forma inalterada, 85%, na forma de ácido mandélico na urina e o restante, na forma de ácido fenilglioxílico na urina.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Ácido Metilhipúrico é o indicador biológico da exposição ocupacional ao xileno. O ácido metilhipúrico representa mais de 95% da fração metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). Eles são líquidos incolores, de elevada lipossolubilidade e praticamente insolúveis em água. Os xilenos são utilizados como thinner para tintas e lacas, agentes de limpeza além de outros usos industriais. Os xilenos podem sofrer absorção através das vias cutânea e pulmonar. São biotransformados no fígado sendo excretados na urina. Ingestão de álcool inibe a biotransformação do xileno, diminuindo a excreção de seu metabólito na urina.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Ácido Metilhipúrico é o indicador biológico da exposição ocupacional ao xileno. O ácido metilhipúrico representa mais de 95% da fração metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). Eles são líquidos incolores, de elevada lipossolubilidade e praticamente insolúveis em água. Os xilenos são utilizados como thinner para tintas e lacas, agentes de limpeza além de outros usos industriais. Os xilenos podem sofrer absorção através das vias cutânea e pulmonar. São biotransformados no fígado sendo excretados na urina. Ingestão de álcool inibe a biotransformação do xileno, diminuindo a excreção de seu metabólito na urina.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado a amostra no início do primeiro dia da semana da jornada de trabalho, ou antes do período de exposição. Manter a amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Descrição: Utilizado para estabelecer esse diagnóstico e igualmente para acompanhar pessoas com determinados erros inatos do metabolismo bastante raros, como acidemia metilmalônica e defeitos do metabolismo da B12. A deficiência da vitamina B12 pode ser provocada por dieta vegetariana estrita, déficit nutricional, gastrite atrófica, doenças inflamatórias intestinais, entre outras causas, e ocasiona problemas neurológicos que podem se tornar irreversíveis se não forem adequadamente tratados. Produzido pela degradação de certos aminoácidos, do colesterol, de alguns ácidos graxos e de pirimidinas, o ácido metilmalônico se transforma em ácido succínico pela ação da enzima metilmalonil-CoA mutase, que tem a vitamina B12 como cofator essencial. O fato é que, na prática, esse ácido é considerado um marcador mais sensível de deficiência de B12 do que a própria dosagem da cobalamina, uma vez que retrata melhor os teores intracelulares dessa vitamina, além de ser mais estável e abundante.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A acidúria metilmalônica congênita, é considerado um erro inato do metabolismo resultando em uma severa acidose metabólica manifestando-se durante o período neonatal e infância tardia. Esta desordem resulta de uma deficiência na conversão de metilmalonil-coenzima A em succinil-coenzima A, acarretando concentrações muito elevadas de metilmalonato no sangue e na urina. Normalmente, menos que 5 mg de metilmalonato são excretados diariamente pela urina, no entanto, neste erro inato do metabolismo, as excreções urinárias são maiores que 4-6 gramas. A excreção de metilmalonato é elevada também na deficiência de vitamina B12, porém os níveis são consideravelmente menores, não excedendo 1 grama por dia. A acidemia metilmalônico é um distúrbio metabólico hereditário raro que ocorre em um 1 para 50.000 a 100.000 bebês. Parecem normais no nascimento, porém se a criança sobrevive ao período neonatal, o curso clínico subsequente é caracterizado por episódios recorrentes de grave acidose metabólica, retardo mental, convulsões, retardo de desenvolvimento e acidentes vasculares cerebrais.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O ácido trans, trans-mucônico é um indicador biológico de exposição ao benzeno para avaliar baixas exposições a este solvente no ambiente de trabalho. O benzeno é um líquido incolor, volátil, praticamente insolúvel em água. É empregado na indústria química e petroquímica de calçados e de colas sintéticas. Também é componente na fabricação de gasolina, tintas, removedores, tinturas, inseticidas, plástico borrachas, detergentes, explosivos e produtos farmacêuticos. O benzeno é biotransformado principalmente no fígado formando, entre outros metabólitos, o ácido trans, trans-mucônico que é excretado na urina.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O ácido tricloroacético (TCA) é o indicador biológico da exposição ao tetracloroetileno (percloretileno). O tetracloroetileno é usado no desengraxamento de peças metálicas, em lavagens a seco e na indústria têxtil. Apenas 3% do tetracloroetileno absorvido é metabolizado a TCA. Pequena parte do TCA é reduzido a tricloroetanol (TCE). Fenobarbital ou outros indutores enzimáticos podem aumentar a metabolização do tetracloroetileno a TCA. A dosagem urinária do TCA tem boa correlação com a exposição, mas não com o efeito biológico. Deve-se ressaltar que outros compostos clorados (tricloroetileno, tricloroetano e hidrato de cloral) também produzem o TCA.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O ácido úrico é o principal produto do catabolismo de purina no ser humano. A maior parte da formação do ácido úrico ocorre no fígado e é eliminada através dos rins, a quantidade de ácido úrico do organismo é determinada pelo equilíbrio entre a síntese e a eliminação. A hiperuricemia poder ser classificada em primária (eliminação reduzida) e secundária (excesso de produção). Sua forma primária está relacionada diretamente à Gota, Síndrome de Lesch- Nyhan e a maior atividade da síntese de fosforibosil-pirofosfato. A forma secundária está associada a diversas condições patológicas como insuficiência renal, doenças mieloproliferativas, doenças hemolíticas, consumo excessivo de álcool, etc. A hipouricemia pode ser causada pelo aumento da excreção de ácido úrico renal originadas por doenças como a Síndrome de Fanconi e Diabetes Mellitus, ou pela diminuição da produção causada pela xantinúria hereditária, terapia medicamentosa com alopurinol e síndrome hipereosinofílica.
Instruções:
- Jejum de 8 horas.
Descrição: A maior parte de formação do ácido úrico ocorre no fígado e cerca de 70% da sua eliminação ocorre através dos rins. A quantificação da excreção de ácido úrico urinário é utilizada para identificar a excreção aumentada de urato em pacientes com cálculo renal, doenças hereditárias além de auxiliar no diagnóstico de insuficiência renal aguda e crônica. Além de ajudar na seleção do tratamento apropriado da hiperuricemia, fornecendo uma indicação se os doentes devem ser tratados com drogas uricosuricas para aumentar a excreção renal ou alopurinol para suprimir a síntese da purina.
Instruções:
Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: O ácido valpróico é usado primariamente no tratamento de pacientes com crises parciais complexas que ocorrem isoladamente ou com outros tipos de crise. Pode ser administrado sozinho ou em combinação com outras drogas como fenobarbital ou fenitoína. O ácido valpróico aumenta a concentração do ácido-gama aminobutírico (GABA) inibindo a transaminase GABA. GABA é um inibidor potente de descargas pré e pós-sinápticas no sistema nervoso central. O ácido valpróico circula principalmente ligado a proteínas. Compete com a fenitoína por locais ligados à proteína. O ácido valpróico também inibe a liberação renal de fenobarbital. Quando o ácido valpróico e o fenobarbital são usados em conjunto, a concentração de fenobarbital pode ser aumentada em até 40%. O ácido valpróico é quase completamente absorvido após a administração oral, alcançando sua concentração máxima em 1 a 2 horas após a administração. As concentrações em plasma devem ser monitoradas para ajudar a manter uma dosagem efetiva e prevenir efeitos colaterais causados por uma concentração excessiva.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O ácido vanilmandélico (VMA) é o principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. Encontra-se elevado em situações onde ocorrem elevada produção de catecolaminas como no feocromocitoma, ganglioneuroblastoma, neuroblastoma e ganglioneuroma. Apresenta sensibilidade inferior à dosagem de metanefrinas. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma.
Instruções:
Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: O ácido vanilmandélico (VMA) é o principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. Encontra-se elevado em situações onde ocorrem elevada produção de catecolaminas como no feocromocitoma, ganglioneuroblastoma, neuroblastoma e ganglioneuroma. Apresenta sensibilidade inferior à dosagem de metanefrinas. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Este exame pode ser utilizado como avaliação da função hepática, antes da formação dos sinais clínicos de doença avançada e na fase inicial da depuração hepática endógena. Pode também ser tido como um indicador da melhora histológica hepática em pacientes com hepatite crônica C, que estão respondendo ao tratamento com Interferon, além de marcador de colestase intra-hepática na gravidez.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A determinação dos níveis plasmáticos de ácidos graxos de cadeia muito longa é útil para o diagnóstico de doenças em que há defeito na função do peroxissomo. Essas doenças são geneticamente determinadas e tão heterogêneas quanto sua expressão clínica.
Instruções:
- Jejum de 12 horas.
Descrição: Exame útil na avaliação metabólica de pacientes que apresentem endocrinopatias ou determinados erros inatos metabólicos. A quase totalidade dos ácidos graxos presentes no soro estão esterificados, ou seja, ligados ao colesterol ou glicerol (triglicérides). Apenas de 2 a 5% dos ácidos graxos totais circulam na forma livre ou não esterificada. Níveis significativamente elevados de ácidos graxos livres são encontrados no diabetes mellitus descompensado e em situações que envolvem excesso de liberação de hormônios lipoativos como adrenalina, noradrenalina, glucagon, TSH e ACTH. O - Jejum prolongado pode também ocasionar elevação dos ácidos graxos livres, assim como algumas glicogenoses e defeitos congênitos da oxidação dos ácidos graxos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os ácidos orgânicos compõem um grupo de substâncias de propriedades ácidas que possuem átomos de carbono em sua fórmula. Os ácidos orgânicos, de um modo geral, são largamente aplicados a dietas animais, como bovinos, suínos e aves de corte. Essa técnica facilita a digestão de proteínas, a absorção de nutrientes no intestino e diminui o pH estomacal, evitando a proliferação exagerada de micro-organismos patogênicos e melhorando o trânsito intestinal. Com a redução do pH, o trânsito intestinal melhora, a produção e a secreção de sucos pancreáticos são estimuladas e a atividade de enzimas proteolíticas é potencializada. Isso interfere diretamente no desenvolvimento animal. O organismo humano produz alguns tipos de ácidos orgânicos, no entanto, podem ocorrer erros no metabolismo desses compostos, que são os casos das acidemias e acidúrias orgânicas. Essas doenças são hereditárias e se caracterizam pelo acúmulo de ácidos orgânicos e derivados nos tecidos, sangue, urina, além de outros líquidos corpóreos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os distúrbios do metabolismo dos ácidos orgânicos, também conhecidos como acidemias e acidúrias orgânicas, são um grupo heterogêneo de doenças metabólicas hereditárias envolvendo tipicamente vias metabólicas envolvidas na degradação dos aminoácidos, carboidratos, e ácidos graxos. Este exame pode ser realizado em indivíduos de todas as idades, mesmo sendo amostras colhidas em papel filtro. O teste é indicado nos casos de crianças com teste de triagem neonatal positiva para doenças metabólicas ou indivíduos diagnosticados com alguma doença metabólica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) é produzido na hipófise e atua como estimulante na produção de esteroides pelo córtex adrenal. A secreção de ACTH, por sua vez, é controlada pelo fator de liberação de hormônio corticotrófico no hipotálamo (CRF) e por feedback negativo da hidrocortisona. As determinações de ACTH são importantes no diagnóstico diferencial de insuficiência adrenal e hipersecreção. Na doença de Addison (insuficiência adrenal primária), níveis elevados são típicos, enquanto níveis reduzidos são a regra quando a insuficiência adrenal é secundária à deficiência da hipófise. As determinações de ACTH também podem auxiliar a identificar a causa de hipersecreção de hidrocortisona na síndrome de Cushing. Os níveis de ACTH são tipicamente reduzidos quando esta condição é causada por lesões ou hiperplasia do córtex adrenal, e elevados quando a causa é a produção ectópica de ACTH ou hipersecreção de ACTH pela hipófise. Os níveis plasmáticos de ACTH exibem uma variação diurna significativa. Portanto, é importante uniformizar a hora da coleta. Os valores de referência foram estabelecidos para as 9 horas da manhã, aproximadamente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Adalimumab é um medicamento utilizado para inibir o fator de necrose tumoral e reduzir os efeitos de substâncias quem causam inflamação. É destinado ao tratamento de: artrite reumatoide, artrite psoriásica, espondilite anquilosante, Doença de Crohn, Colite Ulcerativa ou Retocolite Ulcerativa, Psoríase em placas e/ou em Artrite Idiopática Juvenil Poliarticular.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A ADA é uma enzima que catalisa a reação de desaminação da adenosina para inosina. A enzima é distribuída amplamente em tecidos humanos, especialmente nos linfócitos T. A atividade de ADA elevado no soro foi observada em pacientes com hepatites agudas, fibroses hepáticas alcoólicas, hepatites ativas crônicas, cirrose do fígado, hepatite viral e hepatoma. A atividade de ADA aumentada também foi observada em pacientes com efusões tuberculosas. A determinação da atividade de ADA em soro de paciente pode acrescentar valores sem igual ao diagnóstico de doenças do fígado em combinação com os testes de ALT ou GGT. O ensaio de ADA também pode ser útil nos diagnósticos de tuberculose e neurotuberculose.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Adenosina deaminase (ADA) é uma enzima que catalisa a reação de desaminação da adenosina para inosina. A enzima é distribuída amplamente em tecidos humanos, especialmente nos linfócitos T. O ensaio de ADA também pode ser útil nos diagnósticos de tuberculose e neurotuberculose.
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico.
- Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados e acondicionar conforme estabelecido para o exame.
Descrição: Os adenovírus humanos (HAdVs) compreendem um importante grupo de agentes etiológicos, responsáveis por diversas patologias, em adultos e crianças, como: infecções respiratórias, oculares, gastroentéricas e urinárias. Estes vírus podem, também, ser isolados das fezes de pacientes assintomáticos por meses após a infecção. Em indivíduos imunocomprometidos, como pacientes com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) e transplantados, podem causar infecções generalizadas. Os adenovírus humanos pertencem ao gênero Mastadenovirus. Este vírus tem a habilidade de infectar uma vasta gama de tecidos, sendo identificados como agentes etiológicos de diversas patologias, como por exemplo: síndromes respiratórias, ceratoconjuntivites, infecções entéricas e renais. Sua sorologia é utilizada no esclarecimento em casos de suspeita de infecção, e/ou para investigação do estágio imunológico em que o paciente se encontra.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As vias aéreas superiores são o local em que é mais frequente a infecção por adenovírus. As manifestações clínicas podem incluir os sintomas de uma constipação, faringite, amigdalite ou otite média. Em crianças muito pequenas e em adultos imunocomprometidos podem ocorrer, ocasionalmente, situações mais graves como infecção disseminada, pneumonia grave, meningite e encefalite. Com menor frequência, os adenovirus podem causar conjuntivite hemorrágica, bronquiolite, uma síndrome semelhante à tosse convulsa, cistite (infecção urinária) e gastroenterite, dependendo do sorotipo envolvido.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Adenovírus são vírus de DNA classificados de acordo com 3 antígenos capsídeos principais (hexon, penton e fibra). Existem 7 espécies de adenovírus humanos (A a G) e 57 sorótipos. Diferentes sorótipos estão associados a diferentes doenças.
Adenovírus são geralmente adquiridos por meio de contato com secreções (inclusive transmissão por dedos) de uma pessoa infectada ou por contato com um objeto contaminado (p. ex., toalha, instrumento). A infecção pode ser transmitida pelo ar ou pela água (p. ex., adquirida ao nadar). A disseminação viral GI ou respiratória assintomática pode continuar por meses ou até anos.
Instruções:
- O médico deverá indicar qual material coletar.
Descrição: A adiponectina é uma proteína sintetizada pelos adipócitos. Possui propriedades antiaterogênicas e sensibilizadoras da ação da insulina. Tem sido utilizada avaliação de resistência à insulina, predição de esteatose hepática não alcóolica e risco de aterogênese. Geralmente é inversamente proporcional ao índice de massa corpórea, resistência insulínica, cintura abdominal e leptina. Está diminuída em pacientes com lipodistrofia e em uso de terapia antirretroviral. Níveis baixos em obesos estão associados a aumento de esteatose hepática não alcóolica. Níveis elevados estão associados a melhor sensibilidade insulínica e controle de diabetes, melhor controle lipídico e menor reação inflamatória associada ao diabetes mellitus.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A albumina é a proteína mais abundante no plasma humano, representando 55-65% do total de proteínas. As suas principais funções biológicas são o transporte e o armazenamento de uma vasta variedade de ligados, para manter a pressão oncótica e para atuar como uma fonte de aminoácidos endógenos. A albumina liga e solubiliza compostos como a bilirrubina plasmática e ácidos graxos de cadeia longa, bem como estabelece a ligação de inúmeros fármacos. A hiperalbuminemia é rara e é provocada por grave desidratação e estase venosa excessiva. A hipoalbuminemia pode ser provocada por síntese inadequada, como a patologia do fígado ou em dietas com deficiência proteica, catabolismo acrescido decorrente de lesões dos tecidos e inflamação, absorção reduzida de aminoácidos causada por síndromes de absorção deficiente ou má nutrição, perda de proteínas para o exterior, como acontece na síndrome nefrótica, enteropatia ou queimaduras, e distribuição alterada. Os casos graves de hipoalbuminemia resultam numa séria instabilidade da pressão oncótica intravascular que, por sua vez, conduz ao desenvolvimento de edema.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A aldolase é responsável pela conversão da glicose em energia, pertence à classe das liases (enzimas que adicionam ou removem elementos de água, amônia ou dióxido de carbono). Elevados níveis da aldolase no sangue podem ser encontrados em pacientes que apresentam lesões no músculo esquelético como resultado de traumas, como a dermatomiositite, mononucleose infecciosa, distrofia muscular, infarto do miocárdio e câncer hepático. Essas condições causam a danos as células e, consequentemente, à liberação da aldolase para o sangue periférico. Em contrapartida, a concentração da aldolase no sangue se mantém normal em casos no qual a fraqueza muscular é resultado de uma doença neurológica, como a esclerose múltipla. Sendo assim a dosagem da concentração de aldolase no sangue pode ser usada para determinar a origem da fraqueza muscular, diferenciando-a de um trauma muscular da miopatia neurológica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A aldosterona é um hormônio esteroide segregado pelo córtex suprarrenal. A função da aldosterona no metabolismo é controlar o sódio e o potássio, regulando o volume de fluidos. A aldosterona atua para diminuir a excreção de sódio e aumentar a excreção de potássio no rim, glândulas sudoríparas e glândulas salivares. A aldosterona também conserva o sódio no cólon. Em cada um destes tecidos, a aldosterona atua ligando-se aos receptores mineralocorticoides e, principalmente, aos ductos colectores corticais do rim. A regulação do equilíbrio de sódio e potássio é conseguida através de um conjunto complexo de hormônios que atuam em vários ciclos de realimentação. Os sistemas renina-angiotensina (RAS) constituem o ciclo de realimentação negativa mais importante para a regulação do volume. O RAS funciona através de um ciclo de realimentação longo (envolvendo alterações no volume do fluido) e de um ciclo de realimentação curto (com inibição direta da secreção da renina pela angiotensina II). O outro ciclo de realimentação que atua em simultâneo é o controle do potássio sérico. Estes ciclos de realimentação de interação atuam em harmonia para definir as concentrações de aldosterona de modo a manter a homeostase para o volume, pressão sanguínea e potássio em resposta a estímulos externos. A aldosterona atua no ducto colector cortical para aumentar a absorção de sódio e diminuir a absorção de potássio. O aumento resultante no volume de fluido e na pressão sanguínea é detectado nas células justaglomerulares secretoras de renina, que diminuem a produção de renina. Com menos renina, é formada menos angiotensina I, pelo que os níveis de angiotensina II baixam. Níveis mais baixos dos estimuladores agudos da secreção de aldosterona conduzem a uma redução na síntese e secreção da aldosterona. A função da aldosterona na regulação da homeostase do potássio é também regulada principalmente pelo ciclo de realimentação negativa. O aumento dos níveis de potássio estimula a produção de aldosterona (a aldosterona diminui a reabsorção do potássio, aumentando a perda de potássio). A subsequente diminuição dos níveis de potássio no plasma resulta em menos estimulação do potássio das células glomerulosas supra-renais e baixa a síntese e secreção da aldosterona.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A aldosterona é um hormônio secretado pela glândula adrenal, e sua produção é regulada pelo sistema renina-angiotensina.
Instruções:
- Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: A a-1-antitripsina é um inibidor da proteinase que exerce a sua ação especialmente sobre as serina-proteases. Tanto um déficit hereditário de a-1-antitripsina como um valor aumentado no quadro de uma reação da fase aguda é acompanhado de um quadro clínico específico. As doenças deficitárias de a1-antitripsina têm frequentemente origem genética. A sintomatologia só se torna evidente a partir de concentrações de 30 a 40% do normal, sobretudo em doenças hepáticas e pulmonares. Crianças são afetadas predominantemente por doença hepática; adultos tendem mais para infecções pulmonares. Em fumantes homozigotos adultos com déficit hereditário de a-1-antitripsina desenvolve-se uma dispneia ou um enfisema 20 anos, em média, mais cedo que em não fumantes. As doenças hepáticas devidas a um déficit hereditário de a1-antitripsina podem apresentar concentrações séricas normais, se existe uma reação inflamatória aguda do parênquima hepático. Valores aumentados de a1-antitripsina não são devidos a anomalias genéticas, mas, na maior parte das vezes, a uma reação de fase aguda em infecções e inflamações. As concentrações podem então chegar a atingir o triplo da normal. Após gravidez ou contracepção oral observam-se igualmente valores aumentados.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A alfa 1 antitripsina fecal é utilizada como marcador de perda proteica pelo tubo digestivo, por ser uma proteína resistente à degradação pelas enzimas digestivas. Valores aumentados são encontrados nas enteropatias perdedoras de proteína, doença inflamatória intestinal, doença celíaca, intolerância ao leite de vaca, carcinoma gástrico, linfomas do tubo digestivo, Doença de Whipple, gastroenteropatia alérgica, linfagectasia intestinal, hipogamaglobulinemia congênita e Síndrome de Menetrier.
Instruções:
Enviar fezes frescas no coletor estéril, sendo que o volume deve completar ½ (meio) frasco aproximadamente.
Descrição: Como proteína de fase aguda, a a1-glicoproteína ácida apresenta concentrações elevadas em infecções, assim como em processos inflamatórios agudos e crônicos (por exemplo, doença de Crohn). Neste caso, o monitoramento das concentrações de a1-glicoproteína ácida e de outros parâmetros, como por exemplo, a PCR, permitem avaliar de modo muito sensível o estado do paciente, assim como o seu prognóstico. Os pacientes com lesões, queimaduras ou tumores apresentam elevadas concentrações séricas. Nos pacientes com insuficiência renal crônica foram medidas concentrações séricas elevadas da a1-glicoproteína ácida, ainda que não exista qualquer diferença notória entre os doentes dialisados e os não dialisados. Nos pacientes com doenças crônicas do fígado, foram encontradas concentrações séricas reduzidas, devido a uma produção limitada da a1-glicoproteína ácida.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Alfa-2 macroglobulina é uma glicoproteína, constituindo aproximadamente 4% das proteínas totais do adulto. Seu papel biológico nas doenças é de proteína transportadora de HGH, insulina e esteroides, se liga a numerosos compostos circulantes de natureza enzimática, atua na regulação de reações inflamatórias e inibe a atividade proteolítica da tripsina, da plasmina e da calicreína. Tem um papel importante nos fenômenos de fibrinólise. Apresenta efeito antitrombínico progressivo. Inibe a transformação linfoblástica que poderia iniciar a resposta imunitária da mãe em relação a um feto antigenicamente diferente. Apresenta valores aumentados durante a gravidez, em terapia com estrógenos, síndrome nefrótica, diabetes mellitus, cirrose, bronquite crônica, ataxia teleangiectasia, dermatite atópica, mongolismo e agamaglobulinemia e valores diminuídos em pacientes com mieloma múltiplo, artrite reumatoide, pneumopatias agudas, pleuresia, litíase biliar ou renal, tumores de fígado, infarto do miocárdio, úlceras gastro-duodenais, gastrites, macroglobulinemia de Waldenström.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A produção de AFP ocorre principalmente no fígado e no saco vitelino do feto e em quantidade inferior em outros órgãos. A AFP é detectada na circulação fetal aproximadamente 30 dias após a concepção. Após atingirem o pico de concentração em 13 semanas de gestação, os níveis reduzem-se gradualmente e até ao nascimento. Por volta dos 2 anos de idade, os indivíduos normais apresentam apenas traços de AFP. Níveis elevados de AFP reaparecem nos adultos em determinadas doenças malignas e durante a gravidez. A alfafetoproteína é um biomarcador de tumores hepáticos e testiculares. Sua dosagem está indicada no acompanhamento de portadores dessas condições.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O alumínio é o metal mais abundante e o terceiro elemento mais abundante depois do oxigênio e do silício. É um metal leve, prateado, empregado na produção de ligas de cobre, zinco, na purificação de água e açúcar, em cosméticos, em refratários, vidros, abrasivos, tintas, fundição, barcos, fiação elétrica, entre outros. Os mecanismos que protegem contra o acúmulo de alumínio (excreção renal e barreira gastrointestinal) estão ausentes nos pacientes submetidos à diálise ou são altamente exigidos pela ingestão de doses farmacológicas de sais de alumínio com a finalidade de quelar o fósforo enteral. As consequências clínicas da intoxicação por alumínio nos pacientes submetidos à diálise incluem síndrome neurológica, doença óssea induzida por alumínio, miopatia e anemia. Acompanhar regularmente os níveis séricos de alumínio são recomendações que limitam a ocorrência da toxicidade pelo alumínio nos pacientes submetidos à diálise.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O alumínio é o metal mais abundante e o terceiro elemento mais abundante depois do oxigênio e do silício. É um metal leve, prateado, empregado na produção de ligas de cobre, zinco, na purificação de água e açúcar, em cosméticos, em refratários, vidros, abrasivos, tintas, fundição, barcos, fiação elétrica, entre outros. Os mecanismos que protegem contra o acúmulo de alumínio (excreção renal e barreira gastrointestinal) estão ausentes nos pacientes submetidos à diálise ou são altamente exigidos pela ingestão de doses farmacológicas de sais de alumínio com a finalidade de quelar o fósforo enteral. As consequências clínicas da intoxicação por alumínio nos pacientes submetidos à diálise incluem síndrome neurológica, doença óssea induzida por alumínio, miopatia e anemia. Acompanhar regularmente os níveis séricos de alumínio são recomendações que limitam a ocorrência da toxicidade pelo alumínio nos pacientes submetidos à diálise.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O alumínio é o metal mais abundante e o terceiro elemento mais abundante depois do oxigênio e do silício. É um metal leve, prateado, empregado na produção de ligas de cobre, zinco, na purificação de água e açúcar, em cosméticos, em refratários, vidros, abrasivos, tintas, fundição, barcos, fiação elétrica, entre outros. Os mecanismos que protegem contra o acúmulo de alumínio (excreção renal e barreira gastrointestinal) estão ausentes nos pacientes submetidos à diálise ou são altamente exigidos pela ingestão de doses farmacológicas de sais de alumínio com a finalidade de quelar o fósforo enteral. As consequências clínicas da intoxicação por alumínio nos pacientes submetidos à diálise incluem síndrome neurológica, doença óssea induzida por alumínio, miopatia e anemia. Acompanhar regularmente os níveis séricos de alumínio são recomendações que limitam a ocorrência da toxicidade pelo alumínio nos pacientes submetidos à diálise.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: As amilases são um grupo de hidrolases que fracionam os hidratos de carbono complexos em resíduos de glicose adjacentes. No organismo, a amilase encontra-se presente em diversos órgãos e tecidos. A concentração mais elevada está presente no pâncreas, onde a enzima é sintetizada pelas células acinares e depois segregada para dentro do trato intestinal através do sistema tubular pancreático. As glândulas salivares também segregam uma potente amilase que inicia a hidrólise dos amidos enquanto o alimento ainda se encontra na boca e no esôfago. As doenças resultantes da elevação da alfa-amilase no plasma incluem: pancreatite aguda, parotidite, alcoolismo, insuficiência renal e doenças como a hepatite viral, AIDS, febre tifoide, sarcoidose e traumatismo no abdômen superior. Na pancreatite aguda, a amilase aumenta 5 a 6 horas após o início dos sintomas e permanece elevada durante 2 a 5 dias. O aumento na atividade plasmática não reflete a gravidade da doença, a destruição extensa do pâncreas pode não causar um aumento significativo da concentração plasmática da alfa-amilase pancreática. A alfa-amilase é excretada por filtração glomerular e depois 50% é reabsorvida pelos túbulos. Esta reabsorção é significativamente reduzida em casos de lesões tubulares transitórias, após queimaduras, na presença de cetoacidose diabética e pancreatite aguda bem como proteinúria, resultando num aumento da eliminação da alfa-amilase.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A amilase é uma enzima catalisadora produzida pelo pâncreas e pelas glândulas salivares, que atua na digestão do amido e do glicogênio. Ela pode ligar-se a proteínas, como as imunoglobulinas, formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A medição da alfa-amilase na urina é utilizada no diagnóstico de pancreatite aguda onde encontra-se elevada, e das macroamilasemias onde encontra-se diminuída. No diagnóstico de pancreatite, no entanto não tem elevada especificidade visto que seus níveis aumentam também na insuficiência renal, perfuração duodenal, uso de grandes doses de corticoides, após cirurgia abdominal, câncer pancreático e hemoglobinúria (presença de hemoglobina na urina em concentrações anormalmente altas).
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: É uma proteína de fase aguda e encontra-se elevada em processos inflamatórios, tanto processos virais, quanto bacterianos. Se a infecção atenua pela tomada de medicamentos, sua dosagem diminui rapidamente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O cloridrato de amitriptilina é potente antidepressivo com propriedades sedativas. Seu mecanismo de ação no homem não é conhecido. Não é inibidor da monoaminoxidase e não age primordialmente por estimulação do sistema nervoso central. Em amplo uso clínico, verificou-se que cloridrato de amitriptilina tem sido bem tolerado. O cloridrato de amitriptilina também tem mostrado ser eficaz no tratamento da enurese em alguns casos onde a doença orgânica foi excluída. O modo de ação do cloridrato de amitriptilina na enurese não é conhecido. Entretanto, cloridrato de amitriptilina possui propriedades anticolinérgicas e os medicamentos deste grupo, como a beladona, têm sido usados no tratamento da enurese. Níveis séricos elevados de amitriptilina podem advir de interações medicamentosas com hidrocortisona, neurolépticos, cimetidina e contraceptivos orais. As concentrações podem estar diminuídas pelo uso de barbitúricos e tabaco. Indivíduos negros tendem a ter níveis mais elevados da droga. Níveis plasmáticos terapêuticos podem não se correlacionar com a efetividade do tratamento.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A adenosina 3',5' - monofosfato cíclico (cAMP ou AMP cíclico) é uma molécula importante na transdução de sinal em uma célula. É um tipo de mensageiro secundário celular pós-ativação do receptor tubular de PTH. A dosagem urinária de AMP cíclico é útil na avaliação da ação do PTH em nível tubular renal, em casos de suspeita de hiperparatiroidismo. O AMP cíclico urinário provém de duas fontes distintas: uma porção constante, proveniente de filtração glomerular e uma porção derivada da ação do paratormônio (PTH) sobre células tubulares renais. Resultados falso-positivos podem ocorrer pela presença de moléculas circulantes que estimulam o receptor de PTH. Nos pseuhipoparatireoidismo não haverá incremento nos níveis de AMPc, a despeito de níveis elevados de PTH.
Instruções:
Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: As doenças mieloproliferativas crônicas constituem-se em um grupo heterogêneo de afecções caracterizadas por acentuada hematopoese, com maturação dos precursores anômalos produzidos pela medula óssea. Em diversas situações, faz-se necessária a diferenciação entre doença primária da medula óssea e casos reacionais ou secundários, que podem cursar com aumento na série vermelha, nos granulócitos ou nas plaquetas no sangue periférico. Pacientes com suspeita clínica de doenças mieloproliferativas crônicas, principalmente Trombocitemia Essencial (TE) e Mielofibrose idiopática (MFI), podem ter o diagnóstico clínico auxiliado através da pesquisa de mutações W515K e W515L no gene MPL, presente em cerca de 5% dos casos de TE e MFI, quando negativos para a mutação V617F no gene Janus kinase 2 (JAK-2).
Neste teste é realizada a pesquisa de mutações no exon 10 do gene MPL.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Um metabólito da di-hidrotestosterona, considerado um marcador da ação androgênica periférica. Encontra-se aumentado em mulheres com hirsutíssimo idiopático e em portadoras de Síndrome de Ovários Policísticos. Encontra-se diminuído em homens com deficiência de 5-alfa-redutase. Considerado um marcador para o tratamento de hirsutíssimo idiopático e hiperplasia adrenal congênita.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O interesse clínico em relação a androstenediona, refere-se ao fato dessa ser frequentemente elevada em casos de crescimento anormal de pelos (hirsutíssimo) e de virilização. Seus níveis plasmáticos aumentam constantemente a partir aproximadamente do sétimo ano de vida, começando a diminuir gradualmente após os trinta anos. A androstenediona apresenta uma variação diurna, tendo o nível mais elevado de manhã, bem como uma variação cíclica durante o período menstrual, apresentando níveis mais elevados perto do meio do ciclo. Durante a gravidez observa-se um aumento nos níveis plasmáticos. Deve- se correlacionar os níveis de androstenediona com S-DHEA, DHEA e Testosterona, pois é comum ter todo o perfil diminuído ou aumento.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Exercícios: Evitar a realização de atividade física.
Descrição: A anfetamina apresenta efeito estimulante, é atribuída a um grupo de substâncias como: fenproporex, metilfenidato, manzidol, metanfetamina e dietilpropiona. Todas essas são comercializadas sob a forma de medicamento. Porém, outro tipo de anfetamina, bem conhecido, de uso ilícito, é a metilenodioximetanfetamina (MDMA), popularmente conhecido como ecstasy. É indicado para suspeita de abuso medicamentoso ou uso ilícito. Os metabólitos podem ser detectados na urina entre 24 e 48 horas após o uso. A detecção do uso da droga depende de vários fatores: do usuário, como peso, uso agudo ou crônico; do tipo de droga utilizada; da dose utilizada. Outros fatores que influenciam: condições físicas, idade, alimentação e quantidade de líquido ingerido.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
Descrição: Autoanticorpos contra ß2-glicoproteina I são descritos em várias doenças autoimunes. A presença de anti-ß2GPI pode ser relatada no desenvolvimento de trombose venosa e arterial, tromboembolismo venoso, trombocitopenia e aborto.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Nas doenças autoimunes reumatoides podem ser encontrados vários perfis dos autoanticorpos para estes antígenos. Em uma alta incidência, eles estão relacionados à Lupus eritromatóide sistêmico ativo e inativo, doença do tecido conjuntivo misto (Síndrome de Sharp), artrites reumatoides, Síndrome Sjögren, escleroderma, dermatite fotosensitiva e Lupus induzido por drogas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A doença celíaca consiste numa patologia para toda a vida, na qual a ingestão de glúten, gliadina do trigo insolúvel em água, prolaminas do centeio e cevada provocam uma inflamação crônica, causando lesões na mucosa do intestino delgado. Os anticorpos anti Gliadina (AAG) são predominantemente das classes IgA e IgG e detectados no soro da maioria dos celíacos não tratados e também naqueles assintomáticos. Após a introdução da dieta isenta de glúten observa-se um declínio gradual de seus níveis séricos. Estudos mostram uma queda dos títulos dos anticorpos IgA após três meses de restrição de glúten, queda esta que se mantém, até que, com um ano de aderência ao tratamento, praticamente todos os títulos estão negativos, isto é, dentro dos parâmetros dos indivíduos normais. Entretanto, a determinação dos AAG é válida e de grande utilidade para selecionar os pacientes para a biópsia intestinal, nos quais se suspeita a presença de doença celíaca, assim como no seguimento dos pacientes celíacos em relação à adesão à dieta sem glúten. Títulos altos dos AAG também são encontrados em pacientes com enteropatias não-celíacas como, por exemplo, na alergia à proteína do leite de vaca, na síndrome pós-enterite, atualmente denominada diarreia persistente, e na doença de Crohn. Títulos positivos destes anticorpos também são relatados em outras doenças não do trato gastrointestinal como, por exemplo, na síndrome de Sjögren e na artrite reumatoide.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A doença celíaca consiste numa patologia para toda a vida, na qual a ingestão de glúten, gliadina do trigo insolúvel em água, prolaminas do centeio e cevada provocam uma inflamação crônica, causando lesões na mucosa do intestino delgado. O anticorpo anti-Gliadina (AAG) são predominantemente das classes IgA e IgG e detectados no soro da maioria dos celíacos não tratados e também naqueles assintomáticos. Após a introdução da dieta isenta de glúten observa-se um declínio gradual de seus níveis séricos. Estudos mostram uma queda dos títulos dos anticorpos IgA após três meses de restrição de glúten, queda esta que se mantém, até que, com um ano de aderência ao tratamento, praticamente todos os títulos estão negativos, isto é, dentro dos parâmetros dos indivíduos normais. Entretanto, a determinação dos AAG é válida e de grande utilidade para selecionar os pacientes para a biópsia intestinal, nos quais se suspeita a presença de doença celíaca, assim como no seguimento dos pacientes celíacos em relação à adesão à dieta sem glúten. Títulos altos dos AAG também são encontrados em pacientes com enteropatias não-celíacas como, por exemplo, na alergia à proteína do leite de vaca, na síndrome pós-enterite, atualmente denominada diarreia persistente, e na doença de Crohn. Títulos positivos destes anticorpos também são relatados em outras doenças não do trato gastrointestinal como, por exemplo, na síndrome de Sjögren e na artrite reumatoide.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A doença celíaca consiste numa patologia para toda a vida, na qual a ingestão de glúten, gliadina do trigo insolúvel em água, prolaminas do centeio e cevada provocam uma inflamação crônica, causando lesões na mucosa do intestino delgado. Os anticorpos anti-Gliadina (AAG) são predominantemente das classes IgA e IgG e detectados no soro da maioria dos celíacos não tratados e também naqueles assintomáticos. Após a introdução da dieta isenta de glúten observa-se um declínio gradual de seus níveis séricos. Estudos mostram uma queda dos títulos dos anticorpos IgA após três meses de restrição de glúten, queda esta que se mantém, até que, com um ano de aderência ao tratamento, praticamente todos os títulos estão negativos, isto é, dentro dos parâmetros dos indivíduos normais. Entretanto, a determinação dos AAG é válida e de grande utilidade para selecionar os pacientes para a biópsia intestinal, nos quais se suspeita a presença de doença celíaca, assim como no seguimento dos pacientes celíacos em relação à adesão à dieta sem glúten. Títulos altos dos AAG também são encontrados em pacientes com enteropatias não-celíacas como, por exemplo, na alergia à proteína do leite de vaca, na síndrome pós-enterite, atualmente denominada diarreia persistente, e na doença de Crohn. Títulos positivos destes anticorpos também são relatados em outras doencas não do trato gastrointestinal como, por exemplo, na síndrome de Sjögren e na artrite reumatoide.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O auto anticorpo anti-Jo-1 é considerado marcador sorológico de um subgrupo de polimiosite inflamatória idiopática no adulto, particularmente com quadro de doença pulmonar intersticial, fenômeno de Raynaud, mãos de mecânico e artralgia, denominada síndrome antissintetase. Cerca de 30% dos pacientes adultos com polimiosite são anti-Jo1 positivos e essa frequência é maior (60%) em pacientes com comprometimento intersticial pulmonar. No teste do FAN, sua presença está associada ao padrão citoplasmático pontilhado fino.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A hepatite autoimune (HAI) é doença necroinflamatória crônica do fígado, cujos agentes desencadeantes ainda não estão estabelecidos. A fisiopatogenia da doença é pouco conhecida, provavelmente, decorrente da interação entre predisposição genética e agente desencadeador externo (infecciosos, drogas ou toxinas). O antimicrossoma de fígado e rim tipo 1 (ALKM-1) é o marcador mais importante da HAI-2, presente em cerca de 90% dos casos. É também o marcador de cerca de 10% dos casos de HAI.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os anticorpos anti-Saccharomyces cerevisiae (ASCA), juntamente com anticorpos anti-neutrófilos (pANCA), encontram-se entre os dois marcadores mais úteis e muitas vezes discriminante para a colite. ASCA tende a reconhecer a doença de Crohn com mais frequência, ao passo que pANCA tendem a reconhecer colite ulcerativa. Ambas as doenças causam inflamação intestinal, mas possuem diferentes quadros clínicos e opções terapêuticas. A doença de Crohn geralmente afeta a porção distal do intestino delgado, podendo também afetar alguma outra parte do trato digestivo. A inflamação é assimétrica e segmentada, aprofundando-se nos tecidos afetados. Na retocolite ulcerativa, a inflamação é confinada ao colo e reto, é simétrica e contínua desde o reto proximal, e envolve as camadas mais altas de revestimento do colo e reto. Os Anticorpos Anti-Saccharomyces cerevisiae IgG e IgA são encontrados com prevalência significativamente maior em pacientes com doença de Crohn (60 a 70%) do que em pacientes com retocolite ulcerativa (10 a 15%).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: São anticorpos contra o antígeno Ro, que é uma proteína citoplasmática pequena ligada ao RNA, cuja função é desconhecida. Este anticorpo está presente em cerca de 70% dos pacientes com síndrome de Sjogren primária. Já na síndrome associada à artrite reumatoide está presente em 40% dos casos. Estes anticorpos também ocorrem em 30% dos pacientes com LES, onde marca as formas de lúpus neonatal, lúpus subagudos cutâneos e na síndrome do anticorpo antifosfolípide. Como o antígeno Ro não é encontrado em tecidos de rato, substrato comumente usados para realização do FAN, leva a resultados FAN negativos, tornando-se positivo apenas quando as utiliza células humanas (Hep-2). Isto ocorre numa incidência de 1 a 2%.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: São anticorpos contra partículas protéicas do RNA que parecem participar como um co-fator para a RNA polimerase. O anti-La geralmente acompanha o anti-Ro. A presença de ambos no LES é geralmente associada a uma doença mais leve do que quando o Ro está presente isoladamente. O SSb/La ocorre em mais da metade dos pacientes com Síndrome de Sjogren e no LES em 15%. Este raramente é visto em outras doenças do tecido conjuntivo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Utilizado no diagnóstico da enteropatia sensível ao glúten da doença celíaca. A doença celíaca é uma condição crônica, cujas características principais incluem a inflamação e o esmagamento característico da mucosa intestinal, resultando numa síndrome de má absorção conhecida como uma enteropatia sensível ao glúten. Recentemente, têm sido sugeridos testes sorológicos para anticorpos de anti-gliadina, anti-endomisial e anti-tTG para examinar os doentes com enteropatia sensível ao glúten, assim como para controlar a conformidade dietética.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Utilizado no diagnóstico da enteropatia sensível ao glúten da doença celíaca. A doença celíaca é uma condição crônica, cujas características principais incluem a inflamação e o esmagamento característico da mucosa intestinal, resultando numa síndrome de má absorção conhecida como uma enteropatia sensível ao glúten. Recentemente, têm sido sugeridos testes sorológicos para anticorpos de anti-gliadina, anti-endomisial e anti-tTG para examinar os doentes com enteropatia sensível ao glúten, assim como para controlar a conformidade dietética.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A antitrombina III é um anticoagulante natural, uma glicoproteína produzida pelo hepatócito, que atua como inibidor de serinoproteases da coagulação. A deficiência de anti trombina III trata-se de trombofilia, o que apresenta um maior risco para trombose. Também é utilizada para excluir ou diagnosticar o seu déficit congênito em doentes com tendência para o tromboembolismo, em estados pré-operatórios, antes da prescrição de contraceptivos orais, hepatopatias e terapêutica com heparina ou concentrados de anti trombina.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O anticorpo anti-RNP aparece em baixos títulos no Lupus Eritematoso Sistêmico (LES), lupus discóide, artrite reumatóide, síndrome de Sjogren e lupus induzido por droga. Está presente nas formas benignas do LES. Altos títulos de RNP, na ausência de anti-Sm, são fortemente sugestivos de doença mista do tecido conjuntivo (DMTC), que se manifesta clinicamente por acometimento cutâneo do tipo esclerodérmico, miosite e sinovite tipo reumatóide, onde aparece em 100% dos casos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O anticorpo anti-Sm (Smith, nome do primeiro paciente em que foi reconhecido), possui alta especificidade para o LES, porém sua sensibilidade nestes pacientes é de apenas 25 a 30%, geralmente durante a fase aguda da doença. Raramente aparece em outras desordens. Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de surto benigno, outros o associam com envolvimento do SNC, quando manifestação única do LES.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A tireoperoxidase (TPO) é uma hemoglicloproteína associada às membranas, expressa somente nos tireócitos. Essa enzima catalisa a oxidação do iodeto nos resíduos de tirosina contidos na tireoglobulina para a síntese de T3 e T4, e é um dos mais importantes antígenos da glândula tireoide. A detecção de TPOAb é utilizada como um coadjuvante no diagnóstico dos distúrbios autoimunes da tireoide, e permite que o médico faça a distinção entre distúrbios autoimunes da tireoide e bócio ou hipotireoidismo não autoimunes. Os níveis mais elevados de TPOAb são observados em pacientes afetados pela tireoidite de Hashimoto. Nessa doença, a predominância de TPOAb em cerca de 90% dos casos confirma a origem autoimune da doença. Esses autoanticorpos também ocorrem frequentemente (60%80%dos casos) no decorrer da doença de Graves.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Aproximadamente 10% dos indivíduos hígidos possuem anticorpos anti-tireoglobulina (TgAb) em níveis mensuráveis. Os TgAb podem ser detectados em 30% dos pacientes com doença de Graves e em 85% dos pacientes com tireoidite de Hashimoto. Todavia, nessas doenças encontram-se com mais frequência níveis elevados de auto anticorpos antitireoperoxidase (auto anticorpos anti-TPO) do que de TgAb. São necessários métodos sensíveis de teste de TgAb para identificar os soros de pacientes que contêm auto anticorpos antitireoglobulina que podem interferir com as medições de tireoglobulina sérica. Além do mais, os baixos níveis de anti-Tg também são encontrados em até 20% das pessoas assintomáticas, especialmente nos idosos e com mais frequência nas mulheres do que nos homens, embora a importância clínica desse auto anticorpo não esteja clara.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Doença celíaca (DC) é uma enteropatia imunomediada, precipitada pela ingestão de alimentos contendo glúten em indivíduos geneticamente predispostos. A doença resulta da interaçao de fatores ambientais (exposiçao ao glúten), predisposiçao genética (presença de HLA DQ2/DQ8) e uma resposta imunológica. É necessária a expressao do HLA DQ2 e/ou HLA DQ8 na superfície das células apresentadoras de antígenos, mas isso nao é suficiente para causar a doença, pois 30 a 40% da populaçao em geral pode ter expressao destas moléculas, mas somente 1% irá apresentar a doença. Na DC há produçao de autoanticorpos contra o endomísio, elemento do tecido conjuntivo que reveste a musculatura lisa, e mais especificamente para a transglutaminase tecidual, que é uma enzima intracelular detectada em todas as camadas do intestino delgado, com predomínio na submucosa. A presença de anticorpos IgA e IgG mostram melhor associação clínica no diagnóstico laboratorial da doença celíaca.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Doença celíaca (DC) é uma enteropatia imunomediada, precipitada pela ingestão de alimentos contendo glúten em indivíduos geneticamente predispostos. A doença resulta da interaçao de fatores ambientais (exposiçao ao glúten), predisposiçao genética (presença de HLA DQ2/DQ8) e uma resposta imunológica. É necessária a expressao do HLA DQ2 e/ou HLA DQ8 na superfície das células apresentadoras de antígenos, mas isso nao é suficiente para causar a doença, pois 30 a 40% da populaçao em geral pode ter expressao destas moléculas, mas somente 1% irá apresentar a doença. Na DC há produçao de autoanticorpos contra o endomísio, elemento do tecido conjuntivo que reveste a musculatura lisa, e mais especificamente para a transglutaminase tecidual, que é uma enzima intracelular detectada em todas as camadas do intestino delgado, com predomínio na submucosa. A presença de anticorpos IgA e IgG mostram melhor associação clínica no diagnóstico laboratorial da doença celíaca.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A relevância clínica da detecção de anticorpos anti-Endomísio IgM não está definida. A presença de anticorpos IgA e IgG mostram melhor associação clínica no diagnóstico laboratorial da doença celíaca. A Doença celíaca é uma doença autoimune que ocorre em indivíduos pré-dispostos, como a reação de sensibilidade ao glúten. Em indivíduos com pré-disposição genética, uma extensa reação imunológica é acionada, causando mudanças patológicas nos tecidos, particularmente danos ao intestino delgado.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A hepatite autoimune (HAI) é doença necroinflamatória crônica do fígado, cujos agentes desencadeantes ainda não estão estabelecidos. A fisiopatogênica da doença é pouco conhecida, provavelmente, decorrente da interação entre predisposição genética e agente desencadeador externo (infecciosos, drogas ou toxinas). O antimicrossoma de fígado e rim tipo 1 (ALKM-1) é o marcador mais importante da HAI-2, presente em cerca de 90% dos casos. É também o marcador de cerca de 10% dos casos de HAI.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Teste auxiliar no diagnóstico diferencial de doença hepática crônica e na caracterização de cirrose biliar primária, caso em que se mostra presente em 85% a 95% dos pacientes. Também aparece em 25% a 30% dos portadores de hepatite crônica ativa. Os anticorpos anti-mitocôndria, no entanto, raramente são observados em pacientes com obstrução biliar extra-hepática, hepatite induzida por drogas, hepatite viral, cirrose alcoólica ou câncer hepático. Apenas 1% das doenças autoimunes pode apresentar positividade. Baixos títulos de anticorpos são observados na esclerodermia, na Síndrome de Sjörgen, artrite reumatoide e em outras doenças autoimunes.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Anticorpos contra músculo liso (ASMA) são encontrados em títulos elevados no soro de 70% dos pacientes com hepatite ativa crônica. Adicionalmente 50% destes pacientes são positivos para ANA (anticorpos anti-célula FAN), enquanto 25% demonstram títulos de AMA (anti-mitocondria) baixos. Os títulos baixos de ASMA podem estar presentes em infecções virais, malignidades e indivíduos normais.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Fosfolipase A2 é uma enzima importante no processo de clivagem de fosfolipídios da membrana celular em ácidos graxos e lisofosfolipídios. Além disto, apresenta um importante papel em diferentes funções celulares, entre elas, manutenção dos fosfolipídios celulares, formação de prostaglandinas e leucotrienos, tradução de sinais, proliferação celular e contração muscular. O auto anticorpos da classe IgG contra o PLA-2R são considerados específicos para o diagnóstico de glomerulonefrite membranosa primária e podem ser detectados em 70-75% dos pacientes.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: Através deste exame se poderá observar a quais antibióticos a bactéria encontrada no material analisado é sensível ou resistente, ou seja: o antibiograma permitirá a identificação do antibiótico mais adequado para o tratamento da infecção apresentada pelo paciente
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Através deste exame se poderá observar a quais antibióticos a bactéria encontrada no material analisado é sensível ou resistente, ou seja: o antibiograma permitirá a identificação do antibiótico mais adequado para o tratamento da infecção apresentada pelo paciente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O anticoagulante lúpico (ALUPI) são imunoglobulinas da classe de IGG e IGM e estão associados a doenças tromboembólicas, tais como tromboses venosas profundas, tromboses arteriais, abortos espontâneos de repetição, acidentes vasculares cerebrais e plaquetopenia. A detecção laboratorial de ALUPI não deve ser baseada em um único teste. Deve-se realizar uma combinação de testes de screening com ensaios para excluir deficiências de fator de coagulação ou a presença de um inibidor de fator, os quais podem dar origem a resultados falso-positivos para ALUPI. Ou seja, a detecção deve ser realizada em etapas: screening para identificação da alteração; exclusão de déficit de fator, confirmando assim a presença de um inibidor e a caracterização do tipo de inibidor.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O anticorpo anti-nucleossomo é um auto anticorpo contra o nucleossomo, a unidade fundamental da cromatina. Durante o processo de apoptose, a cromatina sofre uma clivagem devido a ação de endonucleases, expondo os nucleossomas, que se comportam então como antígenos, sendo capazes de induzir a formação de anticorpos. Os anticorpos anti nucleossomo são marcadores diagnósticos de lúpus eritematoso sistêmico, com uma sensibilidade de 60% a 70% e especificidade em torno de 95% a 100%. Aparecem precocemente no curso da doença e seus níveis séricos guardam correlação com o grau de atividade da doença, especialmente com atividade de nefrite.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A produção de anticorpos anti-receptores de acetilcolina pode ser determinada no soro de até 95% dos pacientes com a forma não congênita da doença Miastenia Gravis (MG). A MG é uma doença autoimune que tem como alvo os receptores nicotínicos de acetilcolina na membrana pós simpática da junção neuromuscular, pela ação dos linfócitos T e B ativados os quais aderem aos receptores e ativam a via do complemento, responsável pela lise final do receptor. Pessoas normais podem ter auto anticorpos contra receptores de acetilcolina em pequena quantidade sem desenvolver a doença. Este anticorpo pode ter três ações: ligador, modulador e bloqueador.
Para este exame o anticorpo pesquisado é o ligador.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A diabetes tipo 1 comumente referida como insulinodependente é causada pela destruição das células beta do pâncreas. Antes dos primeiros sintomas clínicos a doença é caracterizada pela presença de auto anticorpos contra uma variedade de antígenos, tais como: Ácido glutâmico descarboxilase (anti-GAD), tirosina fosfatase (IA2) e insulina (anti-insulina). A presença destes autos anticorpos evidencia a atividade da doença autoimune e sua medida pode ser útil na predição, diagnóstico e acompanhamento dos pacientes com este tipo de diabetes. Estes anticorpos são encontrados em 50 a 75% das diabetes tipo 1 e mais prevalentes em pacientes jovens.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Pacientes diabéticos que recebem insulina por um período longo podem desenvolver auto anticorpos. Portanto, a presença de anticorpos anti-insulina (IAA) indica uso prolongado de insulina ou anticorpos de origem autoimune (diabetes Tipo I). Os IAA podem ocorrer de forma espontânea ou após uso de insulina. Os IAA apresentam uma positividade de quase 100% nos diabéticos com menos de 5 anos de diagnóstico, 62% nos diabéticos com 5 a 15 anos de doença e 15% após 15 anos de diagnóstico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A enzima 21-hidroxilase é o principal auto antígeno da glândula adrenal. O anti 21 -Hidroxilase é o auto anticorpo mais específico para doença adrenal autoimune (Doença de Addison)
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Chikungunya é uma doença febril aguda causada por um arbovírus, o vírus Chikungunya (CHIKV), da família Togaviridae e do gênero Alphavirus. A transmissão ocorre através picada de um mosquito infectado, sendo o Aedes o mais conhecido vetor. O período de incubação pode variar de 1 a 12 dias e os principais sintomas são: febre alta (acima de 38,9°C), com início súbito e duração de vários dias, acompanhada de dor de cabeça, dor nas costas, calafrios, mialgia, náuseas e vômitos.
O diagnóstico inclui sorologia, cultura viral e técnicas moleculares (RT-PCR). Os testes sorológicos incluem o ELISA ou Imunofluorescência Indireta. A IgM se torna positiva 5-7 dias após o início e atinge seu nível mais alto de três a cinco semanas após o início dos sintomas e podem persistir por aproximadamente dois meses.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Avaliação da insuficiência adrenal e doença de Addison. Em adultos, a doença de Addison pode ser causada pela destruição autoimune das células do córtex adrenal, a qual pode se apresentar de forma isolada ou estar associada a outras endocrinopatias, caracterizando síndromes poli glandulares autoimunes. A doença também pode ser secundária à infecção tuberculosa, fungica ou viral, infiltração por neoplasias primárias ou metastáticas, hemorragia ou trombose adrenal, amiloidose, sarcoidose, hemocromatose, ou estar relacionada ao uso de drogas que interferem com a esteroidogênese adrenal. Essas etiologias são mais comuns com o avanço da idade. Após a introdução de terapia antituberculosa eficaz, a autoimunidade tornou-se a principal causa de doença de Addison (cerca de 60% dos casos). Em pacientes no início da doença de Addison autoimune os anticorpos anti córtex adrenal estão presentes em mais de 90% dos casos. Também são vistos em 5 a 17% dos pacientes com tuberculose, fungos ou destruição metastática da adrenal. Anticorpos anti-adrenal também estão presentes em hipotireoidismo (28% dos casos) e em Hashimoto (7%).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Histonas são proteínas encontradas no núcleo celular, juntamente com o DNA gnômico. A presença de anticorpos anti-histona é observada em doenças como lúpus eritematoso sistêmico, lúpus induzidos por drogas e mais raramente na artrite reumatoide.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Leishmania donovani é um protozoário transmitido por um inseto hematófago, flebótomo, que causa a leishmaniose visceral. Anticorpos IGG podem estar presentes por um longo período, caracterizando imunidade. Os sintomas incluem febre, perda de peso e crescimento anormal do baço e do fígado. Pode ocorrer reatividade cruzada com tripanossomíase, malária, filariose, esquistossomose e hanseníase. Títulos baixos podem ser vistos em imunodeprimidos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Leishmania é um protozoário flagelado e agente patogênico de infecções de leishmaniose, é transmitido através da picada de flebótomo fêmea do gênero Lutzomya e Phlebotomus. A Leishmania causa vários sintomas clínicos, variando de ataques cutâneos e envolvimento visceral dependendo da espécie e do estado imunológico do paciente. Testes sorológicos para anticorpos são métodos de detecção que podem ser usados como triagem em casos de suspeita de Leishmaniose. Em pacientes imunocomprometidos com altas concentrações de anticorpos, são geralmente detectados depois da infecção de leishmaniose visceral. O valor previsível do diagnóstico é em torno de 90%, e um resultado negativo não exclui a infecção.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Detecção semi-quantitativa de anticorpos IgG para mieloperoxidase (MPO) no soro humano. Os anticorpos anti-citoplasma de neutrófilo (ANCA) representam um grupo de auto anticorpos dirigidos para os componentes citoplasmáticos dos granulócitos e monócitos. O antígeno principal para a pANCA é a mieloperoxidase (MPO) que se trata de uma proteinase de serina presente nos grânulos primários dos neutrófilos. Os anticorpos MPO, são altamente específicos na glomerulonefrite crescente associada a idiopatias, vasculites e também na poli artrite, na síndrome de Churg-Strauss, e na síndrome de substituição de poliangite sem envolvimento renal. Deve ser utilizado em conjunto com outras conclusões clínicas e encomenda-se que a fluorescência positiva pela IFI, independentemente do padrão observado, deve ser confirmada com imunoensaios específicos para MPO, pois são os autos antígenos relevantes para o diagnóstico das vasculites de pequenos vasos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Este teste avalia a presença no soro de anticorpos IgG contra os antígenos polissacarídeos capsulares de 23 diferentes sorotipos de Streptococcus pneumoniae. O soro é testado uma única vez contra os 23 diferentes antígenos na forma de pool.
Sorotipos analisados: 1, 2, 3, 4, 5, 6B, 7F, 8, 9N, 9V, 10A, 11A, 12F, 14, 15B, 17F, 18C, 19A, 19F, 20, 22F, 23F e 33F.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Detecção semi-quantitativa de anticorpos IgG para protease de serina 3 (PR-3) no soro humano. Os anticorpos anti-citoplasma de neutrófilo (ANCA) representam um grupo de auto anticorpos dirigidos para os componentes citoplasmáticos dos granulócitos e monócitos. O antígeno principal para o cANCA é a proteinase 3 (PR-3) que se trata de uma proteinase de serina presente nos grânulos primários dos neutrófilos. A literatura indica que cerca de 80% - 90% das amostras cANCA tem reatividade para PR-3. Marcador sorológico para o diagnóstico de vasculites, o PR-3 é o auto antígeno clássico em granulomatoses de Wegener´s. Deve ser utilizado em conjunto com outras conclusões clínicas e recomenda-se que a fluorescência positiva pela IFI, independentemente do padrão observado, deve ser confirmada com imunoensaios específicos para PR3, pois são os autos antígenos relevantes para o diagnóstico das vasculites de pequenos vasos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A raiva é uma doença causada por um RNA vírus e está presente na saliva do portador. Compromete o Sistema Nervoso Central. Seu período de incubação varia de um mês a dois anos após a exposição. A sorologia dosa possíveis anticorpos circulantes.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A tireoperoxidase (TPO) é uma hemoglicloproteína associada às membranas, expressa somente nos tireócitos. Essa enzima catalisa a oxidação do iodeto nos resíduos de tirosina contidos na tireoglobulina para a síntese de T3 e T4, e é um dos mais importantes antígenos da glândula tireoide.A detecção de TPOAb é utilizada como um coadjuvante no diagnóstico dos distúrbios autoimunes da tireoide, e permite que o médico faça a distinção entre distúrbios autoimunes da tireoide e bócio ou hipotireoidismo não autoimunes. Os níveis mais elevados de TPOAb são observados em pacientes afetados pela tireoidite de Hashimoto. Nessa doença, a predominância de TPOAb em cerca de 90% dos casos confirma a origem autoimune da doença. Esses autoanticorpos também ocorrem frequentemente (60%80%dos casos) no decorrer da doença de Graves.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Aproximadamente 50% dos pacientes com Miastenia Gravis sem anticorpos anti-receptor de acetilcolina apresentam anticorpos contra uma enzima da membrana muscular, denominada tirosina quinase músculo-específica (anti-MuSK), e por isto, esta avaliação se torna útil para os pacientes que apresentem positividade na dosagem de anticorpos circulantes.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Detecção semi-quantitativa de anticorpos IgG para o componente actina do músculo liso no soro humano. Os autos anticorpos anti-actina são os principais componentes do que foi denominado de anticorpos anti-músculo liso (ASMA). Se trata de um exame auxiliar no diagnóstico de doenças hepáticas autoimunes, como a hepatite autoimune (AIH) e a cirrose biliar primária (PBC). Os anticorpos anti-actina encontram-se em 52-85% dos pacientes com AIH ou hepatite crônica ativa (CAH) e em 22% dos pacientes com PBC. Estão presentes também em 3-18% da população saudável normal, normalmente em dosagens baixas. Estudos recentes sugeriram que são os anticorpos anti-actina os melhores marcadores para a hepatites autoimunes devido a sua especificidade.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Este exame é útil na determinação do diagnóstico de gastrite atrófica e anemia perniciosa. A gastrite atrófica é uma alteração que afeta a mucosa corporal e quando associada com anemia perniciosa. É frequentemente considerada autoimune, suportada pela presença de anticorpos anti-células parietais (ACEPA) e anti factor intrínseco (AAFIN). Associações com outras doenças autoimunes específicas de órgão são frequentes, nomeadamente doenças autoimunes da tiroide. Gastrite autoimune e anemia perniciosa são doenças autoimunes comuns, com uma frequência respectiva de 2 e 0,1-1% na população em geral, aumentando com a idade. Em doentes com doença tiroideia autoimune a prevalência é igualmente elevada. O ataque autoimune às células parietais resulta em uma diminuição da secreção ácida, hipergastrinemia, anemia ferropénica e anemia perniciosa com déficit de vitamina B12, conduzindo a um risco aumentado de desenvolvimento de cancro gástrico e tumores carcinoides. Desta forma, o diagnóstico precoce de gastrite atrófica autoimune será relevante para tratar e prevenir a evolução destas situações.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os anticorpos anticentrômero ocorrem em 55% a 80% dos pacientes com a forma limitada de Esclerose sistêmica (ES). São mais freqüentes em pacientes brancos e naqueles com mais de 50 anos. Embora altamente relacionados com a ES, os anticorpos anticentrômero não são totalmente exclusivos dessa enfermidade, podendo ser encontrados raramente em pacientes com cirrose biliar primária, síndrome de Sjögren e nos lúpus eritematosos sistêmicos (LES). Este exame está clinicamente associado à esclerose sistêmica forma CREST (calcinose, fenômeno de Raynaud, disfunção motora do esôfago, esclerodactilia e telangiectasia)
Quando presentes em pacientes com fenômeno de Raynaud isolado representam um risco aumentado 63 vezes para ulterior desenvolvimento de doença reumática autoimune. O aspecto observado na IFI em células HEp-2 é suficientemente específico para permitir a identificação definitiva dos anticorpos anticentrômero. Existe também a possibilidade de detecção por ELISA e immunoblot, sendo que a Imunofluorescência Indireta o ensaio mais sensível e específico para este auto anticorpo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O teste de anticorpos citoplasmáticos anti-neutrófilos (ANCA) revolucionou o diagnóstico e o tratamento das várias vasculites autoimunes. Os auto-anticorpos perinucleares (pANCA) e citoplasmáticos (cANCA) são comprovadamente úteis na detecção de doenças como a granulomatose de Wegener, tríade que se caracteriza por inflamação granulomatosa do trato respiratório superior e inferior, vasculite e glomerulonefrite. Empregado também na pesquisa de poliarterite microscópica, síndrome de Churg-Strauss e glomerulonefrite necrotizante idiopática e na glomerulonefrite.
Existem pelo menos seis antígenos ANCA identificados e muitos ainda não foram identificados. A maioria desses antígenos parece enzimas residentes nos grânulos primários de neutrófilos. Essas enzimas incluem mieloperoxidase (MPO), serina protease 3 (PR3), elastase, lactoferrina, catepsina G e proteína catiônica 57 (CAP-57). Testes ELISA foi desenvolvido para a detecção de muitos dos anticorpos neutrófilos mais importantes, mas a maioria dos especialistas no campo da vasculite auto-imune ainda recomenda que o método de ensaio imunofluorescente (IFI) seja usado para triagem.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os anticorpos anti-fosfatidil serina (IgG, IgM e IgA) pertencem a classe dos anti-fosfolipidios, assim como o anticoagulante lúpico e a anti-cardiolipina. Está correlacionado a doenças tromboemboliticas (trombose venosa profunda ou arterial), trombocitopenia (que paradoxalmente apresenta risco para trombose) e abortos espontâneos de repetição (que são associados a trombose da placenta).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O teste é útil no diagnóstico da autoimunidade no diabetes mellitus tipo I. Os marcadores mais estudados na detecção precoce do processo auto-imune do diabetes tipo I são: anticorpos anti-insulina, anti-GAD e anti-ilhota. São indicados quando há parentes de primeiro grau de diabéticos do tipo I, no diagnóstico de diabetes mellitus do tipo I em adultos ou de início tardio, mas que nunca utilizaram insulina ou nos casos de hiperglicemia transitória da infância. O anti Gad está presente em 80% dos pacientes com diabetes mellitus tipo I há menos de 1 ano e 54% dos pacientes com diagnóstico há mais de 1 ano.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A determinação de anticorpos anti-ilhotas pancreáticas em conjunto com outros testes sorológicos e conclusões clínicas auxiliam na investigação de Diabetes Mellitus tipo 1, além de revelar reações autoimunes pré-clínicas em pessoas de risco. Esses autos anticorpos reagem contra as células das ilhotas da camada endócrina do pâncreas, resultando na secreção limitada ou não liberação do hormônio insulina. Com a progressão da patologia, os títulos desses anticorpos tendem a diminuir. O que é de particular importância é que em 90% dos casos, um ou vários autos anticorpos associados a Diabetes Mellitus já podem ser detectados no soro antes mesmo de manifestação clínica. A identificação precoce permite a identificação de pessoa com alto risco de adquirir a doença.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Pacientes diabéticos que recebem insulina por um período longo podem desenvolver auto-anticorpos. Portanto, a presença de anticorpos anti-insulina (IAA) indica uso prolongado de insulina ou anticorpos de origem auto-imune (diabetes Tipo I). Os IAA podem ocorrer de forma espontânea ou após uso de insulina. Os IAA apresentam uma positividade de quase 100% nos diabéticos com menos de 5 anos de diagnóstico, 62% nos diabéticos com 5 a 15 anos de doença e 15% após 15 anos de diagnóstico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os anticorpos anti-mitocondria (AMA) são detectados primeiramente em paciente com cirrose biliar primária pelo método da imunofluorescência indireta. Existem 9 tipos de AMA (M1 ao M9), entretanto os mais pesquisados são o tipo M1 e M2. O antígeno do tipo M1 está relacionado a doenças como sífilis, lúpus eritematosos sistêmicos, esclerose sistêmica, artrite reumatoide, trombose, síndrome de Sjogren's e a perda fetal. O antígeno do tipo M2 está relacionado às doenças hepáticas como cirrose biliar primária, outras hepatites crônicas e em poucos casos esclerose múltipla.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Este exame é útil para o auxílio diagnóstico de doenças trombocitopênicas e auxilia no diagnóstico diferencial entre trombocitopenia de origem imune e não imune. Interpretação clínica: Negativo: anticorpos anti - plaquetas IgG ou IgM normais (indicação de que nenhum mecanismo imune está envolvido na trombocitopenia); fracamente positivo: elevações moderadas de anticorpos anti - plaquetas IgG ou IgM (sugere que mecanismos imunes podem estar envolvidos na trombocitopenia); Positivo: elevados níveis de anticorpos anti - plaquetas IgG e IgM (mecanismos imunes estão envolvidos na trombocitopenia).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A dosagem dos anticorpos antiácido fosfático está relacionada ao diagnóstico de Síndrome Antifosfolípido em mulheres com abortos de repetição.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os anticorpos anti-Saccharomyces cerevisiae (ASCA), juntamente com anticorpos anti-neutrófilos (pANCA), encontram-se entre os dois marcadores mais úteis e muitas vezes discriminante para a colite. ASCA tende a reconhecer a doença de Crohn com mais frequência, ao passo que pANCA tendem a reconhecer colite ulcerativa. Ambas as doenças causam inflamação intestinal, mas possuem diferentes quadros clínicos e opções terapêuticas. A doença de Crohn geralmente afeta a porção distal do intestino delgado, podendo também afetar alguma outra parte do trato digestivo. A inflamação é assimétrica e segmentada, aprofundando-se nos tecidos afetados. Na retocolite ulcerativa, a inflamação é confinada ao colo e reto, é simétrica e contínua desde o reto proximal, e envolve as camadas mais altas de revestimento do colo e reto. Os Anticorpos Anti-Saccharomyces cerevisiae IgG e IgA são encontrados com prevalência significativamente maior em pacientes com doença de Crohn (60 a 70%) do que em pacientes com retocolite ulcerativa (10 a 15%).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A doença autoimune inflamatória Neuromielite Óptica (NMO, encefalomielite opticospinal, Síndrome de Devic) é uma forma rara do grupo de doenças desmielinizastes adquirida do sistema nervoso central (CNS) com degradação do invólucro isolante, de pelo menos um nervo óptico (neurite óptica nervi) ao mesmo tempo ou em alguns meses depois a medula espinhal (mielites).
A detecção de anticorpos anti-aquaporina 4 serve para diferenciar a neuroma elite óptica (NMO) da Esclerose Múltipla (EM), principalmente nos pacientes em fases precoces, que apresentaram um único ataque de mielite longitudinal extensa e que provavelmente vão evoluir para a NMO clássica. O anti-Aquaporina 4 tem 80% de positividade na NMO de Devic e menos de 10% na EM.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Doença de Lyme é uma zoonose frequente no hemisfério Norte, sendo pouco relatada no Brasil. Considerada uma enfermidade infecciosa causada por espiroquetas do complexo Borrelia burgdorferi sensu lato e transmitida pela picada de carrapatos do grupo Ixodes. As manifestações clínicas iniciam-se com aparecimento de eritema migratório no local da picada, seguido de sintomas semelhantes ao da gripe. Com a evolução da doença, pode ocorrer acometimento dos sistemas nervoso central, cardiovascular, ocular e articulares. O diagnóstico é feito pelas características clínicas, dados epidemiológicos e exames laboratoriais. O tratamento é realizado com administração de antibióticos conforme o estágio da doença. Somente 50% dos infectados apresentam sorologia positiva na fase inicial. Anticorpos IgM aparecem de 2 a 4 semanas e cai depois da quarta semana; anticorpos IgG aparecem de 4 a 6 semanas após o eritema e permanecem mesmo após o tratamento.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune que ataca os nervos, provocando a fraqueza muscular. O dano nervoso provocado pela doença provoca formigamento, fraqueza muscular e até mesmo paralisia. A síndrome de Guillain-Barré costuma afetar a bainha de mielina. Essa lesão é chamada de desmielinização e faz com que os sinais nervosos se propaguem mais lentamente. O dano a outras partes do nervo pode fazer com que este deixe de funcionar completamente. A infecção pelo Zika vírus pode provocar a Síndrome de Guillain-Barré. Os anticorpos pesquisados nesse exame são: SULFATÍDEOS, GM1, GM2, GM3, GM4, GD1A, GD1B, GD2, GD3, GT1A, GT1B e GQ1B.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Este teste avalia a presença no soro de anticorpos IgG contra os antígenos polissacarídeos capsulares de 23 diferentes sorotipos de Streptococcus pneumoniae. O soro é testado uma única vez contra os 23 diferentes antígenos na forma de pool.
Sorotipos analisados: 1, 2, 3, 4, 5, 6B, 7F, 8, 9N, 9V, 10A, 11A, 12F, 14, 15B, 17F, 18C, 19A, 19F, 20, 22F, 23F e 33F.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A febre botonosa é uma zoonose com predomínio estival, endêmica nos países da orla mediterrânica. O microrganismo responsável pela doença, a Rickettsia conorii é um parasita intracelular obrigatório com características dos bacilos gram negativos, transmitido acidentalmente ao homem pelo artrópode Riphicephalus sanguineus. A tríade clássica diagnóstica é caracterizada por febre, exantema e escara de inoculação. Esta doença tem um período de incubação média de 3 a 7 dias ao qual se seguem as manifestações clínicas. O diagnóstico laboratorial faz-se atualmente por imunofluorescência indireta, que dosa os títulos dos anticorpos para a Rickettsia conorii. Recomenda-se a realização de duas coletas com 7 a 10 dias de intervalo, pois coletas muito precoces poderão ser negativas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A febre maculosa brasileira (FMB) é uma doença infecciosa, febril aguda, de gravidade variável, cuja apresentação clínica pode variar desde as formas leves e atípicas até formas graves, com elevada taxa de letalidade. É causada por uma bactéria do gênero Rickettsia (Rickettsia rickettsii), transmitida por carrapatos. O período de incubação em humanos pode ser de 2 a 14 dias. No quadro sintomático clássico da FMB, inicia-se uma febre alta de início rápido associada com mialgia e cefaleia intensa. Este quadro dura de 14 a 21 dias. Com o início da febre aparecem sintomas inespecíficos, em torno do quarto dia de doença aparece o exantema característico que é composto por lesões maculares eritematosas com até 5 mm de diâmetro. Estas lesões iniciam-se nos punhos e tornozelos e se disseminam para o resto do corpo incluindo palmas e plantas dos pés, que ajudam na caracterização da FMB. O diagnóstico sorológico mais utilizado é por imunofluorescência indireta (IFI), porém, só é positivo após 7 dias do início do quadro clínico. Trata-se de uma reação de alta sensibilidade e especificidade que pode ser utilizada para a pesquisa de imunoglobulinas específicas (IgM e IgG). Em geral, os anticorpos são detectados entre o sétimo e o décimo dia da doença.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Doença de Lyme é uma zoonose frequente no hemisfério Norte, sendo pouco relatada no Brasil. Considerada uma enfermidade infecciosa causada por espiroquetas do complexo Borrelia burgdorferi sensu lato e transmitida pela picada de carrapatos do grupo Ixodes. As manifestações clínicas iniciam-se com aparecimento de eritema migratório no local da picada, seguido de sintomas semelhantes ao da gripe. Com a evolução da doença, pode ocorrer acometimento dos sistemas nervoso central, cardiovascular, ocular e articulares. O diagnóstico é feito pelas características clínicas, dados epidemiológicos e exames laboratoriais. O tratamento é realizado com administração de antibióticos conforme o estágio da doença. Somente 50% dos infectados apresentam sorologia positiva na fase inicial. Anticorpos IgM aparecem de 2 a 4 semanas e cai depois da quarta semana; anticorpos IgG aparecem de 4 a 6 semanas após o eritema e permanecem mesmo após o tratamento.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune que ataca os nervos, provocando a fraqueza muscular. O dano nervoso provocado pela doença provoca formigamento, fraqueza muscular e até mesmo paralisia. A síndrome de Guillain-Barré costuma afetar a bainha de mielina. Essa lesão é chamada de desmielinização e faz com que os sinais nervosos se propaguem mais lentamente. O dano a outras partes do nervo pode fazer com que este deixe de funcionar completamente. A infecção pelo Zika vírus pode provocar a Síndrome de Guillain-Barré. Os anticorpos pesquisados nesse exame são: SULFATÍDEOS, GM1, GM2, GM3, GM4, GD1A, GD1B, GD2, GD3, GT1A, GT1B e GQ1B.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A febre botonosa é uma zoonose com predomínio estival, endêmica nos países da orla mediterrânica. O microrganismo responsável pela doença, a Rickettsia conorii é um parasita intracelular obrigatório com características dos bacilos gram negativos, transmitido acidentalmente ao homem pelo artrópode Riphicephalus sanguineus. A tríade clássica diagnóstica é caracterizada por febre, exantema e escara de inoculação. Esta doença tem um período de incubação média de 3 a 7 dias ao qual se seguem as manifestações clínicas. O diagnóstico laboratorial faz-se atualmente por imunofluorescência indireta, que dosa os títulos dos anticorpos para a Rickettsia conorii. Recomenda-se a realização de duas coletas com 7 a 10 dias de intervalo, pois coletas muito precoces poderão ser negativas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A febre maculosa brasileira (FMB) é uma doença infecciosa, febril aguda, de gravidade variável, cuja apresentação clínica pode variar desde as formas leves e atípicas até formas graves, com elevada taxa de letalidade. É causada por uma bactéria do gênero Rickettsia (Rickettsia rickettsii), transmitida por carrapatos. O período de incubação em humanos pode ser de 2 a 14 dias. No quadro sintomático clássico da FMB, inicia-se uma febre alta de início rápido associada com mialgia e cefaléia intensa. Este quadro dura de 14 a 21 dias. Com o início da febre aparecem sintomas inespecíficos, em torno do quarto dia de doença aparece o exantema característico que é composto por lesões maculares eritematosas com até 5 mm de diâmetro. Estas lesões iniciam-se nos punhos e tornozelos e se disseminam para o resto do corpo incluindo palmas e plantas dos pés, que ajudam na caracterização da FMB. O diagnóstico sorológico mais utilizado é por imunofluorescência indireta (IFI), porém, só é positivo após 7 dias do início do quadro clínico. Trata-se de uma reação de alta sensibilidade e especificidade que pode ser utilizada para a pesquisa de imunoglobulinas específicas (IgM e IgG). Em geral, os anticorpos são detectados entre o sétimo e o décimo dia da doença.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Detecção de imunidade contra o poliovirus. Interpretação clínica: A interpretação dos resultados depende do histórico de vacinação. Anticorpos IgG não reagentes indicam não contágio ou não vacinação.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Teste útil no diagnóstico das doenças causadas por estreptococos dos grupos A e B: escarlatina, erisipela, eritema marginado, faringite e amigdalite estreptocócica, febre reumática, S. de Bouillaud, artrite idiopática juvenil, coréia de Sydenham e glomerulonefrite.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Informar o uso de medicamentos ou a existência de patologia tireoidiana.
Descrição: O fosfatidilinositol é componente da estrutura da membrana celular e pode estar associado à diversos processos biológicos, como a montagem do citoesqueleto, o controle da concentração intracelular de cálcio, a modulação da atividade da insulina e da redução dos níveis de colesterol sanguíneo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Este exame é útil no diagnóstico da aspergilose invasiva. A aspergilose pulmonar invasiva é causada com mais frequência pelo Aspergillus fumigatus, um fungo presente na natureza, e acomete principalmente indivíduos imunossuprimidos, sobretudo os que se encontram em quimioterapia e os transplantados, em particular os que receberam transplante de medula óssea halogênico. Recomenda-se dois resultados positivos obtidos em amostras distintas para que a positividade do teste seja considerada clinicamente significativa. Pode apresentar reações cruzadas com outros agentes de micoses invasivas, como Fusarium sp., alternaria sp. ou Mucor sp. Resultados falsamente positivos também são observados em amostras de pacientes que utilizaram piperacilina/tazobactam ou amoxicilina/clavulanato há menos de seis dias e nos indivíduos que fizeram uso de soluções injetáveis com gluconato de cálcio há menos de 48 horas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Este exame é útil no diagnóstico da aspergilose invasiva. A aspergilose pulmonar invasiva é causada com mais frequência pelo Aspergillus fumigatus, um fungo presente na natureza, e acomete principalmente indivíduos imunossuprimidos, sobretudo os que se encontram em quimioterapia e os transplantados, em particular os que receberam transplante de medula óssea alogênico. Recomenda-se dois resultados positivos obtidos em amostras distintas para que a positividade do teste seja considerada clinicamente significativa. Pode apresentar reações cruzadas com outros agentes de micoses invasivas, como Fusarium sp., Alternaria sp. ou Mucor sp. Resultados falsamente positivos também são observados em amostras de pacientes que utilizaram piperacilina/tazobactam ou amoxicilina/clavulanato há menos de seis dias e nos indivíduos que fizeram uso de soluções injetáveis com gluconato de cálcio há menos de 48 horas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O antígeno carcinoembrionário (CEA) é produzido pelas células da mucosa gastrointestinal. Encontra-se sobretudo no trato gastrointestinal e no soro do feto. A principal indicação da dosagem de CEA é no monitoramento da terapêutica em pacientes com carcinoma colorretal. Níveis elevados de CEA são também encontrados em neoplasias de pulmão, pâncreas, trato gastrointestinal, trato biliar, tireoide, cérvice, mama e em fumantes. Devido a sua baixa especificidade não é utilizado como teste diagnóstico, sendo atualmente mais aplicado no monitoramento pós-operatório ou avaliação do tratamento quimioterápico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
Descrição: Cryptococcus neoformans é uma levedura encapsulada, agente da criptococose. É um auxílio diagnóstico que permite pesquisar a presença de exoantígenos de patógenos associados à meningite.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Cito queratinas são proteínas epiteliais, cuja expressão não é perdida durante transformações malignas. Cyfra 21-1 é um fragmento da cito queratina 19, que é solúvel no soro. Embora expressa em todos os fluidos do corpo, a sua maior ocorrência é no pulmão. O marcador Cyfra 21-1 permite separar doenças benignas de doenças malignas do pulmão com uma especificidade de 95%. É também o marcador de eleição para o carcinoma brônquico de células não pequenas. Este marcador tem alta sensibilidade para carcinoma de células escamosas (entre 38% e 79%, de acordo com o estádio), e é um fator de prognóstico ruim no carcinoma de células escamosas do pulmão.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Novo marcador tumoral para câncer de ovário, mais sensível que o CA 125 nos estágios iniciais da doença. Indicado para acompanhamento de tratamento de câncer de ovário e estadiamento de massa ovariana.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O antígeno associado aos tumores de bexiga denominado BTA corresponde ao fator H do complemento ou a proteínas a ele relacionadas. O fator H participa da ativação do complemento pela via alternativa, protegendo o organismo de danos celulares. Níveis elevados têm sido observados em tumores vesicais. A sensibilidade é entre 70% e 90% e a especificidade entre 50% e 60%. Também neste teste são encontradas elevadas taxas de resultados falso-positivos em pacientes com doenças gênito-urinárias não neoplásicas.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A apoliproteína A-I é o principal componente proteico das HDL. A Apo A-I ativa a lecitina-colesterol aciltransferase, que catalisa a esterificação do colesterol. O colesterol assim esterificado pode ser transportado para o fígado, catabolizado e secretado. Nas pessoas com alterações vasculares ateroscleróticas, observam-se com freqüência concentrações diminuídas de Apo A-II. Um nível baixo de Apo A-I, em casos de concentrações normais de Apo B, também pode ser um fator de risco nos processos ateroscleróticos. Concentrações baixas de Apo A-I ocorrem, além disso, nas dislipoproteinemias, na hepatite aguda, na cirrose hepática e nos diabéticos tratados com insulina. Vários estudos mostraram que a determinação das apolipoproteínas A-I e B são úteis na apreciação do risco de aterosclerose e possui maior valor prognóstico do que só a determinação de colesterol-HDL e LDL. Na avaliação do risco de aterosclerose, provou-se que o quociente Apo B/ApoA-I é um parâmetro de valor especial. O risco de aterosclerose é proporcional ao quociente Apo B/Apo A-I.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A apoliproteína A-I é o principal componente proteico das HDL. A Apo A-I ativa a lecitina-colesterol aciltransferase, que cataliza a esterificação do colesterol. O colesterol assim esterificado pode ser transportado para o fígado, catabolizado e secretado. Nas pessoas com alterações vasculares ateroscleróticas, observam-se com frequência concentrações diminuídas de Apo A-II. Um nível baixo de Apo A-I, em casos de concentrações normais de Apo B, também pode ser um fator de risco nos processos ateroscleróticos. Concentrações baixas de Apo A-I ocorrem, além disso, nas dislipoproteinemias, na hepatite aguda, na cirrose hepática e nos diabéticos tratados com insulina .Vários estudos mostraram que a determinação das apolipoproteínas A-I e B é útil na apreciação do risco de aterosclerose e possui maior valor prognóstico do que só a determinação de colesterol-HDL e LDL. Na avaliação do risco de aterosclerose, provou-se que o quociente Apo B/ApoA-I é um parâmetro de valor especial. O risco de aterosclerose é proporcionall ao quociente Apo B/Apo A-I.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Sugere-se a suspensão de qualquer medicamento à base de andrógenos, diuréticos e corticosteroides, a critério médico.
Descrição: A apolipoproteína B é o principal componente proteico das LDL. A Apo B é necessária para a reação com os receptores de lDL no fígado e nas paredes celulares e, assim, participa no transporte de colesterol do fígado para as células vasculares. Concentrações elevadas de Apo B encontram-se frequentemente nas alterações vasculares ateroscleróticas e constituem um indicador do risco de aterosclerose. Vários estudos mostraram que a determinação das apolipoproteínas A-I e B é útil na apreciação do risco de aterosclerose e possui maior valor prognóstico do que só a determinação de colesterol-HDL e LDL. Na avaliação do risco de aterosclerose, provou-se que o quociente Apo B/ApoA-I é um parâmetro de valor especial. O risco de aterosclerose é proporcionall ao quociente Apo B/Apo A-I.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Sugere-se a suspensão de qualquer medicamento à base de andrógenos, diuréticos e corticosteroides, a critério médico.
Descrição: A apolipoproteína B é o principal componente protéico das LDL. A Apo B é necessária para a reação com os receptores de lDL no fígado e nas paredes celulares e, assim, participa no transporte de colesterol do fígado para as células vasculares. Concentrações elevadas de Apo B encontram-se freqüentemente nas alterações vasculares ateroscleróticas e constituem um indicador do risco de aterosclerose. Vários estudos mostraram que a determinação das apolipoproteínas A-I e B é útil na apreciação do risco de aterosclerose e possui maior valor prognóstico do que só a determinação de colesterol-HDL e LDL. Na avaliação do risco de aterosclerose, provou-se que o quociente Apo B/ApoA-I é um parâmetro de valor especial. O risco de aterosclerose é proporcional ao quociente Apo B/Apo A-I.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A apoE é uma proteína com a função de ligar e transportar lipídeos, e por isto apresenta um papel importante na aterosclerose, no reparo e manutenção de células do sistema nervoso central e no processo inflamatório. Há correlação entre o alelo ?4 da apoE e doenças comuns em idosos como a doença arterial coronariana, o acidente vascular encefálico e a doença de Alzheimer.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A apoE é uma proteína com a função de ligar e transportar lipídeos, e por isto apresenta um papel importante na aterosclerose, no reparo e manutenção de células do sistema nervoso central e no processo inflamatório. Há correlação entre o alelo 4 da apoE e doenças comuns em idosos como a doença arterial coronariana, o acidente Vascular encefálico e a doença de Alzheimer.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A doença autoimune inflamatória Neuromielite Óptica (NMO, encefalomielite opticospinal, Síndrome de Devic) é uma forma rara do grupo de doenças desmielinizantes adquirida do sistema nervoso central (CNS) com degradação do invólucro isolante, de pelo menos um nervo óptico (neurite óptica nervi) ao mesmo tempo ou em alguns meses depois a medula espinhal (mielites). A detecção de anticorpos anti-aquaporina 4 serve para diferenciar a neuromielite óptica (NMO) da Esclerose Múltipla (EM), principalmente nos pacientes em fases precoces, que apresentaram um único ataque de mielite longitudinal extensa e que provavelmente vão evoluir para a NMO clássica. O anti-Aquaporina 4 tem 80% de positividade na NMO de Devic e menos de 10% na EM.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Arsênio é empregado na metalurgia de minérios arsenicais, na indústria farmacêutica e eletrônica, na produção de vidros, tintas, lacas (gás arsina), pesticidas: raticidas, parasiticidas, inseticidas e herbicidas, ligas com chumbo, pigmentos cromáticos, como agentes de descoloração do bronze, na estamparia de tecidos, preservação de peles e plumas, contimentos e/ou taxidermia. Processos industriais com desprendimento de arseniato de hidrogênio. Em animais e plantas, o arsênio combina-se com carbono e hidrogênio formando os compostos de arsênio orgânico. Os compostos de arsênio inorgânico são usados principalmente como preservativos para madeira enquanto os compostos de arsênio orgânico são usados como pesticidas.
Instruções:
- Dieta: Não ingerir frutos do mar três dias antes da coleta.
Descrição: O Arsênio é empregado na metalurgia de minérios arsenicais, na indústria farmacêutica e eletrônica, na produção de vidros, tintas, lacas (gás arsina), pesticidas: raticidas, parasiticidas, inseticidas e herbicidas, ligas com chumbo, pigmentos cromáticos, como agentes de descoloração do bronze, na estamparia de tecidos, preservação de peles e plumas, contimentos e/ou taxidermia. Processos industriais com desprendimento de arseniato de hidrogênio. Em animais e plantas, o arsênio combina-se com carbono e hidrogênio formando os compostos de arsênio orgânico. Os compostos de arsênio inorgânico são usados principalmente como preservativos para madeira enquanto os compostos de arsênio orgânico são usados como pesticidas.
Instruções: - Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
O Arsênio é empregado na metalurgia de minérios arsenicais, na indústria farmacêutica e eletrônica, na produção de vidros, tintas, lacas (gás arsina), pesticidas: raticidas, parasiticidas, inseticidas e herbicidas, ligas com chumbo, pigmentos cromáticos, como agentes de descoloração do bronze, na estamparia de tecidos, preservação de peles e plumas, contimentos e/ou taxidermia. Processos industriais com desprendimento de arseniato de hidrogênio. Em animais e plantas, o arsênio combina-se com carbono e hidrogênio formando os compostos de arsênio orgânico. Os compostos de arsênio inorgânico são usados principalmente como preservativos para madeira enquanto os compostos de arsênio orgânico são usados como pesticidas.
Instruções:
- Dieta: Não ingerir frutos do mar três dias antes da coleta.
Descrição: O Arsênio é empregado na metalurgia de minérios arsenicais, na indústria farmacêutica e eletrônica, na produção de vidros, tintas, lacas (gás arsina), pesticidas: raticidas, parasiticidas, inseticidas e herbicidas, ligas com chumbo, pigmentos cromáticos, como agentes de descoloração do bronze, na estamparia de tecidos, preservação de peles e plumas, contimentos e/ou taxidermia. Processos industriais com desprendimento de arseniato de hidrogênio. Em animais e plantas, o arsênio combina-se com carbono e hidrogênio formando os compostos de arsênio orgânico. Os compostos de arsênio inorgânico são usados principalmente como preservativos para madeira enquanto os compostos de arsênio orgânico são usados como pesticidas.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Aspergillus é um gênero de fungos que são importantes agentes decompositores de alimentos. Cerca de 16-20 Espécies podem infectar o homem podendo levar a óbito, sendo as mais comuns A. fumigatus, A. flavus e A. niger. As manifestações clínicas vão desde reações de hipersensibilidade aspergilose alérgica até formas pulmonares e cerebrais (aspergiloma ou bola fúngica). A sorologia é positiva em 90% dos pacientes com Aspergilomas e 70% dos casos de Aspergilose broncopulmonaralérgica. Pacientes imunocomprometidos, em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetectáveis. Reações cruzadas com Histoplasmose, Blastomicose e Paracoccidioidomicose podem ocorrer. Diagnóstico definitivo de Aspergilose requer visualização ou isolamento do Aspergillus.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A renina é uma enzima proteolítica produzida quase exclusivamente pelos rins, no aparelho justa glomerular. É importante para os mecanismos de controle das trocas de sódio e transporte de água (básicos no complexo sistema de regulação do volume sanguíneo e da pressão arterial). A dosagem plasmática é importante no estudo da hipertensão arterial, diagnóstico de hiperaldosteronismo primário, secundário, diagnóstico dos tumores secretores de renina, avaliação de hipotensão arterial.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 8 horas.
Descrição: A Doença de Von Willebrand é uma desordem hemorrágica hereditária. As plaquetas aderem a superfícies estranhas por meio da ligação das glicoproteínas da sua membrana, tendo como participante indispensável um complexo molecular do fator VIII da coagulação, chamado fator de Von Willebrand. A doença de Von Willebrand e a ausência congênita do fator de Von Willebrand ou do cofator da ristocetina, fazem com que a agregação seja anormal com todos os estimulantes utilizados usualmente. Pode ser estudado pelo tempo de sangramento, teste de adesividade plaquetária, teste de agregação plaquetária com ristocetina, dosagem do cofator da ristocetina e dosagem do fator VIII.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Tuberculose é uma doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK), que afeta principalmente os pulmões, mas, também podem ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). A baciloscopia direta do escarro é o método principal no diagnóstico e para o controle de tratamento da tuberculose pulmonar por permitir a descoberta das fontes de infecção, ou seja, os casos bacilíferos. Trata-se de um método simples, rápido, de baixo custo e seguro para elucidação diagnóstica da tuberculose, uma vez que permite a confirmação da presença do bacilo.
Instruções:
| Instruções : | 1. ATENÇÃO: |
| Agendamento : | Este exame não precisa ser agendado. |
| Prazo de entrega : | em até 3 dias corridos às 17h. |
| Jejum : | Para todas as idades, jejum mínimo necessário de 3 horas. |
Descrição: O exame bacterioscópico através da coloração de gram permite um estudo acurado das características morfotintoriais das bactérias e outros elementos (fungos, leucócitos, outros tipos celulares, etc). Presta informações importantes e rápidas para o início da terapia de algumas infecções e estabelecendo o diagnóstico em muitos casos.
Instruções:
Descrição: Classicamente as bandas oligoclonais eram observadas e relatadas no líquor para diagnóstico de Esclerose Múltipla. Nos dias atuais é descrito o aparecimento de bandas oligoclonais no soro, associadas a infecções agudas e crônicas, doenças crônicas e processos malignos. É observada também em pacientes com a imunidade alterada como em transplantados e pessoas com uma imunodeficiência grave, como no caso do HIV. Em pacientes transplantados, foi sugerido que isso ocorra devido à resposta do anticorpo associado ao sistema imune de defesa. A incidência desse aparecimento é dez vezes maior em pacientes com tratamento imunosupressivo após o transplante. Nos pacientes com HIV, a incidência de bandas oligoclonais é maior em pacientes com sarcoma de Kaposi do que em outras doenças oportunistas. A incidência também é grande em pacientes com HIV assintomáticos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Bartonella é um gênero de bactérias gram-negativas. São parasitas intracelulares facultativos, considerados patógenos oportunistas. Os gatos são os reservatórios para Bartonella, o qual pode ser transmitido por vetores artrópodos (pulgas) entre gatos. A transmissão não pode ocorrer na ausência de artrópodos entre gatos. Não há conhecimento atualmente se a pulga serve como um vetor biológico/mecânico do B. henselae para humanos. Exposição de humanos ao B. henselae ocorre por meio de arranhaduras ou mordidas e exposição a pulgas ou carrapatos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Este teste quantifica os transcritos do produto de fusão BCR-ABL p210. A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) é a doença mieloproliferativa mais comum, caracterizada pela presença do cromossomo Philadelphia (Ph), que resulta da fusão de parte do oncogene ABL com o gene BCR, proveniente da translocação entre os cromossomos 9 e 22 ou t(9;22). Esta fusão é denominada translocação BCR/ABL existente nas formas p190 e p210, encontradas em tipos distintos de leucemias Ph positivas. Neste teste não é feita a quantificação do transcrito p190, frequentemente associado aos casos de Leucemia Linfoide Aguda (LLA).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os benzodiazepínicos se apresentam como sólidos cristalinos com coloração amarelo-esbranquiçado. Esta classe de farmaco, é a fusão de benzeno com um anel diazepínico, atuam aumentando o efeito do neurotransmissor natural (congênito), o ácido gama-aminobutírico? (GABA). Portanto, os benzodiazepínicos aumentam (potencializam) efeitos já existentes no homem e em outros animais. Estas substâncias químicas funcionam como inibidoras; atenuam as reações químicas provocadoras da ansiedade. Os benzodiazepínicos seriam, assim, agonistas (fortalecedores) do sistema GABA.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Aumentos na excreção urinária de ß2microglobulina têm-se observado numa grande variedade de condições, inclusive na doença de Wilson, na síndrome de Fanconi, galactosemia congênita não tratada, nefrocalcinose, cistinose, deficiência crônica de potássio, nefrite intersticial, doenças dos tecidos conjuntivos tal como a artrite reumatóide e síndrome de Sjogren, exposição de profissional a metais pesados como cádmio e mercúrio, infecções no trato urinário superior, transplantes renais e nefrotoxicidade resultante da terapia com ciclosporina, aminoglicosídeos ou cisplatina. Elevadas concentrações no soro, na presença de um nível de filtração glomerular normal, sugerem produção excessiva de ß2microglobulina. Níveis elevados poderão ser encontrados em doenças linfoproliferativas tais como, mieloma múltiplo, leucemia crônica das células linfocitárias. Doença de Hodgkin, linfoma não-Hodgkin, lúpus sistêmicos, artrite reumatóide, síndrome de Sjogren, doença de Crohn e algumas infecções virais, inclusive por citomegalovírus, hepatites não A e não B e mononucleose infecciosa. Também se têm observado elevados níveis no soro em alguns pacientes de hemodiálise e em rejeições de transplante renal. A dosagem da ß2microglobulina é considerada um meio sensível no diagnóstico da disfunção tubular. É reportado como o teste mais fidedigno para distinguir as infecções no trato urinário superior das do trato inferior e um método muito útil para estabelecer os resultados da terapia e diagnóstico de recorrências da pielonefrite aguda usando determinações periódicas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Anticorpos contra a beta 2 glicoproteínas estão presentes em cerca de 75% a 80% dos pacientes com síndrome antifosfolípide (SAF) e se mostram mais específicos e reprodutíveis que os tradicionais anticorpos anticardiolipina, tendo sido, por isso, recentemente incluídos nos critérios de classificação dessa síndrome. Em até 10% dos casos de SAF, os anticorpos anti-ß2-glicoproteína I (anti-ß2-GPI) são os únicos marcadores diagnósticos presentes.
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Autoanticorpos contra ß2-glicoproteina I são descritos em várias doenças autoimunes. A presença de anti-ß2GPI pode ser relatada no desenvolvimento de trombose venosa e arterial, tromboembolismo venoso, trombocitopenia e aborto.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A gonadotrofina coriônica humana (hCG) é uma glicoproteína com duas subunidades ligadas de forma não-covalente. A subunidade alfa é similar à do hormônio luteinizante (LH), hormônio folículo-estimulante (FSH), e hormônio estimulador da tireóide (TSH). A subunidade beta do hCG difere de outros hormônios glicoprotéicos da hipófise, sendo responsável por suas propriedades bioquímicas e imunológicas distintas. O hCG é sintetizado pelas células da placenta e está envolvido na manutenção do corpo lúteo durante a gestação. Ele já pode ser detectado uma semana após a concepção. Durante a gravidez, os níveis de hCG aumentam exponencialmente por volta de 8 a 10 semanas após o último ciclo menstrual. Por volta de 12 semanas após a concepção, a concentração de hCG começa a cair à medida que a placenta inicia a produção de hormônios esteróides. Outros fatores responsáveis por valores elevados de hCG são gravidez ectópica, ameaça de aborto e aborto recente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O beta-caroteno é um carotenóide antioxidante, proveniente dos vegetais. É uma das formas de obter-se indiretamente a vitamina A. É responsável pela elasticidade da pele, brilho dos cabelos e fortalecimento das unhas. Atua ainda no metabolismo das gorduras e beneficia a visão noturna. Valores aumentados: hipercarotenemia (carotenoderma), diabetes mellitus, mixedema, nefrite crônica, síndrome nefrótica, doença hepática, hipotireoidismo, hiperlipoproteinemias. Valores diminuídos: condições que induzam à má absorção intestinal de gorduras; hipovitaminose A.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O beta-hidroxibutirato é um corpo cetônico produzido quando ocorre o consumo de gorduras acumuladas ao invés de utilizar-se dos carboidratos consumidos. Por isto, é considerado uma fonte alternativa de energia para o organismo, visto que é o mais produzido (78%), quando comparado ao acetoacetato (20%) e a acetona (2%). A análise deste corpo cetônico é importante na avaliação de condições que causam a cetoacidose, tais como o diabetes mellitus descompensado e alguns erros inatos do metabolismo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Exame utilizado para a avaliação do equilíbrio ácido-básico. Valores aumentados são encontrados em alcalose metabólica e acidose respiratória. Valores diminuídos são encontrados em acidose metabólica e alcalose respiratória.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: De 80 - 85% da bilirrubina produzida diariamente tem origem na hemoglobina libertada pela decomposição de eritrócitos senescentes e o restante de 15 - 20% resultam da ruptura de proteínas que contêm hemoglobina tais como: mioglobina, citocromos, catalases e da medula óssea, em resultado de eritropoiese ineficaz. Diversas doenças afetam uma ou mais etapas envolvidas na produção, absorção, armazenamento, metabolismo e excreção de bilirrubina. Dependendo da desordem, as bilirrubinas não conjugadas ou conjugadas, ou ambas, contribuem em grande parte para a hiperbilirubinemia resultante. As doenças com hiperbilirubinemia podem ser classificadas da seguinte forma:
Icterícia pré-hepática: anemias hemolíticas corpusculares como, talassemia e anemia falciforme; anemia hemolítica extracorpuscular como reação a transfusão de sangue devido a incompatibilidade de ABO e Rh;
Icterícia neonatal e doença hemolítica do recém-nascido.
Icterícia hepática: hepatite aguda e viral crônica, cirrose do fígado e carcinoma hepatocelular.
Icterícia pós-hepática: colestase extra-hepática e rejeição do transplante do fígado. A diferenciação entre hiperbilirubinemias congênitas crônicas e os tipos adquiridos de bilirrubinemia é conseguida através da medição de frações de bilirrubina e a detecção de atividades de enzimas do fígado normais. Atendendo a que a icterícia pré-hepática está associada, sobretudo a um aumento na bilirrubina não conjugada, a avaliação da bilirrubina direta revela-se útil na determinação da icterícia hepática e pós-hepática.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Vitamina H é também conhecida como Biotina ou Vitamina B8. Funciona no metabolismo de proteínas e carboidratos. Ela atua diretamente na formação da pele e indiretamente na utilização dos hidratos de carbono. Tem como principal função neutralizar o colesterol. É uma vitamina hidrossolúvel.
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A biotinidase é a enzima responsável pela absorção e regeneração orgânica da biotina (vitamina B7) liberando-a da ligação com as carboxilases quando elas são degradadas. Quando ocorre a deficiência da biotinidase, uma doença autossômica recessiva considerada um erro inato do metabolismo, há elevação na excreção urinária de biotina, e consequentemente carência deste nutriente, que culmina em diversas manifestações clínicas, tais como: alopécia, atraso no desenvolvimento, hipotonia muscular, crises epilépticas, rash cutâneo, infecções de pele, ataxia, conjuntivite, deficiência auditiva, letargia, problemas respiratórios, anormalidades visuais, inapetência, diarréia, maior probabilidade de ser acometido por infecções fúngicas, e em casos mais graves, até mesmo o coma.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O poliomavírus BKV pertence à família Polyomaviridae e possui genoma circular de dupla fita e está presente em 90% da população. A transmissão do BKV ainda não foi completamente esclarecida, mas suspeita-se que ela ocorra por via respiratória ou oral. A infecção primária em crianças saudáveis é geralmente assintomática, mas pode se manifestar como um resfriado comum. Depois da viremia primária, o vírus estabelece uma fase latente, persistindo indefinidamente em diferentes tecidos, em especial no trato urinário. Por causa do tropismo do vírus BK para as células uroepiteliais, a forma mais comum de manifestação da infecção são as doenças do trato urogenital. Em 5% a 10% da população saudável, o BKV pode ser reativado a partir de variações no estado imunológico e ser excretado em baixos níveis pelas vias urinárias de forma assintomática.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Paracoccidioides brasiliensis é o agente etiológico da paracoccidioidomicose, a principal micose sistêmica no Brasil. A exposição a este fungo está relacionada com o manejo do solo contaminado, sendo as vias aéreas a principal forma de contaminação. Os órgãos mais frequentemente afetados são os pulmões, seguidos da pele, mucosas, linfonodos, adrenais, sistema nervoso central, fígado e ossos. Consideram-se significativos títulos maiores que 1/16, porém, se a doença estiver em atividade, títulos mais elevados podem ser facilmente encontrados. Após tratamento específico, observa-se queda em tais valores.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Bordetella pertussis é o agente causador da Coqueluche, doença que acomete predominantemente crianças, mas que também atinge adultos causando tosse persistente. É uma doença altamente contagiosa e sua sorologia é utilizada no esclarecimento em casos de suspeita de infecção, e/ou para investigação do estágio imunológico em que o paciente se encontra.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Boro é um elemento químico muito leve, puro não é tóxico, mas quando é ingerido em quantidades superiores a 50 mg leva a indisposição. Seus compostos hidrogenados são muito mais prejudiciaise também inflamáveis. Boro auxilia no bom funcionamento de nossas estruturas ósseas porque influencia a absorção de nutrientes como o magnésio, a vitamina D e o cálcio.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Borrelia burgdorferi é uma espécie de bactéria patogênica, transmitida por carrapatos, e responsável pela Borreliose, também conhecida como Doença de Lyme, uma patologia infecciosa, não contagiosa, que pode desencadear manifestações clínicas diversas como: lesões cutâneas, manifestações articulares, neurológicas, oftalmológicas e cardíacas. O teste de confirmação é realizado quando IgG e IgM são positivas ou quando o resultado é inconclusivo devido à falso-positivos. Porém, se os testes de IgM e IgG por Imunblot permaneçam positivos, é provável que o indivíduo tenha a doença de Lyme e/ou a infecção está numa fase tardia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A doença de Lyme decorre de infecção por Borrelia burgdorferi, uma bactéria espiroquetídea que é transmitida para o homem através da picada (saliva) do carrapato. Muito variadas, suas manifestações clínicas incluem eritema migrans, bloqueio atrioventricular, meningite asséptica, neuropatia periférica e artrite.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Aproximadamente 5-15% dos casos de câncer de mama hereditário relacionados com os genes BRCA exibem alterações no numero de cópias de um ou mais éxons destes genes. Estas deleções e duplicações podem não ser detectadas pela análise de sequenciamento dos genes BRCA1 e BRCA2. Este exame realiza a detecção de deleções e duplicações dos genes BRCA1 e BRCA2.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Zoonose transmitida ao homem por contato direto ou indireto com animais infectados ou seus produtos. O principal meio de infecção é a ingestão de leite ou queijo não pasteurizados que estejam contaminados com Brucela; a prevalência das infecções encontra-se entre os agricultores, trabalhadores de matadouros, açougueiros e médicos veterinários. Os sintomas são variados, e não específicos, portanto, uma combinação na dosagem sorológica de IgG e IgM é de grande valor para diagnóstico definitivo da brucelose.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O CA 125 é marcador mais conhecido e utilizado na condução clínica de pacientes com tumores epiteliais de ovário. Este marcador tem sido estudado para o rastreamento de mulheres assintomáticas, no diagnóstico diferencial de mulheres com massas pélvicas, no monitoramento de resposta ao tratamento adjuvante e na detecção precoce de recorrência do tumor após tratamento. A sensibilidade para o diagnóstico de câncer de ovário é de 80% a 85% no tipo epitelial, variando de acordo com o estadiamento. Outras neoplasias também podem apresentar elevação do Ca-125, entre eles os originários no endométrio, trompas, pulmões, mama e trato gastrointestinal. Em mulheres normais, as concentrações plasmáticas do Ca-125 estão um pouco mais elevadas na ovulação e significativamente mais elevadas durante a menstruação. Podem ocorrer ligeiros aumentos deste marcador no início da gravidez e em várias doenças benignas, como pancreatite aguda e crônica, doenças gastrointestinais benignas, insuficiência renal e doenças autoimunes.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
Descrição: O CA15-3 é um marcador tumoral utilizado para auxiliar na detecção do câncer de mama. Estudos indicam que a elevação do CA15-3 varia de acordo com o estadiamento da paciente. A sensibilidade varia de acordo com a massa tumoral e o estadiamento clínico, sendo de 88% a 96% na doença disseminada. Apenas 23% dos casos apresentam aumento deste marcador na fase inicial. Aumento superior a 25% na concentração do CA15-3 correlaciona-se com a progressão da doença em 80% a 90% dos casos, e a diminuição em sua concentração está associada à regressão em 70% a 80%. Níveis séricos muito elevados estão associados à pior sobrevida. O CA15-3 é utilizado para diagnóstico precoce de recidiva, precedendo os sinais clínicos em até 13 meses. Níveis elevados de CA15-3 foram observados também, em várias outras neoplasias, como câncer de ovário, pulmão, colo uterino, hepatocarcinoma e linfomas. E observados também em várias outras doenças, como hepatite crônica, tuberculose, sarcoidose e lúpus eritematoso sistêmico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
Descrição: O CA19-9 é indicado no auxílio ao estadiamento e monitoramento no tratamento em primeira escolha de câncer de pâncreas e trato biliar e, em segunda escolha no câncer colo retal. É obtida maior sensibilidade diagnóstica quando um teste para CA 19-9 é combinado com análise de imagem, como ultrassonografia ou tomografia. Essa combinação é útil na obtenção de diagnóstico em pacientes suspeitos de câncer de pâncreas que tiveram resultado negativo ou indeterminado em estudos de imagem. Em menor frequência, positiva-se também no câncer de mama, pulmão, cabeça e pescoço. Algumas doenças como cirrose hepática, pancreatite, doença inflamatória intestinal e doenças auto imunes podem elevar os níveis sanguíneos de CA19-9.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
Descrição: O marcador tumoral CA242 é encontrado no soro no mesmo complexo mucino de CA50 e CA19-9, portanto está relacionado, mas não idêntico ao epítopo de CA19-9. Os níveis de CA242 no soro são baixos em pessoas saudáveis e em casos de doenças benignas, enquanto que níveis elevados são comumente encontrados em pacientes com câncer gastrointestinal. O marcador CA242 pode ser usado como um auxílio no diagnóstico e monitoramento de pacientes com carcinoma gastrointestinal ou com suspeita. O CA242 não deve ser usado isoladamente para estabelecer uma rova clínica de malignidade, mas pode ser usado como um complemento de outros diagnósticos laboratoriais e clínica existente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Similarmente ao antígeno CA 15-3, o CA 27-29 é encontrado no sangue da maioria dos pacientes de câncer de mama. Exames seriados de CA 27-29 podem auxiliar o médico a verificar se o tratamento está funcionando. Após o término do tratamento, auxiliam na detecção da recorrência da doença. O nível de CA 27-29 pode ser usado juntamente com outros procedimentos, tais como mamografias e medidas de outros níveis de marcadores tumorais, para controlar a recorrência em mulheres previamente tratadas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: É uma glicoproteína relacionada com CA 19-9, expressa na maioria dos carcinomas epiteliais, como câncer gastrointestinal e de pâncreas. Níveis elevados podem estar presentes no pâncreas normal e em outros tecidos, o que exclui seu uso em imuno-histoquímica. Níveis elevados são observados no câncer de mama, ovário e tumores gastrointestinais, além de doenças benignas como pancreatite, doenças hepáticas e de vias biliares. A sensibilidade e especificidade do CA-50 para câncer de pâncreas e gastrointestinal são semelhantes àquelas do CA 19-9, o que contra-indica o uso simultâneo destes marcadores. Pacientes em risco de câncer colorretal ou pancreático com CA 19-9 normal, é obrigatório determinar o CA 50.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O CA 72-4, também denominado TAG-72 é um marcador tumoral utilizado no controle de remissão e recidiva de carcinomas de estômago e ovários. Este marcador tem elevada sensibilidade para cancro, mas sem sensibilidade de órgão. Para fins de diagnóstico, o CA 72-4 apresenta 55% de sensibilidade para câncer de cólon, 50% para câncer de estomago, 45% para câncer de pâncreas e trato biliar e 63% para carcinoma mucinoso de ovário. 50% dos pacientes com câncer gástrico apresentam níveis elevados de CA 72-4. A vantagem mais importante do marcador CA 72-4 relativamente a outros é a respectiva especificidade de diagnóstico para doenças benignas, que é particularmente elevada.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.
Descrição: Estruturalmente, as imunoglobulinas normais são compostas de unidades menores denominadas cadeias pesadas e cadeias leves e juntas formam um grande complexo. Existem dois tipos de cadeias leves e nos referimos a elas como kappa e lambda. Cada plasmócito produz apenas um tipo de cadeia pesada e um tipo de cadeia leve. Ao todo existem 10 subtipos de imunoglobulinas normais. As cadeias pesadas e leves são produzidas separadamente dentro do plasmócito e se juntam para formar uma imunoglobulina completa (intacta). Quando as cadeias leves se unem às cadeias pesadas, as cadeias leves são denominadas cadeias leves unidas. Entretanto quando as cadeias leves não se unem às cadeias pesadas, se denominam cadeias leves livres. Por razões desconhecidas os plasmócitos produzem tipicamente mais cadeias leves do que são necessárias para criar as imunoglubulinas completas ou as Proteínas Monoclonais. O excesso de cadeias leves passa ao sangue periférico como cadeias leves livres proteína monoclonal anormal (proteína-M). As cadeias leves livres produzidas pelas células de mieloma são exclusivamente kappa ou lambda, dependendo do tipo de mieloma. Assim, se as células de mieloma produzem cadeias leves kappa, o nível de cadeias leves livres kappa aumentará no sangue. Se, por outro lado, as células de mieloma produzem cadeias leves lambda, o nível de cadeias leves livres lambda aumentará no sangue.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O exame permite a detecção de dois terços dos mielomas não secretores, detectados anteriormente apenas através de investigações de clonalidade de medula óssea. Este teste possibilitou também a identificação dos Mielomas Múltiplos (MM) de cadeia leve. A dosagem das cadeias leves livres possibilita a monitoração quantitativa dos pacientes com doença plasmocitária oligosecretora, incluindo amiloidose, MM oligosecretor.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descirção: O indicador biológico é capaz de indicar uma exposição ambiental acima de tolerância, mas não possui, isoladamente, significado clínico ou toxicológico próprio, ou seja, não indica doença, nem está associada a um efeito ou disfunção de qualquer sistema biológico. O cádmio é um agente tóxico acumulativo e suas principais vias de absorção são: pulmonar e pelo trato gastrointestinal. O metal acumula-se nos pulmões, fígado e rins, sendo muito lentamente excretado pela urina. A inalação de altas concentrações de cádmio causa danos aos pulmões, podendo levar o paciente a óbito. Já a inalação a baixas concentrações, por um período prolongado, está associada à danos renais e pulmonares, podendo resultar em câncer. A população em geral é exposta ao cádmio através de alimentos e do cigarro.
Instruções:
- Dieta: Evitar consumo de peixes, farinhas refinadas, chás e cafés.
- Outros: Evitar uso de cigarro no dia da coleta.
Descrição: O Cádmio é um elemento que ocorre naturalmente na crosta terrestre. Na forma pura é um metal leve de cor prata. É utilizado na produção de ligas metálicas, de baterias, pigmentos, revestimentos metálicos, plásticos e em acumuladores. É um metal pesado que produz efeitos tóxicos nos organismos vivos, mesmo em concentrações muito pequenas. A exposição ao cádmio nos humanos ocorre geralmente através de duas fontes principais: a primeira é por via oral (por água e ingestão de alimentos contaminados), e a segunda por inalação. Os fumantes são os mais expostos ao cádmio porque os cigarros contêm este elemento. Alguns órgãos vitais são alvos da toxicidade do cádmio. Em organismos intensamente expostos, o cádmio ocasiona graves enfermidades ao atuar sobre estes órgãos. Existem atualmente algumas descrições de possíveis mecanismos de toxicidade do cádmio, entretanto, o modo real pelo qual este elemento age como agente tóxico tem sido pouco estudado.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: É a forma biologicamente ativa do cálcio. É mantido em níveis constantes por um complexo sistema de controle envolvendo o PTH e a 1,25 (OH)2D. No sistema neuromuscular, o cálcio ionizado facilita a condução nervosa, a contração e o relaxamento muscular. A redução da concentração do cálcio ionizado causa aumento da excitabilidade neuromuscular e tetania. O aumento da concentração reduz a excitabilidade neuromuscular.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: A medição do cálcio é usada no diagnóstico e no tratamento da doença da paratiróide, diversas doenças ósseas, doença renal crônica, urolitíase e tetania (contrações musculares intermitentes ou espasmos). O cálcio sérico total é composto por três frações: cálcio livre ou ionizado, 50%; cálcio ligado a proteínas, a maioria do qual ligado à albumina com uma pequena parte ligado a globulinas, 45%; e cálcio ligado a complexos, principalmente a fosfatos, citrato e bicarbonatos, 5%. Os ions de cálcio são importantes na transmissão dos impulsos nervosos, como um cofator em diversas reações enzimáticas, na preservação da contractilidade muscular normal, e no processo de coagulação. Uma redução significativa na concentração do ion cálcio resulta em tetania muscular. Uma concentração de ions de cálcio acima do normal produz uma excitabilidade neuromuscular diminuída e fraqueza muscular juntamente com outros sintomas mais complexos.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: A concentração do cálcio total na urina reflete: a absorção intestinal, a reabsorção óssea, a filtração e a reabsorção tubular renal. A medida do cálcio urinário é indicada no acompanhamento das terapias de reposição e na avaliação do metabolismo do cálcio nas doenças ósseas, na nefrolitíase, na hipercalciúria idiopática e nas doenças da paratireoide. O excesso de excreção de cálcio urinário é a causa mais comum de formação de cálculo renal. Outras causas significativas são: hiperoxalúria, hiperuricosúria, volume urinário baixo e hipocitratúria. Outras causas de hipercalciúria incluem o hipertireoidismo, a acidose tubular renal, a sarcoidose e outras doenças granulomatosas, a intoxicação por vitamina D, os excessos de glicocorticoides, a doença de Paget, a acidose tubular de Albright, várias síndromes paraneoplásicas, a imobilização prolongada, os estados hipofosfatêmicos induzidos, o mieloma múltiplo, o linfoma, a leucemia, os tumores metastásicos, especialmente ósseos, a doença de Addison e a síndrome leite-álcali. A hipercalciúria contribui para formação de cálculos renais e osteoporose. Hipocalciúria: deficiência de vitamina D, hipocalciúria familiar, hipoparatireoidismo, esteatorreia, pseudoparatireoidismo, metástases de câncer de próstata, osteodistrofia renal, osteomalacia, pré-eclâmpsia e diuréticos tiazídicos.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: O significado fisiológico da calcitonina é incerto, mas tem um efeito modesto no decréscimo do cálcio e fósforo. Sua secreção é normalmente modulada pelo aumento e queda dos níveis de cálcio, com um aumento do cálcio circulante surge um aumento dos níveis de calcitonina. São encontrados níveis elevados (maiores que 100 pg/mL) em uma variedade de condições patológicas, acentuadamente no carcinoma medular da tireóide, um tumor das células secretoras de calcitonina. O peptídeo está também frequentemente elevado em leucemias e doenças mieloproliferativas. Adicionalmente, pode ser produzido ectopicamente por tumores, por exemplo, de mama e pulmão. A sua dosagem, contudo, não parece ter significado no diagnóstico destas doenças. Valores elevados podem ser vistos associados ao hiperparatiroidismo, hipergastrinemia, falência renal e doença inflamatória crônica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Outros: Amostras matinais em jejum são usadas para estabelecer valores basais. Se as amostras tiverem sido colhidas como parte de um teste provocativo, o tempo de colheita deve ser anotado relativamente as infusões de cálcio ou pentagastrina.
Descrição: Os cálculos urinários, geralmente, são formados nos rins pela precipitação e aderência de cristais da urina, e, podem ou não, deslocarem-se para o ureter e bexiga. A formação de cálculos pode ocorrer por várias causas: alterações anatômicas do trato urinário (má-formações congênitas) falta de inibidores da cristalização, infecção urinária, diminuição do volume urinário, infecções crônicas, hereditariedade, entre outras. A prevalência da litíase urinária, na população em geral, varia de 2% a 5%. A análise físico-química do cálculo renal é de grande importância clínica na orientação preventiva de novas formações. O conjunto de reagentes permite a identificação rápida, simples e segura de carbonato, oxalato, amônio, fosfato, cálcio, magnésio, urato e cistina.
Instruções:
Descrição: A doença do intestino irritável (DII) é uma patologia crônica que inclui a colite ulcerativa e a doença de Crohn. Os sintomas do doente consistem em episódios crônicos ou recorrentes de dor abdominal e diarreia. As manifestações clínicas de DII não são específicas e os sintomas assemelham-se aos de outras doenças não orgânicas como a síndrome do intestino irritável, sendo necessário efetuar uma endoscopia para confirmar o diagnóstico. A medição não invasiva da calprotectina fecal é considerada uma ferramenta de rastreio útil para a diferenciação entre DII e SII (síndrome do intestino irritável). A calprotectina constitui mais de 60% do total de proteínas no citosol dos neutrófilos, que se infiltram na mucosa intestinal como parte da resposta inflamatória. Consequentemente, as doenças orgânicas do intestino resultam em níveis elevados de calprotectina fecal. A concentração de calprotectina nas fezes reflete o número de neutrófilos presente e fornece um indicador da gravidade da inflamação intestinal. A medição da calprotectina fecal como parte do diagnóstico (e da gestão da doença) de doenças intestinais orgânicas como a DII é um parâmetro em rápido crescimento. O paciente com DII oscila entre as fases ativa (inflamatória) e inativa da doença. Estas fases devem ser consideradas ao interpretar os resultados do teste de calprotectina fecal. Outras doenças intestinais, incluindo muitas infecções gastrointestinais e cancro colorretal, podem resultar em níveis elevados de calprotectina. Um diagnóstico de DII só poderá ser feito correlacionando outros exames de diagnóstico e do estado clínico geral do paciente. A calprotectina fecal é um indicador da presença de neutrófilos nas fezes e não é específica para a DII.
Instruções:
- Medicação: Usar laxativos somente quando houver orientação médica.
Descrição: As mutações somáticas no gene CALR são detectadas no sangue periférico em ~ 65-85% da trombocitemia essencial (TE) e mielofibrose primária (PMF) dos pacientes que são negativos para a mutação em JAK2 e MPL. A análise molecular destes três genes permite que estes marcadores de doença sejam identificados em > 90% dos pacientes da MPN, ajudando a classificar a doença e diferenciando-a de um processo reagente. As mutações em CALR também possuem um valor prognóstico já que estão associadas a uma maior sobrevida e um menor número de eventos trombóticos quando comparados às mutações do JAK2.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As medições de canabinóides na urina são utilizadas para o diagnóstico e tratamento do uso e sobredosagem de canabinóides. O principal constituinte psicoativo da marijuana e do haxixe é o 9-tetrahidrocanabinol, vulgarmente designado por 9-THC. A marijuana (maconha) é, tipicamente, auto administrada por via oral ou inalada. Pode produzir uma diversidade de efeitos farmacológicos incluindo sedação, euforia, alucinações, dificuldades de memória, aprendizagem e distorção temporal. Foram observados efeitos fisiológicos adicionais, incluindo efeitos reprodutivos, cardiovasculares, pulmonares e imunológicos em caso de utilização crônica. O 9-THC é rapidamente absorvido por inalação ou a partir do aparelho gastrointestinal. Os níveis plasmáticos máximos ocorrem nos 10 minutos seguintes à inalação e aproximadamente 1 hora após ingestão oral. O metabolismo ocorre, sobretudo, no fígado. Aproximadamente 70% de uma dose de THC são excretadas no espaço de 72 horas na urina (30%) e nas fezes (40%). A concentração de canabinóides detectada depende da quantidade de 9-THC absorvida, da frequência de utilização, do tempo de libertação dos tecidos e da hora da colheita da amostra relativamente à sua utilização. O 9-THC é altamente solúvel nos lipídios e pode acumular-se nos tecidos adiposos.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A Candida albicans é um fungo oportunista encontrado na pele e mucosas de indivíduos normais que após o estímulo de algum fator pode tornar-se patogênico. A candidíase ocorre em crianças e adultos, acarretando sintomas variados leves, mas que em casos raros podem atingir pulmões, intestino e sistema nervoso. Sua sorologia é utilizada no esclarecimento em casos de suspeita de infecção, e/ou para investigação do estágio imunológico em que o paciente se encontra.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Representa a porção total de ferro ligado a transferrina (proteína que carrega este metal), resultados aumentados encontram-se em patologias que reduzem as reservas de ferro (deficiência do metal ou perda sanguínea) ou que elevam a produção hepática de transferrina (gestação ou uso de anticoncepcional oral). A TIBC sérica varia nas desordens do metabolismo do ferro.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: A Carbamazepina é um derivado do iminostilbene usado para o tratamento da epilepsia, da neuralgia trigeminal e convulsões generalizadas. É administrada tanto isoladamente como em combinação com outras drogas antiepilética. A Carbamazepina é rapidamente absorvida na circulação sanguínea, onde se encontra altamente ligada à proteína (60 a 80%). A droga é metabolizada por oxidação hepática na forma de epóxido de 10,11-apóxido, que é tão ativo quanto à droga principal. A forma de epóxido é ainda metabolizada para o hidróxido 10,11-dihidróxido, que é eliminadona urina. A presença de outras drogas pode alterar significativamente a taxa de formação de epóxido, fenitoína, fenobarbital e felbamate e induzem a atividade metabólica da enzima, enquanto a eritromicina e o propoxifeno inibem esta atividade. A zona terapêutica para a carbamazepina situa-se entre 4 a 15 µg/ mL, com níveis tóxicos acima de 15 µg/mL. Contudo, as diferenças individuais na absorção e metabolismo podem resultar em respostas altamente variáveis à carbamazepina. Níveis de monitorização auxiliam o médico na otimização da dosagem e minimização de efeitos secundários tóxicos para cada doente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Manter uso de medicação conforme prescrição médica.
Descrição: O cloreto de metileno ou diclorometano é um líquido incolor, não inflamável, volátil, com odor semelhante ao do éter. É utilizado industrialmente como solvente na produção de fibras sintéticas, filmes para fotografia e em processos de extração de óleos e gorduras, como propelente em aerossóis, como agente desengordurante e como componente de praguicidas. Pode ser absorvido por vias pulmonar e cutânea sendo parcialmente biotransformado formando CO2 e monóxido de carbono (CO). O CO se combina irreversivelmente com a hemoglobina formando o pigmento carboxihemoglobina que é incapaz de transportar o oxigênio pelo organismo.
Instruçoes:
- Outros: Tabagismo pode interferir no resultado do exame.
Descrição: A cardiolipina é um fosfolipídio aniônico. A maioria dos anticorpos anticardiolipina (ACA) reage cruzadamente com outros fosfolipídios. Por essa característica e por sua maior facilidade de detecção, são utilizados na investigação da presença de anticorpos antifosfolipídios. Assim como os anticorpos anticardiolipina, os anticoagulantes lúpicos (ACL) são também anticorpos antifosfolipídios. Interferem nos procedimentos de screening de coagulação, sendo uma causa comum de prolongamento do tempo de tromboplastina parcial ativado (PTT). Existem algumas características clínicas comuns aos pacientes com a síndrome de antifosfolipídio (AFL): trombose venosa, trombose arterial, abortos recorrentes e trombocitopenia. Esses anticorpos são, hoje, reconhecidos como uma das causas mais importantes de hipercoagulabilidade e trombose. Aproximadamente 50% dos pacientes apresentam a síndrome AFL primária, isto é, não-associada a doenças sistêmicas, enquanto o restante apresenta a forma secundária. A trombose é a apresentação mais comum da síndrome de AFL, e o local da trombose (arterial ou venosa) pode definir síndromes com diferentes características clínicas e laboratoriais: anticardiolipina (AFL-ACA) -positivo e anticoagulante lúpico (AFL-ACL) positivo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Citomegalovírus (CMV) pertencente à família Herpesviridae, pode ser transmitido através do sangue, fluídos corporais ou órgãos transplantados sendo hoje considerado o agente de maior importância em infecções congênitas no homem. O vírus está presente na maior parte da população sem morbidade significante em indivíduos imunocompetentes. No entanto, este risco é aumentado na presença de imunossupressão, como por exemplo em transplantados e infectados pelo HIV. Para estes casos, o monitoramento dos níveis virais é fundamental para diferenciar a infecção da doença ativa. Este teste também pode confirmar infecções no recém-nascido nas três primeiras semanas de vida. O teste qualitativo é utilizado quando há a suspeita de infeccção ativa ou prévia pelo CMV.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Consiste no estudo das alterações cromossômicas das células de medula óssea. Sendo a indicado para diagnóstico, classificação e monitoramento de tratamento de pacientes com leucemias ou outras desordens hematológicas malignas.
Instruções:
- Pacientes que receberam transfusão sanguínea devem esperar um prazo mínimo de 60 dias para coletar a amostra para este exame.
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Descrição: Exame utilizado para investigar a deficiência de carnitina neonatos e lactentes com alterações metabólicas. Indicações: Identificação da deficiência de carnitina Interpretação clínica: Níveis inferiores aos valores de referência encontrados em determinada população sugerem deficiência de carnitina. Sugestão de leitura complementar: Rubio-Gozalbo ME, Bakker JA, Waterham HR, Wanders RJ. Carnitine-acylcarnitine translocase deficiency, clinical, biochemical and genetic aspects. Mol Aspects Med 2004; 25(5-6):521-32. Siqueira MC, Morgado F. Determinação dos Níveis da Carnitina no Plasma. Sua importância no estudo em doentes com doenças neuromusculares. Acta Med Portug 2002; 15: 11-5. |
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Instruções: - Jejum não obrigatório. |
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Descrição: Utilizada para o diagnóstico e avaliação de feocromocitoma, diagnóstico de tumores produtores de catecolaminas e de hipotensão postural. As catecolaminas são sintetizadas nas células cromafins do sistema nervoso simpático (epinefrina pela medula adrenal e norepinefrina e dopamina pela medula adrenal e neurônios simpáticos pós-ganglionares).Circulam no plasma em formas livres e ligadas a proteínas como albumina, globulinas e lipoproteínas. As dosagens plasmáticas podem ser realizadas após estimulação. Em pacientes com hipertensão paroxística, a sensibilidade do teste pode ser aumentada iniciando a coleta após o episódio. O padrão de catecolaminas difere segundo a forma de tumor: feocromocitomas geralmente produzem norepinefrina e epinefrina, paragangliomas secretam norepinefrina e neuroblastomas também produzem dopamina. As metanefrinas urinárias são consideradas o melhor teste de triagem para feocromocitoma. Os níveis de catecolaminas e metanefrinas podem ser interpretados em relação à concentração de creatinina da amostra. As catecolaminas são excretadas na urina na forma intacta ou como metabólitos (metanefrinas e ácido vanilmandélico).A determinação quantitativa das catecolaminas plasmáticas também é útil mo diagnóstico diferencial de hipertensão e na avaliação da insuficiência cardíaca congestiva, doenças coronarianas, diabetes mellitus, arteriosclerose e asma aguda.Valores aumentados: feocromocitoma, ganglioneuromas, neuroblastomas, stress severo, hipoglicemia, certos medicamentos (metildopa, isoproterenol, nitratos, minoxidil, hidralazina), tabagismo, consumo de café.Valores diminuídos: hipotensão postural, síndrome Shy-Drager e disautonomia familiar.
Instruções:
- Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nos 5 dias que antecedem o teste.
- Dieta: Não é recomendado ingerir durante 5 dias antes da coleta os seguintes alimentos: banana, laranja, abacaxi, queijo, café, chá, chocolate, caramelos, marmeladas, doces, sorvetes, nozes e bebidas alcoólicas. Não fumar nas 4 horas que antecederem a coleta.Medicação: A critério médico, suspender por 7 dias antes da coleta os medicamentos: alfa-metil-dopa, antidepressivos tricíclicos, betabloqueadores, bloqueadores de canal de cálcio, bromocriptina, broncodilatadores, clonidina, clorpromazina, descongestionantes nasais, fenotiazina, haloperidol, inibidores da ECA (enzima conversora de angiotensina), inibidores da MAO (Monoamina oxidase), levodopa, moderadores de apetite, prazosina, quinidina, reserpina, teofilina, tetraciclina, vasodilatadores.
Descrição: As Catecolaminas (norepinefrina, epinefrina e dopamina) são importantes neurotransmissores e hormônios circulantes, controladoras do sistema nervoso central e autônomo. São responsáveis pelas funções de uma variedade de sistemas, como por exemplo, regulação da resposta ao stress, atividade psicomotora, processo emocional, sono e memória. Seu maior uso clínico é no diagnóstico do feocromocitoma, que se origina em 90% dos casos na supra-renal. Esses tumores são causa de hipertensão severa de difícil controle, sendo, em 10% dos casos, malignos. Catecolaminas são compostos lábeis, sendo sua determinação influenciada por uma série de variáveis pré-analíticas com dieta e drogas. Catecolaminas elevadas também são encontradas no trauma, pós-operatórios, frio, ansiedade, suspensão de clonidina e doenças graves intercorrentes.
Instruções:
- Medicação: À critério médico, suspender o uso dos seguintes medicamentos: acetominofen, guafenesin, imipramina, inibidores da MAO, lítio, metildopa, morfina, naproxeno (naprosyn), reserpina.Dieta: Dois dias antes da coleta de urina o paciente deverá evitar a ingestão de chocolate, baunilha, bananas, frutas cítricas e café.
- Dados: Informar o volume da diurese.
Descrição: A Caxumba é uma doença viral causada por um membro da família paramixovírus e é transmitida por gotículas respiratórias. Tem um período de incubação de 14 a 25 dias, após os quais ocorrem os sintomas prodrómicos que duram entre três a cinco dias. A situação mais comum é a parotidite, que ocorre em 30-40% dos doentes. Outros locais de infecção referidos são os testículos, pâncreas, olhos, ovários, sistema nervoso central, articulações e rins. Considera-se que um paciente é contagioso cerca de três dias antes do início dos sintomas e até quatro dias após o início da parotidite ativa. As infecções podem ser assintomáticas em cerca de 20% das pessoas. Antes da existência da vacina, cerca de 50% das crianças contraíam Caxumba, mas os programas de vacinação (que fazem parte da vacinação contra o sarampo, caxumbaa e rubéola [MMR]) tiveram um efeito acentuado na incidência da doença e nas complicações a ela associadas. Quando a Caxumba era uma doença infantil comum, o diagnóstico era estabelecido sobretudo com bases clínicas. Com a diminuição da incidência, muitos médicos já não reconhecem prontamente os sintomas. Além disso, os sinais e sintomas clínicos típicos podem não se manifestar em indivíduos sub-imunizados ou imunocomprometidos. Sabe-se agora que a parotidite, a característica distintiva do diagnóstico clínico, também está presente em outras doenças e condições virais e não-virais. Os sintomas como os da caxumba presentes em crianças com doença aguda, que receberam anteriormente a vacina MMR, têm sido associados com o vírus de Epstein-Barr, vírus da parainfluenza humana (VPIH), adenovírus e vírus do herpes humano tipo 6. No entanto, atualmente, é mais importante a confirmação laboratorial da infecção pelo vírus da Caxumba para o estabelecimento do diagnóstico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Caxumba é uma doença viral causada por um membro da família paramixovírus e é transmitida por gotículas respiratórias. Tem um período de incubação de 14 a 25 dias, após os quais ocorrem os sintomas prodrómicos que duram entre três a cinco dias. A situação mais comum é a parotidite, que ocorre em 30-40% dos doentes. Outros locais de infecção referidos são os testículos, pâncreas, olhos, ovários, sistema nervoso central, articulações e rins. Considera-se que um paciente é contagioso cerca de três dias antes do início dos sintomas e até quatro dias após o início da parotidite ativa. As infecções podem ser assintomáticas em cerca de 20% das pessoas. Antes da existência da vacina, cerca de 50% das crianças contraíam Caxumba, mas os programas de vacinação (que fazem parte da vacinação contra o sarampo, caxumba e rubéola [MMR]) tiveram um efeito acentuado na incidência da doença e nas complicações a ela associadas. Quando a Caxumba era uma doença infantil comum, o diagnóstico era estabelecido sobretudo com bases clínicas. Com a diminuição da incidência, muitos médicos já não reconhecem prontamente os sintomas. Além disso, os sinais e sintomas clínicos típicos podem não se manifestar em indivíduos sub-imunizados ou imunocomprometidos. Sabe-se agora que a parotidite, a característica distintiva do diagnóstico clínico, também está presente em outras doenças e condições virais e não-virais. Os sintomas como os da caxumba presentes em crianças com doença aguda, que receberam anteriormente a vacina MMR, têm sido associados com o vírus de Epstein-Barr, vírus da parainfluenza humana (VPIH), adenovírus e vírus do herpes humano tipo 6. No entanto, atualmente, é mais importante a confirmação laboratorial da infecção pelo vírus da Caxumba para o estabelecimento do diagnóstico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Detecção de Anticorpos IGG anti-CCP3 (3 peptídeos citrulinado cíclico), útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR), especialmente em soros negativos para fator reumatóide. Deve ser avaliado junto a outros testes laboratoriais e clínica do paciente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. A presença de CD19 é um marcador de diagnóstico em doenças de células B, principalmente os linfomas e leucemias linfoblásticas. Auxiliando no diagnóstico e na monitoração de imunodeficiência, leucemias e linfomas, entre outros.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descirção: O primeiro anticorpo aprovado para uso clínico no câncer foi o rituximab, um anticorpo monoclonal quimérico que reconhece a molécula CD20, presente na superfície de células linfóides de linhagem B de diversos tipos de linfomas não-Hodgkin, entre eles o linfoma folicular e o linfoma difuso de grandes células. Assim, a ligação do rituximab à molécula de CD20 ativa mecanismos imunológicos que levam à destruição das células tumorais. O que ocorre é que quando o paciente utiliza RITUXIMAB, que é um anticorpo monoclonal ANTI CD20, diminui muito os linfócitos B (normais ou anormais) do sangue. A dosagem de linfócitos CD20 positivos portanto serve para acompanhamento após essa medicação.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. O CD3 está presente em todas as fases de desenvolvimento dos linfócitos T do tipo auxilar (T4) e citotóxico (T8). Atua como marcador de diferenciação entre as leucemias/linfomas do tipo B. Também é indicado para acompanhar quadros de imunodeficiência, como decorrentes de infecção pelo vírus HIV, e doenças autoimunes.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. O CD56 é expresso por células malignas em diversos tipos de tumores malignos, incluindo leucemias e linfomas com origem nas células NK, mieloma múltiplo, cancro do pulmão de pequenas células e neuroblastoma.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos
parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece
dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou
estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou
anticorpos monoclonais. A presença de CD19 é um marcador de diagnóstico em
doenças de células B, principalmente os linfomas e leucemias linfoblásticas.
Auxiliando no diagnóstico e na monitoração de imunodeficiência, leucemias e
linfomas, entre outros.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais acoplados a fluorocromos. A contagem dos linfócitos T helper (CD3+ CD4+) é extremamente útil na caracterização e monitoramento de algumas imunodeficiências e doenças autoimunes. A determinação dos LT helper permite o monitoramento dos indivíduos infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. Teste utilizado na avaliação do estado imunológico do paciente com imunodeficiencia e auxílio no acompanhamento terapêutico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O antígeno carcinoembrionário (CEA) é produzido pelas células da mucosa gastrointestinal. Encontra-se sobretudo no trato gastrointestinal e no soro do feto. A principal indicação da dosagem de CEA é no monitoramento da terapêutica em pacientes com carcinoma colo retal. Níveis elevados de CEA são também encontrados em neoplasias de pulmão, pâncreas, trato gastrointestinal, trato biliar, tireoide, cérvice, mama e em fumantes. Devido a sua baixa especificidade não é utilizado como teste diagnóstico, sendo atualmente mais aplicado no monitoramento pós-operatório ou avaliação do tratamento quimioterápico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. O CD56 é expresso por células malignas em diversos tipos de tumores malignos, incluindo leucemias e linfomas com origem nas células NK, mieloma múltiplo, cancro do pulmão de pequenas células e neuroblastoma.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os anticorpos anticentrômero ocorrem em 55% a 80% dos pacientes com a forma limitada de Esclerose sistêmica (ES). São mais freqüentes em pacientes brancos e naqueles com mais de 50 anos. Embora altamente relacionados com a ES, os anticorpos anticentrômero não são totalmente exclusivos dessa enfermidade, podendo ser encontrados raramente em pacientes com cirrose biliar primária, síndrome de Sjögren e nos lúpus eritematoso sistêmico (LES). Este exame está clinicamente associado à esclerose sistêmica forma CREST (calcinose, fenômeno de Raynaud, disfunção motora do esôfago, esclerodactilia e telangiectasia). Quando presentes em pacientes com fenômeno de Raynaud isolado representam um risco aumentado 63 vezes para ulterior desenvolvimento de doença reumática auto-imune. O aspecto observado na IFI em células HEp-2 é suficientemente específico para permitir a identificação definitiva dos anticorpos anticentrômero. Existe também a possibilidade de detecção por ELISA e immunoblot, sendo que a Imunofluorescência Indireta o ensaio mais sensível e específico para este auto-anticorpo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
A ceruloplasmina é a mais importante proteína de transporte do cobre no sangue. Tem, além disso, atividade enzimática, como oxidase de diferentes substratos. Na doença de Wilson, síndrome de Menkese nos distúrbios hereditários do metabolismo do cobre, a concentração sérica de ceruloplasmina mostra-se fortemente diminuída, sobretudo nos portadores homozigóticos. Diminuições de ceruloplasmina dão-se na insuficiência hepática e síndromes de perda proteica. Aumentos observam-se nas reações da fase aguda, após uso de contraceptivos hormonais, assim como nas colestases.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O SNP Array é uma técnica de citogenética molecular de alta resolução
que permite identificar alterações cromossômicas submicroscópicas não
balanceadas ao longo de todo o genoma em um único ensaio. A análise é capaz de
detectar ganhos (duplicações) ou perdas (deleções) de segmentos cromossômicos
no genoma muitas vezes não identificados pela cariotipagem tradicional
(Cariótipo por bandeamento G). O SNP array também analisa regiões de perda de
heterozigosidade (LOH) que podem estar relacionadas a Dissomia Uniparental,
sendo uma avaliação importante quando existe suspeita de desordens autossômicas
recessivas ou por "imprinting" genômico.
O SNP Array pós-natal é indicado em casos de suspeita de: Transtorno do
Espectro Autista;
Atraso do Desenvolvimento Neuropsicomotor; Atraso do Crescimento; Atraso da
Linguagem;
Anormalidades congênitas; Entre outros.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A doença de Chagas ou Tripanossomiase Americana é uma infecção
endêmica, de evolução essencialmente crônica, causada por um protozoário, o
Trypanosoma cruzi, e transmitida ao homem por um inseto, o triatomíneo.
Imunologicamente 3 estágios podem ser considerados: agudo, latente ou
indeterminado e crônico. Na fase aguda, verificam-se febre, miocardiopatia,
linfoadenopatia, hepatoesplenomegalia e parasitemia. A multiplicação
intracelular dos parasitas nos músculos lisos e estriados e células do sistema
retículo endotelial acarreta a formação de pseudocistos. Na fase intermediária
ou latente não há sintomas. A doença pode evoluir para a fase crônica com
sinais de miocardiopatia, degeneração das células ganglionares do sistema
nervoso central e periférico, hipertrofia e dilatação de certos órgãos, tais
como esôfago e cólon, constituindo os mega. Pelos altos índices de prevalência
e morbidade, ela se tornou um dos maiores problemas de saúde pública em toda a
América Latina.
Como a minoria dos indivíduos com sorologia positiva para T. cruzi desenvolve
evidências clínicas da doença crônica, as informações prestadas pelo
laboratório clínico tornam-se decisivas no diagnóstico etiológico.
Os métodos mais utilizados para diagnóstido da doença são as reações de
hemaglutinação indireta (HAI), as reações de imunofluorescência indireta (IFI)
e os imunoenzimáticos (ELISA).
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os anticorpos anti-T. cruzi IgG em conjunto com outros testes sorológicos e conclusões clínicas auxiliam na investigação da Doença de Chagas. Essa patologia se desenvolve a partir da infecção com o protozoário T. cruzi tendo o inseto triatomíneo como vetor. A partir do ponto de vista imunológico, a doença se distingue em 3 etapas: aguda, latente ou indeterminado e crônica; em cada uma se tem uma sintomatologia e evidências clínicas diferentes. No estado agudo os sintomas são geralmente o aumento de fígado, baço, gânglios linfáticos e coração. Meningoencefalite também pode ocorrer em crianças. Durante a manifestação crônica, o coração, o músculo e o esôfago são afetados. O envolvimento do coração é caracterizado por distúrbios, arritmias, cardiomegalia e insuficiência cardíaca. Na fase aguda o resultado é positivo para IgM e negativos para IgG em uma fase bem inicial ou positivos para IgM e positivos para IgG em um período mais tardio da fase aguda. Já na fase crônica, o IgM é negativo, enquanto o IgG é positivo. Na América Latina é considerada um problema de saúde pública devido aos altos níveis de prevalência e morbidade. De acordo com o II Consenso Brasileiro em Doença de Chagas (2015), considera-se indivíduo infectado na fase crônica aquele que apresenta anticorpos anti-T. cruzi de classe IgG detectados por meio de dois testes sorológicos realizados por métodos distintos. O diagnóstico diferencial com outras doenças (por exemplo, leishmaniose visceral, hanseníase na forma clínica virchowiana, doenças autoimunes, entre outras) deve ser considerado, uma vez que podem ocorrer resultados falso-positivos para Chagas por reação cruzada com estas doenças.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Chikungunya é uma infecção causada pelo Vírus Chikungunya (CHIKV), transmitido através de mosquitos infectados. A maioria das pessoas infectadas com a doença apresenta febre que pode ser acompanhada de dor nas articulações ou inchaço, dores na cabeça e no corpo, náuseas e erupção cutânea. Óbitos são incomuns, mas são mais prováveis em pacientes idosos ou pessoas com algum tipo de imunodepressão. O virus apresenta um período de incubação de 2-12 dias e os sintomas podem aparecer geralmente de 3-7 dias após a infecção.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As clamídias são parasitas intracelulares obrigatórios, Gram-negativos, sem motilidade, das células eucarióticas. A C. trachomatis, uma das três espécies de clamídias, é o agente causador da IST (Infeccções Sexualmente Transmissíveis) clamídia. As infecções por clamídia do trato urogenital estão associadas a salpingite, gravidez ectópica e infertilidade de fator tubário na mulher, assim como uretrite não gonocócica e epididimite no homem. O resultado deste teste deve ser analisado em um contexto juntamente à clínica do paciente e outros achados laboratoriais.
Instruções:
- Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas
vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar
menstruada; não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o
resultado.
Descrição: É utilizado auxiliando no diagnóstico da infecção primária ou da re-infecção na determinação imunológica da Chlamydia. Chlamydia é um grande grupo de parasitas intracelulares obrigatórios de células eucarióticas. Existem quatro espécies: Chlamydia psitacci, principalmente um patógeno animal (embora possa causar pneumonia no homem); Chlamydia trachomatis, principalmente um patógeno humano; e mais recentemente foi estabelecida a Chlamydia pneumoniae. A quarta espécie, Chlamydia pecorum, foi descrita, mas seu papel como patógeno ainda não está bem claro. As maiores infecções causadas pela Chlamydia são a pneumonia, o linfogranuloma venéreo, o tracoma, as inclusões conjuntivais e as infecções do trato genital. A C. trachomatis tem sido descrita como o maior agente etiológico das doenças sexualmente transmissíveis. Em homens, Chlamydia está associada com uretrite não gonocócica (NGU), uretrite pós-gonocócica e epididimite.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Chlamydia é uma bactéria intracelular obrigatória, que infecta as superfícies das mucosas do trato genito-urinário, nasofaringe ou conjuntiva. A infecção do trato genital por Chlamydia é muito comum, podendo ser assintomática e, portanto, não diagnosticada ou tratada. Nos homens ela causa uretrite não gonocóccica podendo levar a epididimite e prostatite, e também ocasionar a Síndrome de Reiter (tríade formada por conjuntivite, poliartrite e infecção genital). Infecções em mulheres podem causar complicações mais sérias, como salpingites e doenças inflamatórias pélvicas e gravidez ectópica. No recém nascido pneumonia intersticial e conjuntivite são contraídas durante o parto. As técnicas sorológicas mais comuns, como a fixação do complemento e a imunofluorescência indireta, são frequentemente recomendadas para estudos epidemiológicos e infecções sistêmicas, em que os títulos de anticorpo IgG são frequentemente elevados (maiores ou iguais a 1:256). Entretanto, não são recomendadas para o diagnóstico de infecções urogenitais por causa da frequência de exposição aos sorotipos da Chlamydia trachomatis e pela ocorrência de reações cruzadas com outras espécies.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Chlamydia trachomatis é o agente causador de infecções sexualmente transmissíveis, podendo causar inflamações pélvicas. Essas inflamações têm consequências graves em longo prazo, como infertilidade e gravidez ectópicas. Muitos casos são assintomáticos ou com sintomas mínimos, porém podem causar danos permanentes nas trompas; portanto a sorologia para Chlamydia trachomatis ajuda na prevenção destas consequências em longo prazo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A clamídia é uma doença sexualmente transmissível, causada pela bactéria denominada Chlamydia trachomatis. A clamídia pode ser transmitida por duas maneiras: pela via sexual (anal, vaginal ou oral) ou de mãe para filho, durante a passagem do bebê pelo canal vaginal na hora do parto. O IgM anti-Chlamydia trachomatis não é um marcador fidedigno de infecção aguda, pois os pacientes geralmente já tiveram infecções passadas por outras espécies de clamídias, porém é útil no diagnóstico de pneumonia por Chlamydia trachomatis em neonatos, onde está presente em quase 100 % dos casos. Quadros com infecções genitais possuem a sensibilidade de apenas 19%.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Chlamydia trachomatis e a Neisseria gonorrhoeae são bactérias
gram-negativas associadas à IST´s (Infeccções Sexualmente Transmissíveis). As
infecções por clamídia do trato urogenital estão associadas a salpingite,
gravidez ectópica e infertilidade de fator tubário na mulher, assim como
uretrite não gonocócica e epididimite no homem.
A infecção por gonorreia no homem resulta normalmente, em uretrite anterior
aguda acompanhada por secreção. Na mulher, a infecção é frequentemente
encontrada no colo do útero, vagina e útero e geralmente é assintomática. Sem
tratamento, podem ocorrer complicações, como a Doença Inflamatória Pélvica
(DIP), salpingite aguda na mulher e epididimite no homem.
Instruções:
- Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas
vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar
menstruada; não efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia prévia;
A presença de sangue (não menstrual) ou de conteúdo vaginal não altera o
resultado.
Descrição: O chumbo é um metal alcalino terroso que se apresenta em estado sólido na forma metálica ou inorgânica. É utilizado na indústria de baterias, tintas, cerâmicas, explosivos, retíficas de radiadores de automóveis. Na forma de chumbo tetraetila, ou chumbo orgânico, é componente da gasolina. As vias de penetração do chumbo no organismo são as respiratórias, as cutâneas e as digestivas. Sua exposição pode ocorrer através da inalação dos fumos de solda envolvendo estruturas que contêm o metal como liga. O chumbo é nefrotóxico e também exerce efeitos tóxicos sobre os sistemas hematopoiético, SNC, aparelho digestivo e sistemas enzimáticos.
Instruções:
- Medicação: Agentes quelantes podem interferir no resultado.
Descrição: O chumbo é um metal alcalino terroso que se apresenta em estado sólido na forma metálica ou inorgânica. É utilizado na indústria de baterias, tintas, cerâmicas, explosivos, retíficas de radiadores de automóveis. Na forma de chumbo tetraetila, ou chumbo orgânico, é componente da gasolina. As vias de penetração do chumbo no organismo são as respiratórias, as cutâneas e as digestivas. Sua exposição pode ocorrer através da inalação dos fumos de solda envolvendo estruturas que contêm o metal como liga. O chumbo é nefrotóxico e também exerce efeitos tóxicos sobre os sistemas hematopoiético, SNC, aparelho digestivo e sistemas enzimáticos.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O chumbo é um metal alcalino terroso que se apresenta em estado sólido na forma metálica ou inorgânica. É utilizado na indústria de baterias, tintas, cerâmicas, explosivos, retíficas de radiadores de automóveis. Na forma de chumbo tetraetila, ou chumbo orgânico, é componente da gasolina. As vias de penetração do chumbo no organismo são as respiratórias, as cutâneas e as digestivas. Sua exposição pode ocorrer através da inalação dos fumos de solda envolvendo estruturas que contêm o metal como liga. O chumbo é nefrotóxico e também exerce efeitos tóxicos sobre os sistemas hematopoiético, SNC, aparelho digestivo e sistemas enzimáticos.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O chumbo é um contaminante ambiental, é um metal alcalino terroso que se apresenta em estado sólido na forma metálica ou inorgânica. É utilizado na indústria de baterias, tintas, cerâmicas, explosivos, retíficas de radiadores de automóveis. Na forma de chumbo tetraetila, ou chumbo orgânico, é componente da gasolina. A exposição e a absorção do chumbo podem ocorrer por qualquer rota, contudo a ingestão parece ser a via mais importante. A absorção intestinal é variada e sua excreção se dá primariamente por filtração renal. Há dois compartimentos principais onde o chumbo se deposita: o esqueleto e os tecidos conjuntivos. A interação com o esqueleto é íntima e sua meia vida pode atingir 20 anos, enquanto que nos tecidos conjuntivos a meia vida é de 120 dias. Acúmulo significativo pode ocorrer nos rins, medula óssea, eritrócitos e tecido nervoso periférico e central. A toxicidade do chumbo pode ocorrer na forma de uma série de sinais e sintomas, de modo inespecífico. A maioria das ações se dá a partir da ligação com proteínas corpóreas, alterando sua estrutura e função. Alterações comportamentais, gastrointestinais, nervosas, metabólicas, anêmicas, etc., são documentadas. As amostras devem ser cuidadosamente manipuladas para evitar a contaminação com chumbo. A dosagem do chumbo na urina é mais indicada para a validação de processos de intoxicação aguda.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O chumbo é um contaminante ambiental, é um metal alcalino terroso que se apresenta em estado sólido na forma metálica ou inorgânica. É utilizado na indústria de baterias, tintas, cerâmicas, explosivos, retíficas de radiadores de automóveis. Na forma de chumbo tetraetila, ou chumbo orgânico, é componente da gasolina. A exposição e a absorção do chumbo podem ocorrer por qualquer rota, contudo a ingestão parece ser a via mais importante. A absorção intestinal é variada e sua excreção se dá primariamente por filtração renal. Há dois compartimentos principais onde o chumbo se deposita: o esqueleto e os tecidos conjuntivos. A interação com o esqueleto é íntima e sua meia vida pode atingir 20 anos, enquanto que nos tecidos conjuntivos a meia vida é de 120 dias. Acúmulo significativo pode ocorrer nos rins, medula óssea, eritrócitos e tecido nervoso periférico e central. A toxicidade do chumbo pode ocorrer na forma de uma série de sinais e sintomas, de modo inespecífico. A maioria das ações se dá a partir da ligação com proteínas corpóreas, alterando sua estrutura e função. Alterações comportamentais, gastrointestinais, nervosas, metabólicas, anêmicas, etc., são documentadas. As amostras devem ser cuidadosamente manipuladas para evitar a contaminação com chumbo. A dosagem do chumbo na urina é mais indicada para a validação de processos de intoxicação aguda.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A Ciclosporina é um undecapeptídeo cíclico de origem fúngica e um potente imunossupressor. É utilizado como um agente primário durante a terapia imunossupressora para transplantes de órgãos sólidos. A terapia com Ciclosporina melhorou formidavelmente a sobrevivência do órgão transplantado em transplantes de coração, fígado e rim. A Ciclosporina pode ser administrada via endovenosa ou oralmente. A biodisponibilidade aumenta durante o tratamento, portanto as doses orais devem ser reduzidas gradualmente para manter uma concentração constante de Ciclosporina no sangue. A avaliação das concentrações de ciclosporina no sangue auxilia no ajuste das dosagens de paciente e evita a ineficácia por baixa dosagem de ciclosporina ou a toxicidade por superdosagem. Muitas drogas afetam as concentrações de Ciclosporina no sangue, pela indução do metabolismo, pela interferência com o metabolismo, ou afetando a absorção da droga. O uso de Ciclosporina é associado a sérios efeitos colaterais tóxicos, principalmente nefrotoxicidade e hepatotoxicidade. Outros efeitos adversos incluem diarreia, hiperplasia da gengiva, náusea, vômito, hirsutismo, tremor e hipertensão.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Anotar medicamentos e dosagem em uso.
- Outros: Anotar data e horário da coleta e da última dose.
Descrição: O isolamento de qualquer bactéria é um forte indício de meningite, entretanto a recuperação de patógenos pouco frequentes (ex.: estafilococos coagulase-negativo) requer uma melhor correlação clínico-laboratorial para que seja afastada a possibilidade de contaminação da amostra em uma etapa qualquer do processamento.
Instruções:
- A amostra é colhida através de punção lombar ou derivações ventriculares (procedimento médico).
Descrição: A Cistatina C é uma proteína cuja concentração sérica depende quase que exclusivamente da capacidade de filtração glomerular. Sua concentração independe da massa muscular, do sexo ou da alimentação. Diversos estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da Cistatina C, em comparação com a creatinina sérica, na detecção de alterações discretas da função glomerular. É importante citar que elevações da Cistatina C, sem correlação com diminuição da taxa de filtração glomerular, foram descritas em pacientes com mieloma múltiplo, tumores malignos, cirrose hepática e alguns hipertensos e diabéticos com proteinúria.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A cisticercose é adquirida ao ingerir ovos viáveis de Taenia através de água e alimentos contaminados. Após atravessar a mucosa gástrica o embrião atinge a corrente sanguínea alcançando diversos tecidos inclusive o cérebro, onde se desenvolve a cisticerco. No cérebro causa a neurocisticercose, forma mais grave da doença. A sorologia para cisticercose é utilizada na detecção de anticorpos IgG contra Taenia solium e seus cisticercos, esses anticorpos são formados pela reação do sistema imunitário após uma infecção. O teste é realizado em casos de suspeita de infecção ou para o esclarecimento do estado imune do paciente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Existem dois diferentes distúrbios do metabolismo da cistina que
apresentam manifestações renais. Ambos são herdados, sendo um o defeito no
transporte tubular renal de aminoácidos (cistinúria) e o outro um erro inato no
metabolismo (cistinose). Um forte odor de enxofre pode estar presente na urina
nos distúrbios do metabolismo da cistina.
A cistinúria é marcada por elevada quantidade do aminoácido cistina na urina. A
presença do aumento da cistina urinária não se deve a um aumento no metabolismo
da cistina, mas sim à incapacidade dos túbulos renais para reabsorver a cistina
filtrada pelo glomérulo. A demonstração de que não só a cistina, mas também a
lisina, arginina e orinitina não são reabsorvidas exclui a possibilidade
de erro no metabolismo, ainda que seja uma condição herdada.
A cistinose é considerado como um verdadeiro EIM, que pode ocorrer em três
variações, que vão de uma enfermidade mortal desenvolvida na infância até uma
forma benigna que aparece na vida adulta. A doença tem duas categorias gerais,
denominadas nefropática e não nefropática. Na cistinose nefropática há
progressão para insuficiência renal total. Transplante renal e uso de
medicações que reduzem a concentração da cistina para evitar o acúmulo de
cistina em outros tecidos prolongam a vida. Cistinose não nefropática é
relativamente benigna, mas pode causar algumas doenças oculares. O diagnóstico
laboratorial inclui a análise do sedimento urinário na primeira urina da manhã,
pesquisa dos cristais hexagonais de cistina e cromatografia de
aminoácidos.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: O estudo da citologia nasal é utilizado para orientar a distinção de
rinopatias inflamatórias e não inflamatórias, distinguir entre rinite alérgica,
não-alérgica e infecciosa, distinguir entre infecção viral e bacteriana,
acompanhar a evolução de uma doença e a resposta ao seu tratamento. A medida
das alterações na citologia nasal pode também garantir informação confiável
sobre outras partes menos acessíveis do sistema respiratório, pois as mucosas
das vias aéreas superiores e inferiores, como também das cavidades paranasais,
podem estar acometidas na doença. Rinites são as enfermidades que mais
frequentemente acometem o ser humano. Entre elas destacam-se a rinite alérgica
e a rinite da infecção das vias aéreas superiores (IVAS). Surpreendentemente,
não existem recursos objetivos para o seu diagnóstico, para quantificar o
processo inflamatório subjacente ou monitorizar a resposta à terapêutica
Instruções:
- Medicação: Não utilizar medicação tópica 24 horas antes da coleta do material.
Descrição: O Citomegalovírus (CMV) pertence à família do herpesvírus. A infecção primária na maioria dos indivíduos permanece assintomática, mas em alguns casos é possível observar sintomas semelhantes à mononucleose infecciosa, que consiste em febre aguda com acentuada linfocitose e atipia linfocitária em 10% das células. Em pacientes imunodeprimidos e neonatos pode causar infecções sistêmicas graves. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia. A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da CMV aguda ou recente.
Instruções:
- Aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Citomegalovírus (CMV) pertencente à família Herpesviridae, pode ser
transmitido através do sangue, fluídos corporais ou órgãos transplantados sendo
hoje considerado o agente de maior importância em infecções congênitas no
homem. O vírus está presente na maior parte da população sem morbidade
significante em indivíduos imunocompetentes. No entanto, este risco é aumentado
na presença de imunossupressão, como por exemplo em transplantados e infectados
pelo HIV. Para estes casos, o monitoramento dos níveis virais é fundamental
para diferenciar a infecção da doença ativa. Este teste também pode confirmar
infecções no recém-nascido nas três primeiras semanas de vida. O teste
qualitativo é utilizado quando há a suspeita de infeccção ativa ou prévia pelo
CMV.
Instruções:
Descrição: O Citomegalovírus (CMV) pertence à família do herpesvírus. A infecção primária na maioria dos indivíduos permanece assintomática, mas em alguns casos é possível observar sintomas semelhantes à mononucleose infecciosa, que consiste em febre aguda com acentuada linfocitose e atipia linfocitária em 10% das células. Em pacientes imunodeprimidos e neonatos pode causar infecções sistêmicas graves. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia. A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da CMV aguda ou recente. Em alguns pacientes, é possível a detecção de IgM anti-CMV até 2 anos após a infecção primária. Esta característica dificulta o diagnóstico de infecção primária, pois deixa o clínico na dúvida se a IgM é oriunda da infecção recente ou é apenas uma IgM residual. Dessa forma, a alternativa para resolver a questão é o imunoensaio de avidez da IgG, uma vez que, até os três primeiros meses após a infecção primária, as IgG produzidas apresentam uma baixa avidez ao reagir com os antígenos do CMV. Assim, a detecção de IgG antiCMV de baixa avidez evidencia uma infecção recente. Caso seja detectada IgG anti-CMV de alta avidez, em concomitância com a IgM anti-CMV, fica caracterizada uma infecção de longo prazo com a presença de IgM residual.
Instruções:
- Aconselhável de 4 horas.
Descrição: Exame utilizado para o diagnóstico d einfecção pelo citomegalovírus (CMV), membro do grupo dos beta-herpesvírus. Assim como outros herpesvirus, o CMV está associado com infecção persistente, latente e recorrente (reativação de vírus latente), uma vez que permanece latente em monócitos, células progenitoras granulócitos-monócitos e talvez outros tipos celulares. Indicação: Diagnóstico de infecção agura, infecção recorrente ou reinfecção por CMV. Interpretação clínica: IgM positiva sugere infecção primária, porém já foram observadas IgM específica persistentes até 18 meses após a infecção primária. Amostras coletadas numa fase muito precoce podem não conter quantidade detectável de anticorpos IgM; nestes casos o exame deverá ser repetido após 7 dias de evolução. Durante a reativação do CMV pode não ser detectada a IgM. Em recém nascidos, pode-se observar IgM falso positivo devido à transferência materna de anticorpos. Quanto ao IgG, na fase aguda detecta-se estes anticorpos a partir de uma semana do início dos sintomas. Em casos de suspeita clínica de doença aguda, com IgG negativa o exame deve ser repetido após 10 a 14 dias do primeiro resultado. Aumentos significativos de anticorpos Ig G sugerem, mas não comprovam reativação de infecção. A positividade destes anticorpos também não garante proteção contra a doença, pois o CMV se caracteriza pela possibilidade de reinfecção por vírus exógenos ou reativação de vírus latente. Valores positivos de IgG também podem indicar infecção passada.
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico
Descrição: Exame utilizado para o diagnóstico d einfecção pelo citomegalovírus (CMV), membro do grupo dos beta-herpesvírus. Assim como outros herpesvirus, o CMV está associado com infecção persistente, latente e recorrente (reativação de vírus latente), uma vez que permanece latente em monócitos, células progenitoras granulócitos-monócitos e talvez outros tipos celulares. Indicação: Diagnóstico de infecção agura, infecção recorrente ou reinfecção por CMV. Interpretação clínica: IgM positiva sugere infecção primária, porém já foram observadas IgM específica persistentes até 18 meses após a infecção primária. Amostras coletadas numa fase muito precoce podem não conter quantidade detectável de anticorpos IgM; nestes casos o exame deverá ser repetido após 7 dias de evolução. Durante a reativação do CMV pode não ser detectada a IgM. Em recém nascidos, pode-se observar IgM falso positivo devido à transferência materna de anticorpos. Quanto ao IgG, na fase aguda detecta-se estes anticorpos a partir de uma semana do início dos sintomas. Em casos de suspeita clínica de doença aguda, com IgG negativa o exame deve ser repetido após 10 a 14 dias do primeiro resultado. Aumentos significativos de anticorpos Ig G sugerem, mas não comprovam reativação de infecção. A positividade destes anticorpos também não garante proteção contra a doença, pois o CMV se caracteriza pela possibilidade de reinfecção por vírus exógenos ou reativação de vírus latente. Valores positivos de IgG também podem indicar infecção passada.
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico
Descrição: O Citomegalovírus (CMV) pertencente à família Herpesviridae, pode ser
transmitido através do sangue, fluídos corporais ou órgãos transplantados sendo
hoje considerado o agente de maior importância em infecções congênitas no
homem. O vírus está presente na maior parte da população sem morbidade
significante em indivíduos imunocompetentes. No entanto, este risco é aumentado
na presença de imunossupressão, como por exemplo em transplantados e infectados
pelo HIV. Para estes casos, o monitoramento dos níveis virais é fundamental
para diferenciar a infecção da doença ativa. Este teste também pode confirmar
infecções no recém-nascido nas três primeiras semanas de vida. O teste
qualitativo é utilizado quando há a suspeita de infeccção ativa ou prévia pelo
CMV.
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico
Descrição: Os anticorpos Anticorpos anti-citosol hepático tipo 1 são detectados na hepatite auto-imune tipo 2. O exame detecta Auto-anticorpos anti-citosol hepático tipo 1.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O ácido cítrico previne a formação de cálculos renais uma vez que forma complexos solúveis com o cálcio, diminuindo o cálcio livre. Nos casos em que seus níveis estão diminuídos, hipocitratúria, são verificados em 20-40% dos pacientes formadores de cálculos, seja como distúrbio isolado ou em combinação com outras anormalidades metabólicas. A hipocitratúria pode ser idiopática ou secundária a doença sistêmica como acidose tubular renal, doença diarréica crônica, acidose metabólica, hipocalemia e hipomagnesemia. O citrato administrado via oral leva a um aumento na reabsorção tubular renal de cálcio, promovendo hipocalciúria. A elevação do pH urinário, que acompanha a administração de citrato, aumenta a solubilização do ácido úrico. A suplementação de citrato reduz a taxa de formação de novos cálculos e o crescimento dos cálculos já existentes.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Outros: Não fazer esforço físico durante a coleta.
Descrição: Define-se clearance (depuração) como o volume mínimo de plasma sanguíneo que contém a quantidade total de determinada substância excretada na urina em 1 minuto. Valores baixos de clearance de creatinina são indicadores de redução da taxa de filtração glomerular. Ocorrem em choque, hipovolemia, drogas nefróticas, nefropatias agudas e crônicas, hipertensão maligna, eclampsia, pielonefrite, nefrosclerose hipertensiva, rins policísticos. Valores aumentados ocorrem em diabetes mellitus, hipertireoidismo, acromegalia.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
- Outros: Informar ao laboratório dados precisos referentes ao peso, altura do paciente e volume urinário referente às 24 horas.
Descrição: Define-se clearance (depuração) como o volume mínimo de plasma sanguíneo que contém a quantidade total de determinada substância excretada na urina em 1 minuto. Valores diminuídos de clearance de ureia ocorrem em: choque, hipovolemina, drogas nefróticas, nefropatias agudas e crônicas, hipertensão maligna, eclampsia, pielonefrite, nefrosclerose hipertensiva, rins policísticos. Valores aumentados ocorrem em: diabetes mellitus incipiente, hipertireoidismo, acromegalia.
Instruções:
- Dados: Informar o volume da diurese, peso e altura.
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: O clonazepam é um derivado benzodiazepínico, utilizado como anticonvulsivante, síndrome do pânico, transtorno bipolar e crises de ansiedade. Mais de 80% do clonazepam encontrado no soro está ligado a proteínas, e seu metabolismo é hepático, com excreção urinária. A sua quantificação é realizada para auxiliar o médico a estabelecer a dosagem ideal para cada tipo de paciente individualmente, por isso ao realizar o exame é necessário informar dosagem, medicamentos em uso, dia e hora da última dose.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O cloro atua juntamente com o sódio na manutenção da distribuição da água no organismo, da neutralidade elétrica e da pressão osmótica. A hipocloremia ocorre em casos de alcalose metabólica, acidose metabólica, insuficiência adrenal, nefropatias, perda gastrointestinal de bicarbonato (falta de ingestão de sal, diarreia intensa, drenagem gástrica ou vômito prolongado), hiperaldosteronismo primário e queimaduras. Valores aumentados (hipercloremia) estão geralmente associados a casos de aumento de sódio no organismo. Ocorrem na acidose metabólica, desidratação, acidose tubular renal, insuficiência renal aguda, diabetes insípido.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Utilizado na identificação de alcaloses cloro-responsivas, o cloreto urinário avalia o metabolismo hidro-salino e a atividade de medicamentos diuréticos.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: O Clostridium difficile é um bacilo anaeróbio formador de esporos e gram-positivo, sendo um importante causa de diarreia e colite associadas aos antibióticos. Trata-se do agente causador da maioria dos casos de colite pseudomembranosa. A Doença associada a Clostridium difficile (CDAD) pode variar desde a diarreia não complicada até à sepse ou mesmo a morte. O C. difficile é reconhecido como a causa primária de colite adquirida no hospital em pacientes colonizados por C. difficile que recebem antibióticos, quimioterapia ou outros fármacos que alteram a flora normal e que permitem sua proliferação. A infecção por C. difficile consiste numa doença predominantemente transmitida por práticas de higiene deficientes pelos técnicos de saúde, sendo as epidemias hospitalares bastante frequentes. A forma primária de transmissão se dá através da via fecal-oral mediante ingestão das bactérias ou de esporos bacterianos a partir das superfícies contaminadas. Os principais fatores de virulência para CDAD consistem na toxina A (TcdA) e toxina B (TcdB). A toxina A é um enterotoxina potente e a toxina B é uma citotoxina extremamente potente que provoca lesão da mucosa intestinal. Quando as duas toxinas se ligam à superfície das células epiteliais intestinais e entram na célula mediante endocitose, têm por alvo as proteínas reguladoras da GTPase celular através de uma glicosilação irreversível, provocando a inativação permanente das vias essenciais de sinalização celular.
Instruções:
- Medicação: Usar laxativos somente quando houver orientação médica.
- Outros: Evitar o uso de antiácidos e de contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 72 horas antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Descrição: O uso primário desta medicação é para o tratamento de sintomas agudos e crônicos da Esquizofrenia. A Clozapina tem sido efetiva também em outros transtornos psicóticos, incluindo psicose em Doença de Parkinson, Transtorno Bipolar e Transtornos Cerebrais Orgânicos. A dosagem de clozapina permite avaliar a adesão ao tratamento e detectar níveis tóxicos. Os principais efeitos colaterais são crises epilépticas e agranulocitose, que necessita ser constantemente monitorada, portanto a realização de exames de hemograma é também importante.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Exame realizado visando avaliar toxicidade pelo cobalto. Também é utilizado na cobaltoterapia em substituição ao rádio no tratamento de alguns tipos de câncer.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O cobalto é um elemento essencial. Do cobalto absorvido diariamente, cerca de 86% é excretado na urina e 14% nas fezes. Sua absorção é regida por mecanismos similares aos do ferro, com quem compete, inibindo sua absorção. Sua toxicidade é relativamente baixa, podendo haver sintomas irritativos e alérgicos após sua inalação. Em toxicidade crônica, podem ocorrer patologias pulmonares, alergias, irritações gastrointestinais, náusea, miocardiopatia, insuficiência renal, displasias de medula óssea e lesão tireoidiana. Níveis alterados tendem a retornar a níveis normais em torno de 7-10 dias após a exposição.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O cobalto é um elemento essencial. Do cobalto absorvido diariamente, cerca de 86% é excretado na urina e 14% nas fezes. Sua absorção é regida por mecanismos similares aos do ferro, com quem compete, inibindo sua absorção. Sua toxicidade é relativamente baixa, podendo haver sintomas irritativos e alérgicos após sua inalação. Em toxicidade crônica, podem ocorrer patologias pulmonares, alergias, irritações gastrointestinais, náusea, miocardiopatia, insuficiência renal, displasias de medula óssea e lesão tireoidiana. Níveis alterados tendem a retornar a níveis normais em torno de 7-10 dias após a exposição.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O cobre é um elemento essencial para a síntese de hemoglobina, colágeno e melanina e compõem muitas metalo-enzimas. É transportado pela ceruloplasmina. A deficiência de cobre em crianças é encontrada na prematuridade, má absorção, desnutrição e diarreia crônica. Acontece também na Síndrome de Menkes e Doença de Wison. A deficiência de cobre no organismo é caracterizada pela redução do crescimento, anemia microcítica hipocrômica e redução da pigmentação da pele. Valores aumentados são em geral decorrentes de intoxicação que é caracterizada por náuseas, vômitos, queimaduras epigástricas, diarreia, icterícia, hemólise, necrose hepática, sangramento digestório e falência renal. Podem também ocorrer em hemocromatose, hipertireoidismo, hemopatias malignas, colagenoses.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Carbamazepina, estrógenos, contraceptivos orais, fenobarbital, fenitoína.
- Dieta: Evitar a ingestão de sais de cobre (frutos do mar, gérmen de trigo, carne vermelha e oleaginosas).
Descrição: O cobre é um elemento essencial para a síntese de hemoglobina, colágeno e melanina e compõem muitas metalo-enzimas. É transportado pela ceruloplasmina. A deficiência de cobre em crianças é encontrada na prematuridade, má absorção, desnutrição e diarreia crônica. Acontece também na Síndrome de Menkes e Doença de Wison. A deficiência de cobre no organismo é caracterizada pela redução do crescimento, anemia microcítica hipocrômica e redução da pigmentação da pele. Valores aumentados são em geral decorrentes de intoxicação que é caracterizada por náuseas, vômitos, queimaduras epigástricas, diarreia, icterícia, hemólise, necrose hepática, sangramento digestório e falência renal. Podem também ocorrer em hemocromatose, hipertireoidismo, hemopatias malignas, colagenoses.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O cobre é um elemento essencial para a síntese de hemoglobina, colágeno e melanina e compõem muitas metalo-enzimas. É transportado pela ceruloplasmina. A deficiência de cobre em crianças é encontrada na prematuridade, má absorção, desnutrição e diarreia crônica. Acontece também na Síndrome de Menkes e Doença de Wilson. A deficiência de cobre no organismo é caracterizada pela redução do crescimento, anemia microcítica hipocrômica e redução da pigmentação da pele. Valores aumentados são em geral decorrentes de intoxicação que é caracterizada por náuseas, vômitos, queimaduras epigástricas, diarréia, icterícia, hemólise, necrose hepática, sangramento digestório e falência renal. Podem também ocorrer em hemocromatose, hipertireoidismo, hemopatias malignas, colagenoses.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A cocaína é um estimulante potente, de origem natural, do sistema nervoso central e um anestésico local obtido a partir das folhas da planta Erythroxylon coca. Como droga de abuso, pode ser auto-administrada de diversas formas. O cloridrato de cocaína é solúvel em água e pode ser administrado por via nasal ou intravenosa. A base livre da cocaína (crack) é frequentemente fumada devido ao fato de não ser solúvel em água e de vaporizar a baixa temperatura. A cocaína crack é extremamente viciante devido à rapidez do desencadeamento e do desaparecimento do seu efeito desejado. A cocaína é rapidamente absorvida através das membranas mucosas e do sangue, especialmente quando fumada. Os padrões da taxa de excreção variam de indivíduo para indivíduo e conforme o modo de administração. A cocaína é metabolizada principalmente no fígado em diversos metabolitos farmacologicamente inativos. A benzoilecgonina pode ser detectada na urina menos de 4 horas após a administração. Aproximadamente 85-90% de uma dose de cocaína é recuperada na urina no espaço de 24 horas como cocaína (1-9%), benzoilecgonina (35-54%) e éstermetílico de ecgonina (32-49%).
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A coenzima Q10 é um co-fator lipossolúvel, presente nas vias metabólicas e essencial para a produção de energia e para o funcionamento adequado do sistema de oxidação mitocondrial.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O cofator II da heparina é um inibidor da trombina. O Cofactor II da heparina (HCII) é uma glicoproteína do plasma humano que inativa rapidamente a trombina na presença de sulfato de dermatano. Níveis reduzidos de HCII foram detectados em diferentes condições clínicas, como insuficiência hepática, coagulação intravascular disseminada, talassemia, anemia falciforme. Aumento dos níveis fisiológicos foram encontrados em mulheres grávidas e contracepção oral. A inibição da trombina do HCII possivelmente ocorre em locais extravasculares onde o sulfato de dermatano está presente. A atividade do HCII seria importante na regulação da cicatrização de feridas, inflamação ou desenvolvimento neuronal. Observou-se que a deficiência de CHII está associada a fenômenos trombóticos recorrentes, sendo provável que o HCII iniba a trombina no espaço extra vascular e esteja relacionado à regulação de processos inflamatórios e reparo tecidual.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O HDL (lipoproteína de densidade alta) faz o transporte reverso do colesterol, transportando-o dos tecidos para o fígado, onde será metabolizado. A prevalência das doenças vasculares é maior em pacientes que apresentam níveis baixos de HDL. Níveis reduzidos estão presentes na arteriosclerose, diabetes melito, doença de Tangier, doença renal, hepatopatia, hipercolesterolemia, hiperlipoproteinemia tipo IV, hipertrigliceridemia, hipolipoproteinemia, após infarto do miorcardio, obesidade, fumo, sedentarismo. Valores muito elevados podem indicar alcoolismo, cirrose biliar, hepatite crônica, hiperalfalipoproteinemia familiar.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 horas.
Descrição: É a lipoproteína que faz o transporte do colesterol para os tecidos, onde ele exerce uma função fisiológica, como por exemplo, a síntese de esteroides. Sua concentração em relação direta com o aumento do risco de aterosclerose. Valores aumentados: doença arterial coronária, hipercolesterolemia familiar, hiperlipidemia familiar combinada, apoproteina B familiar defeituosa, hipotireoidismom hipopituitarismo, síndrome nefrótica. Valores diminuídos: disbetalipoproteinemia, abetalipoproteinemia, má nutrição, crianças.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 horas.
- Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.
Descrição: O colesterol é sintetizado de modo permanente em todo o organismo e é um componente essencial das membranas das células e lipoproteínas, além de ser um precursor para a síntese de hormônios esteróides e ácidos biliares. O colesterol é, sobretudo, transportado em duas classes de lipoproteínas (LDL e HDL), as quais desempenham um papel contraditório na patogênese das perturbações lipídicas. É o principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 horas.
Descrição: O VLDL (do inglês very low density lipoprotein, lipoproteínas de muito baixa densidade) é uma subclasse de lipoproteína. O VLDL é fabricado no fígado a partir de colesterol e apolipoproteínas. Na corrente sanguínea o colesterol VLDL é convertido em LDL. O VLDL transporta produtos endógenos como triglicerídeos, fosfolipídios, colesterol e ésteres de colesterol. A função do VLDL no organismo é o transporte interno para lipídeos. Valores séricos aumentados de VLDL são indicativos de risco de aterosclerose
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 horas.
- Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.
Descrição: Existem duas formas de colinesterase. A Acetilcolinesterase ou colinesterase I é a responsável pela hidrólise da acetilcolina nas terminações nervosas para mediar a transmissão do impulso nervoso através da sinapse. Estão presente nos eritrócitos, baço, pulmões e terminações nervosas. A pseudocolinesterase ou colinesterase II é encontrada no fígado e no soro. É responsável pela hidrólise de ésteres não colina e também da acetilcolina (inativando-a). Valores aumentados estão presentes no alcoolismo, câncer de mama, síndrome nefrótica, obesidade, hiperlipoproteinemia do tipo IV e psicose. Valores reduzidos ocorrem em anemias, dermatomiosite, desnutrição, doença renal crônica, embolia pulmonar, gravidez tardia, intoxicação por inseticidas organofosforados, anticoncepcionais orais, estrogênios e doenças hepáticas parenquimatosas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Também conhecido como colinesterase verdadeira. Sua dosagem é utilizada para controle biológico de exposição à organofosforados e carbamatos onde se encontram diminuídas. Outras condições podem cursar com diminuição da colinesterase eritrocitária: hemoglobinúria paroxística noturna e anemia megaloblastica. O aumento da colinesterase é encontrado em Talassemia, esferocitose, hemoglobina SS e anemias hemolíticas adquiridas.
Instruções:
- A amostra pode ser coletada em qualquer dia e horário, desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas últimas 4 (quatro) semanas sem afastamento maior que 4 (quatro) dias.
Descrição: Existem duas formas de colinesterase. A Acetilcolinesterase ou colinesterase I é a responsável pela hidrólise da acetilcolina nas terminações nervosas para mediar a transmissão do impulso nervoso através da sinapse. Estão presente nos eritrócitos, baço, pulmões e terminações nervosas. A pseudocolinesterase ou colinesterase II é encontrada no fígado e no soro. É responsável pela hidrólise de ésteres não colina e também da acetilcolina (inativando-a). Valores aumentados estão presentes no alcoolismo, câncer de mama, síndrome nefrótica, obesidade, hiperlipoproteinemia do tipo IV e psicose. Valores reduzidos ocorrem em anemias, dermatomiosite, desnutrição, doença renal crônica, embolia pulmonar, gravidez tardia, intoxicação por inseticidas organofosforados, anticoncepcionais orais, estrogênios e doenças hepáticas parenquimatosas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Sistema Complemento é composto por proteínas de membrana plasmática e solúveis no sangue e participam das defesas inatas (natural) e adquiridas (memória). Essas proteínas reagem entre elas para opsonizar os patógenos e induzir uma série de respostas inflamatórias que auxiliam no combate à infecção. A deficiência congênita do componente C5 é considerada uma entidade clínica bastante rara. Está associada à predisposição a infecções recorrentes, doenças autoimunes e podem estar associadas a esta deficiência. A função de C5 pode ser medida usando-se hemácias de carneiro sensibilizadas. A deficiência congênita está associada a infecções de repetição (frequentemente por Neisseria meningitidis) e sintomas de LES. A deficiência por consumo de complemento é devida a infecções bacterianas, trauma, queimaduras, doenças hepáticas, uremia ou terapia esteroide com altas doses.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A dosagem do C1q é utilizada para a detecção de deficiência ou consumo de C1q e avaliação da via clássica do complemento. Encontra-se diminuída em doenças autoimunes (lupus eritematoso sistêmico em atividade, vasculites urticariformes, crioglobulinemias, etc.), processos infecciosos, hipogamaglobulinemia associada ao X, e imunodeficiência severa combinada. Uma limitação do exame é o fato de sua detecção poder ser encontrada sem que isso signifique processo de doença. Embora rara, é possível a ocorrência de deficiência genética do C1q.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A dosagem do complemento C2 possui grande importância, pois sua diminuição está relacionada à suscetibilidade à infecções, como o Lúpus Eritematoso Sistêmico, artralgia e nefrite. A diminuição de C2 ocorre nas doenças associadas a imunocomplexos, sendo sua dosagem útil na avaliação da ativação da via clássica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O sistema do complemento é parte integrante da defesa imunitária antígeno-inespecífica e pode ser ativado por duas vias reacionais: a via clássica, desencadeada, sobretudo por imunocomplexos ligados às células, e pela via alternativa, ativada, sobretudo por corpos estranhos, tais como os micro-organismos. O componente complementar C4 é exclusiva da via clássica. A quantificação de C4 é utilizada para avaliação de indivíduos com suspeita de deficiência congênita deste fator e de patologias que evoluam com a ativação da via clássica do complemento. Componentes do complemento reage como proteína da fase aguda, podendo por isso apresentar concentrações aumentadas nas doenças inflamatórias.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O sistema do complemento é parte integrante da defesa imunitária antígeno-inespecífica e pode ser ativado por duas vias reacionais: a via clássica, desencadeada, sobretudo por imunocomplexos ligados às células, e pela via alternativa, ativada, sobretudo por corpos estranhos, tais como os micro-organismos.Esse sistema é composto por uma série de proteínas em circulação no sangue que servem como mediadoras da reação inflamatória. O C3 inclui cerca de 70% das proteínas totais do sistema de complementos, e é central para a ativação tanto da via clássica quanto da via alternativa. As medições dessa proteína ajudam no diagnóstico de distúrbios imunológicos, especialmente aqueles associados com deficiências de componentes de complementos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A determinação de proteínas do complemento ou da sua atividade é utilizada para indicar se o sistema do complemento foi ativado por um mecanismo imunológico e/ou patogênico. A medição do CH50 é utilizada para avaliar pacientes quando se suspeita de uma doença ativadora do complemento ou para a pesquisa de uma deficiência hereditária. As proteínas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infecciosos (resposta inflamatória de fase aguda.) e diminuem ou estão ausentes no hipercatabolismo, deficiência hereditária ou consumo por formação de imunocomplexos (glomerulonefrites, lupus eritematoso sistêmico, artrite reumatóide).
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Desoxicortisol é um esteroíde de origem adrenal, precursor do cortisol, pela ação enzimática da 11-beta-hidroxilase. Níveis séricos elevados de 11-desoxicortisol podem indicar defeito na enzima 11-beta-hidroxilase, servindo como marcador para o diagnóstico. Os sintomas associados à esta condição são hipertensão arterial, secreção aumentada de andrógenos e consequentemente virilização do organismo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hematúria é a presença de sangue na urina, em concentrações maiores do que a normalidade. É um sinal de possíveis doenças renais, podendo ser classificada em microscópicas ou macroscópicas. Quando encontrado valores superiores a 5.000/mL é caracterizado a hematúria microscópica. Já a macroscópica é reconhecida a olho nu pela cor vermelha ou marrom na urina, alguns pigmentos podem alterar a cor da urina e dar uma falsa impressão de hematúria como a beterraba, páprica e ruibarbo. Qualquer hematúria deve ser investigada, independente da intensidade, pois geralmente a intensidade não é proporcional à gravidade da doença. Como as causas de sangramento urinário são muitas, procura-se identificar inicialmente aquelas mais simples e mais frequentes como: Infecção urinária, cálculo urinário, traumatismo renal, glomerulonefrites, nefrites hereditárias e rins policísticos, além de tumores nos rins, bexiga ou próstata.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: As plaquetas são fragmentos de células produzidas na medula óssea fundamentais para o processo de coagulação sanguínea. Sua análise baseia-se na avaliação quantitativa e morfológica das plaquetas. Exame útil na avaliação da hemostasia, monitoramento do tratamento de leucemias e púrpuras, acompanhamento de tromboses e trombocitopenias.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: O teste é utilizado para o diagnóstico de anemia autoimune, pois quando positivo, confirma que o anticorpo foi fixado a hemácea do paciente. Auxilia também no diagnóstico diferencial da anemia hemolítica, causada por alterações da hemoglobina ou destruição de hemaceas, anemia hemolitica do recém-nato e nas anemias induzidas por drogas. O teste possui uma alta sensibilidade, porém, um resultado negativo não exclui a presença de anticorpos ligados à hemáceas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O teste permite a identificação de anticorpos anti eritrocitários no soro do paciente, e tem a importância na avaliação de gestantes com sorotipo Rh (-), nas fases pré e pós transfusionais, especialmente em pacientes que já passaram por transfusões, onde pode ter ocorrido sensibilização para Rh e outros sistemas. O teste identifica diferentes anticorpos, de acordo com a fase do teste que apresentou positividade. A ocorrência de aglutinação durante qualquer etapa do teste indica a possibilidade da presença de anticorpos irregulares.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O conhecimento do patógeno causador de gastroenterite pode elucidar melhor a fonte de contaminação e direcionar o tratamento da diarreia, bem como a implantação de medidas preventivas para bloquear a cadeia de transmissão de enteropatógenos. É considerado somente o desenvolvimento de bactérias patogênicas na amostra analisada.
Instruções:
- Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo e seco.
Descrição: O estudo coprológico das fezes visa o estudo das funções digestivas, abrangendo provas de digestibilidade macro, microscópica e exame químico, cujos resultados permitem estabelecer determinadas síndromes coprológicas. A principal função do trato alimentar é garantir ao organismo o suprimento de água, eletrólitos e nutrientes. O alimento deve ser conduzido ao longo do tubo digestivo a uma velocidade apropriada para que as funções digestivas e absortivas se realizem.
Instruções:
- Nos dias que precederem a coleta do material, não utilizar medicamentos como antiácidos, antiespasmódicos, laxantes, antiflatulentos ou enzimas digestivas, antiinflamatórios, corticóides, aspirina, compostos de ferro e vitamina C, sem orientação médica.
Descrição: A pesquisa de coproporfirina relaciona-se com a patologia denominada porfiria, onde se verificam problemas com enzimas específicas na biossíntese do HEME. As porfirias são doenças relativamente raras ligadas a uma única sequência fisiológica, a produção do HEME, com manifestações muito variadas e de difícil diagnóstico. As porfirias constituem um grupo de doenças geralmente hereditárias, devido às alterações durante o processo de formação das porfirinas. As três porfirinas de importância clínica são: protoporfirina, uroporfirina e coproporfirina. A protoporfirina está amplamente distribuída pelo corpo e desempenha a função de precursor do grupo heme na composição da hemoglobina e mioglobina, bem como da catalase e dos citocromos. A uroporfirina e a coproporfirina, que são precursoras da protoporfirina, são normalmente excretadas em pequenas quantidades pelas fezes e urina. Os eritrócitos contêm pequena concentração de protoporfirina e coproporfirina. A coproporfirina pode estar aumentada em porfiria ALAD, porfiria variegata, Coproporfirina hereditária e na porfiria Aguda Intermitente. As coproporfirinas também podem aumentar na intoxicação por chumbo.
Descrição: A pesquisa de coproporfirina relaciona-se com a patologia denominada Porfiria, onde se verificam problemas com enzimas específicas na biossíntese do HEME. As porfirias são doenças relativamente raras ligadas a uma única seqüência fisiológica, a produção da heme, com manifestações muito variadas e de difícil diagnóstico. As porfirias constituem um grupo de doenças geralmente hereditárias, devido às alterações durante o processo de formação das porfirinas. As três porfirinas de importância clínica são: protoporfirina, uroporfirina e coproporfirina. A protoporfirina está amplamente distribuída pelo corpo e desempenha a função de precursor do grupo heme na composição da hemoglobina e mioglobina, bem como da catalase e dos citocromos. A uroporfirina e a coproporfirina, que são precursoras da protoporfirina, são normalmente excretadas em pequenas quantidades pelas fezes e urina. Os eritrócitos contêm pequena concentração de protoporfirina e coproporfirina. A coproporfirina pode estar aumentada em Porfiria ALAD, Porfiria variegata, Coproporfirina hereditária e na Porfiria Aguda Intermitente. As coproporfirinas também podem aumentar na intoxicação por chumbo.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: O ensaio Elecsys anti-SARS-CoV-2 foi desenvolvido para detectar anticorpos totais contra a proteína N (nucleocapsídeo) do SARS-CoV-2, de pacientes com sinais e sintomas suspeitos de COVID-19 ou em indivíduos que possam ter sido infectados previamente pelo SARS-CoV-2. Define-se COVID-19 como a doença causada pelo novo coronavírus designado agora SARS-CoV-2 (síndrome respiratória aguda grave causada pelo coronavírus 2), primeiramente identificada em dezembro de 2019 durante um surto de doenças respiratórias na China. Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febres, cansaço e tosse seca, podendo evoluir para quadros com pneumonia, dificuldade respiratória grave e óbito. O sistema imune do hospedeiro reage à infecção pelo SARS-CoV-2 produzindo anticorpos específicos. A pesquisa de anticorpos totais por este método utiliza o princípio de duplo antígeno para realizar a captura conjunta de todas as classes de imunoglobulinas anti-SARS-CoV-2 num único ensaio, privilegiando aquelas de elevada afinidade e desta forma garantindo alta especificidade ao método, de 98,1%. A sensibilidade deste teste é de 65,5% entre 0 e 6 dias após a confirmação da doença, 88,1% entre 7 e 13 dias e 100% para 14 dias ou mais. A detecção de anticorpos totais em indivíduos normais, sem nenhuma apresentação clínica atual, ou que apresentaram quadro clínico sugestivo de COVID-19 há pelo menos duas semanas atrás, indica exposição prévia ao vírus e possível desenvolvimento de imunidade protetora.
Instruções:
- Aconselhável de 4 horas.
Descrição: O coronavírus 2019 (2019-nCoV) é um novo vírus que causa doenças respiratórias em humanos e pode se espalhar de pessoa para pessoa. Este vírus foi identificado pela primeira vez durante uma investigação sobre um surto de doença respiratória em Wuhan, China. O Coronavírus Covid-19 é uma doença altamente contagiosa de natureza viral grave, transmitida por via respiratória (gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos). Os sintomas do Covid-19 são febres, tosse e dificuldade para respirar. O período de incubação da COVID-19 varia de 1 a 14 dias, com a maioria dos casos manifestando-se dentro de 3 a 5 dias. Anticorpos IgG específicos contra o SARS-CoV-2 são detectáveis em pacientes com COVID-19 durante a fase sintomática da doença depois que o RNA não é mais detectável. A sensibilidade da combinação dos resultados de RNA e de anticorpos foi reportada em > 99%. A persistência de anticorpos IgG permite a identificação de pessoas que foram infectadas no passado, se recuperaram da doença e possivelmente se tornaram imunes. A detecção de IgG e outros testes sorológicos irão desempenhar um papel importante na pesquisa e na vigilância. A sensibilidade deste teste é de 0% para menos de 3 dias após o início dos sintomas, 25% entre 3 e 7 dias, 86,36% de 8 a 13 dias e 100% para 14 dias ou mais. Os estudos clínicos tem mostrado a detecção dos anticorpos IgM em geral a partir de 7 dias após o início dos sintomas, podendo em alguns casos ocorrer em prazos mais longos. Devido a este período de janela imunológica, resultados falso negativos podem ocorrer nos testes realizados em amostras obtidas neste momento. Resultados falsos positivos ocasionados por reações imunológicas cruzadas induzidas por outras condições clínicas também são possíveis, mas ainda não estão bem caracterizados no contexto da COVID-19. Testes sorológicos, não devem ser usados como critério único para o diagnóstico de infecções por 2019-nCoV.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O coronavírus 2019 (2019-nCoV) é um novo vírus que causa doenças respiratórias
altamente contagiosa de natureza viral grave em humanos e pode ser transmitido
de pessoa para pessoa por meio de gotículas de saliva, espirros, tosse, seguido
de contato com a boca, nariz e olhos, ou objetos e superfícies contaminados.
Este vírus foi identificado pela primeira vez durante uma investigação sobre um
surto de doença respiratória em Wuhan, China.
Os sintomas do Covid-19 são febres, tosse e dificuldade para respirar. Para
aumentar a probabilidade de detecção da infecção por 2019-nCoV, recomenda-se a
coleta de amostras biológicas do trato respiratório superior e/ou inferior.
Instruções:
- Evitar o uso de sprays nasais, ou outros medicamentos de uso local no dia da coleta. O paciente deve ser informar ao coletador se houve alimentação em um período inferior há 2 horas devido a possibilidade de regurgitar, porém o jejum não é obrigatório.
Descrição: O cortisol é o principal hormônio glicocorticóide secretado pelo córtex adrenal. Suas funções fisiológicas incluem a regulação do metabolismo de carboidrato e distribuição de água e eletrólitos. O cortisol também tem atividade imunossupressora e antiinflamatória. Em indivíduos normais, os níveis de cortisol são regulados por meio de uma retro-alimentação negativa na qual o córtex adrenal responde a níveis aumentados de hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) aumentando a secreção de cortisol, e a pituitária responde a níveis elevados de cortisol por meio de regulação para diminuição da produção de ACTH. Os níveis plasmáticos de cortisol são maiores durante a manhã, e as concentrações diminuem para cerca da metade até a noite. A gravidez ou tratamento com estrogênio eleva notadamente os níveis de cortisol. Outros estímulos, tal como estresse, também podem causar um aumento na produção de cortisol. Devido ao padrão diurno da secreção, uma avaliação dos níveis de cortisol no soro em um determinado ponto no tempo possui baixo valor diagnóstico. O cortisol é frequentemente medido em conjunto com testes de função dinâmica. Níveis elevados de cortisol estão associados a tumores adrenais, tumores pituitários ou tumores ectópicos que produzem ACTH. Concentrações subnormais de cortisol podem indicar hipofunção generalizada da adrenal ou um defeito no trajeto metabólico para biossíntese de cortisol.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A dosagem do cortisol salivar avalia a fração livre do hormônio. Esta técnica tem se mostrado útil no estudo do ritmo circadiano do cortisol e na avaliação de insuficiência adrenal, nos primeiros dias de vida de recém-nascidos. Adicionalmente, tem sido utilizada para avaliar o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA) em alterações da função cognitiva, em situações de estresse, ansiedade, depressão, síndrome do pânico, na avaliação da privação de sono em pacientes trabalhadores noturnos e naqueles com fadiga crônica. Recentemente, a dosagem de cortisol salivar tem sido empregada no diagnóstico da síndrome de Cushing. Normalmente, a secreção de cortisol mais elevada ocorre na segunda metade da noite, sendo que o pico da produção de cortisol ocorre de manhã cedo. Em seguida, os níveis de cortisol baixam ao longo do dia, atingindo os níveis mais baixos durante a primeira metade da noite. Assim sendo, as variações circadianas da secreção de cortisol têm de ser consideradas nas condições de colheita de amostras na saliva. As amostras de saliva são obtidas por procedimento não invasivo, podendo ser coletadas no ambulatório ou na própria residência do paciente.
Instruções:
- Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.
- Exercícios: Evitar a realização de atividade física.
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Outros: A escovação é permitida até duas horas antes da realização da coleta, evitando que o sangramento gengival interfira na amostra de saliva.
Descrição: A maioria do cortisol plasmático está ligada a proteínas e aproximadamente 1% é secretado intacto na urina. O cortisol urinário normalmente é tido como um reflexo do nível de cortisol plasmático não-ligado (livre), que é biologicamente ativo. Em casos de superprodução de cortisol, a globulina de ligação do cortisol torna-se saturada, tanto que o cortisol plasmático não-ligado aumenta desproporcionalmente, assim como a secreção urinária. A medição de cortisol urinário é um meio sensível de determinação da hiperfunção adrenocortical, como a síndrome de Cushing. O cortisol urinário de coleta de 24 horas representa a integração após um dia inteiro e não é afetado pela variação diurna evidente em níveis de cortisol plasmático.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: A cortisona é util no esclarecimento de casos de hipertensão com baixos níveis de renina.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O teste é um imunoensaio quantitativo para a detecção de anticorpos humanos no soro ou no plasma dirigidos contra a toxina diftérica. O exame é recomendado para a determinação da anti difteria para o controle da vacinação e para a determinação individual para prevenção de reações hiperimune.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Após a entrada da nicotina no organismo é formada a cotinina, portanto, este é um excelente biomarcador para a avaliação da exposição ao tabaco. A exposição crônica ao tabaco eleva o risco de lesões que podem se transformar em câncer, asma e doenças coronarianas, para fumantes ativos. Os fumantes passivos e as crianças também são afetados de forma indireta. As crianças são especialmente sensíveis à cotinina, a qual pode provocar doenças respiratórias.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As infecções virais causadas por herpes são complicações comuns depois
dos transplantes, associadas com alta morbidade e a mortalidade, sendo
importante o diagnóstico precoce para o início do tratamento. Também são
infecções de grande relevância em pacientes portadores de HIV, gestantes, idosos
e pacientes submetidos à imunoterapia para doenças malignas. A principal
característica dos herpesvírus é a habilidade do agente infeccioso de
permanecer em estado latente em um hospedeiro após a infecção preliminar e
serem reativados após imunossupressão. O alto índice de reativação, reinfecção
ou mesmo infecção primária nos grupos de pacientes com imunossupressão pode
causar graves consequências. As infecções por Enterovírus são comuns
principalmente em pacientes pediátricos causando desde quadros de febres até
meningites, miocardites e sepse neonatal.
A infecção por Eritrovírus B19 se associa com eritema infeccioso, artropatia,
infecções persistentes associadas a anemias graves. Em gestantes, pode-se
associar com hidrópsia fetal e aborto espontâneo.
Este painel detecta os seguintes patógenos: Adenovírus, Herpes 1 e 2,
Citomegalovirus, Epstein Barr, Varicela Zoster, Herpes 6, Herpes 7,
Enterovírus, Coxsackievirus, Echovirus, Parechovírus e Parvovírus (Eritrovirus
B19).
Descrição: A creatina é uma proteína produzida naturalmente pelo fígado e rim ou ingerida como proteína na dieta, sendo transportada principalmente para o músculo esquelético e armazenada na forma de fosfato de creatina, onde restaura ATP após contração muscular, antes de ser convertida em creatinina por desidratação não enzimática. A creatinina é filtrada principalmente nos glomérulos, com uma pequena proporção excretada pela secreção tubular ativa. Sua concentração depende da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. Níveis elevados são encontrados nas dietas ricas em proteínas, gravidez, indivíduos com massa muscular elevada, necrose muscular, miopatias, corticoterapia e no hipotireoidismo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A creatinina é um produto metabólico da creatina e fosfocreatina, que se encontram ambos quase exclusivamente nos músculos. Por conseguinte, a produção de creatinina é proporcional à massa muscular e varia pouco de dia para dia. As medições de creatinina são usadas no diagnóstico e tratamento de doenças renais e revelam-se úteis na avaliação da função glomerular dos rins e na monitorização da diálise renal. Todavia, o nível de soro não é sensível a lesões renais prematuras e reponde mais lentamente que a uréia à hemodiálise durante o tratamento da disfunção renal. Tanto a creatinina do soro como a ureia são utilizados para diferenciarem a azotemia (obstrutiva) pré-renal e pós-renal. Um aumento de uréia no soro sem aumento concomitante da creatinina do soro é imprescindível para identificar a azotemia pré-renal. Em condições pós-renais quando existe obstrução do fluxo urinário, ex.: malignidade, nefrolitíase e prostatismo, os níveis de creatinina do plasma e de ureia serão aumentados. A creatinina do soro varia em função da idade, peso corporal e sexo do indivíduo. Por vezes é baixa em indivíduos com massa muscular relativamente reduzida, doentes caquéticos, amputados e em pessoas de idade avançada. Um nível de creatinina do soro que seria habitualmente considerado normal não exclui a presença de um quadro de insuficiência renal.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As medições de creatinina são usadas no diagnóstico e tratamento de doenças renais e revelam-se úteis na avaliação da função glomerular dos rins e na monitorização da diálise renal. Valores altos de creatinina urinária estão presentes na hipertrofia de massa muscular, - Jejum prolongado, distrofia muscular, poliomielite, atrofia muscular ativa, hipertireoidismo, miopatia secundária a corticosteroides, necrose muscular aguda, queimadura de 2° e 3° grau afetando músculos. Valores baixos são encontrados em hipotrofia de massa muscular.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A creatinofosfoquinase (CK), catalisa a fosforilação reversível da creatina por ATP. As medidas de CK são sobretudo utilizadas no diagnóstico e tratamento do infarte do miocárdio, revelando-se também o indicador mais sensível de lesões musculares. A CK aumenta sempre que se verifica necrose ou regeneração muscular sendo, por conseguinte, elevada na maioria das miopatias como é o caso da distrofia muscular de Duchenne e em condições associadas à necrose muscular. A CK total também pode aumentar em doenças do sistema nervoso central, como por exemplo, na Síndrome de Reyes, no qual um aumento de 70 vezes na atividade da CK é indicador da gravidade da encefalopatia.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: A CK-MB está presente em diversos graus no miocárdio e também, mas em menor quantidade, na musculatura esquelética. A atividade da CK aumenta após danos no miocárdio, com um aumento significativo nas frações CK-MM e CK-MB. Em certa medida, o aumento proporcional na fração CK-MB depende da dimensão dos danos no miocárdio e do histórico de danos no miocárdio. As alterações da proporção de CK-MB para CK-MM podem ser utilizadas no diagnóstico de Infarte do miocárdio (IM), onde a proporção atinge um pico num período de 1,5 horas após o IM. A sensibilidade do diagnóstico e a especificidade da avaliação do total de CK para o diagnóstico de um IM podem ser melhoradas determinando a relação do aumento de CK em amostras de série obtidas quando da admissão e 4, 8 e 12 horas após a mesma. Um aumento de 50% por hora durante esse período de tempo permite distinguir um IM agudo da ausência de infarto com uma eficiência global de 94%.No caso de doentes que necessitam de um diagnóstico precoce do infarto do miocárdio, recomendase, para confirmação do diagnóstico, um biomarcador de resultado rápido, como por exemplo, CK-MB, mais um biomarcador que proporcione resultados numa fase posterior, como por exemplo, troponina cardíaca.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição:O exame se refere à dosagem de anticorpos, geralmente IgM dirigidos contra o antígeno I da membrana eritrocitária, que aglutinam hemácias humanas a 4° C, mas não a 37° C. Esta resposta não é específica, mas apresenta-se muito aumentada em infecção por Mycoplasma pneumoniae. O que se observa na infecção pós M. pneumoniae é uma alteração transitória do sistema autoimune hemolítico, o qual é caracterizado por altos títulos de crioaglutininas. Tais anticorpos são dirigidos contra o antígeno I, expresso nos oligossacarídeos, constituindo-se nos receptores para este microplasma na célula. O mecanismo responsável pela visualização da reposta imune contra este antígeno não está bem definido, contudo algumas suposições revelam a constituição do microplasma rica em lipídios, que, complexada com o receptor, serve como adjuvante para o antígeno I adjacente. Títulos de crioaglutininas são um dos primeiros parâmetros patológicos que se alteram durante a fase aguda da doença.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Lactantes: coletar no intervalo das mamadas.
- Outros: Enviar amostras únicas (de soro e sangue) para a realização deste exame.
Descrição: Este exame detecta várias aminoacidopatias existentes, com diferentes características clínicas e patológicas. Dentre elas, alterações neurológicas importantes que resultam em retardos no desenvolvimento neuropsicomotor.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Esta análise é útil para identificar carboidratos simples, como frutose, lactose, xilose, glicose e galactose. É realizada normalmente, quando em análises urinárias são encontradas substâncias redutoras diferentes da glicose. A excreção elevada de determinados glicideos ocorre em condições como galactosemia, frutosemia e intolerância congênita à frutose, sinalizando a presença de desordens do metabolismo dos carboidratos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Cromo é irritante
e corrosivo para pele e mucosas, devido a sua capacidade de desnaturar
proteinas e ácidos nucléicos. A dosagem de cromo na urina é útil na avaliação
de toxicidade decorrente de exposição, geralmente ocupacional. Podem ocorrer
dermatites de contato, eczemas, ulceracões, rinite, asma brônquica e
principalmente o câncer do trato respiratório, uma vez que sua principal via de
absorção é a pulmonar. Os compostos de cromo atingem o trato respiratório nas
formas de vapores, névoas, fumos e poeiras, nos seus diversos estados. O cromo
é transportado pelo sangue para vários órgãos e tecidos, concentrando- se,
especialmente, no fígado, rim, baço e pulmão.
É utilizado nas indústrias
de aço, galvanização, produção de ligas cromo-ferro, curtumes, soldagens,
produção de tinturas e vernizes, máquinas e peças automotivas. A ingestão
resulta em vertigens, dor abdominal, vômitos, anúria, convulsões, choque ou
coma.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio
Descrição: O Cromo é irritante e corrosivo para pele e mucosas, devido a sua capacidade de desnaturar proteinas e ácidos nucléicos. A dosagem de cromo na urina é útil na avaliação de toxicidade decorrente de exposição, geralmente ocupacional. Podem ocorrer dermatites de contato, eczemas, ulceracões, rinite, asma brônquica e principalmente o câncer do trato respiratório, uma vez que sua principal via de absorção é a pulmonar. Os compostos de cromo atingem o trato respiratório nas formas de vapores, névoas, fumos e poeiras, nos seus diversos estados. O cromo é transportado pelo sangue para vários órgãos e tecidos, concentrando- se, especialmente, no fígado, rim, baço e pulmão. É utilizado nas indústrias de aço, galvanização, produção de ligas cromo-ferro, curtumes, soldagens, produção de tinturas e vernizes, máquinas e peças automotivas. A ingestão resulta em vertigens, dor abdominal, vômitos, anúria, convulsões, choque ou coma.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O cromo é um elemento geralmente abundante na crosta terrestre. Entre as fontes de contaminação na atividade humana estão as fundições, manufatura de aço e ligas, lâmpadas, cinzas de carvão, curtumes, fertilizantes, fabricação de cimento, galvanoplastia, entre outros. As principais vias de exposição ao cromo e compostos de cromo são a inalação, ingestão e contato dérmico. As indústrias de aço envolvem a maior exposição ocupacional ao Cr6+.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O cromo é um elemento geralmente abundante na crosta terrestre. Entre as fontes de contaminação na atividade humana estão as fundições, manufatura de aço e ligas, lâmpadas, cinzas de carvão, curtumes, fertilizantes, fabricação de cimento, galvanoplastia, entre outros. As principais vias de exposição ao cromo e compostos de cromo são a inalação, ingestão e contato dérmico. As indústrias de aço envolvem a maior exposição ocupacional ao Cr6+.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A cromogranina A é a principal proteína ácida solúvel do grânulo de cromofina, também chamada de secretogranina I. É liberada da medula adrenal juntamente com as catecolaminas mediante estimulo nervoso. Entretanto, não está restrita a células cromofinas da medula adrenal e neurônios simpáticos, estando também presente em vários tecidos neuroendócrinos. Níveis séricos elevados de cromogranina A são considerado um marcador para tumores de origem neuroendócrina. No entanto, a utilização clínica mais significativa da cromogranina A está relacionada com o procedimento de diagnóstico em pacientes com feocromocitoma. Os medicamentos normalmente usados no diagnóstico ou tratamento do feocromocitoma têm pouco efeito no nível plasmático da cromogranina A, e por isto, sua dosagem é vantajosa quando comparada à das catecolaminas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Instruções: A Síndrome de Turner é uma das anormalidades genéticas mais comuns. Acomete 1 em cada 2.000 nascidos vivos do sexo feminino. As manifestações clínicas mais frequentes são baixa estatura, disgenesia gonadal, malformação renal e anormalidades cardiovasculares. Esta síndrome é caracterizada por monossomia do cromossomo X (45X), presente em 50 a 60 % dos casos, ao passo que o restante dos pacientes tem uma grande variabilidade de anomalias do cromossomo X, incluindo vários mosaicismos. os pacientes estudados por citogenética, 6% apresentam o cromossomo Y ou resíduos dele, sendo que em outros 3% só se encontra este cromossomo através da técnica de PCR. A presença deste cromossomo, ou parte dele, tem uma forte associação com o risco (> 35%) de desenvolvimento do gonadoblastoma, que corresponde a um tumor do ovário de células indiferenciadas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O teste de crossmatch deve ser entendido de forma diferente para mulheres com aborto recorrente e para mulheres com infertilidade. Nas mulheres com aborto habitual a falta de produção dos anticorpos bloqueadores significa que o casal tem um excesso de compatibilidade imunológica. Isto resulta em uma dificuldade em iniciar a resposta de adaptação à gravidez. Essa dificuldade pode ser corrigida pela imunização da mulher com leucócitos do seu companheiro. Nos casais com falhas de implantação em reprodução assistida, o resultado do crossmatch negativo não significa uma patologia, mas é interpretado como um desequilíbrio na resposta imune em que a mulher estaria tendo uma resposta imune com tendência a agressão imune contra a unidade feto-placentária (Th 1) e não de aceitação da gravidez (Th 2).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Criptosporidiose é uma doença causada por coccídios do gênero Cryptosporidium, zoonose com ampla distribuição geográfica, descrita nos animais e no homem, não possuindo especificidade de hospedeiro. Estudos têm demonstrado a ocorrência de diferentes espécies de Cryptosporidium causando doença diarreica em humanos, sendo C. parvum e C. hominis as duas mais prevalentes. A principal forma de transmissão é fecal-oral. O parasito acomete pessoas imunodeficientes nas quais a afecção provoca manifestações sérias e prolongadas. Em 1982 a infecção foi associada a índices significativos de mortalidade em pacientes com AIDS e descrita como a primeira epidemia clínica em pacientes imunocompetentes. As manifestações da criptosporidiose podem ser agrupadas em dois tipos, dependendo do estado do portador: gastroenterite transitória, em pacientes imunocompetentes, e manifestações persistentes, com sinais e sintomas clínicos marcados em imunodeprimidos. Nesses pacientes, a diarreia caracteriza-se por evacuações coleriformes, alternadas com períodos de constipação e de evacuação normal, podendo durar de semanas a meses, resultando em distúrbios hidroeletrolíticos e desnutrição grave. Outros sintomas complementam o quadro clínico, tais como anorexia, diarreia aquosa, perda de peso, náuseas, vômitos, dores abdominais, cefaléia e febre. Crianças até 4 anos mesmo sem alterações imunitárias podem apresentar quadros mais graves de diarreia, acompanhados de vômitos e desidratação.
Instruções:
- Medicação: Evitar o uso de laxantes, antidiarreicos, antiácidos e de contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 72 horas antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Descrição: Através do exame cultura bacteriana em diversos materiais biológicos é possível verificar, com precisão, a existência ou não de infecções em um determinado indivíduo, permitindo também a identificação das bactérias que precisam ser combatidas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Neisseria gonorrhoeae é um diplococo com oxidase positiva, Gram-negativo, não-flagelado associado à IST (Infeccção Sexualmente Transmissivel). No homem, a infecção por gonorreia resulta normalmente, em uretrite anterior aguda acompanhada por secreção. Na mulher, a infecção é frequentemente encontrada no colo do útero, vagina e útero e geralmente é assintomática. Sem tratamento, podem ocorrer complicações, como a Doença Inflamatória Pélvica (DIP), salpingite aguda na mulher e epididimite no homem.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O exame auxilia no diagnóstico de infecções em que microrganismos anaeróbios possam estar envolvidos. As bactérias anaeróbias vivem, na sua maioria, no trato gastrintestinal e provocam abscessos profundos, mas algumas estão presentes em forma de esporos no ambiente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A difteria é uma patologia causada pelo bacilo Corynebacterium diphthriae, que tem como habitat o trato respiratório superior ou a pele. A transmissão se dá pelo contato direto, através de secreções respiratórias, e o período de incubação varia entre 1 a 6 dias podendo ocorrer transmissão até 2 semanas após o início dos sintomas. Ela se manifesta com febre, odinofagia e tosse, sendo a principal manifestação clínica a presença de placas pseudomembranosas branco-acinzentadas e linfonodomegalia cervical. As complicações podem ocorrer desde o início da doença até a 6ª ou 8ª semana, quando os sintomas iniciais já desapareceram. As principais complicações podem ser miocardite, neurite e problemas renais.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A tuberculose pulmonar continua sendo um sério problema de saúde pública. A chave para o controle da tuberculose pulmonar é a rápida detecção e a cura de casos novos. O diagnóstico definitivo depende do isolamento e identificação do agente etiológico, o Mycobacterium tuberculosis; sendo que as medidas de controle, principalmente no que diz respeito à terapêutica, dependem dos resultados dos testes de sensibilidade aos quimioterápicos utilizados no tratamento.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O estreptococo beta-hemolítico do grupo B (SGB) é a principal causa de sepse e meningite em recém-nascidos e também causa frequente de pneumonia nestes pacientes. O principal fator de risco para infecção de início precoce pelo recém-nascido é a colonização materna pelo SGB transmitido ao RN no momento do parto e que pode ser prevenida pela identificação e tratamento da gestante colonizada.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Sulfato de desidroepiandorsterona (DHEA-S) é o mais abundante androgênio supra-renal e também funciona como um neuroesteróide que é produzido pelo córtex adrenal. DHEA-S é um excelente indicador de produção de androgênio supra-renal. DHEA-S exibe somente fraca atividade androgênica, mas pode ser metabolizado para androgênios de mais atividade tais como testosterona e androstenediona. Concentrações séricas declinam com a idade e podem servir como um fator de prognóstico nas enfermidades críticas e progressão do câncer de mama. Níveis elevados de DHEA-S são encontrados no plasma de pacientes com tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita. DHEA-S também pode estar levemente elevado em paciente com ovários policísticos. Tumores em homens que produzem hCG podem levar a níveis aumentados de DHEA-S testicular.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas
Descrição: Em jejum, os níveis de açúcar no sangue são controlados pelo fígado, que garante a sua manutenção dentro dos limites exatos. Essa forma rápida e precisa de controlar a glicose não contrasta com o aumento rápido do açúcar no sangue, que ocorre durante a ingestão de carboidratos. A queda de glicose no sangue para um nível crítico (aproximadamente 2,5 mM) conduz a disfunção do sistema nervoso central. Tal se manifesta num estado de hipoglicemia, caracterizado por fraqueza muscular, problemas de coordenação e confusão mental. Uma nova redução nos níveis de glucose no sangue conduz à coma hipoglicêmico. Concentrações de glicose no sangue revelam flutuações intra-individuais dependentes da atividade muscular e do intervalo de tempo desde a ingestão de alimentos. Estas flutuações são ainda maiores quando há descontrole, tal como ocorre em vários estados patológicos nos quais a glucose no sangue pode ser elevada (hiperglicemia) ou reduzida (hipoglicemia). A hiperglicemia ocorre com mais frequência como resultado de uma insuficiência na quantidade ou eficácia da insulina, uma condição conhecida por diabetes mellitus. Esta doença é caracterizada pela subida da glicose no sangue a ponto de ultrapassar o limiar renal e o açúcar surgir na urina (glicosúria). A medição da glicose no sangue é utilizada como ensaio de rastreio da diabetes mellitus, quando existe suspeita de hiperglicemia; monitorização de terapia na diabetes mellitus; avaliação do metabolismo dos carboidratos, por exemplo, na diabetes durante a gestação; hepatite aguda; pancreatite aguda e doença de Addison. A hipoglicemia está associada a uma gama de condições patológicas nas quais se incluem a síndrome de insuficiência respiratória no recém-nascido, toxemia da gravidez, defeitos congênitos enzimáticos, síndrome de Reye, ingestão de álcool, disfunção hepática, tumores pancreáticos produtores de insulina (insulinomas), anticorpos de insulina, neoplasmas não pancreáticas, septicemia e insuficiência renal crônica.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
- Os tempos devem ser coletados de acordo com a solicitação médica.
- Bebida alcoólica: Evitar a ingestão nas 24 horas antes da realização do exame.
Descrição: A Insulina é um hormônio polipeptídico composto por duas cadeias não-idênticas, A e B, que estão unidas por duas ligações dissulfídicas. A Insulina é formada a partir de um precursor, a pró-Insulina, nas células beta do pâncreas. Níveis elevados de Insulina são encontrados em indivíduos obesos, com Síndrome de Cushing, que utilizam contraceptivos orais e que possuem cromegalia, insulinoma e hipertiroidismo. Níveis baixos de insulina são encontrados na diabetes mellitus manifestada (embora isto não possa ser claramente expresso nos estágios iniciais da ondição) e por parte de um mecanismo complexo envolvendo catecolaminas. Imunoensaios para insulina têm sido amplamente utilizados para fornecer informação suplementar, primeiro, no diagnóstico do diabetes mellitus e, segundo, no diagnóstico diferencial da hipoglicemia de - Jejum para discernir a causa entre um Insulinoma ou o próprio - Jejum. Nessas aplicações a razão da insulina imunorreativa pela glicose sanguínea (I/G) pode ser mais valiosa que somente o nível de insulina. Além disso, uma simples amostra de sangue coletada ao acaso pode não fornecer informações suficientes devido às largas variações nos tempos de resposta dos níveis de insulina e de glicose no sangue entre os indivíduos e as distintas condições clínicas. Outros usos dos ensaios de insulina têm sido sugeridos devido à descoberta de um aumento nos fatores de risco na doença arterial coronariana entre indivíduos sadios com hiperinsulinemia e tolerância normal à glicose.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O dímero D é um produto da degradação da fibrina, podendo estar elevado na presença de trombos, também em outras situações, como no pós-operatório, na gestação, na doença vascular periférica, no câncer, na insuficiência renal, na sepse e em várias doenças inflamatórias, deve ser analisado em conjunto com a avaliação de probabilidade clínica.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O teste da D-xilose é atualmente a mais confiável medida quantitativa da função absortiva intestinal, podendo ser utilizado para a avaliação da má absorção do intestino delgado em diversas circunstâncias clínicas. A absorção da xilose é um processo passivo, refletindo a área absortiva total do jejuno ao invés da absorção de carboidrato em si. A D-xilose é uma pentose encontrada em plantas e sua absorção correlaciona-se com a integridade gastrointestinal. A absorção diminuída de D-xilose sugere diminuição da área absortiva do intestino. Por isto, o teste é útil no diagóstico diferencial das síndromes de má absorção intestinal.
Instruções:
- Jejum por 8 a 12 horas antes do teste (pacientes pediátricos mínimo 4 horas).
Descrição: O DHEA é um esteróide produzido no córtex adrenal, serve como precursor na testosterona e estrógenos sintéticos. Os níveis sorológicos de DHEA são relativamente altos em fetos e neonatos, baixos durante a infância e crescem durante a puberdade até a terceira década da vida. Não ocorre mudança nos níveis sorológicos durante o ciclo menstrual ou gravidez. Sua utilização está indicada na avaliação do hiperandrogenismo, como ocorre no hirsutismo, acne, hiperplasia congênita da supra-renal, carcinoma de supra-renal e puberdade precoce. É também utilizado na avaliação de respostas da supra-renal aos testes dinâmicos de estímulo e supressão. A hiper-resposta do DHEA ao estímulo com ACTH é utilizada para o diagnóstico de defeito de síntese da supra-renal.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Informar o uso de medicamentos, principalmente corticosteróide.
Descrição: A DHEA (dehidroepiandrosterona) é sintetizada nas glândulas suprarrenais do precursor esteróide pregnenolona oriundo do colesterol. DHEA é o precursor principal para estradiol e testosterona. Sua excessiva produção leva ao hirsutismo e virilização. Quando elevado geralmente está associado à hiperplasia adrenal, doença de Cushing e tumores adrenais. Quando diminuída ocorrem na doença de Addison.
Instruções:
- Medicação: Suspender medicamentos de uso oral, transdérmico ou injetável a critério clínico.
- Outros: Realizar a coleta antes de escovar os dentes, comer ou beber. Enviar amostra única para a realização deste exame.
Descrição: Sulfato de desidroepiandorsterona (DHEA-S) é o mais abundante androgênio supra-renal e também funciona como um neuroesteróide que é produzido pelo córtex adrenal. DHEA-S é um excelente indicador de produção de androgênio supra-renal. DHEA-S exibe somente fraca atividade androgênica, mas pode ser metabolizado para androgênios de mais atividade tais como testosterona e androstenediona. Concentrações séricas declinam com a idade e podem servir como um fator de prognóstico nas enfermidades críticas e progressão do câncer de mama. Níveis elevados de DHEA-S são encontrados no plasma de pacientes com tumores adrenais ou hiperplasia adrenal congênita. DHEA-S também pode estar levemente elevado em paciente com ovários policísticos. Tumores em homens que produzem hCG podem levar a níveis aumentados de DHEA-S testicular.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O DHT é um esteróide similar a testosterona e a androstenediona, pertencente à classe dos andrógenos. Nos homens 70% do DHT são derivados da testosterona periférica, porém nas mulheres a maioria da dehidrotestosterona se deriva da androstenediona. Encontra-se diminuído nos casos de síndrome de Klinefelter, e anorquia. Já valores aumentados são encontrados nos casos de hirsutismo, ovário policístico e em pessoas jovens devido à puberdade. Sua dosagem também é utilizada nos casos de câncer de próstata, onde a determinação de DHT pode ser útil para a valiação da resposta terapêutica dos antiandrogênios.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A NS1 é uma glicoproteína não estrutural, que é essencial à replicação viral. Durante a fase aguda da infecção, a NS1 é encontrada circulando no soro de pacientes em concentrações detectáveis por métodos imunológicos, sendo considerado atualmente como um marcador de infecção pelo vírus da dengue antes do aparecimento dos anticorpos das classes IgM e IgG, permitindo detecção precoce do vírus, 24 horas após o início dos sintomas, além de ser encontrado nas infecções primárias e secundárias.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A enzima lactato desidrogenase (LDH) encontra-se em todas as células do organismo, mais concretamente no citoplasma. Visto a concentração de LDH nos tecidos ser 500 vezes superior à existente no plasma, a ocorrência de danos numa pequena porção de tecido pode conduzir a um aumento significativo na atividade de LDH no soro. Por conseguinte, o principal papel do LDH total reside na detecção de pequenas lesões nos tecidos. Atividades de elevada especificidade da enzima podem ser observadas no fígado, músculo cardíaco, sistema músculo esquelético, rins e eritrócitos. O infarto do miocárdio está habitualmente associado a uma elevação de 3 a 4 vezes do total de LDH; aumentos semelhantes no LDH podem ocorrer na miocardite, arritmias cardíacas, cardioversão elétrica e substituição de prótese de válvula. Após substituição de prótese de válvula, existe uma correlação estreita entre o nível de LDH e o reduzido tempo de sobrevivência dos eritrócitos. A determinação do LDH representa um método confiável na quantificação da extensão da hemólise. Nas lesões do fígado podem ser observadas elevações da atividade de LDH, não sendo, no entanto, tão importantes como os aumentos na atividade da aminotransferase. As concentrações são, sobretudo, elevadas (10 vezes acima do limite normal) na hepatite tóxica acompanhada de icterícia; níveis ligeiramente inferiores podem ser observados na hepatite viral e mononucleose infecciosa. A relação LDH/AST pode ser utilizada para diferenciar a icterícia pré-hepática, provocada pela hemólise ou diseritropoesis, da icterícia hepática. Um nível elevado de LDH também pode ser observado na atrofia muscular espinal de Aran-Duchenne e Kugelberg-Welander, dermatomiosite, polimiosite e como resultado de exercício físico intenso. Outras doenças que podem originar níveis elevados de LDH incluem infarte renal, febre hemorrágica coreana, doença glomerular crônica, síncope, embolia/insuficiência pulmonar e anemias hemolíticas e megaloblásticas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O gene HLA-B, classificado como HLA classe I, está situado dentro do sistema HLA, no braço curto do cromossomo 6, região altamente polimórfica. A presença do Alelo B51 pode ser utilizada como estratégia diagnóstica para Doença de Behçet, entretanto, é fundamental a anamnese, um exame clínico rigoroso e os exames complementares de diagnóstico, os quais nunca deverão ser entendidos separadamente. Outras doenças parecem estar associadas ao alelo B51, entretanto mais estudos precisam ser realizados.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Vírus Varicela zoster (VZV) é o agente etiológico da Varicela
(catapora) e do Herpes zoster. Após a primo-infecção, o VZV permanece latente
nas raízes nervosas sensoriais por toda a vida.
Quando ocorre reativação, o vírus migra para a pele, causando uma erupção
cutânea dolorosa que pode seguir o trajeto de um dermátomo. Após a resolução do
quadro, alguns indivíduos podem continuar apresentando dor. Além disso, a reativação
do VZV pode levar a um largo espectro de manifestações clínicas atípicas, desde
dor radicular autolimitada a acometimento do sistema nervoso central com
fraqueza. As manifestações clínicas incluem dor e parestesia incialmente, com
posterior erupção vesicular. Durante a doença aguda, 90% dos pacientes
apresentam dor, 20% descrevem depressão e 12% tem sintomas influenza-like. Pacientes
imunocomprometidos podem apresentar a evolução desfavorável com infecção
disseminada, pneumonite, hepatite e encefalite.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O vírus da Influenza pertence à família Orthomyxoviridae. São classificados em A, B e C, sendo que os dois primeiros são causadores de infecções no homem. O subtipo A é o causador de pandemias e quadros mais severos, afetando também outras espécies. O período de incubação varia de 3 a 5 dias. A infecção ocorre no trato respiratório, causando febre, cefaléia, tosse e em alguns casos sintomas gastrointestinais. O vírus Influenza A é subtipado com base em duas proteínas (H hemaglutinina e N neuraminidase), sendo que o isolado A H1N1 identificado em 2009 foi responsável pela pandemia do mesmo ano. O teste é capaz de detectar e diferenciar os vírus Influenza A, Influenza B e Influenza A (H1N1 2009). Também é capaz de detectar o H3N2, assim como outras linhagens sazonais, sendo que nestes casos o resultado é liberado como Detectado para Influenza A.
Instruções:
- Evitar o uso de sprays nasais, ou outros medicamentos de uso local no dia da coleta. O paciente deve ser informar ao coletador se houve alimentação em um período inferior há 2 horas devido a possibilidade de regurgitar, porém o jejum não é obrigatório.
Descrição: O Zika Virus (ZIKV) pertence à família Flaviviridae e gênero Flavivírus. Na maioria dos casos, a infecção cursa assintomática, porém quando presente os sintomas mais frequentes são: febre, erupções cutâneas maculopapulares, artralgia ou conjuntivite. O vírus também é transmitido via placenta, e o principal efeito é causar falhas no desenvolvimento embrionário, como a microcefalia. O teste molecular permite a detecção do RNA viral durante o período de viremia, entre 4 e 7 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O DHT é um esteróide similar a testosterona e a androstenediona, pertencente à classe dos andrógenos. Nos homens 70% do DHT são derivados da testosterona periférica, porém nas mulheres a maioria da dehidrotestosterona se deriva da androstenediona. Encontra-se diminuído nos casos de síndrome de Klinefelter, e anorquia. Já valores aumentados são encontrados nos casos de hirsutismo, ovário policístico e em pessoas jovens devido à puberdade. Sua dosagem também é utilizada nos casos de câncer de próstata, onde a determinação de DHT pode ser útil para a valiação da resposta terapêutica dos antiandrogênios.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A ataxia de Friedreich (FRDA) é caracterizada por uma lenta e
progressiva ataxia que começa a surgir antes dos 25 anos. Geralmente associada
à ausência de reflexos nos tendões, disartria, respostas de Babinski e perda
dos sentidos de posição e vibração. Estima-se que 96% dos casos desta ataxia
têm uma repetição demonstrável de trinucleotídeos (GAA) homozigóticos. A
maioria dos portadores da ataxia de Friedriech apresenta um alelo expandido e
outro dentro dos limites. Em pacientes em que o histórico familiar apresenta
esta ataxia, é recomendado determinar o estado do portador. O diagnóstico
pré-natal é possível em famílias em que foi demonstrada a presença de repetição
de trinucleotídeos. Aproximadamente 1% de alelos expandidos não é detectável
por análise de PCR, portanto, são usadas as técnicas Southern Blot e/ou TP-PCR;
e a PCR somente detectam amostras com um tamanho normal.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O diazepam faz parte do grupo dos benzodiazepínicos e possui propriedades ansiolíticas, sedativas, miorrelaxantes, anticonvulsivantes e efeitos amnésicos. Suas ações são devidas ao reforço da ação do ácido gama-aminobutírico (GABA) inibidor da neurotransmissão no cérebro. Sua absorção é rápida. O diazepam possui um tempo de meia-vida de aproximadamente 20 - 50 horas, sendo eliminado principalmente pela urina, a eliminação pode ser prolongada no recém-nascido, nos idosos e nos pacientes com comprometimento renal ou hepático.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Digoxina é um fármaco utilizado no tratamento de problemas cardíacos. É um digitálico, ou seja, um glicosídeo cardiotônico, e é proveniente da planta Digitalis lanata. Tem efeito inotrópico positivo, ou seja, aumenta a força de contração cardíaca. A dosagem de Digoxina é útil para esclarecer situações onde os sintomas do doente possam ser causados tanto por doença cardíaca intrínseca ou intoxicação digital, quando existirem dúvidas relativas ao tipo de preparação digital que o doente está a tomar (a dosagem de digitoxina torna-se também necessária neste caso), para medir a ingestão de digoxina em doentes com uma história inadequada de dosagens anteriores, na documentação de casos de carência assim como de excesso de digitais, na monitorização da resposta tóxica em doentes com doença do miocárdio associadas com hipocalcemia, hipomagnesemia, hipercalcemia, hipóxia ou alcalose, que são particularmente sensíveis a digitais, e na prevenção de excesso de digitais, particularmente em doentes cuja função renal está em deterioração ou para quem uma dosagem superior de digoxina está indicada.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Conforme prescrição médica.
Descrição: O teste DNADP é um ensaio de anticorpos fluorescentes que utiliza o
hemoflagelo Crithidia luciliae como substrato. Este contém uma massa altamente
concentrada de dsDNA circular, conhecida como cinetoplasto. Serve como um
substrato sensível e específico para detectar anticorpos dsDNA. Os
autoanticorpos para dsDNA ocorrem quase exclusivamente em acometidos com Lúpus
Eritomatoso Sistêmico (LES), e como tal, são considerados anticorpos marcadores
de importância vital. Apesar do teste ser um ensaio de rastreio de
sensibilidade para LES e outras doenças do tecido conjuntivo, não deve ser
considerado específico para LES. Em alguns casos (cerca de 30%), apesar de as
evidências clínicas e laboratoriais indicarem lúpus eritematoso sistêmico, o
anticorpo anti-DNA nativo pode não ser detectado. Acredita-se que, nesses
casos, os auto-anticorpos estejam sob a forma de imunocomplexos. Indica-se
utilizar em conjunto outros testes sorológicos e conclusões clínicas para
auxiliar no diagnóstico de LES.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Detecção por PCR em tempo real de Chamydia trachomatis, Neisseria gonorrhoeae, Mycoplasma genitalium, Trichomonas vaginalis, Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum e Ureaplasma parvum.
Instruções:
- Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta e de preferência não estar menstruada.
Descrição: A serotonina ou 5 Hidroxitriptamina (5HT) desempenha um importante
papel no organismo, é uma molécula envolvida na comunicação entre os neurônios
e possui diversas funções, entre elas, o controle de liberação de alguns
hormônios e a regulação do ciclo cicardiano, do sono e do apetite. A serotonina
é sintetizada a partir do aminoácido triptofano através do intermediário
5-hidroxitriptofano (5-HTP). As principais doenças associadas a elevação nas
concentrações de serotonina são os tumores neuroectodérmicos, particularmente
os derivados das células enterocromafins, como o tumor carcinóide. Ligeiro
aumento pode ser visto na síndrome de Dumping, obstrução intestinal aguda,
fibrose cística e infarto agudo do miocárdio. Alguns teratomas ou cistos
dermóides benignos podem conter serotonina. Níveis baixos podem ser observados
na síndome de Down, fenilcetonúria não tratada e doença de Parkinson.
Atualmente, alguns fármacos estão sendo utilizados em diversas patologias, como
a ansiedade, obesidade, depressão, enxaqueca e esquizofrenia, fazendo o
controle da ação da serotonina como neurotransmissor. No entanto, apenas 1% da
serotonina está contida no sistema nervoso central, o restante se encontra
principalmente no sistema digestivo, nas células enterocromafins, a partir das
quais a substância é liberada para a circulação, podendo ser catabolizada em
ácido 5-hidroxiindolacético (5-HIAA), cuja dosagem é feita na urina, ou
capturada pelas plaquetas. Em sua primeira passagem pelo fígado, 30% a 80% da
serotonina é metabolizada 5-HIAA, que é excretado pelos rins, sendo assim a
dosagem sérica pode ser útil quando a dosagem de 5-HIAA está normal ou
limítrofe em pacientes com evidências clínicas de síndrome carcinóide. Drogas
como LSD e Ecstasy mimetizam alguns efeitos da serotonina em algumas células
alvo.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
- Bebida alcoólica: A abstinência é obrigatória nas 24 horas que antecedem o exame.
- Dieta: Não ingerir nas 24 horas que antecedem o exame: café,
chá, chocolate, mate, refrigerante, abacate, abacaxi, ameixa, banana,
berinjela, picles, kiwi, manga, nozes, tomate e alimentos aromatizados com
baunilha.
Medicação: De acordo com orientação médica, interromper o uso de inibidores da
MAO (monoamina oxidase), lítio, imipramina, metildopa, paracetamol, morfina,
naproxeno e reserpina.
Descrição: O arsênico (As) é um elemento paradoxal, pois é um componente natural do organismo e é considerado comprovadamente carcinogênico. O Arsênio é empregado na metalurgia de minérios arsenicais, na indústria farmacêutica e eletrônica, na produção de vidros, tintas, lacas (gás arsina), pesticidas: raticidas, parasiticidas, inseticidas e herbicidas, ligas com chumbo, pigmentos cromáticos, como agentes de descoloração do bronze, na estamparia de tecidos, preservação de peles e plumas, contimentos e/ou taxidermia. Processos industriais com desprendimento de arseniato de hidrogênio. Em animais e plantas, o arsênio combina-se com carbono e hidrogênio formando os compostos de arsênio orgânico. Os compostos de arsênio inorgânico são usados principalmente como preservativos para madeira enquanto os compostos de arsênio orgânico são usados como pesticidas. As exposições crônicas e agudas ao As têm sido associadas com o aparecimento de cânceres, doenças cardiovasculares (hipertensão e aterosclerose), desordens neurológicas, distúrbios gastrointestinais, doenças renais e hepáticas, efeitos reprodutivos e outro.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Dieta: Não ingerir frutos do mar três dias antes da coleta.
Descrição: O cromo é um indicador biológico capaz de indicar uma exposição ambiental acima do Limite de tolerância, mas não possui, isoladamente, significado clínico ou toxicológico próprio, ou seja, não indica doença nem está associado a um efeito ou disfunção de qualquer sistema biológico. Este elemento natural está presente em rochas, animais, vegetais, solo e poeira e gases de origem vulcânica. Pode ser encontrado em diversas formas: as mais comuns são o cromo metálico (Cr0), cromo trivalente (Cr3+) e cromo hexavalente (Cr6+). O cromo metálico é usado para a fabricação de aço, enquanto as formas Cr3+ e Cr6+ são empregadas na fabricação de corantes e pigmentos, em curtumes, nos processos de galvanização, na produção de tijolos e revestimento de fornos e na preservação de madeiras. O Cr6+ tem sido usado pela indústria de eletrônicos como tratamento anti-corrosivo bem como para blindagem elétrica para alguns componentes. As principais vias de exposição ao cromo e compostos de cromo são a inalação, ingestão e contato dérmico. As indústrias de aço envolvem a maior exposição ocupacional ao Cr6+.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O etanol é uma substância depressora do SNC, anestésica e diurética. É absorvido principalmente no intestino delgado, e também no estômago e no cólon. Os efeitos sobre o SNC variam de acordo com a concentração sanguínea, passando pela euforia e redução de inibições, prejuízo da memória e da concentração, diminuição de resposta a estímulos, vômitos, insuficiência respiratória, coma e até a morte.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Outros: Não utilizar antisséptico à base de álcool para a antissepsia durante a coleta, podendo este interferir no resultado do exame.
- Bebida alcoólica: O uso de bebida alcoólica altera o resultado do exame.
Descrição: Álcool Etílico ou etanol é absorvido principalmente pela via oral e a mais importante manifestação da intoxicação é a depressão do sistema nervoso central. Quando o indivíduo tem alterações digestivas e nervosas dizemos que está ocorrendo uma intoxicação aguda, enquanto na intoxicação crônica temos alterações digestivas, hepáticas, cardiovasculares, sanguíneas endócrinas e psíquicas. A concentração de etanol ingerida, a velocidade de ingestão e a presença de alimentos no trato gastrointestinal podem alterar a taxa de absorção deste álcool, não havendo, um prazo ideal para a realização da coleta para análise. O exame é útil para avaliar a exposição ao etanol, mas não possui valor forense.
Instruções:
- Bebida alcoólica: O uso de bebida alcoólica altera o resultado do exame.
- Outros: Não utilizar antisséptico à base de álcool para a antissepsia durante a coleta, podendo este interferir no resultado do exame.
Descrição: A haptoglobina fixa a hemoglobina secretada na lise de eritrócitos. O complexo haptoglobina/hemoglobina é eliminado rapidamente da circulação. Uma secreção de hemoglobina aumentada por hemólise intravascular leva a uma queda da concentração de haptoglobina e, em hemólises graves, mesmo ao seu completo consumo. Nas crianças, a determinação de haptoglobina não se presta ao diagnóstico hemolítico, pois a haptoglobina não se encontra fisiologicamente no soro delas senão em fraca concentração. Haptoglobina é uma proteína da fase aguda, cuja concentração sérica pode se apresentar fortemente aumentada nos estados inflamatórios.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A hipolactasia, ou deficiência de lactase, é a condição que leva à má
absorção de lactose e pode ser classificada em três formas: congênita, primária
ou secundária. Uma vez que a lactose deixa de ser hidrolisada pela lactase, a
primeira não é absorvida pelo intestino delgado, passando rapidamente para o
cólon, onde é metabolizada pelas bactérias da flora intestinal. Essa
fermentação da lactose pela flora bacteriana intestinal pode levar ao aumento
da motilidade intestinal e da pressão intracolônica, provocando dor e inchaço
abdominal. O teste de intolerância à lactose é capaz de identificar duas
variantes no gene MCM6 (C/T -13910 e G/A-22018) que estão associadas à
deficiência de lactase primária, ou seja, quando há uma diminuição dos níveis
de lactase nas células intestinais.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O manganês é um metal de cor cinzenta, empregado na produção de ligas, baterias, vidros, tintas, borrachas, cerâmicas, ligas de solda, como preservativo para madeira e borracha, como fungicida. O manganês é amplamente encontrado na natureza. A inalação do metal pode provocar irritação, infecções do trato respiratório e pneumonite. Os fumos de óxido de manganês podem levar ao quadro de febre dos metais. A monitoração do manganês no sangue e na urina auxilia a confirmação da exposição ao metal, mas não se correlaciona com exposição passada ou intoxicação crônica pelo metal.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: O manganês (Mn) é um metal de cor cinzenta, empregado na produção de ligas, baterias, vidros, tintas, borrachas, cerâmicas, ligas de solda, como preservativo para madeira e borracha, como fungicida. O manganês é amplamente encontrado na natureza. A inalação do metal pode provocar irritação, infecções do trato respiratório e pneumonite. Os fumos de óxido de manganês podem levar ao quadro de "febre dos metais". Apesar de ser um elemento essencial ao homem, com ação na formação dos ossos e tecidos, função reprodutiva e metabolismo de carboidratos e lipídios, a exposição crônica ao Mn afeta, principalmente, o sistema nervoso central. A monitoração do manganês no sangue e na urina auxilia a confirmação da exposição ao metal, mas não se correlaciona com exposição passada ou intoxicação crônica pelo metal.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Fármacos narcóticos os opióides, são usados no tratamento sintomático da dor. São derivados do ópio. Estas drogas funcionam como depressores do SNC, isto é, diminuem atividades cerebrais. Todas essas drogas causam analgesia (diminuem a dor) e causam hipnose (aumentam o sono), daí recebem o nome de narcóticos ou substâncias hipoanalgésicas. Os opiáceos atuam no centro respiratório e podem causar severas depressões respiratórias e cardíacas, além da morte.
Instruções:
A urina deve ser coletada em um recipiente limpo e seco. A urina coletada em qualquer momento do dia pode ser utilizada.
Descrição: O principal canabióide encontrado na planta Cannabis sativa é o delta9-tetrahidrocanabinol (THC), sendo excretado via urina na forma do ácido 11-nor-delta9-tetrahidrocanabinol-9-carboxilico (THC-COOH) e seu glucoronídeo conjugado. Esta substância pode ser detectada após 6 horas de uso se mantendo positiva de 1 a 3 dias caso uso seja eventual ou até um mês se o uso for crônico. O uso é confirmado pela quantificação urinária de THC-COOH.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Echovirus pertence ao grupo dos enterovírus, onde as manifestações clínicas mais comuns desse patógeno se apresentam através de infecções intestinais e erupções cutâneas. O soro é testado através da técnica de imunofluorescência indireta, para detectar a presença de anticorpos IgM e IgG contra antígenos do Echovirus sorotipos 4, 6, 11 e 30.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Elastase pancreática é uma enzima proteolítica produzida exclusivamente pelo pâncreas, com isso sua presença nas fezes reflete a função pancreática, as patologias ligadas ao pâncreas podem ser: pancreatite crônica, fibrose cística, câncer de pâncreas, diabetes tipo I, calculo biliar e etc. Este exame é considerado padrão ouro para avaliação da função pancreática, por ser um teste não especifico e não invasivo.
Instruções:
- Medicação: Evitar a utilização de laxantes ou supositórios.
Descrição: A eletroforese de hemoglobinas é importante no diagnóstico diferencial de anemias e talassemias, permite análises familiares em parentes de portadores de hemoglobinas anormais. Auxilia no estabelecimento ou a exclusão de hemoglobinopatias e talassemias, constituindo amplo procedimento diagnóstico. A presença de variantes de hemoglobina e alterações nas quantidades de hemoglobinas normais pode ser diagnosticado no presente exame.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Lipoproteínas são complexos macromoleculares circulantes que transportam os lipídios para vários tecidos onde irão desempenham suas funções metabólicas. A eletroforese de frações de lipoproteínas, em gel de agarose em pH alcalino, produz bandas: Alfa, Pre-Beta e Beta. Este perfil de distribuição lipoproteínas revela as interações entre lipídios plasmáticos e lipoproteínas. Os padrões encontrados de eletroforese de lipoproteínas são úteis na caracterização das dislipidemias.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 a 14 horas.
Descrição: Lipoproteínas são complexos macromoleculares circulantes que transportam os lipídios para vários tecidos onde irão desempenham suas funções metabólicas. A eletroforese de frações de lipoproteínas, em gel de agarose em pH alcalino, produz bandas: Alfa, Pre-Beta e Beta. Este perfil de distribuição lipoproteínas revela as interações entre lipídios plasmáticos e lipoproteínas. Os padrões encontrados de eletroforese de lipoproteínas são úteis na caracterização das dislipidemias.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 a 14 horas.
Descrição: Utilizada como triagem de anormalidades nas proteínas séricas. Através
da capilaridade é possível separar as proteínas em frações, onde percorrem
distâncias diferentes, formando bandas denominadas: albumina, alfa-1-globulina,
alfa-2-globulina, beta-1 globulina, beta-2 globulina e gamaglobulina.
Observa-se a diminuição da concentração de albumina em situações que promovam
sua perda, como baixa ingesta proteica ou elevado catabolismo. As frações
alfaglobulinas apresentam níveis aumentados em processos inflamatórios,
infecciosos e imunes. O aumento da betaglobulina é observado em situações de
perturbação do metabolismo lipídico ou na anemia ferropriva. A ausência ou
diminuição da banda gama indica imunodeficiências congênitas ou adquiridas; e o
seu aumento sugere elevação policlonal das imunoglobulinas associado a
condições inflamatórias, neoplásicas ou infecciosas, além de sugestões de banda
monoclonal observada no mieloma múltiplo. Para todos estes casos sugere-se
testes complementares para identificação dos clones, como exemplo a
Imunofixação.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Eletroforese de proteínas é um teste de laboratório baseada na separação das proteínas através de uma corrente elétrica contínua. Uma de suas principais funções é o diagnóstico do Mieloma Múltiplo. A quantidade de proteína produzida ou liberada na urina reflete a quantidade de mieloma presente no organismo em um dado momento. O rim funciona como um filtro, eliminando apenas algumas moléculas e deixando a maioria das proteínas na corrente sanguínea. Apesar de algumas pequenas proteínas passarem pelo filtro do rim, elas são posteriormente reabsorvidas e recicladas em forma de aminoácidos. Assim, normalmente a urina contém apenas traços de proteínas. Diferentes proteínas podem aparecer na urina em diferentes doenças. Se o rim estiver danificado, várias proteínas séricas podem passar para a urina, e os resultados da eletroforese de urina podem ser semelhantes à eletroforese de proteínas séricas, com todas as cinco (ou seis) frações visíveis. A Eletroforese de Proteínas Urinárias é usada para pesquisar a proteína de Bence Jones e monitorar a sua concentração. Pode também ajudar a avaliar os danos nos rins (que é uma complicação comum no caso de pacientes com mieloma múltiplo). Sua dosagem ajuda na avaliação inicial da quantidade e tipo do mieloma, monitoramento de série para documentar a velocidade e o nível de resposta e avaliação da progressão da doença ou possível recaída.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: Eletroforese de proteínas é um teste de laboratório baseada na separação das proteínas através de uma corrente elétrica contínua. Uma de suas principais funções é o diagnóstico do Mieloma Múltiplo. A quantidade de proteína produzida ou liberada na urina reflete a quantidade de mieloma presente no organismo em um dado momento. O rim funciona como um filtro, eliminando apenas algumas moléculas e deixando a maioria das proteínas na corrente sanguínea. Apesar de algumas pequenas proteínas passarem pelo filtro do rim, elas são posteriormente reabsorvidas e recicladas em forma de aminoácidos. Assim, normalmente a urina contém apenas traços de proteínas. Diferentes proteínas podem aparecer na urina em diferentes doenças. Se o rim estiver danificado, várias proteínas séricas podem passar para a urina, e os resultados da eletroforese de urina podem ser semelhantes à eletroforese de proteínas séricas, com todas as cinco (ou seis) frações visíveis. A Eletroforese de Proteínas Urinárias é usada para pesquisar a proteína de Bence Jones e monitorar a sua concentração. Pode também ajudar a avaliar os danos nos rins (que é uma complicação comum no caso de pacientes com mieloma múltiplo). Sua dosagem ajuda na avaliação inicial da quantidade e tipo do mieloma, monitoramento de série para documentar a velocidade e o nível de resposta e avaliação da progressão da doença ou possível recaída. São avaliadas as frações: Albumina, alfa-1, alfa-2, beta e gama-globulina.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Doença celíaca (DC) é uma enteropatia imunomediada, precipitada pela
ingestão de alimentos contendo glúten em indivíduos geneticamente
predispostos. A doença resulta da interaçao de fatores ambientais
(exposiçao ao glúten), predisposiçao genética (presença de HLA DQ2/DQ8) e uma
resposta imunológica. É necessária a expressao do HLA DQ2 e/ou HLA DQ8 na
superfície das células apresentadoras de antígenos, mas isso nao é suficiente
para causar a doença, pois 30 a 40% da populaçao em geral pode ter expressao
destas moléculas, mas somente 1% irá apresentar a doença. Na DC há produçao de
autoanticorpos contra o endomísio, elemento do tecido conjuntivo que reveste a
musculatura lisa, e mais especificamente para a transglutaminase tecidual, que
é uma enzima intracelular detectada em todas as camadas do intestino delgado,
com predomínio na submucosa. A presença de anticorpos IgA e IgG mostram melhor
associação clínica no diagnóstico laboratorial da doença celíaca.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A relevância clínica da detecção de anticorpos anti-Endomísio IgM não está definida. A presença de anticorpos IgA e IgG mostram melhor associação clínica no diagnóstico laboratorial da doença celíaca. A Doença celíaca é uma doença autoimune que ocorre em indivíduos pré-dispostos, como a reação de sensibilidade ao glúten. Em indivíduos com pré-disposição genética, uma extensa reação imunológica é acionada, causando mudanças patológicas nos tecidos, particularmente danos ao intestino delgado.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A enzima conversora de angiotensina I (ECA) tem importância na homeostasia circulatória, cliva a angiotensina I produzindo o potente vaso constritor angiotensina II e inativa o vasodilatador bradicinina. A angiotensina II é um potente vasoconstritor e estimula a produção de aldosterona, que promove a retenção de sódio e consequentemente de água. A ECA está amplamente distribuída pelos tecidos sendo também encontrada em fluidos biológicos. A dosagem da ECA elevada no soro humano auxilia no diagnóstico e monitoramento de importantes doenças granulomatosas como sarcoidose, silicose e asbestose, histoplasmose aguda, hipertireoidismo, cirrose alcoólica, hiperparatireoidismo, cirrose biliar primária, além de ser de interesse no monitoramento da pressão arterial de pacientes hipertensos, tratados com inibidores da enzima. Seus valores diminuídos podem ser sugestivos de hipotireoidismo e diabetes mellitus.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus Epstein- Barr (EBV) pertence à família do herpesvírus. O vírus
é transmitido principalmente pela saliva; no entanto, a transmissão sexual, por
transplante ou produtos de sangue contendo linfócitos foi observada. O EBV é o
agente causador da mononucleose infecciosa, sendo também associado com o
linfoma de Burkitt e o carcinoma de nasofaringe. Durante a infância, a infecção
primária em geral é assintomática, já na adolescência e na idade adulta,
contrai-se, em geral, uma mononucleose infecciosa sintomática. Após a infecção
primária, o vírus fica latente durante toda a vida. Para determinar o estágio
da infecção, são utilizados testes para a detecção de anticorpos IgG e IgM
contra o capsídeo viral (VCA) e de anticorpos IgG contra o antígeno
nuclear 1 (EBNA-1).
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Vírus Epstein-Barr (EBV) é um y-herpesvírus, com genoma de DNA de dupla fita presente em mais de 90% da população do mundo, provocando na maioria dos indivíduos uma infecção assintomática ao longo da vida. Embora a maioria das infecções primárias por EBV sejam assintomáticas, o vírus é o principal fator predisponente para o desenvolvimento de ampla gama de alterações linfoproliferativas de células B (linfoma de Burkitt, carcinoma nasofaríngeo, e linfoma Hodgkin e não-Hodgkin), principalmente em indivíduos imunocomprometidos (como receptores de transplante e pacientes portadores de HIV). A detecção precoce do EBV é crucial para o manejo eficaz de pacientes sob terapia imunossupressora após transplantes e em situações de doença imunoproliferativa. A quantificação da carga viral de EBV em leucócitos de sangue periférico é usada em pacientes de alto risco e para monitorar a resposta à terapia no grupo de pacientes anteriormente descrito. A técnica PCR é um dos métodos mais sensível e específico para a detecção desse agente infeccioso e está indicada em casos suspeitos de síndrome de fadiga crônica e após transplantes.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Instruções: A análise eletroforética das proteínas do LCR é utilizada primariamente
para detecção de bandas oligloconais na avaliação de esclerose múltipla, tem
grande importância no diagnóstico e no seguimento de processos inflamatórios do
sistema nervoso central. Pode indicar alterações da integridade da barreira
hemato-encefálica e ainda o funcionamento celular do sistema nervoso central,
existência ou ausência da síntese intratecal de proteínas. Em algumas doenças o
líquor apresenta aumento da gama-globulina (particularmente IgG) enquanto os
níveis plasmáticos são normais. Nestes casos há evidência de que foram
sintetizados no LCR, como exemplo: esclerose múltipla; panencefalite
esclerosante subaguda (doença pós-sarampo), neurossífilis, encefalopatias virais
entre outras doenças degenerativas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O vírus Epstein- Barr (EBV) pertence à família do herpesvírus. O vírus é transmitido principalmente pela saliva; no entanto, a transmissão sexual, por transplante ou produtos de sangue contendo linfócitos foi observada. O EBV é o agente causador da mononucleose infecciosa, sendo também associado com o linfoma de Burkitt e o carcinoma de nasofaringe. Durante a infância, a infecção primária em geral é assintomática, já na adolescência e na idade adulta, contrai-se, em geral, uma mononucleose infecciosa sintomática. Após a infecção primária, o vírus fica latente durante toda a vida. Para determinar o estágio da infecção, são utilizados testes para a detecção de anticorpos IgG e IgM contra o capsídeo viral (VCA) e de anticorpos IgG contra o antígeno nuclear 1 (EBNA-1).
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Utilizado na avaliação quantitativa e qualitativa da série vermelha, analisando os parâmetros: CHCM, ERITRÓCITOS, HCM, HEMATOCRITO, HEMOGLOBINA, RDW e VCM, auxiliando no diagnóstico e acompanhamento de anemias e policitemias, além da avaliação da morfologia eritrocitária.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: A Eritropoetina é o principal regulador da eritropoiese, estimulando a
proliferação e diferenciação de células precursoras eritróides na medula óssea.
Em mamíferos, o fígado fetal produz quase totalidade do hormônio. Em adultos a
produção hepática baixa para menos de 10% e a secreção renal é responsável por
mais de 90%. Acredita-se que o local de produção seja nas células tubulares
renais proximais ou nas células endoteliais capilares peritubulares do córtex
renal e medula externa. A clearence de Eritropoetina circulante não tem sido
totalmente explicada, mas é realizada, em uma pequena parte, pela excreção
urinária, e possivelmente também pela eliminação hepática e pela captação em
células alvo na medula óssea. A Eritropoetina ajusta a produção de células
vermelhas para satisfazer as exigências de oxigênio nos tecidos. Exerce seu
efeito através de um sistema complexo de feedback, no qual a secreção renal do
hormônio é controlada por um sensor de oxigênio no rim que responde à pressão
parcial de oxigênio no sangue. Sob condições de aumento de oxigênio periférico,
os níveis de Eritropoetina diminuem. Isto é observado após a correção da
hipóxia em indivíduos saudáveis (como uma descida de uma elevação alta) e após
a hipertransfusão.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Outros: Colher as amostras à mesma hora do dia, principalmente no período matutino das 7:30 ao 12:00 (meio dia).
Descrição: Os erros inatos do metabolismo são distúrbios de natureza genética que
geralmente correspondem a um defeito enzimático capaz de acarretar a interrupção
de uma via metabólica. Tais defeitos, ocorrem devido a uma falha de síntese,
degradação, armazenamento ou transporte de moléculas no organismo. Os erros
metabólicos são considerados a causa das Doenças Metabólicas Hereditárias em
que a ausência de um produto esperado, acúmulo de substrato da etapa anterior a
interrompida ou o surgimento de uma rota metabólica alternativa pode levar ao
comprometimento dos processos celulares. O teste de triagem visa à detecção de
doenças de fundo genético e metabólico e cada teste que compõe o perfil é
utilizado especificamente para a determinação de uma desordem.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Medicação: Necessário informar medicamentos em uso.
- Realizar higienização da região genital com água e sabão; iniciar a micção, desprezando o primeiro jato de urina no vaso sanitário sem interromper a micção, coletar a urina do jato médio. Encaminhar o frasco para o laboratório mantendo-o em local fresco e ao abrigo da luz.
Descrição: O Espermograma é um exame laboratorial que analisa a qualidade dos espermatozoides e a saúde de todo o sistema reprodutivo masculino, segundo alguns critérios definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a partir de uma amostra de sêmen.
Instruções:
O paciente deverá ficar em abstinência (por 3 a 5 dias) anteriores ao exame não manter relação sexual ou automasturbação.
No dia da coleta urinar e lavar as mãos e o órgão genital com água e sabonete, secar com toalha de papel.
A amostra (líquido seminal) deve ser obtida por automasturbação (este é o único modo de colher uma amostra correta). Coletar diretamente no frasco, tendo o cuidado para não perder material, o volume é importante para o resultado final do exame.
Fechar o frasco rapidamente.
O material não poderá ser colhido se o paciente estiver com sangramento ou secreção.
Descrição: O Estradiol é o mais potente estrógeno natural em humanos. Ele regula a função reprodutiva em mulheres e, com a progesterona, mantém a gravidez. A maior parte do estradiol é secretada pelos ovários (em mulheres não-grávidas), embora os testículos (em homens) e o córtex adrenal (em homens e mulheres) secretam pequenas quantidades. Durante a gravidez, a placenta produz a maior parte do estradiol circulante. Em mulheres não-grávidas normais, o estradiol sintetizado pelo ovário é a origem predominante tanto de estrona como de estriol. Níveis normais de estradiol são mais baixos na menstruação e no início da fase folicular e se elevam no final da fase folicular exatamente antes do avanço do LH, que, normalmente, é imediatamente seguida pela ovulação. Quando o LH atinge o pico, o estradiol começa a diminuir antes de aumentar novamente durante a fase lútea. Se a concepção não ocorrer, o estradiol cai até seus níveis mais baixos e a menstruação inicia-se logo em seguida. Se a concepção ocorrer, os níveis de estradiol continuam a aumentar, alcançando níveis de 1.000 a 5.000 pg/ mL durante o primeiro trimestre, 5.000 a 15.000 pg/mL durante o segundo trimestre e 10.000 a 40.000 pg/mL durante o terceiro trimestre. Na menopausa, os níveis de estradiol permanecem baixos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Estradiol é o mais potente estrógeno natural em humanos. Ele regula a função reprodutiva em mulheres e, com a progesterona, mantém a gravidez. A maior parte do estradiol é secretada pelos ovários (em mulheres não-grávidas), embora os testículos (em homens) e o córtex adrenal (em homens e mulheres) secretam pequenas quantidades. Durante a gravidez, a placenta produz a maior parte do estradiol circulante. Em mulheres não-grávidas normais, o estradiol sintetizado pelo ovário é a origem predominante tanto de estrona como de estriol. Níveis normais de estradiol são mais baixos na menstruação e no início da fase folicular e se elevam no final da fase folicular exatamente antes do avanço do LH, que, normalmente, é imediatamente seguida pela ovulação. Quando o LH atinge o pico, o estradiol começa a diminuir antes de aumentar novamente durante a fase lútea. Se a concepção não ocorrer, o estradiol cai até seus níveis mais baixos e a menstruação inicia-se logo em seguida. Se a concepção ocorrer, os níveis de estradiol continuam a aumentar, alcançando níveis de 1.000 a 5.000 pg/ mL durante o primeiro trimestre, 5.000 a 15.000 pg/mL durante o segundo trimestre e 10.000 a 40.000 pg/mL durante o terceiro trimestre. Na menopausa, os níveis de estradiol permanecem baixos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A maior parte do estriol circulante excretado durante o terceiro trimestre de gravidez é resultado da produção do feto e da placenta, originado de um precursor sintetizado no feto pelas cápsulas supra renais e transformado pelo fígado fetal e placenta em estriol. Ao transpor a placenta este é rapidamente metabolizado, de início pelo fígado materno em formas conjugadas: sulfatos de estriol e glucoronidos. Como resultado obtemos o estriol livre, forma não conjugada que representa cerca de 9% do estriol total em circulação; os sulfatos de estriol, que tem uma vida média relativamente longa, representam aproximadamente metade desse valor. Em geral, à medida que o feto se desenvolve a produção de estriol aumenta, no ultimo trimestre o nível de estriol na circulação aumenta cerca de três vezes; há também um aumento dos níveis de estriol urinário. Há um pico característico na 36° semana. Após a 40° semana os níveis de estriol diminuem gradativamente. Níveis persistentemente baixos ou com acentuada queda podem indicar problemas fetais.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O estriol é um hormônio esteróide estrogênico menos potente que o estradiol. Durante a gravidez normal é produzido pela placenta a partir de precursores produzidos pela adrenal fetal. Aumenta durante a gestação normal constituindo um parâmetro de avaliação da função e integridade da unidade feto-placentária. Sua determinação está indicada no acompanhamento da gestação de alto risco.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A estrona é um esteróide como o estriol e o estradiol, pertencente à classe dos estrógenos. Os estrógenos estão relacionados com o desenvolvimento dos órgãos sexuais femininos e às características sexuais secundárias. Antes da fertilização do óvulo, a principal ação dos estrógenos é o crescimento e funcionamento do trato reprodutivo para preparação do óvulo a ser fertilizado. Durante a fase folicular do ciclo menstrual o nível de estrona demonstra-se um pouco aumentado. Após esse período, a produção de estrona aumenta, marcando seu pico por volta do 13° dia. O pico é de pequena duração e por volta do 16° dia do ciclo o nível será baixo. Um segundo pico ocorre por volta do 21° dia do ciclo e se a fertilização não ocorrer, a produção de estrona diminui.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O sistema imunológico do intestino é o maior e o mais importante de todo o organismo. Mais de 80% das reações imunológicas tem sua origem no intestino que garantem uma barreira quase instransponível contra bactérias, vírus e outros agentes patogênicos, assim como, contra proteínas de alimentos ou frações de proteínas que podem ser reconhecidas como substâncias estranhas. No entanto, a integridade desta parede intestinal pode estar, muitas vezes danificada, por medicamentos, infecções, microrganismo, estresse e toxinas ambientais, permitindo a entrada de partes de nutrientes ou proteínas entre as células. Estas substâncias e ou fragmentos de proteínas são reconhecidas pelo sistema imunológica como elemento estranho e agressor e identificados pelo sistema imunológico que produzirão anticorpos contra substância. Ao ingerir este alimento regularmente ocorrem reações imunológicas repetitivas que estimulam processos inflamatórios. A experiência demonstra que na maioria dos casos os alimentos ingeridos diariamente são os que causam estas inflamações e as chamamos de hipersensibilidade alimentar ou alergias tardias. As alergias tardias são mediadas pela imunoglobulina G, que produzem um anticorpo chamado IgG e denominamos genericamente o teste como Intolerância Alimentar mediada por IgG. As manifestações de hipersensibilidade ou intolerância alimentar são geralmente tardia e podem iniciar-se muito tempo depois do primeiro contato com o alimento ou alérgeno. Diferentemente das alergias clássicas - reações imediatas - mediadas por IgE, com sinais e sintomas bastante conhecidos e relativamente de fácil identificação, como reações cutâneas, urticárias, e edemas, as alergias tardias mediadas por IgG são caracterizadas por processos inflamatórios e poderão ser revelados através de sinais e sintomas pela deposição de imunocomplexos por tecidos ou órgãos.
Alimentos testados: Aveia, trigo, arroz, milho, centeio, trigo duro, glúten, amêndoa, castanha do Pará / Noz do Brasil, caju, chá, noz, leite de vaca, ovo, frango, cordeiro / borrego, carne vermelha (boi / vaca), carne de porco, Mix de peixe de carne branca (hadoque, bacalhau, solha), Mix de peixe de água doce (salmão , truta), atum, Mix de crustáceos (gamba ou lagostim, camarão, caranguejo, lagosta e mexilhão), brócolis/brócolos, repolho, cenoura, alho poró / alho porró, batatas, aipo, pepino, pimentões / pimentos (vermelhos, verdes e amerelos), Mix de leguminosas (lentilhas, ervilha e feijão), grapefruit / toranja, Mix de melão (melão, cantalupe, melância), amendoim, soja, cacau, maçã, groselha preta, azeitonas, laranja e limão, morango, tomate, gengibre, alho, cogumelos e fermento.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hemocromatose caracteriza-se pelo acúmulo excessivo de ferro em
determinados tecidos do corpo, em níveis muito acima da quantidade necessária.
Na maioria das vezes, isso ocorre devido à deficiência na proteína reguladora
do mineral a hepcidina. Como nosso corpo não tem um mecanismo de eliminação
natural do excesso de ferro, na falta deste peptídeo produzido pelo fígado, o
mineral se acumula e fica depositado nos órgãos.
A hemocromatose pode ter diversas origens como: genética e hereditária;
secundária, que resulta da ingestão exagerada de alimentos ricos em ferro; ou
como resultado de doenças e infecções. Este estudo realiza a análise do gene
HJV.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A síndrome de Gilbert é uma alteração hereditária multifatorial
associada a um elevado nível de bilirrubina (hiperbilirrubinemia não conjugada)
no sangue e, em geral, não apresenta sintomas, ainda que possa aparecer uma
leve icterícia em condições de esforço excessivo, estresse, insônia, cirurgias,
- Jejum, quando há infecções ou depois da ingestão de alguns medicamentos como
o paracetamol, já que a concentração de bilirrubina no sangue aumenta nestas
situações. Foi descrito que a homozigose para a variação A(TA)7TAA no promotor
do gene da UGT1A1 está associada à hiperbilirrubinemia neonatal. Este
polimorfismo, associado com a síndrome de Gilbert, é o único alelo que foi
encontrado até agora na população branca, enquanto que outras duas variantes
(TA)5 e (TA)8 foram identificadas na população negra. Recentemente, foram
descritos vários casos de sujeitos afetados pela síndrome de Gilbert que são
heterozigotos para o alelo (TA)8 na região promotora do gene da UGT1A1. Este
polimorfismo, assim como o (TA)7, está associado a um maior nível de
bilirrubina e uma redução significativa da atividade da transcrição do gene
UGT1A1. A síndrome de Gilbert é uma alteração hereditária multifatorial
associada a um elevado nível de bilirrubina (hiperbilirrubinemia não conjugada)
no sangue e, em geral, não apresenta sintomas, ainda que possa aparecer uma
leve icterícia em condições de esforço excessivo, estresse, insônia, cirurgias,
- Jejum, quando há infecções ou depois da ingestão de alguns medicamentos como
o paracetamol, já que a concentração de bilirrubina no sangue aumenta nestas
situações. Foi descrito que a homozigose para a variação A(TA)7TAA no promotor
do gene da UGT1A1 está associada à hiperbilirrubinemia neonatal. Este
polimorfismo, associado com a síndrome de Gilbert, é o único alelo que foi
encontrado até agora na população branca, enquanto que outras duas variantes
(TA)5 e (TA)8 foram identificadas na população negra. Recentemente, foram
descritos vários casos de sujeitos afetados pela síndrome de Gilbert que são heterozigotos
para o alelo (TA)8 na região promotora do gene da UGT1A1. Este polimorfismo,
assim como o (TA)7, está associado a um maior nível de bilirrubina e uma
redução significativa da atividade da transcrição do gene UGT1A1.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Síndrome de Turner é uma das anormalidades genéticas mais comuns.
Acomete 1 em cada 2.000 nascidos vivos do sexo feminino. As manifestações
clínicas mais frequentes são baixa estatura, disgenesia gonadal, malformação
renal e anormalidades cardiovasculares. Esta síndrome é caracterizada por
monossomia do cromossomo X (45X), presente em 50 a 60 % dos casos, ao passo que
o restante dos pacientes tem uma grande variabilidade de anomalias do
cromossomo X, incluindo vários mosaicismos. os pacientes estudados por
citogenética, 6% apresentam o cromossomo Y ou resíduos dele, sendo que em
outros 3% só se encontra este cromossomo através da técnica de PCR. A presença
deste cromossomo, ou parte dele, tem uma forte associação com o risco
(> 35%) de desenvolvimento do gonadoblastoma, que corresponde a um tumor do
ovário de células indiferenciadas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hemocromatose hereditária (HH) é a doença genética mais comum na população caucasiana. A doença promove o aumento da absorção de ferro da alimentação, tal fato leva ao acúmulo de ferro em vários órgãos e tecidos. Entre os principais sintomas pode ocorrer alterações na pigmentação da pele, aumento do fígado acompanhado ou não de desconforto abdominal, cardiomiopatias, cirrose hepática, entre outros. Este exame realiza a análise das mutações C282Y, H63D, S65C e E168Q do gene HFE.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O painel para Ataxias Espinocerebelares identifica SCA1, SCA2, SCA3, SCA6, SCA7, SCA8, SCA10 e SCA17. As ataxias espinocerebelares (AECs) fazem parte de um grupo de doenças neurodegenerativas que apresentam grande heterogeneidade clínica e genética. As formas hereditárias estão entre as causas mais frequentes de ataxia e se manifestam pela incoordenação da marcha, das mãos, da gala e do movimento ocular. Ao contrário do que ocorre com as ataxias hereditárias recessivas, nas formas dominantes uma única mutação em um dos alelos que já é suficiente para que o indivíduo desenvolva a doença. Os mecanismos pelos quais a heterozigose seria suficiente para o desenvolvimento fenotípico da doença podem seguir duas vias: haploinsuficiência (ou seja, a necessidade da funcionalidade dos dois alelos para manutenção da homeostasia) ou a do "ganho de função tóxica", provocada pela expressão do alelo mutante. As ataxias dominantes são em sua maior parte SCA, que podem ser divididas em quatro grupos de acordo com o mecanismo molecular, mas também há a atrofia dentato-rubro-pálido-luysiana (DRPLA), quatro formas de ataxias episódicas (EAs) e uma ataxia espástica. Este painel estuda as mutações relacionadas as SCA´s mais predominantes nos casos de ataxia, de primeiro grupo causadas por expansões de repetições CAG codificadoras de tratos de glutamina e de segundo grupo, expansões de sequências repetitivas fora da matriz de leitura do gene, não codificadoras.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As porfirias são um grupo de distúrbios provenientes de uma deficiência enzimática, causada pela mutação na biossíntese do grupo heme da cadeia da hemoglobina, proteína responsável pelo transporte de oxigênio em nosso corpo. A sua detecção pode ser realizada através da dosagem das porfirinas e seus precursores no sangue, nas fezes e na urina.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Everolimo (everolimus) é a substância ativa de um medicamento
imunossupressor de uso oral conhecido comercialmente como Certican, indicado
para o tratamento de indivíduos que fizeram transplante de coração, rim ou
fígado.
O Certican é indicado para a profilaxia da rejeição de órgãos em pacientes adultos
receptores de transplante alogênico renal ou cardíaco com risco imunológico
baixo a moderado. No transplante de coração e rim, Certican deve ser utilizado
em combinação com ciclosporina para microemulsão e corticosteroides. Também é
indicado para a profilaxia da rejeição de órgãos em pacientes receptores de
transplante hepático. No transplante hepático, deve ser utilizado em combinação
com tacrolimo e corticosteroides. É recomendado o monitoramento rotineiro das
concentrações terapêuticas de everolimo no sangue, tanto para verificar sua
eficácia quanto para evitar efeitos tóxicos de uma superdosagem. O exame
EVEROLIMUS, SANGUE TOTAL, permite a avaliação da concentração dessa substância
no sangue, podendo auxiliar no acompanhamento clínico do paciente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O estudo coprológico das fezes visa o estudo das funções digestivas, abrangendo provas de digestibilidade macro, microscópica e exame químico, cujos resultados permitem estabelecer determinadas síndromes coprológicas. A principal função do trato alimentar é garantir ao organismo o suprimento de água, eletrólitos e nutrientes. O alimento deve ser conduzido ao longo do tubo digestivo a uma velocidade apropriada para que as funções digestivas e absortivas se realizem.
Instruções:
- Nos dias que precederem a coleta do material, não utilizar medicamentos como antiácidos, antiespasmódicos, laxantes, antiflatulentos ou enzimas digestivas, antiinflamatórios, corticóides, aspirina, compostos de ferro e vitamina C, sem orientação médica.
Descrição: A triagem toxicologia serve para dar uma resposta qualitativa de emergência a diversas drogas lícitas (tratamentos medicamentosos) e ilícitas (abuso de drogas/ toxicologia social). Drogas dosadas nesta triagem são: Fenciclidina (PCP, Pó de Anjo), Benzodiazepínicos, Cocaína (Cocaína, Crack Merla), Anfetaminas (Ecstasy, Femproporex) Tetrahidrocanabinol (maconha), Opiáceos (Opióides, Codeína, Heroína, Morfina) e Barbituricos.
Instruções:
- A urina deve ser coletada em um recipiente limpo e seco. A urina coletada em qualquer momento do dia pode ser utilizada.
Descrição: Os papilomavírus são agentes causadores de hiperproliferações epiteliais, conhecidas como verrugas. Alguns tipos de HPV estão relacionados ao câncer cervical em mulheres, câncer de pênis em homens, e carcinomas anais e de orofaringe em ambos os sexos. O uso de métodos moleculares levou à descrição de cerca de 150 tipos de HPV, e estudos epidemiológicos de larga escala permitiram determinar o risco oncogênico da maioria destes HPV. Na prática clínica, os HPV são hoje divididos em alto e baixo risco oncogênico. O teste de HPV alto e baixo risco está indicado para diagnosticar a infecção pelo HPV e em caso de positividade realizar a determinação de genótipo. Indica-se que seja realizado por mulheres que tiveram alguma alteração em exame ginecológico de rotina ou que estejam dentro do grupo de risco do HPV. O exame também pode ser realizado por homens.
Instruções:
Coleta tem que ser realizada fora do período menstrual da paciente. Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta. Não realizar exame colposcópico imediatamente anterior à coleta da amostra de material endocervical.
Não realizar ultrassonografia trans-vaginal antes da coleta da amostra.
Descrição: Avaliação qualitativa que determina a presença ou ausência de hemoglobina S (HbS) nos eritrócitos. A principal doença associada a falcização das hemácias é a anemia falciforme, onde o indivíduo possui deficiência no transporte de oxigênio. O teste de falcização é o menos indicado devido ao baixo grau de resolução, pois quando positivo não diferencia o genótipo da Hb S (Hb SS, Hb SF, Hb SC, Hb AS, Hb SD). Para desenvolver essa doença o indivíduo deve ser homozigoto para a falcização, ou seja, deve ser SS.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A determinação do fator anti-X ativado (anti -Xa) objetiva monitorar a
terapêutica com heparina de baixo peso molecular ou fracionadas. Este teste
pode dar informações úteis sobre a farmacocinética das heparinas de baixo peso
molecular, quando utilizadas no tratamento da trombose em pacientes com
insuficiência renal, obesos, gestantes, crianças e recém-nascidos. Pode também
ter valor em pacientes tratados que apresentam manifestações hemorrágicas.
A heparina acelera consideravelmente a inativação do fator de coagulação Xa e
da trombina através da antitrombina III. Por essa razão, os preparados de
heparina não fracionados e de peso molecular baixo são amplamente utilizados
como anticoagulante. Devido às múltiplas influências, o efeito da heparina
oscila de paciente para paciente, apesar da mesma dosagem, sendo possível
monitorizar a terapia com os preparados de heparina de baixo peso molecular e
os preparados não fracionados.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os anticorpos antinúcleo são importantes marcadores diagnósticos de
algumas doenças reumáticas autoimunes (DRAI), especialmente dos lúpus
eritematoso sistêmico (LES), da síndrome de Sjögren (SS), da esclerose
sistêmica (ES), da dermatomiosite/polimiosite (DM/PM) e da doença mista do
tecido conjuntivo (DMTC). Conhecido como fator antinúcleo (FAN), o exame para
pesquisa de anticorpos antinúcleo pela técnica de imunofluorescência indireta
(IFI) é atualmente denominado Pesquisa de Anticorpos contra Antígenos Celulares
(PAAC-IFI), visto que o mesmo permite a detecção de uma gama de anticorpos que
reagem com antígenos não apenas do núcleo, mas do nucléolo, do citoplasma e do
aparelho mitótico celular. Entretanto, o termo FAN continua a ser largamente
empregado na prática clínica por razões históricas. Pela elevada sensibilidade
diagnóstica, a IFI utilizando células HEp-2 como substrato, e é considerada o
método padrão ouro para a pesquisa do FAN (FAN HEp-2). Contudo, uma porcentagem
significativa de indivíduos portadores de várias outras doenças autoimunes,
para as quais o teste não possui importância diagnóstica, pode apresentar
resultados positivos no teste. Resultados positivos também podem ocorrer no
contexto de doenças infecciosas, neoplásicas ou mesmo em indivíduos sem evidência
clínico-laboratorial de doença autoimune.
O laudo do exame FAN encontra-se em adequação aos critérios do V Consenso
Brasileiro de FAN Hep-2.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A determinação do fator anti-X ativado (anti -Xa) objetiva monitorar a terapêutica com heparina de baixo peso molecular ou fracionadas. Este teste pode dar informações úteis sobre a farmacocinética das heparinas de baixo peso molecular, quando utilizadas no tratamento da trombose em pacientes com insuficiência renal, obesos, gestantes, crianças e recém-nascidos. Pode também ter valor em pacientes tratados que apresentam manifestações hemorrágicas.
A heparina acelera consideravelmente a inativação do fator de coagulação Xa e da trombina através da anti trombina III. Por essa razão, os preparados de heparina não fracionados e de peso molecular baixo são amplamente utilizados como anticoagulante. Devido às múltiplas influências, o efeito da heparina oscila de paciente para paciente, apesar da mesma dosagem, sendo possível monitorizar a terapia com os preparados de heparina de baixo peso molecular e os preparados não fracionados.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Diagnóstico de deficiências congênitas e adquiridas do fator XI. A deficiência está associada a manifestações hemorrágicas, porém há uma baixa correlação entre o nível de atividade do fator XI e a gravidade das hemorragias. Associado com a via intrínseca da coagulação.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As funções biológicas do TNF alfam são a proliferação e a diferenciação celular, tumorigénese, morte celular apoptótica ou necrótica (incluindo certas linhas de células tumorais), atividades imunorreguladoras, metabolismo lipídico, coagulação e função endotelial. Causa a inflamação e estimula a resposta de fase aguda. A desregulação pode estar relacionada a alguns tipos de câncer, lúpus sistêmicos (LES), psoríase, doenças pulmonares como fibrose cística e asma, doenças do colágeno como artrite reumatoide, rejeição de transplantes, arteriosclerose, resistência à insulina, obesidade e doenças degenerativas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Doença de Von Willebrand é uma doença de caráter hemorrágica hereditária causada pela diminuição ou disfunção de uma proteína fator de Von Willebrand, que atinge 2% de toda a população mundial. Essa doença pode causar hematomas, sangramentos menstruais prolongados, sangramentos nasais, sangramentos excessivos após pequenos cortes, sangramentos após extração dentária ou outra cirurgia, gengivorragia, equimoses facéis, entre outros, podendo ser de leve a moderada intensidade, de acordo com o quadro da doença.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O fator intrínseco é uma glicoproteína produzida pelas células
parietais gástricas. Os anticorpos anti-fator intrínseco são usados na
diferenciação de anemia perniciosa das outras anemias megaloblásticas, sendo a
frequência do anticorpo alta em crianças e jovens com anemia perniciosa. Os
anticorpos são de 2 tipos: Tipo I que impede a ligação do fator intrínseco com
a vitamina B12, Tipo II que se liga tanto ao fator intrínseco livre quanto ao
ligado à vitamina B12. O teste pode ser especialmente útil para detectar a má
absorção senil da vitamina B12. A carência congênita de fator intrínseco causa
uma absorção inadequada de vitamina B12 que se inicia mais ou menos aos seis
meses de idade, enquanto que o tipo juvenil tende a se manifestar em idades
superiores a 10 anos. Existe um padrão de genética autossômica recessiva
sugerida na forma congênita da doença. A anemia perniciosa é a causa mais comum
de deficiência de vitamina B12 em adultos. Esta patologia está associada com
gastrite crônica atrófica.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Uma das principais proteínas da cascata de coagulação. Trata-se de uma enzima da classe da serina protease. A deficiência dessa proteína é a principal causa da hemofilia B. É uma doença de herança genética ligada ao X. Esse fator é o componente catalítico da via intrínseca da coagulação.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os "fatores reumatóides" (FR) são autoanticorpos dirigidos contra o fragmento Fc das IgG humanas. A detecção de fatores reumatóides constitui um dos elementos para o diagnóstico da artrite reumatóide. Estes assumem um papel importante no diagnóstico diferencial entre a artrite reumatóide e as outras doenças reumáticas e permitem, além disso, enunciados diagnósticos sem relação à artrite reumatóide, como hepatite, endocardite, infecções parasitárias ou virais. Com o aumento da idade, cresce a porcentagem de diagnósticos positivos de FR, sem os correspondentes sintomas da doença.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Diagnóstico específico da deficiência congênita do fator V da coagulação, uma doença de herança autossômica recessiva. Apresenta significado clínico quando em valores diminuídos, onde podemos achar: deficiência da alfa-globulina, coagulação intravascular disseminada, deficiência do valor V, inibidores circulantes, fibrinólise, doença hepática, leucemia, entre outros.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A presença da variante G1691A no gene do Fator V de Leiden está associado à resistência do fator V à clivagem pela proteína C ativada, constituindo importante fator no aumento de risco para o desenvolvimento de tromboembolismo venoso. Indivíduos heterozigotos para esta variante possuem de três a dez vezes maior risco de desenvolver trombose venosa, enquanto que nos indivíduos homozigotos este risco é aumentado em até oitenta vezes. O resultado Normal para este teste não exclui outros fatores assim como outros polimorfismos associados ao risco trombótico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A presença da variante G1691A no gene do Fator V de Leiden está associado à resistência do fator V à clivagem pela proteína C ativada, constituindo importante fator no aumento de risco para o desenvolvimento de tromboembolismo venoso. Indivíduos heterozigotos para esta variante possuem de três a dez vezes maior risco de desenvolver trombose venosa, enquanto que nos indivíduos homozigotos este risco é aumentado em até oitenta vezes. O resultado Normal para este teste não exclui outros fatores assim como outros polimorfismos associados ao risco trombótico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A presença da variante G1691A no gene do Fator V de Leiden está
associado à resistência do fator V à clivagem pela proteína C ativada,
constituindo importante fator no aumento de risco para o desenvolvimento de
tromboembolismo venoso. Indivíduos heterozigotos para esta variante possuem de
três a dez vezes maior risco de desenvolver trombose venosa, enquanto que nos
indivíduos homozigotos este risco é aumentado em até oitenta vezes.
A protrombina é a proteína precursora da trombina. A presença da variante
G20210A no gene da protrombina (Fator II) está associado ao aumento das
concentrações de protrombina plasmática, e consequentemente o risco em até três
vezes de desenvolver trombose venosa. Os resultados destes testes não excluem
outros fatores assim como outros polimorfismos associados ao risco trombótico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Diagnóstico de doença autossômica recessiva, onde o quadro clínico pode ser muito grave, com ocorrências precoces de hemorragias inter cerebrais ou hemartroses recorrentes. Em quadros de deficiência adquirida as causas podem ser determinadas por insuficiência hepática, anticorpos contra o fator VII em pacientes com doenças autoimunes, neoplasias e anticoagulação oral.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
1.Diagnóstico de doença de von Willebrand (DVW) do tipo 2N
2.Avaliação e aconselhamento genético para pacientes com hemofilia A
moderada ou leve e padrão de herança atípico
3.Avaliação de pacientes com hemofilia A e meia vida de fator VIII
(transfundido) encurtada, sem a presença de inibidor
4.Avaliação de paciente do sexo feminino com diminuição da atividade do fator
VIII e sem história familiar de hemofilia A
5.Avaliação de pacientes com DVW e atividade do fator VIII desproporcionalmente
menor do que a quantidade de antígeno de fator de von WiIlebrand (FVW) Hemofilia
A e doença de von Willebrand (DVW) são doenças hemorrágicas causadas por
alterações quantitativas ou qualitativas no fator VIII (FVIII) ou no fator de
von Willebrand (FVW).
A hemofilia A é uma doença genética recessiva ligada ao X e a DVW apresenta
diferentes subtipos, a maioria de herança autossômica dominante. Ligação não
covalente do FVIII ao FVW é necessária para sobrevida normal do FVIII
circulante e, em pacientes com deficiência grave de FVW, a sobrevida do FVIII
endógeno ou infundido é menor.
Mutações genéticas nas regiões que codificam os sítios de ligação do FVW ao
FVIII podem levar a um fenótipo de "deficiência" isolada de FVIII
associada a sangramento leve a moderado, levando ao diagnóstico incorreto de
hemofilia A. Este fenótipo foi descrito inicialmente na Normandia, França, e é
chamado de DVW tipo 2N ou Normandy. É uma doença autossômica recessiva.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Fator VIII é um fator de coagulação essencial, onde sua deficiência causa a hemofilia A, também conhecida como hemofilia clássica. Cerca de 85% dos pacientes com hemofilia são portadores da hemofilia A por deficiência da via intrínseca da coagulação. Por ser uma proteína de fase aguda, o fator VIII deve ser realizado na ausência de processos inflamatórios.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Avaliação da deficiência do fator XII. Doença rara de herança autossômica recessiva. Deficiência associada a distúrbios tromboembólicos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Doença caracterizada por febre aguda, de curta duração, a gravidade é variável. Apresenta-se como infecções subclínicas e/ou leves, ate formas graves, fatais. O diagnóstico depende da realização de exames, como a pesquisa de anticorpos contra o flavivírus ou o isolamento desse agente em uma cultura ou de exames moleculares.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: É um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo, portanto,
um dos componentes das proteínas dos seres vivos. A fenilalanina é um composto
natural presente em todas as proteínas, tanto animais como vegetais, porém o
nosso organismo não consegue sintetizar esse composto, logo o mesmo é
necessário fazer parte da nossa dieta diária. Existe um grupo de pessoas que
sofrem da uma doença hereditária chamada fenilcetonúria (PKU). A estas pessoas
falta uma enzima que é necessária para digerir a fenilalanina. Esta, como não é
absorvida, passa a acumular-se no organismo até ser convertida em compostos
tóxicos, designados por fenilcetonas (como o fenilacetato e a fenetilamina),
que são expelidos pela urina. Os doentes com PKU que ingerem a fenilalanina
sofrem de diferentes sintomas de toxicidade, incluindo atrasos mentais
especialmente em crianças, e distúrbios intelectuais nos adultos. É um erro
inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12, sendo herança
autossômica recessiva. O tratamento consiste na regulação alimentar que deve
iniciar após o nascimento da criança com a alteração genética.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Fenitoína é uma droga anti-epilética usada para tratar vários tipos
de convulsão. É administrada tipicamente por via oral como fenitoína sozinha ou
intra muscular na forma de fosfenitoína de pródroga. Dependendo da via de
administração, a conversão de fosfenitoína para fenitoína espera-se que esteja
essencialmente completa dentro de 2 a 4 horas. A maioria da Fenitoína na
circulação é ligada intimamente às proteínas plasmáticas, principalmente à
albumina. Normalmente cerca de 10% circula de forma livre ativa
farmacologicamente, embora em algumas condições, como na insuficiência renal,
essa fração possa aumentar para 30% ou mais. A quantia que circula livremente
prevêse que esteja aumentada na hipoalbuminemia e em condições onde outros
compostos competem com a Fenitoína por locais de ligação com proteínas. A
Fenitoína é eliminada pelo fígado, onde é convertida, glucoronizada e excretada
na urina. Embora esses metabólitos sejam inativos, são estruturalmente
semelhantes à Fenitoína e podem competir com a esta por locais de ligação de
proteínas. A taxa de excreção declina um pouco com a idade, e é reduzida com a
insuficiência renal. As drogas que impedem ou inibem a capacidade do fígado de
metabolizar Fenitoína podem ser suscetíveis de afetar os níveis circulatórios.
Além disso, a capacidade metabólica é limitada; uma vez que o relacionamento entre
as dosagens e os níveis de circulação não são uniformes, mesmo dentro da faixa
terapêutica, pequenos aumentos na dose administrada podem resultar em grandes
aumentos nos níveis circulatórios.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Fenobarbital é utilizado principalmente no tratamento de todos os tipos de convulsões, exceto ausências epiléticas, em conjunto com outras drogas. Esta droga reduz a transmissão sináptica e, consequentemente, reduz a excitabilidade de toda a célula nervosa, embora o uso prolongado possa criar resistência. O Fenobarbital é absorvido devagar, mais eficazmente após administração por via oral. Atinge o nível de concentração de pico entre 4 a 10 horas após administração. Os efeitos comuns mais nocivos dessa terapia é a sedação. O Fenobarbital é entre 40 a 60% ligado à proteína plasmática. Isto contribui para a eliminação de outras drogas, estimulando o metabolismo através da indução de enzimas metabolizantes de medicamentos e/ou inibindo o metabolismo através de competição de uma quantidade limitada de enzimas. O monitoramento das concentrações séricas de fenobarbital mostrou-se capaz de melhorar o tratamento do paciente por fornecer aos médicos uma ferramenta de ajuste de dosagem. Além disso, devido ao estreito índice terapêutico e à grande variabilidade interindividual no metabolismo e clearance do fenobarbital, a determinação dos níveis sanguíneos de fenobarbital de pacientes em tratamento é essencial.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O fenol é uma substância química que pode ser sólida ou líquida com odor característico, nauseante, aromático e pungente. É utilizado na produção de resinas fenólicas, outros produtos fenólicos e caprolactama, em desinfetantes e agentes anti-sépticos. Na indústria tem diversos usos: como solvente, na fabricação de explosivos, fertilizantes, gás de iluminação, tintas, removedores, borrachas, resinas sintéticas, produtos têxteis, de perfumaria e farmacêuticos, baquelite, plásticos e desinfetantes. Após a exposição, o fenol é prontamente absorvido pelas vias cutânea, digestiva e respiratória. Em sua maior parte, é oxidado ou conjugado com ácido sulfúrico, glucorônico e outros ácidos, sendo eliminado na urina na forma conjugada. Os vapores do fenol são irritantes das vias respiratórias e corrosivo para os tecidos.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Bebida alcoólica: Consumo de etanol aumenta a excreção do Fenol.
- Dieta: Ingestão de Benzoato de Sódio (conservante de alimentos) aumenta a excreção de fenol.
- Medicação: Fenilsalicilatos, Barbitúricos e Fenolato de Sódio interferem no resultado do exame.
Descrição: O fenol é uma substância química que pode ser sólida ou líquida com odor característico, nauseante, aromático e pungente. É utilizado na produção de resinas fenólicas, outros produtos fenólicos e caprolactama, em desinfetantes e agentes anti-sépticos. Na indústria tem diversos usos: como solvente, na fabricação de explosivos, fertilizantes, gás de iluminação, tintas, removedores, borrachas, resinas sintéticas, produtos têxteis, de perfumaria e farmacêuticos, baquelite, plásticos e desinfetantes. Após a exposição, o fenol é prontamente absorvido pelas vias cutânea, digestiva e respiratória. Em sua maior parte, é oxidado ou conjugado com ácido sulfúrico, glucorônico e outros ácidos, sendo eliminado na urina na forma conjugada. Os vapores do fenol são irritantes das vias respiratórias e corrosivo para os tecidos.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Bebida alcoólica: Consumo de etanol aumenta a excreção do Fenol.
- Dieta: Ingestão de Benzoato de Sódio (conservante de alimentos) aumenta a excreção de fenol.
- Medicação: Fenilsalicilatos, Barbitúricos e Fenolato de Sódio interferem no resultado do exame.
Descrição: A ferritina é uma proteína de alto peso molecular que contém ferro e que atua no organismo como um composto armazenador de ferro. Foi demonstrado que a molécula de ferritina, quando está completamente saturada, pode conter mais de 20% de seu peso em ferro. Aproximadamente 25% do ferro no adulto normal está presente em várias formas de armazenamento. Cerca de 2/3 das reservas de ferro no corpo humano encontram-se na forma de ferritina. Os depósitos de ferro restantes encontram-se na forma de hemosiderina insolúvel, a qual representa provavelmente uma forma de ferritina desnaturada. A literatura recente sugere que a ferritina proporciona determinações mais sensíveis, específicas e confiáveis para determinar uma deficiência de ferro nos estágios iniciais. As determinações de ferritina sérica têm demonstrado ser úteis no controle da recuperação dos depósitos férricos em pacientes, nos quais se administra ferro oralmente, e para determinar quando se pode interromper a terapia. Nos distúrbios inflamatórios crônicos, nas infecções, na doença neoplásica e na insuficiência renal crônica, observa-se um aumento desproporcional dos níveis de ferritina sérica em relação aos depósitos férricos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O ferro participa numa variedade de processos vitais no organismo, desde os mecanismos de oxidação celular ao transporte e alimentação de oxigênio para as células do organismo. É um elemento constituinte das cromoproteínas transportadoras do oxigênio, hemoglobina e mioglobina, bem como de várias enzimas, nomeadamente citocromo oxidase e peroxidases. O restante de ferro no organismo está presente nas flavoproteínas, nas proteínas enxofre-ferro, bem como no armazenamento de ferro-ferritina e no transporte de ferro-transferrina. A concentração medida de ferro no soro é principalmente a aglutinação de Fe (III) com transferrina de soro e não inclui o ferro existente no soro como hemoglobina livre. A concentração de ferro no soro é reduzida em grande parte dos indivíduos com anemia por insuficiência de ferro; em doenças inflamatórias agudas ou crônicas, nomeadamente infecção aguda, imunização e enfarte do miocárdio; hemorragia aguda ou recente; doença maligna; gravidez tardia; menstruação e nefrose. A concentração de ferro no soro diminui acentuadamente em doentes que estejam a iniciar reação a uma terapia específica para anemias ou outras causas, por exemplo: tratamento de anemia perniciosa com Vitamina B12. Concentrações superiores às normais de ferro no soro ocorrem em doenças por sobrecarga de ferro, nomeadamente hemocromatose e no envenenamento agudo por ferro após administração de ferro por via oral ou parenteral. Os níveis de ferro também podem ser elevados no caso de hepatite aguda, envenenamento por chumbo, leucemia aguda, talassemia ou contracepção oral.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O fibrinogênio é uma glicoproteína que se converte em fibrina pela ação da trombina. Os níveis altos de fibrinogênio estão relacionados com tromboses, independente se arterial ou venosa. Existem dois tipos de alterações hereditárias: afibrinogenemia e disfibrinogenemia. A primeira trata-se de uma doença rara, herdada com caráter autossômico recessivo. A clínica varia em hemorragias que podem ser de intensidade leve a grave. Já nas hipofibrinogenemias geralmente apresenta manifestações clínicas quando associadas a trauma ou quando a concentrações baixas de fibrinogênio.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os anticorpos antifilagrina podem surgir precocemente no curso da artrite reumatóide (AR), quando freqüentemente ainda não apareceram fatores reumatóides. Na prática, fazem parte de um sistema de anticorpos dirigidos a resíduos citrulinados e podem ser detectados por três tipos de teste: imunofluorescência em esôfago de rato, imunofluorescência em células da mucosa oral, também chamado de antifator perinuclear (APF), e Elisa antipeptídeo citrulinado cíclico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A filariose é uma doença parasitaria crônica causada pelo verme nematoide Wuchereria bancrofti, sendo também conhecida como bancroftose. Sua transmissão se da pela picada da fêmea do mosquito Culex quinquefasciatus, infectado com larvas do parasito. Os vermes adultos causam lesões nos vasos linfáticos onde se desenvolvem e as lesões provocadas pela presença dos parasitos serão responsáveis pelo quadro clinico do paciente. Uma característica deste parasito é a periodicidade noturna das microfilarias no sangue periférico do hospedeiro, durante o dia, essas formas se localizam nos capilares profundos, principalmente nos pulmões e, durante a noite, aparecerem no sangue periférico, com maior concentração em torno da meia-noite, decrescendo novamente ate o final da madrugada, independente da densidade parasitaria (microfilaremia) do hospedeiro. O pico da microfilaremia periférica coincide, na maioria das regiões endêmicas, com o horário preferencial de repasto do principal inseto transmissor, o Culex quinquefasciatus. A filariose manifesta clinicamente de forma variada. Os vermes adultos lesam primariamente o vaso linfático, enquanto as ações das microfilarias são, em sua maioria, extralinfaticas. Entre os fatores que determinam a variedade de manifestações clínicas estão o estagio do parasito, a resposta imunológica apresentada pelo paciente, o número de vermes adultos e sua localização no sistema linfático, bem como o tratamento prévio com drogas antifilariais.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O flúor elementar é um gás amarelo que combinado ácido sulfúrico produz ácido fluorídrico que é a molécula básica na síntese da maioria dos compostos de flúor. É empregado em processos de fluoração na indústria do alumínio, na fabricação de vidros, ladrilhos, telhas, cerâmica, esmalte e fibra de vidro, como componentes de soluções de limpeza de ferro, cobre, latão, bronze e no polimento de metais.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Dieta: Concentrações elevadas de flúor na água potável, bem como o consumo de chá, frutos do mar e cremes dentais podem acarretar em valores elevados.
Descrição: O flúor elementar é um gás amarelo que combinado ácido sulfúrico produz ácido fluorídrico que é a molécula básica na síntese da maioria dos compostos de flúor. É empregado em processos de fluoração na indústria do alumínio, na fabricação de vidros, ladrilhos, telhas, cerâmica, esmalte e fibra de vidro, como componentes de soluções de limpeza de ferro, cobre, latão, bronze e no polimento de metais.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Dieta: Concentrações elevadas de flúor na água potável, bem como o consumo de chá, frutos do mar e cremes dentais podem acarretar em valores elevados.
Descrição: A fosfatase ácida é composta por um grupo de 5 isoenzimas localizadas principalmente na próstata e suas secreções. Pequenas quantidades podem ser encontradas na medula óssea, baço, fígado, rins, hemácias e plaquetas. A Fosfatase Ácida Prostática (FAP) é encontrada em grandes quantidades na próstata e no fluido seminal. Pode agir como uma hidrolase para separar a colina fosforila no sêmen e funcionar como uma transferase. Elevações da FAP podem decorrer da manipulação prostática, prostatite e outras neoplasias.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Cefoxitina e doxiciclina podem provocar resultados falsamente elevados.
Descrição: A fosfatase é uma enzima presente nos osteoclastos, no fígado, no baço, nos eritrócitos, nas plaquetas e na próstata, com atividade cerca de 1000 vezes maior que nos outros tecidos. Valores aumentados ocorrem na hipertrofia prostática benigna, após cirurgia ou terapia antiandrogênica, palpação retal e também em enfermidades ósseas: enfermidade de Paget, hiperparatireoidismo com envolvimento esquelético, invasão maligna óssea, anemia hemolítica e megaloblástica, mononucleose, policitemia vera, leucemia mielocítica, mieloma múltiplo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Cefoxitina e doxiciclina podem provocar resultados falsamente elevados.
Descrição: A fosfatase alcalina encontra-se em quase todos os tecidos do organismo, mais concretamente nas membranas celulares. Apresenta-se, sobretudo em elevados níveis no epitélio intersticial, túbulos renais, ossos (osteoblastos), fígado e placenta. A enzima encontra-se associada ao transporte de lipídios a nível intestinal e à calcificação dos ossos. Os aumentos resultam de causas fisiológicas ou são provocados por doenças do fígado ou dos ossos. Aumentos fisiológicos são detectados a partir do segundo trimestre de gravidez devido à fosfatase alcalina placentária, em crianças na fase de crescimento devido à fosfatase alcalina óssea e após as refeições em indivíduos com os grupos de sangue B e O, que são secretores da substância H do grupo de sangue (fosfatase alcalina intestinal). A causa mais comum de fosfatase alcalina elevada é a doença hepatobiliar. Também podem ser encontrados níveis elevados em doenças primárias dos ossos, nomeadamente osteomalacia, osteogenese imperfeita, intoxicação por vitamina D e tumores ósseos primários, metástases esqueléticas e em doenças como o mieloma múltiplo, acromegalia, insuficiência renal, hipertiroidismo, ossificação ectópica, sarcoidose, tuberculose óssea e fraturas em processo de consolidação, hiperparatiroidismo, osteopenia ou osteoporose. São detectados níveis reduzidos em hipofosfatasia familiar, hipoparatiroidismo, acondroplasia, doença óssea dinâmica em doentes em diálise, nanismo pituitário, doença crônica por radiação e má nutrição.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Fosfatase Alcalina Óssea (BAP) consiste em um marcador sérico para a formação de osso osteoblástico. A concentração de BAP no soro humano correlaciona-se com a taxa de formação de osso osteoblástico no esqueleto. A medição da BAP é útil no diagnóstico da doença de Paget e da osteoporose, bem como na monitorização da resposta à terapêutica anti-resorptiva nestes pacientes. Os estudos in vitro mostram a participação da BAP na iniciação da mineralização da matriz óssea, onde é liberada como uma forma tetraédrica, ligada à cavidade da matriz e insolúvel. Estudos indicam que a BAP desempenha um papel significativo no desenvolvimento e mineralização do esqueleto ao atuar como uma pirofosfatase. A clivagem do pirofosfato, um potente inibidor da mineralização, promove a deposição mineral in vivo. A BAP também é utilizada para monitorar a formação óssea em pacientes com doença renal, dado que é um dos poucos marcadores que não é influenciado por variações na função renal. Verifica-se um aumento da utilidade clínica da BAP na discriminação de doença óssea adinâmica (produção óssea baixa) de osteíte fibrosa (produção óssea alta), na qual o teste atual de segunda geração da PTH (hormônio paratireoide), não é diagnóstico. A BAP também é útil na monitorização da eficácia de intervenções terapêuticas que monitorizem os pacientes com Paget tratados com medicamentos que previnem a perda de densidade óssea (bisfosfonatos) ou mulheres osteoporóticas em fase de pós-menopausa tratadas com bisfosfonatos ou terapêutica de substituição de estrogênio.
Instruções:
- Aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os autoanticorpos antifosfatidiletanolamina pertencem à classe dos anticorpos antifosfolípides. O contexto clínico é o da síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF), que se traduz basicamente por episódios tromboembólicos de repetição e perdas fetais recorrentes. Podem também estar associados a plaquetopenia, anemia hemolítica e raros casos de hepatite fulminante. A maioria dos portadores dessa síndrome apresenta anticorpos anticardiolipina, anti-ß2 glicoproteína e/ou anticoagulante lúpico. Esses são os autoanticorpos recomendados pelo consenso de SAF para diagnóstico da doença. A pesquisa de anticorpos antifosfatidiletanolamina pode ser positiva em raros casos negativos para os demais anticorpos antifosfolípides.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Fosfatidilglicerol é um fosfolípide sintetizado pelos pneumócitos na composição do surfactante pulmonar.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Fosfolipídios são um componente fundamental nas membranas celulares, são compostos por lipídios que em sua estrutura possuem, além de ácidos graxos e glicerol, ácido fosfórico e uma molécula nitrogenada. Seus níveis séricos diminuídos são sugestivos de Tangier ou beta/hipobeta lipoproteinemia, enquanto seus níveis elevados sugerem doenças obstrutivas hepáticas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As concentrações de fosfato no soro dependem da dieta e da variação na secreção de hormônios tais como o PTH. O fosfato intracelular ocorre, sobretudo sob a forma de fosfato orgânico, contudo, existe uma pequena, mas extremamente importante fração sob a forma de fosfato inorgânico que, por se tratar de um substrato para fosforilação oxidativa, participa de reações relacionadas com a produção de energia metabólica. A hipofosfatemia é relativamente comum em doentes hospitalizados, sendo registada em 30% dos doentes submetidos a intervenções cirúrgicas. Ocorre em casos de deficiência de Vitamina D, má absorção, utilização de aglutinadores de fosfato orais, antiácidos, diuréticos, corticoides, glicose endovenosa, excesso de PTH, transplante pós-renal, diálise, desordens tubulares renais, hiperalimentação, recuperação de ceto acidose diabética, alcalose respiratória e sepse. A hiperfosfatemia é provocada por terapia intravenosa, insuficiência renal aguda ou crônica, PTH baixo ou resistência a PTH e intoxicação por vitamina D, destruição celular neoplásica, rabdomiolise, insolação, hipovolemia, acromegalia, metástases ósseas, sarcoidose, hepatopatias, embolismo pulmonar, trombocitose.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os valores de fósforo urinário variam com a hora do dia, dieta, idade, massa muscular, função renal e nível de PTH (paratormônio). Valores baixos são encontrados na Síndrome de Fanconi, hiperparatireoidismo, hipoparatireoidismo, hipovitaminose D, raquitismo, osteomalácia, hemodiálise, doença hepática, alimentação parenteral prolongada e tratamento de cetoacidose diabética. Valores altos ocorrem na insuficiência renal, hipoparatireoidismo, pseudohipoparatireoidismo, hipervitaminose D, osteoporose, metástase óssea, hipocalcemia, leucemia mieloide crônica, mieloma múltiplo, diabetes melittus descompensado, exercícios, desidratação e hipovolemia.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: A hepatite autoimune (HAI) é doença necroinflamatória crônica do fígado, cujos agentes desencadeantes ainda não estão estabelecidos. A fisiopatogenia da doença é pouco conhecida, provavelmente, decorrente da interação entre predisposição genética e agente desencadeador externo (infecciosos, drogas ou toxinas). O antimicrossoma de fígado e rim tipo 1 (ALKM-1) é o marcador mais importante da HAI-2, presente em cerca de 90% dos casos. É também o marcador de cerca de 10% dos casos de HAI.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A dosagem de frutosamina é útil para avaliar as alterações do controle de diabetes em intervalos menores e para julgar a eficácia de mudança terapêutica já que mede a quantidade de proteínas glicadas no plasma. Os valores de frutosamina se alteram em intervalos menores (1 a 3 semanas) do que os de glicohemoglobina (6 a 8 semanas), alertando mais cedo sobre a deterioração do controle glicêmico, além de diminuírem mais rapidamente que os da HbA1, no caso de o controle da terapia do diabético melhorar.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A dosagen da frutose avalia a função da próstata e da vesícula seminal, pois ela é o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides. Ela é produzida nas vesículas seminais, e níveis diminuídos no esperma podem indicar ausência ou obstrução dos vasos deferentes ou vesículas seminais.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Infecção com Treponema pallidum, doenças associadas: várias formas de sífilis. O diagnóstico da Sífilis é baseado nos achados clínicos de acordo com o estágio da doença, na detecção microscópica do agente infeccioso (campo escuro) e detecção sorológica de anticorpos anti-Treponema pallidum.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os testes sorológicos para sífilis são classificados como nãotreponêmicos, usados mais comumente para a triagem, como o VDRL e o RPR (Rapid Plasma Reagin), e treponêmicos, usados como testes confirmatórios para os soros reativos nos testes de triagem, como o TPHA, FTA e ELISA. O FTA-ABS é um dos mais sensíveis e específicos testes empregados na sorologia da sífilis. Entretanto, podem ocorrer reações falso-positivas em cirrose, herpes genital, lúpus sistêmicos e, raramente, em mulheres grávidas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A galactosemia é caracterizada pela incapacidade do organismo de metabolizar a galactose em glicose. O defeito no metabolismo da galactose na doença é causado principalmente pela deficiência em três enzimas que participam da via metabólica das galactoses, sendo elas: galactoquinase, galactose-1-P-uridil transferase e uridina-difosfogalactose epimerase. As manifestações clínicas apresentadas pelos pacientes galactosêmicos são vômito, hepatomegalia (aumento do fígado), falhas renais, danos cerebrais, falhas ovarianas, deficiência de aprendizagem e galactosuria.
Instruções:
- O paciente deve ingerir leite de três a quatro horas antes da coleta do material biológico.
Descrição: O GGT existe em todas as células do organismo, exceto nas dos músculos; contudo, a enzima existente no soro parece originar essencialmente do sistema hepatobiliar. Um aumento da GGT constitui sempre um sinal de danos hepáticos se os valores de enzimas específicas do fígado, tais como ALT, LDH ou colinesterase, também forem considerados anormais. No entanto, a GGT é pouco determinante para tentar distinguir diferentes tipos de doença hepática O GGT aumenta acentuadamente nos casos de obstrução biliar intra-hepática ou pós-hepática. É mais sensível que a fosfatase alcalina na detecção de icterícia obstrutiva, colangite e colecistite, e a sua elevação ocorre mais cedo e persiste durante mais tempo. O GGT aumenta em doentes com hepatite infecciosa, fígado gorduroso, pancreatite aguda e crônica e doentes medicados com drogas anticonvulsivas, nomeadamente fenitoina e fenobarbital. Como os níveis elevados de GGT são registrados em doentes com cirrose alcoólica e na maioria dos soros de indivíduos que consumam grandes quantidades de álcool, o GGT desempenha um papel na detecção do alcoolismo, lesões do fígado provocadas pelo álcool e na monitorização de abstinência do álcool. A enzima é também útil numa proporção com o colesterol HDL em casos de alcoolismo, fosfatase alcalina em casos de doença do fígado provocada pelo álcool e aspartato aminotransferase para isolar a hepatite do recém-nascido da atresia biliar.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Gasometria Arterial mede o pH e os níveis de oxigênio e gás carbônico no sangue de uma artéria. Esse exame é utilizado para verificar se os seus pulmões são capazes de mover o oxigênio dos alvéolos para o sangue e remover o dióxido de carbono do sangue.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: Um exame de gasometria venosa é um teste que mede os níveis de gases como o oxigênio e o dióxido de carbono presentes no sangue. Ou seja, é um teste que mede o equilíbrio ácido-base no organismo, a oxigenação e a concentração de dióxido de carbono no organismo.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: Os imunoensaios da gastrina desempenham um papel fundamental na identificação de tumores de Zollinger-Ellison (gastrinomas). Estes tumores são tipicamente, embora não invariavelmente, associados a níveis elevados de gastrina, hipersecreção de ácidos gástricos e doença ulcerosa péptica. Em indivíduos em - Jejum, a gastrina circula normalmente a níveis inferiores a 100 pg/mL, com algum grau de variabilidade de dia para dia. Os níveis de gastrina em - Jejum em pacientes com síndrome de Zollinger- Ellison são tipicamente muito elevados, significativamente superiores à faixa de referência para indivíduos saudáveis. Podem também ser encontrados níveis elevados em outros estados clínicos. Sempre que a secreção de ácidos gástricos se encontrar de algum modo diminuída, como, por exemplo, nos casos de anemia perniciosa, os níveis de gastrina sofrem um aumento característico e adequado. Hipergastrinemia e hipersecreção de ácidos gástricos podem ser detectadas também na ausência de tumores pancreáticos ou duodenais. Assim, hipergastrinemia sem gastrinoma pode ser detectada em casos de obstrução pilórica com distensão do antro, após vagotomia e em alguns pacientes com doença ulcerosa péptica comum. Visto que cerca de metade dos pacientes com tumores de Zollinger-Ellison apresentam níveis de gastrina em jejuns inferiores a 500 pg/mL, a faixa para gastrinoma apresenta uma sobreposição significativa à gama de outras formas de hipergastrinemia.
Instruções:
- Jejum por uma noite, preferencialmente 12 horas ou mais.
- Outros: Devem ser suspensos medicamentos a base de atropina e cálcio (à critério médico).
Descrição: O vírus da hepatite C atualmente é classificado em 6 genótipos baseados em sua similaridade genética. Este teste é capaz de identificar os 6 genótipos e diferenciar os subtipos 1a e 1b. O teste de genotipagem para HCV é recomendado para determinar a melhor abordagem terapêutica. O genótipo do HCV é preditivo na resposta à terapia combinada.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A caracterização molecular do genoma HBV permite a identificação dos principais genótipos circulantes em determinadas regiões além das mutações associadas à resistência a medicamentos antivirais. É sabido que alguns genótipos estão associados às formas mais graves da infecção pelo HBV e outros por formas mais brandas. Estes dados são essenciais na interpretação do quadro clínico do paciente e conseqüente seguimento do tratamento. Este método identifica os seis subtipos denominados de A a F, para determinação dos mutantes pré-core/core. Realiza-se a amplificação por PCR de dois segmentos virais e seqüenciamento das regiões. O teste detecta também mutações no gene da DNA polimerase do HBV que levam à resistência aos antivirais, permitindo o reaparecimento do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O câncer de colo de útero é a quarta causa mais comum de câncer em mulheres no mundo, sendo que representa 7,5% de óbito em mulheres por esta doença. Medidas de prevenção e controle incluem vacinação e triagem/tratamento de lesões pré-cancerosas. Sabe-se que a infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV) é responsável por lesões cervicais intraepiteliais, sendo que os tipos classificados como alto risco, especialmente os genótipos 16 e 18 são responsáveis por 70% dos casos de câncer. A infecção com certos tipos de HPV também provoca uma proporção de cânceres do ânus, vulva, vagina, pênis e orofaringe. Os tipos de HPV de baixo risco estão associados a lesões benignas da mucosa e do epitélio escamoso (verrugas de pele). Este painel é capaz de detectar 19 genótipos de HPV, sendo 16 ,18,31,33,35,39,45,51,52,56,58,59, 66 e 68 de alto risco e 6,11,40,42 e 44 de baixo risco. Limitação técnica: este painel não é capaz de diferenciar os tipos de alto risco 31,33,35,39,45,51,52,56,58,59,66 e 68 e os de baixo risco 40 e 44.
Instruções:
- Coleta tem que ser realizada fora do período menstrual da paciente. Abstinência sexual de 72 horas antes da coleta, não utilizar duchas vaginais ou cremes 48 horas antes da coleta. Não realizar exame colposcópico imediatamente anterior à coleta da amostra de material endocervical.
Não realizar ultrassonografia trans-vaginal antes da coleta da amostra.
Descrição: A doença celíaca consiste numa patologia para toda a vida, na qual a
ingestão de glúten, gliadina do trigo insolúvel em água, prolaminas do centeio
e cevada provocam uma inflamação crônica, causando lesões na mucosa do
intestino delgado. Os anticorpos anti Gliadina (AAG) são predominantemente das
classes IgA e IgG e detectados no soro da maioria dos celíacos não tratados e
também naqueles assintomáticos. Após a introdução da dieta isenta de glúten
observa-se um declínio gradual de seus níveis séricos. Estudos mostram uma
queda dos títulos dos anticorpos IgA após três meses de restrição de glúten,
queda esta que se mantém, até que, com um ano de aderência ao tratamento,
praticamente todos os títulos estão negativos, isto é, dentro dos parâmetros dos
indivíduos normais. Entretanto, a determinação dos AAG é válida e de grande
utilidade para selecionar os pacientes para a biópsia intestinal, nos quais se
suspeita a presença de doença celíaca, assim como no seguimento dos pacientes
celíacos em relação à adesão à dieta sem glúten. Títulos altos dos AAG também
são encontrados em pacientes com enteropatias não-celíacas como, por exemplo,
na alergia à proteína do leite de vaca, na síndrome pós-enterite, atualmente
denominada diarréia persistente, e na doença de Crohn. Títulos positivos destes
anticorpos também são relatados em outras doenças não do trato gastrointestinal
como, por exemplo, na síndrome de Sjögren e na artrite reumatóide.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A doença celíaca consiste numa patologia para toda a vida, na qual a
ingestão de glúten, gliadina do trigo insolúvel em água, prolaminas do centeio
e cevada provocam uma inflamação crônica, causando lesões na mucosa do
intestino delgado. Os anticorpor anti-Gliadina (AAG) são predominantemente das
classes IgA e IgG e detectados no soro da maioria dos celíacos não tratados e
também naqueles assintomáticos. Após a introdução da dieta isenta de glúten
observa-se um declínio gradual de seus níveis séricos. Estudos mostram uma
queda dos títulos dos anticorpos IgA após três meses de restrição de glúten,
queda esta que se mantém, até que, com um ano de aderência ao tratamento,
praticamente todos os títulos estão negativos, isto é, dentro dos parâmetros dos
indivíduos normais. Entretanto, a determinação dos AAG é válida e de grande
utilidade para selecionar os pacientes para a biópsia intestinal, nos quais se
suspeita a presença de doença celíaca, assim como no seguimento dos pacientes
celíacos em relação à adesão à dieta sem glúten. Títulos altos dos AAG também
são encontrados em pacientes com enteropatias não-celíacas como, por exemplo,
na alergia à proteína do leite de vaca, na síndrome pós-enterite, atualmente
denominada diarréia persistente, e na doença de Crohn. Títulos positivos destes
anticorpos também são relatados em outras doenças não do trato gastrointestinal
como, por exemplo, na síndrome de Sjögren e na artrite reumatóide.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A doença celíaca consiste numa patologia para toda a vida, na qual a
ingestão de glúten, gliadina do trigo insolúvel em água, prolaminas do centeio
e cevada provocam uma inflamação crônica, causando lesões na mucosa do
intestino delgado. Os anticorpos anti-Gliadina (AAG) são predominantemente das
classes IgA e IgG e detectados no soro da maioria dos celíacos não tratados e
também naqueles assintomáticos. Após a introdução da dieta isenta de glúten
observa-se um declínio gradual de seus níveis séricos. Estudos mostram uma
queda dos títulos dos anticorpos IgA após três meses de restrição de glúten,
queda esta que se mantém, até que, com um ano de aderência ao tratamento, praticamente
todos os títulos estão negativos, isto é, dentro dos parâmetros dos indivíduos
normais. Entretanto, a determinação dos AAG é válida e de grande utilidade para
selecionar os pacientes para a biópsia intestinal, nos quais se suspeita a
presença de doença celíaca, assim como no seguimento dos pacientes celíacos em
relação à adesão à dieta sem glúten. Títulos altos dos AAG também são
encontrados em pacientes com enteropatias não-celíacas como, por exemplo, na
alergia à proteína do leite de vaca, na síndrome pós-enterite, atualmente
denominada diarréia persistente, e na doença de Crohn. Títulos positivos destes
anticorpos também são relatados em outras doencas não do trato gastrointestinal
como, por exemplo, na síndrome de Sjögren e na artrite reumatóide.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A medida da glicemia após sobrecarga corresponde a dosagem de glicose algum tempo após o consumo do dextrosol.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
- Os tempos devem ser coletados de acordo com a solicitação médica.
- Bebida alcoólica: Evitar a ingestão nas 24 horas antes da realização do exame.
Descrição: Em - Jejum, os níveis de açúcar no sangue são controlados pelo fígado, que garante a sua manutenção dentro dos limites exatos. Essa forma rápida e precisa de controlar a glicose não contrasta com o aumento rápido do açúcar no sangue, que ocorre durante a ingestão de carboidratos. A queda de glicose no sangue para um nível crítico (aproximadamente 2,5 mM) conduz a disfunção do sistema nervoso central. Tal se manifesta num estado de hipoglicemia, caracterizado por fraqueza muscular, problemas de coordenação e confusão mental. Uma nova redução nos níveis de glicose no sangue conduz à coma hiperglicêmico. Concentrações de glicose no sangue revelam flutuações intra-individuais dependentes da atividade muscular e do intervalo de tempo desde a ingestão de alimentos. Estas flutuações são ainda maiores quando há descontrole, tal como ocorre em vários estados patológicos nos quais a glicose no sangue pode ser elevada (hiperglicemia) ou reduzida (hipoglicemia). A hiperglicemia ocorre com mais freqüência como resultado de uma insuficiência na quantidade ou eficácia da insulina, uma condição conhecida por diabetes mellitus. Esta doença é caracterizada pela subida da glicose no sangue a ponto de ultrapassar o limiar renal e o açúcar surgir na urina (glicosúria). A medição da glicose no sangue é utilizada como ensaio de rastreio da diabetes mellitus, quando existe suspeita de hiperglicemia; monitorização de terapia na diabetes mellitus; avaliação do metabolismo dos carboidratos, por exemplo, na diabetes durante a gestação; hepatite aguda; pancreatite aguda e doença de Addison. A hipoglicemia está associada a uma gama de condições patológicas nas quais se incluem a síndrome de insuficiência respiratória no recém-nascido, toxemia da gravidez, defeitos congênitos enzimáticos, síndrome de Reye, ingestão de álcool, disfunção hepática, tumores pancreáticos produtores de insulina (insulinomas), anticorpos de insulina, neoplasias não pancreáticas, septicemia e insuficiência renal crônica.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: Geralmente, a glicosúria está presente no diabetes mellitus. Porém pode acontecer em: dietas ricas em glicose antes da coleta, uso de glicose parenteral, glicosúria renal, diabetes Insípido nefrogênico, feocromocitoma, pancreatite aguda, hipertireoidismo, acromegalia e síndrome de Cushing. Em geral, a glicose é detectada na urina quando os valores séricos são maiores que 180mg/dL. Entretanto, na glicosúria renal, a glicose é excretada na urina mesmo com valores normais de glicose no soro, devido a uma disfunção nos túbulos renais. Também ocorre glicosúria sem hiperglicemia em casos de gravidez, distúrbios da tireóide e lesões do sistema nervoso central.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: A medida da glicemia pós-prandial corresponde a dosagem de glicose algum tempo após o consumo de alimentos contendo carboidratos. Este exame serve para avaliar como está a sua secreção de insulina após uma carga de glicose e para triar pacientes portadores de diabetes mellitus. Pacientes com valores acima de 200mg/dL são sugestivos de diabetes. O resultado depende basicamente da quantidade de carboidratos ingeridos, da idade e da condição física do paciente.
Instruções:
- Marcar o horário em que foi iniciada a refeição, e caso houver a ingestão de sobremesa, esta deve ser realizada imediatamente após a refeição. A coleta deve ser realizada 2 horas após este horário.
Descrição: A glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) é uma enzima que catalisa diversas reações enzimáticas entre elas, manter a glutationa na sua forma reduzida, responsável pela eliminação dos metabólitos oxidativos das células. A sua deficiência é uma doença genética de herança autossômica recessiva ligada ao cromossomo X, apesar de afetar predominantemente os homens, as mulheres heterozigotas podem apresentar crises hemolíticas. A maioria dos pacientes é assintomático. Nos primeiros dias de vida, recém-nascidos podem apresentar icterícia por anemia hemolítica aguda. As crises são desencadeadas por estresse oxidativo, exposição a medicamentos, substâncias químicas, infecção ou ingestão de alguns alimentos.
Instruções:
- Dieta: Coletar preferencialmente após 48 horas da primeira mamada.
- Medicação: Uso de corticoides pela mãe e pelo bebê devem ser sinalizados no cartão de coleta.
- Outros: Realização de transfusão sanguínea deve ser sinalizada no cartão de coleta.
Descrição: A concentração da SHBG no plasma é regulada, entre outros fatores, pelo
balanço androgênio/estrogênio, hormônios da tireóide, insulina e dieta. É a
proteína de transporte mais importante para estrogênios e androgênios no sangue
periférico. A concentração de SHBG é o fator principal regulando suas
distribuições entre os estados ligados à proteína e livres. As concentrações
plasmáticas de SHBG são afetadas por um diferente número de doenças,
encontrando-se altos valores no hipertireoidismo, no hipogonadismo, na
insensibilidade androgênica e na cirrose hepática em homens. Baixas
concentrações são encontradas no mixedema, hiperprolactinemia e síndromes de
atividade androgênica excessiva. A medição da SHBG é útil na avaliação das
desordens leves do metabolismo do androgênio e permite a identificação das
mulheres com hirsutismo que são mais propensas a responder à terapia com
estrógeno.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A globulina ligadora do cortisol (CBG ou transcortina) está ligada a mais de 90% do cortisol circulante. O cortisol é responsável por regular o ritmo circadiano. Seus valores encontram-se elevados na gravidez, no uso de estrogênios e contraceptivos orais. Por outro lado, valores diminuídos cortisol pode estar relacionados à diminuição da CBG, síndrome nefrótica e doença hepática crônica. Sendo assim, níveis isolados de cortisol podem não ser úteis para o diagnóstico inicial de síndrome de Cushing, pois sua elevação pode corresponder a uma reação de estresse ou a uma variação da globulina ligadora do cortisol (CBG), da mesma forma que valores normais não afastam a possibilidade da doença.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O glucagon é um hormônio produzido pelo pâncreas e atua como antagonista da insulina, aumentando os níveis plasmáticos de glicose, cetoácidos, ácidos graxos livres e diminuindo os níveis de aminoácidos. É controlado fisiologicamente pelo organismo através da hipoglicemia, baixos níveis de ácidos graxos, hiperaminoacidemia, estímulo vagal e estímulos do sistema adrenal, como estresse ou exercício. Após ser produzido, pode ficar estocado em vesículas secretórias das células a ou ser diretamente secretado. Possui um metabolismo pulsátil de secreção, pois desta forma ele é mais ativo. Esses pulsos são regulados pela ação do sistema nervoso nas ilhotas de Langerhans. O glucagon é antagonista da insulina, estimulando o fígado (órgão mais afetado por este hormônio) e os músculos a degradarem o glicogênio e liberar glicose. O fígado é responsável pela gliconeogênese e o glucagon desempenha importante função de regulação deste processo, evitando também a hipoglicemia. Promove a utilização de combustíveis, ao invés de armazenamento e isso ocorre principalmente com a glicose. Além disso, o glucagon diminui a síntese de colesterol pelo fígado, inibe a reabsorção de sódio pelos rins, aumenta sensivelmente o débito cardíaco, podendo também agir regulando o apetite e diminuindo o nível de aminoácidos. Tumores nas células a podem causar excesso de glucagon, aumentando os níveis plasmáticos de glicose e cetoácidos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A enzima glutationa peroxidase participa dos processos de proteção intracelular contra a formação de compostos oxidantes, sendo extremamente importante a sua presença nos eritrócitos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A principal função do trato gastrointestinal é digerir e absorver uma grande variedade de nutrientes. Ela pode ser afetada por diversas condições, resultando na absorção insuficiente de alguns ou de todos os nutrientes ingeridos. A gordura da dieta é composta especialmente por triglicerídeos e é considerada uma fonte vital de energia para o organismo. A gordura fecal é composta por uma mistura de gordura ingerida, de gordura da bile, de secreção intestinal, de células descamadas e de bactérias. Indivíduos normais com dieta isenta de gordura ainda assim excretam, pelo menos, 0,5 a 1g de gordura por dia. A medida de excreção de gordura nas fezes é considerada o melhor teste para a avaliação de má absorção ou de má digestão. O aumento da gordura fecal está comumente associado à insuficiência pancreática ou biliar, trânsito acelerado a partir do duodeno, condições psicossomáticas, doença celíaca, enteropatias bacterianas, virais, parasitárias e medicamentos irritantes do intestino.
Instruções:
- Medicação: Evitar o uso de laxantes, supositórios, contrastes ou substâncias digestivas.
Descrição: A grelina é um novo hormônio gastrointestinal sendo uma das principais funções desse peptídeo o aumento da secreção do hormônio do crescimento (GH. Ela foi, primeiramente, isolada da mucosa oxíntica do estômago, sendo produzida, predominantemente, pelas células Gr do trato gastrointestinal. É também produzida em menores quantidades no sistema nervoso central, rins, placenta e coração. O hormônio grelina é um potente estimulador da liberação de GH, nas células somatotróficas da hipófise e do hipotálamo, sendo o ligante endógeno para o receptor secretagogo de GH (GHS-R). Assim, a descoberta da grelina permitiu o aparecimento de um novo sistema regulatório para a secreção de GH. Além de sua ação como liberador de GH, a grelina possui outras importantes atividades, incluindo estimulação da secreção lactotrófica e corticotrófica, atividade orexígena acoplada ao controle do gasto energético; controle da secreção ácida e da motilidade gástrica, influência sobre a função endócrina pancreática e metabolismo da glicose e ainda ações cardiovasculares e efeitos antiproliferativos em células neoplásicas. Estudos em modelos animais indicam que esse hormônio desempenha importante papel na sinalização dos centros hipotalâmicos que regulam a ingestão alimentar e o balanço energético. A grelina, independentemente do GH, diminui a oxidação das gorduras e aumenta a ingestão alimentar e a adiposidade. Assim, esse hormônio parece estar envolvido no estímulo para iniciar uma refeição. Sabe-se ainda que os níveis de grelina são influenciados por mudanças agudas e crônicas no estado nutricional, encontrando-se elevados em estado de anorexia nervosa e reduzidos na obesidade. A grelina está diretamente envolvida na regulação a curto prazo do balanço energético. Níveis circulantes de grelina encontram-se aumentados durante - Jejum prolongado e em estados de hipoglicemia, e têm sua concentração diminuída após a refeição ou administração intravenosa de glicose.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: No sistema ABO existem quatro tipos sanguíneos: A, B, AB e O. Esses tipos são caracterizados pela presença ou não de aglutinogênios, na membrana das hemácias, e pela presença ou ausência de aglutininas, no plasma sanguíneo. Existem dois tipos de aglutinogênio, A e B, e dois tipos de aglutinina, anti-A e anti-B. Pessoas do grupo A possuem aglutinogênio A, nas hemácias e aglutinina anti-B no plasma; as do grupo B têm aglutinogênio B nas hemácias e aglutinina anti-A no plasma; pessoas do grupo AB têm aglutinogênios A e B nas hemácias e nenhuma aglutinina no plasma; e pessoas do grupo O não tem aglutinogênios nas hemácias, mas possuem as duas aglutininas, anti-A e anti-B, no plasma. O fator Rh é de essencial importância em bancos de sangue para as transfusões sanguíneas, onde deve-se verificar se o receptor é Rh-, se for, só poderá receber sangue Rh-, pois se ele receber Rh+ pode causar uma reação em seu sistema imunológico, causando hemólise. Porém se o paciente for Rh+, ele pode receber o sangue Rh-. A condição essencial para que ocorra eritroblastose fetal é que o pai seja Rh+ e a mãe Rh-, logo o feto será Rh+, uma vez que cumpre as leis da hereditariedade, sendo que o fator Rh positivo é um fator dominante sobre o Rh negativo. Uma vez que a mulher Rh- entra em contato como o sangue do feto e este é Rh+, produzirá anticorpos contra o sangue do bebê, na maioria das vezes na primeira gestação passará despercebido, porém em uma próxima gestação de outro bebê Rh+ poderá provocar desde o aborto até a eritroblastose fetal.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus da Influenza pertence à família Orthomyxoviridae. São classificados em A, B e C, sendo que os dois primeiros são causadores de infecções no homem. O subtipo A é o causador de pandemias e quadros mais severos, afetando também outras espécies. O período de incubação varia de 3 a 5 dias. A infecção ocorre no trato respiratório, causando febre, cefaléia, tosse e em alguns casos sintomas gastrointestinais. O vírus Influenza A é subtipado com base em duas proteínas (H hemaglutinina e N neuraminidase), sendo que o isolado A H1N1 identificado em 2009 foi responsável pela pandemia do mesmo ano. O teste é capaz de detectar e diferenciar os vírus Influenza A Influenza B e Influenza A (H1N1 2009). Também é capaz de detectar o H3N2, assim como outras linhagens sazonais, sendo que nestes casos o resultado é liberado como Detectado para Influenza A.
Instruções:
- Coleta Secreção Orofaringe/Nasofaringe
- Evitar o uso de sprays nasais, ou outros medicamentos de uso local no dia da coleta.
Descrição: A hantavirose é causada pelo vírus Hantavírus. A infecção humana ocorre mais frequentemente pela inalação de aerossóis, formados a partir da urina, fezes e saliva de roedores infectados. Seu período de incubação é de aproximadamente 2 a 3 semanas. A sintomatologia da fase inespecífica é febre, dor, mialgia, dor dorso-lombar, dor abdominal, cefaleia intensa e sintomas gastrointestinais. Na fase cardiopulmonar ocorre o início da tosse seca acompanhada por taquicardia, taquidispinéia e hipoxemia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hantavirose é causada pelo vírus Hantavírus. A infecção humana ocorre mais frequentemente pela inalação de aerossóis, formados a partir da urina, fezes e saliva de roedores infectados. Seu período de incubação é de aproximadamente 2 a 3 semanas. A sintomatologia da fase inespecífica é febre, dor, mialgia, dor dorso-lombar, dor abdominal, cefaleia intensa e sintomas gastrointestinais. Na fase cardiopulmonar ocorre o início da tosse seca acompanhada por taquicardia, taquidispinéia e hipoxemia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A haptoglobina fixa a hemoglobina secretada na lise de eritrócitos. O complexo haptoglobina/hemoglobina é eliminado rapidamente da circulação. Uma secreção de hemoglobina aumentada por hemólise intravascular leva a uma queda da concentração de haptoglobina e, em hemólises graves, mesmo ao seu completo consumo. Nas crianças, a determinação de haptoglobina não se presta ao diagnóstico hemolítico, pois a haptoglobina não se encontra fisiologicamente no soro delas senão em fraca concentração. Haptoglobina é uma proteína da fase aguda, cuja concentração sérica pode se apresentar fortemente aumentada nos estados inflamatórios.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A presença de H. pylori é correlacionada com idade, raça, localização geográfica e condições clínicas. O H. pylori está associado como fator de risco para o câncer gástrico. Uma proporção relativamente grande de doentes que possuem níveis positivos de anticorpos é colonizada, porém em muitos casos, assintomáticos. Portanto, os níveis de anticorpos não se correlacionam necessariamente com a severidade dos sintomas clínicos. Indivíduos com uma infecção aguda por H. Pylori podem não apresentar nenhum anticorpo IGG detectável na fase inicial da infecção. A presença de anticorpos IgG para H. pylori é uma indicação da exposição anterior ao organismo. Deve ser usada uma única amostra para determinar o estado imune do indivíduo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Helicobacter pylori é responsável por 80-90% dos casos de gastrite e é suspeito de ser um importante cofator para o desenvolvimento de úlceras gástricas e duodenais. Pacientes com exposição confirmada ao H. pylori, muitas vezes mostram resultados sorológicos positivos. Uma vez que os anticorpos persistem por um tempo de retardo após uma infecção, soropositivos também são encontrados em pacientes livres de sintomas. A razão entre os valores soropositivos aumenta com a idade. A detecção de anticorpos anti H. pylori é de interesse para controle de terapia antimicrobiana.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O hematócrito é o volume de células vermelhas do sangue, baseado no volume total de sangue. Exame utilizado na avaliação quantitativa do volume globular, auxiliando no diagnóstico e acompanhamento de anemias e policitemias.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A presença de micro-organismos viáveis no sangue do paciente sugere infecção da corrente sanguínea, o que torna a hemocultura um exame crítico e de grande importância no tratamento destes pacientes. O isolamento de qualquer bactéria é significativo, uma vez que o sangue é um líquido estéril. Entretanto uma recuperação de patógenos pouco frequentes (ex: estafilococos não produtores de coagulase, bacillus sp. e corinebactérias) requer uma melhor correlação clínico-laboratorial para que seja afastada a possibilidade de contaminação da amostra em uma etapa qualquer do processamento (por exemplo: coleta). Quanto maior o número de frascos com cultura positiva, maior a probabilidade de infecção.
Instruções:
Descrição: A Hemoglobina existe nos glóbulos vermelhos e serve para transportar Oxigênio e Dióxido de Carbono. A dosagem de hemoglobina é um importante parâmetro na avaliação de anemias, perdas de glóbulos vermelhos e metabolismo da hemoglobina.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hemoglobina fetal predomina ao nascimento, e seus níveis decaem até os 6 primeiros meses de vida. Em algumas alterações hereditárias, a Hb F permanece aumentada, como na beta talassemia e persistência hereditária de Hb F. A hemoglobina fetal aumentada em pacientes portadores da doença falciforme é benéfica, pois inibe a polimerização da HbS, evitando a falcização dos eritrócitos, as crises dolorosas, a anemia hemolítica e melhorando a clínica do paciente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Hemoglobina Glicada ou Glicosilada, também abreviada como HbA1c e até A1c, é uma hemoglobina presente nos eritrócitos humanos que é útil na identificação de altos níveis de glicemia durante períodos prolongados. Este tipo de hemoglobina é formado a partir de reações não enzimáticas entre a hemoglobina e a glicose. O exame de hemoglobina glicada é o mais importante na avaliação do controle do diabetes. Ele resume, para o médico e para o paciente, como adoença esteve controlada nos últimos 60 a 90 dias permitindo uma avaliação fiel deste período.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: O hemograma corresponde a um conjunto de testes laboratoriais que estabelece os aspectos quantitativos e qualitativos dos eritrócitos (eritrograma), dos leucócitos (leucograma) e das plaquetas (plaquetograma). O eritrograma inclui os testes laboratoriais que determinam o perfil hematológico da série vermelha no sangue periférico. É constituído por contagem de eritrócitos, dosagem de hemoglobina, hematócrito, índices hematimétricos e avaliação da morfologia eritrocitária. O leucograma engloba os testes laboratoriais que determinam o perfil hematológico da série branca no sangue periférico onde é feito a contagem global e diferencial de leucócitos juntamente com a análise das alterações morfológicas no sangue. Já o plaquetograma envolve a contagem de plaquetas, avaliação de sua morfologia feita por microscopia e as determinações do volume plaquetário médio e da variação entre seus volumes. O hemograma auxilia na elucidação do estado geral da saúde como, por exemplo, casos de anemias, inflamações, infecções, hematomas, hemorragias, leucemias, síndromes (doenças hereditárias) bem como, acompanhamento em tratamentos.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: Hemossiderina é o resultado da polimerização do grupo heme da hemoglobina. Originada da análise de hemácias, de dieta rica em ferro ou da hemocromatose idiopática (alteração da concentração da hemoglobina nos eritrócitos). É uma espécie de armazenagem do íon ferro cristalizada, que se acumula nas células, principalmente do retículo endotelial. Quando há sobrecarga de ferro, ocorre um aumento na excreção urinária, caracterizando o estado denominado hemossiderinúria. As doenças que promovem aumento da excreção urinária de ferro incluem hemacromatose, anemia hemolítica, hemoglobinúria paroxística noturna e reduzida depuração biliar de ferro.
Instruções:
- Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 02 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina.
Descrição: O vírus da Hepatite A (HAV) é um vírus RNA da família Piconarviridae, sendo o homem como único hospedeiro. O período de incubação varia de 15 a 45 dias. A principal via de contágio do HAV é a fecal-oral, por contato inter-humano ou por meio de água e alimentos contaminados. A transmissão parenteral é rara, mas pode ocorrer se o doador estiver na fase de viremia do período de incubação. Na maioria dos casos, a hepatite A é assintomática e de caráter benigno. Normalmente, os pacientes mais velhos apresentam doença sintomática e de resolução mais lenta, podendo apresentar na fase aguda queixas de fadiga, dor ou desconforto abdominal, hiporexia, náuseas, vômitos, podendo ser observadas icterícia e/ou elevação das transaminases. A presença de anticorpos IgG indica infecção passada ou vacinação. Pacientes com suspeita clínica de hepatite aguda por infecção pelo HAV pode ser realizada a quantificação de anticorpos IgM no soro do paciente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus da Hepatite A (HAV) é um vírus RNA da família Piconarviridae, sendo o homem como único hospedeiro. O período de incubação varia de 15 a 45 dias. A principal via de contágio do HAV é a fecal-oral, por contato inter-humano ou por meio de água e alimentos contaminados. A transmissão parenteral é rara, mas pode ocorrer se o doador estiver na fase de viremia do período de incubação. Na maioria dos casos, a hepatite A é assintomática e de caráter benigno. Normalmente, os pacientes mais velhos apresentam doença sintomática e de resolução mais lenta, podendo apresentar na fase aguda queixas de fadiga, dor ou desconforto abdominal, hiporexia, náuseas, vômitos, podendo ser observadas icterícia e/ou elevação das transaminases. A presença de anticorpos IgG indica infecção passada ou vacinação. Pacientes com suspeita clínica de hepatite aguda por infecção pelo HAV pode ser realizada a quantificação de anticorpos IgM no soro do paciente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O anticorpo contra o antígeno do core (anti-HBc) é útil no diagnóstico de contato com o vírus. A fração IgM do anti-HBc marca a fase aguda da doença, surgindo no início dos sintomas e é progressivamente substituída pela fração IgG, que permanece por tempo prolongado, marcando a infecção crônica ou pregressa. Os anticorpos anti-HBc são detectados logo após o surgimento do antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg) em infecções agudas pelo vírus da Hepatite B (HBV), persistindo após o desaparecimento do HBsAg e antes do surgimento do anti-HBs.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Anticorpos IgM anti-HBc para o vírus da Hepatite B (HBV) ocorrem no soro durante a proliferação ativa do vírus e podem ser detectados por semanas ou mesmo meses após a proliferação viral terminar. Altos níveis de anticorpos IgM anti-HBc são detectados em pacientes com infecção aguda pelo vírus da hepatite B (HBV). Na fase de convalescença, os anticorpos IgM anti-HBc persistem após o desaparecimento do HBsAg e diminuem aos poucos com o tempo. Na ausência de informações sobre qualquer outro marcador do HBV, deve-se considerar que indivíduos com níveis detectáveis de anticorpos IgM anti-HBc podem estar ativamente infectados pelo HBC ou que a infecção pode ter sido resolvida. Os anticorpos IgM anti-HBc também podem ser encontrados em pacientes com hepatite B crônica.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O aparecimento de anticorpos anti-Hbe ocorre após a soroconversão do HBeAg durante a hepatite B aguda geralmente indica resolução da infecção e um nível reduzido de infectividade. O HBeAg é detectado na fase inicial da infecção, as concentrações deste antígeno aumentam rapidamente durante o período de replicação viral na infecção aguda após a aparição do antígeno de superfície do vírus da hepatite B (HBsAg).
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Anticorpos anti-HBs são utilizados para monitorar o sucesso da vacinação contra a hepatite B, a presença desses anticorpos é importante na proteção contra o vírus da hepatite B. A dosagem de anticorpos anti-HBs nos vacinados é essencial para determinar a duração da proteção dada pelo ciclo de vacinação e a necessidade de novas doses de vacina. Utilizado também para monitorar o período de convalescência e a recuperação de indivíduos infectados pelo vírus da hepatite B (HBV). A presença de anticorpos anti-HBs após infecção aguda pelo HBV e a ausência do antígeno de superfície do vírus da hepatite B (HBsAg) podem ser um indicador útil de resolução da doença.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus da hepatite B (HBV) é o agente causador de uma infecção no fígado, está associado a quadros agudos ou crônicos. Cerca de 10% evoluem para quadro crônico e de 20 a 25% evoluem para doença hepática avançada (cirrose ou carcinoma hepatocelular). Este teste é recomendado para a confirmação diagnóstica da infecção e para o monitoramento terapêutico através da quantificação do DNA viral.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O HBeAg marcador da Hepatite B, caracteriza a fase de replicação viral e, quando reagente, indica alta infecciosidade. O HBeAg é detectado na fase inicial da infecção, após a aparição do antígeno de superfície do vírus da hepatite B (HBsAg). O HBeAg surge durante infecções agudas por HBV, sendo detectável durante um curto período de tempo, desaparecendo em poucas semanas, dando lugar ao aparecimento do anti-HBe. Sua persistência, além de 3 meses no sangue, pode indicar evolução para a cronicidade.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O agente causador da hepatite B é o vírus da Hepatite B (HBV). A transmissão do HBV se faz fundamentalmente através das vias parenteral e sexual. Durante a infecção, o HBV produz o antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg), também conhecido como antígeno Austrália. A presença de HBsAg indica que o indivíduo pode transmitir o vírus e sua persistência é um marcador de cronicidade. O HBsAg pode ser detectado entre a primeira e a décima semana após a exposição ao vírus. O HBsAg persiste durante a fase aguda e desaparece tardiamente no período de convalescência. A persistência do HBsAg após 6 meses indica que o paciente é crônico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus da hepatite C (HCV) é um membro da família dos Flaviviridae e tem genoma com cadeia simples de RNA. É uma das principais causas de doença hepática, sendo de difícil diagnóstico clínico, pois na grande maioria os pacientes são assintomáticos. A infecção por HCV pode dar origem a hepatites agudas e crônicas. Aproximadamente 70 a 85% das infecções progridem para doença crônica, que pode dar origem a cirrose e a carcinoma hepatocelular. Os principais fatores de risco referentes a esta doença abrangem a transfusão de hemoderivados por doadores infectados, uso de drogas injetáveis, transplante de órgãos, hemodiálise, transmissão vertical, relação sexual e exposição ocupacional.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus da hepatite C (HCV) é o agente causador de uma infecção no fígado que possui grande tendência para cronificação. Cerca de 85% dos casos progridem para um quadro crônico e destes, 20% progridem para cirrose e ao aumento do risco de carcinoma hepatocelular. Este teste é recomendado para a confirmação diagnóstica da infecção e para o monitoramento da resposta à terapia antiviral. Usado em conjunto com a apresentação clínica e com outros marcadores laboratoriais como um indicador da progressão para a Hepatite C.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O vírus da hepatite C atualmente é classificado em 6 genótipos baseados em sua similaridade genética. Este teste é capaz de identificar os 6 genótipos e diferenciar os subtipos 1a e 1b. O teste de genotipagem para HCV é recomendado para determinar a melhor abordagem terapêutica. O genótipo do HCV é preditivo na resposta à terapia combinada.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O RNA viral é um marcador direto da infecção ativa por HCV. A sua detecção pode ser feita poucos dias após a exposição ao vírus, por meio das técnicas de reação em cadeia da polimerase e transcrição reversa (rt-PCR). O uso desta técnica possibilita a detecção do genoma viral antes do soro conversão imunológica e permite o diagnóstico diferencial entre a hepatite autoimune severa e a hepatite C.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O vírus da hepatite D ou delta é um dos menores vírus RNA animais. Tão pequeno que é incapaz de produzir seu próprio envelope proteico e de infectar uma pessoa. Para isso, ele precisa utilizar a proteína do vírus B. Portanto, na grande maioria dos casos a hepatite D ocorre junto com a hepatite B, ambas com transmissão parenteral (sangue contaminado e sexual). O vírus D normalmente inibe a replicação do B, o qual fica latente. Na fase aguda da infecção, ocorre esteatose micro vesicular e necrose granulomatosa eosinofílica por ação citotóxica direta do vírus. Na fase aguda, a atividade necroinflamatória costuma ser severa. Em pacientes já portadores do vírus B que apresentam infecção aguda pelo vírus D, pode ser severa com hepatite fulminante. Ao contrário da Hepatite B, não apresenta manifestações extra-hepáticas. A sorologia IgG ajuda no diagnóstico da forma crônica da doença, porém o anticorpo IgG da hepatite D não é protetor.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hepatite E tem uma ocorrência rara no Brasil e é mais comum na Ásia e África. Considerada uma doença infecciosa viral, transmitida por contágio fecal-oral, contato entre indivíduos ou por água ou alimentos contaminados pelo vírus. A pesquisa de anticorpos IgG contra o vírus da hepatite E é indicativa de infecção passada pelo vírus, está presente na fase de convalescência e persiste indefinidamente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Exame utilizado no diagnóstico de hepatite E, doença rara no continente americano. Indicação: Diagnóstico de Hepatite E Interpretação clínica: A presença de IgM para Hepatite E significa fase aguda de doença, permanecendo positiva por 4 a 6 meses. A detecção de IgG representa fase de convalescença da doença aguda ou exposição prévia ao vírus.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Utilizado para diagnóstico de infecção pelo vírus Herpes Simples tipo 1 e tipo 2. Os dois tipos de vírus causam infecções humanas, as quais variam em gravidade desde leves afecções cutâneas (vesículas) à encefalite. O Herpes simples tipo 1 em geral infecta as membranas mucosas do olho, a boca e as junções muco cutâneas da face. O Herpes simples tipo 2 está associado com lesões genitais muco cutâneas: o herpes genital é, hoje em dia, uma das doenças sexualmente transmitidas mais comuns. Uma vez que ocorre a infecção, o Herpes persiste num estado latente nos gânglios sensoriais, de onde ele pode reemergir e causar a recorrência periódica da infecção induzida por vários estímulos, o que pode ou não resultar em lesões clínicas. Os doentes imunocomprometidos estão mais suscetíveis a recorrências. Isto sugere que, quer os anticorpos, quer a imunidade mediada por células contribuam para o restabelecimento. Um diagnóstico rápido e exato da infecção pelo HSV (herpes-vírus simples) é indispensável para aplicar uma quimioterapia antivírica específica e para minimizar a propagação da infecção. A detecção da IgG permite determinar o estado imunitário do doente e fornece a prova serológica da exposição passada ao HSV.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Utilizado para diagnóstico de infecção pelo vírus Herpes Simples tipo 1 e tipo 2. Os dois tipos de vírus causam infecções humanas, as quais variam em gravidade desde leves afecções cutâneas (vesículas) à encefalite. O Herpes simples tipo 1 em geral infecta as membranas mucosas do olho, a boca e as junções muco cutâneas da face. O Herpes simples tipo 2 está associado com lesões genitais muco cutâneas: o herpes genital é, hoje em dia, uma das doenças sexualmente transmitidas mais comuns. Uma vez que ocorre a infecção, o Herpes persiste num estado latente nos gânglios sensoriais, de onde ele pode reemergir e causar a recorrência periódica da infecção induzida por vários estímulos, o que pode ou não resultar em lesões clínicas. Os doentes imunocomprometidos estão mais suscetíveis a recorrências. Isto sugere que, quer os anticorpos, quer a imunidade mediada por células contribuam para o restabelecimento. Um diagnóstico rápido e exato da infecção pelo HSV (herpes-vírus simples) é indispensável para aplicar uma quimioterapia antivírica específica e para minimizar a propagação da infecção. A primeira resposta imunitária humoral à infecção é a síntese de IgM específica anti-HSV, que alcança níveis detectáveis uma semana após a infecção. Normalmente, a presença de IgM é uma prova de infecção recente ou recorrente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Hidroxiprolina é um aminoácido presente no colágeno, sendo abundante na matriz ossea. Sua excreção urinária reflete o metabolismo ósseo, estando elevado na ocorrência de reabsorção e destruição óssea.
Instruções:
- Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: Histonas são proteínas encontradas no núcleo celular, juntamente com o DNA genômico. A presença de anticorpos anti-histona é observada em doenças como lúpus eritematoso sistêmico, lúpus induzidos por drogas e mais raramente na artrite reumatóide.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Histoplasmose é uma infecção causada pelo Histoplasma Capsulatum. A técnica aplicada pode detectar duas precipitinas no soro do paciente contra os antígenos "M" e "H". Os anticorpos contra o "M" são os primeiros a aparecer na histoplasmose pulmonar aguda e constitui a base de um determinado imunodiagnóstico, enquanto o antígeno-anticorpo "H" aparece tardiamente e com menos frequência, e sua presença é frequentemente relacionada com disseminação extrapulmonar.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A quantificação de partículas virais no sangue periférico, que define a carga viral, pode ser estimada pela quantificação direta do RNA viral através de tecnologias de reação da polimerase em cadeia (PCR). Esta avaliação não é recomendada como confirmatória de triagem sorológica. A carga viral está correlacionada ao estágio da infecção, risco de evolução para a síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS) e, quando associada a dados clínicos e outros parâmetros laboratoriais, permite ao clínico estabelecer condutas adequadas no acompanhamento do tratamento anti-retroviral.
Indicação: Utilizado como parâmetro para acompanhamento da evolução da infecção pelo HIV.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A genotipagem (sequenciamento de DNA) é o método de escolha para a identificação de mutações nos genes da protease e da transcriptase reversa do HIV-1, podendo predizer um possível fracasso terapêutico e relacionando que drogas não devem ser utilizadas na terapia anti-retroviral. Os resultados são interpretados em associação a dados referentes a tratamentos prévios e outras informações clínicas e laboratoriais relevantes. Sinônimos: Resistência a inibidores de protease e inibidores de transcriptase reversa; detecção de mutações associadas a resistência aos inibidores da protease e da RT. Indicação: Pacientes infectados por HIV-1 que exibem fracasso à terapia anti-retroviral e apresentam níveis de RNA viral superiores a 1.000 cópias por mililitro de sangue. Amostras com valores inferiores podem apresentar quantidades insuficientes de cDNA para as reações de amplificação e sequenciamento nucleotídico. Heterogeneidade genética viral e inibidores endógenos também podem impedir a obtenção de resultados favoráveis. O paciente deve estar usando a medicação, pois as mutações deixam de ser detectadas após a suspensão do medicamento. Interpretação clínica: O teste é capaz de detectar mutações que estejam presentes em pelo menos 30% da população virais presente no paciente. O resultado deve ser interpretado em conjunto com a história dos medicamentos usados pelo paciente. Quando uma droga é suspensa, as mutações que geram resistência a ela podem diminuir proporcionalmente em relação ao vírus selvagem, e por este motivo deixam de ser detectadas. As cepas resistentes permanecem no individuo, porém em proporção menor que a sensibilidade do teste que é de 30%. A proporção da cepa resistente aumenta quando a droga é reintroduzida. Por este motivo o teste indica as drogas em que o paciente não vai responder (para as quais mutações foram detectadas) do que as drogas que ele vai responder.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Trata-se de ensaio imunoenzimático utilizado na caracterização de frações antigênicas imunodominantes. O imunoblot a que se refere este perfil é relacionado ao vírus HIV.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma doença causada pelo vírus do HIV, que é um retrovírus adquirido principalmente por via sexual e sanguínea, por meio de objetos perfuro-cortantes contaminados e infecção pré-natal do feto ou perinatal do recém-nascido. O vírus do HIV se reproduz no corpo humano nos linfócitos T CD4+, tornando o corpo vulnerável à infecção por doenças oportunistas. A AIDS é causada por dois tipos de vírus da imunodeficiência humana, HIV tipo-1 e HIV tipo-2. O exame é utilizado para detecção simultânea do antígeno p24 e de anticorpos contra o HIV-1 e/ou HIV-2.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A sigla HLA (antígeno leucocitário humano) se refere a um grupo de antígenos presentes em membranas celulares, os quais são codificados pelos genes do sistema HLA, também conhecidos como genes MHC (Major Histocompatibility Complex) ou CPH (Complexo Principal de Histocompatibilidade). Estas moléculas são expressas nas membranas de praticamente todos os tipos celulares humanos e tem por função a apresentação de antígenos aos linfócitos T. Uma das principais características deste complexo de genes/antígenos está relacionada ao seu extremo polimorfismo na população. O HLA-B27 é um dos antígenos deste sistema, codificado por um dos possíveis alelos (B27) no locus B do sistema HLA (HLA-B). Sua principal relevância clínica e laboratorial está relacionada à sua comprovada associação com diversas espondiloartropatias como a Espondilite Anquilosante (EA), Uveíte Anterior Aguda e Síndrome de Reiter, dentre outras.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A doença celíaca (enteropatia glúten-induzida) é uma doença que afeta o intestino delgado de indivíduos geneticamente predispostos, precipitada pela ingestão de alimentos que contêm glúten. A doença causa atrofia das vilosidades da mucosa do intestino delgado, causando prejuízo na absorção dos nutrientes, vitaminas, sais minerais e água.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A homocisteína (Hcy) é um aminoácido não essencial, cuja única fonte conhecida advém do metabolismo da metionina, aminoácido de origem alimentar. Defeitos no metabolismo da homocisteína, seja deficiência enzimática, distribuição inadequada de alguns cofatores, ou a combinação destes fatores resultam em hiperhomocisteinemia.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) é produzido na hipófise e atua como estimulante na produção de esteroides pelo córtex adrenal. A secreção de ACTH, por sua vez, é controlada pelo fator de liberação de hormônio corticotrófico no hipotálamo (CRF) e por feedback negativo da hidrocortisona. As determinações de ACTH são importantes no diagnóstico diferencial de insuficiência adrenal e hipersecreção. Na doençade Addison (insuficiência adrenal primária), níveis elevados são típicos, enquanto níveis reduzidos são a regra quando a insuficiência adrenal é secundária à deficiência da hipófise. As determinações de ACTH também podem auxiliar a identificar a causa de hipersecreção de hidrocortisona na síndrome de Cushing. Os níveis de ACTH são tipicamente reduzidos quando esta condição é causada por lesões ou hiperplasia do córtex adrenal, e elevados quando a causa é a produção ectópica de ACTH ou hipersecreção de ACTH pela hipófise. Os níveis plasmáticos de ACTH exibem uma variação diurna significativa. Portanto, é importante uniformizar a hora da coleta. Os valores de referência foram estabelecidos para as 9 horas da manhã, aproximadamente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Hormônio Anti-Mulleriano (AMH), também chamado de Substância Inibidora Mulleriana (MIS), é uma glicoproteína dimérica pertence à família do TGFb (Transforming Growth Factor b). Durante o desenvolvimento do feto, as gônadas apresentam um duplo potencial de transformação, pois os dutos de Muller são precursores do útero, das trompas de Falópio e dos dois terços superiores da vagina; os canais de Wolf formam o epidídimo, os canais deferentes e as vesículas seminais. No menino, o AMH, fator testicular secretado pelas células de Sertoli, causa a regressão dos dutos de Muller e continuará a ser produzido até a puberdade. Após este período, os níveis decrescem lentamente até atingirem valores residuais. Na menina, o AMH começa a ser produzido em pequenas quantidades pelas células da granulosa ovariana logo após o nascimento até a menopausa, tornando-se indetectável no soro após este período. O AMH age por meio de uma diminuição da atividade da enzima aromatase nas células da granulosa ovariana. A dosagem de AMH constitui um instrumento útil para o diagnóstico de várias entidades clínicas, tais como a puberdade precoce (AMH baixo), a puberdade tardia (AMH alto); o pseudo-hermafroditismo masculino, a Síndrome da Persistência do Ducto Mulleriano (PMDS), a suspeita de anorquia ou ectopia testicular.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Vasopressina é um hormônio antidiurético (ADH). Este hormônio controla a taxa de excreção de água na urina e dessa forma ajuda a controlar a quantidade de água nos líquidos do organismo. Esse nome vasopressina é devido à capacidade de aumentar a pressão arterial pelo seu efeito vasoconstritivo.
Instruções:
- Jejum de 12 horas.
Descrição: A dosagem de hGH é principalmente de interesse no diagnóstico do tratamento de várias formas de secreção inapropriada de hormônio do crescimento. As desordens clínicas de hiposecreção incluem nanismo e crescimento potencial não obtido. A hipersecreção é associada com gigantismo e acromegalia. Deve-se ter cuidado na interpretação clínica dos níveis de hormônio do crescimento. Estes variam durante todo o dia, dificultando a definição de uma faixa de referência ou a avaliação do estado de um indivíduo baseado em uma única determinação. Muitos fatores são conhecidos na influência da taxa de secreção do hormônio do crescimento, incluindo períodos de sono e estado de alerta, exercício, stress, hipoglicemia, estrógenos, corticosteróides, L-dopa e outros. Devido à sua semelhança com a prolactina e o lactogênio placentário, os imunodoseamentos iniciais do hormônio do crescimento estavam em geral repletos de valores falsamente elevados nas mulheres lactantes e grávidas. Como nem todos os indivíduos acromegálicos possuem níveis basais elevados, os testes de supressão baseados na carga de glicose são valiosos neste contexto. Apesar da hiperglicemia induzida, existe raramente uma redução dos níveis basais na acromegalia. Indivíduos com deficiência do hormônio do crescimento possuem níveis de jejum/repouso semelhantes àqueles encontrados em indivíduos saudáveis.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Nas mulheres, o FSH estimula o crescimento folicular e, juntamente com o LH, estimula a secreção de estrógenos e a ovulação. Após a ovulação, acredita-se que o FSH e o LH sejam responsáveis pela transformação do folículo rompido em corpo lúteo e influenciam a secreção da progesterona. A FSH humana é segregada pelas células gonadotrópicas do lobo anterior da hipófise em resposta ao hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) secretado pelo hipotálamo médio basal. Tanto o FSH quanto o LH são secretados de forma pulsátil; contudo, isso é menos evidente no FSH, talvez por causa da sua meia-vida mais prolongada na circulação. Os níveis de FSH em circulação variam em resposta ao estradiol e à progesterona. Em um ciclo menstrual normal, um ligeiro pico de FSH é observado por volta do fim da fase lútea (provavelmente desencadeado por uma queda no estradiol e na progesterona que eliminou o efeito de feedback negativo). Isto dá início ao crescimento e à maturação dos folículos ovarianos. Em seguida, os níveis da FSH caem e permanecem baixos por toda a fase folicular (devido ao feedback negativo do estradiol e da progesterona produzidos pelo folículo em desenvolvimento). Na metade do ciclo, a GnRH gera um aumento nos níveis de FSH. A função deste pico de FSH na metade do ciclo é desconhecida. Após este aumento, o FSH é inibido durante a fase lútea pelo feedback negativo do estradiol.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: As inibinas são hormônios glicoprotéicos que circulam como dímeros e são produzidos, principalmente, pelo tecido gonadal. Apresentam-se como marcadores da integridade das funções ovariana e testicular, pois no sexo feminino refletem a atividade folicular, e no sexo masculino, na fase infantil estão associados à função das células de Sertoli, e na fase adulta à função das células germinativas. Sua dosagem elevada pode estar relacionada a tumores ovarianos, de células de Sertoly, de Células de Leydig, de supra-renais e à síndrome de resistência androgênica. E sua diminuição, pode estar associada ao climatério, obesidade, anovulação, síndromes dos ovários policísticos, e a alterações testiculares como: anorquia, orquipexia, disgenesia, entre outras.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Nas mulheres, o LH estimula a maturação final do folículo, a ruptura folicular e a ovulação. O LH humano é secretado pelas células gonadotróficas do lobo anterior da hipófise em resposta ao hormônio de liberação de gonadotrofina (GnRH) secretado pelo hipotálamo. Em um ciclo menstrual normal, o feedback negativo produzido pelo estradiol inibe a secreção de LH na fase folicular. À medida que o folículo se desenvolve (em resposta ao FSH), aumenta a produção de estradiol, determinando um aumento na GnRH e uma maior sensibilidade da hipófise ao GnRH. Um aumento de GnRH provoca uma produção maior de LH na fase pré-ovulatória (metade do ciclo) e a ovulação. Após este aumento, o LH é inibido durante a fase lútea por causa do feedback negativo da progesterona e do estradiol. Nas mulheres em idade fértil, as variações nas durações dos ciclos são causadas pelas variações na duração da fase folicular. Em mulheres na menopausa, os níveis de LH são elevados por causa da produção menor de estrógenos e progesterona ovarianos, que elimina o mecanismo de feedback negativo na hipófise. Nos homens o LH é freqüentemente chamado de hormônio estimulante das células intersticiais e influencia a produção de testosterona pelas células de Leydig dos testículos.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: O Vírus Linfotrópico para células T Humanas (HTLV), pertence à família dos retrovírus. As vias de transmissão deste vírus incluem: aleitamento materno, contato sexual sem proteção, transfusão de sangue e compartilhamento de seringas contaminadas. Existem dois subtipos capazes de infectar seres humanos, o HTLV-I e HTLV-II. O tipo I é endêmico na região do Caribe, Japão, América do Sul e partes da África, o tipo II é encontrado em alguns grupos nativos americanos. O HTLV pode ocasionar sérias patologias ao portador: Paraparesia Espástica Tropical ou Mielopatia associada ao HTLV (PET/MAH), Leucemia-Linfoma de Células T do adulto (LLCTA). Além destas doenças o HTLV também pode estar relacionado à Dermatite Infecciosa, Artropatia, Uveíte e a Síndrome de Sjögren.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O teste A200 é destinado ao diagnóstico de Intolerância alimentar e sensibilizações contra alimentos e aditivos alimentares que podem levar a problemas de saúde inespecíficos causando disfunções gastrointestinais, doenças inflamatórias da pele, enxaqueca, síndrome da fadiga crônica, entre outras. Esses sintomas podem ser causados por reações imunes extravagantes que causam um aumento mensurável da concentração de IgG.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indica a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
-Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A frequência ao redor do mundo de alergias tem crescido significantemente ao passar das décadas. A principal característica das alergias é o envolvimento de imunoglobulinas da classe E (IgE). Assim a detecção da IgE específica para corante amarelo é uma importante ferramenta para o diagnostico moderno da alergia.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Pode observar um resultado negativo em pacientes que são hipersensíveis a alérgenos ocupacionais, nas seguintes circunstâncias: Os sintomas são mediados sem o envolvimento de IgE; A amostra foi colhida menos de 2 semanas depois da reação alérgica. Nesse caso, o teste deve ser repetido passadas 2 semanas para confirmar o resultado. A amostra foi colhida passado um longo período temporal após ter ocorrido a última reação alérgica, pois têm se verificado que a concentração do anticorpo IgE diminui ao longo do tempo. No teste de alergia ao látex há a possibilidade de reações cruzadas com algumas frutas como: o abacate, Kiwi, banana. Como é medido a concentração de IgE específica ao látex, reações retardadas tipo IV ou irritações não são detectáveis.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As reações de hipersensibilidade a medicamentos (fármacos) são comuns
na prática clínica. O diagnóstico é acaba sendo complexo, principalmente em
pacientes que fazem uso de vários medicamentos.
A presença de anticorpos IgE específicos a um fármaco com uma história clínica
compatível, possui um importante valor preditivo. Esta abordagem, porém, tem
valor limitado quando aplicado à maioria das drogas, pois reações a medicamentos
podem se apresentar como urticária, angioedema, broncoespasmo, etc., sem ter a
participação de IgE.
Desta forma, a interpretação dos resultados precisa ser criteriosa. Um teste
negativo não exclui a alergia, assim como um resultado positivo demonstra
a sensibilização, mas nem sempre indica a doença alérgica.
O ácido benzóico é frequentemente utilizado como conservante alimentício, de
fármacos e cosméticos, devido à sua propriedade antimicrobiana e antifúngica.
Por isto, pessoas em uso de produtos que o contenham, podem, clinicamente
desenvolver alergias alimentares ou cutâneas através de mecanismos mediados
pela Imunoglobulina E (IgE).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os pólens são os alergênicos mais importantes do ambiente exterior que
induzem sintomas de doença alérgica. A gravidade das manifestações alérgicas
depende da quantidade de pólen libertado e da exposição do indivíduo durante a
estação do ano específica; por isso, podem variar de ano para ano, sendo mais
graves quando há níveis de pólens elevados. Os principais indutores de sintomas
de alergia são algumas espécies de árvores (como é o caso da oliveira, plátano,
bétula), ervas (como é o caso da parietária, artemísia, plantago) e arbustos. O
pólen das gramíneas, também conhecidas como fenos, é de longe o principal
responsável por alergias respiratórias.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica,
tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE
específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A frequência ao redor do mundo de alergias tem crescido significantemente ao passar das décadas. A principal característica das alergias é o envolvimento de imunoglobulinas da classe E (IgE). Assim a detecção da IgE específica para corante amarelo é uma importante ferramenta para o diagnostico moderno da alergia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A frequência ao redor do mundo de alergias tem crescido significantemente ao passar das décadas. A principal característica das alergias é o envolvimento de imunoglobulias da classe E (IgE). Assim a detecção da IgE específica para Diclofenaco é uma importante ferramenta para o diagnóstico moderno da alergia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A frequência ao redor do mundo de alergias tem crescido significantemente ao passar das décadas. A principal característica das alergias é o envolvimento de imunoglobulias da classe E (IgE). Assim a detecção da IgE específica para Dipirona é uma importante ferramenta para o diagnóstico moderno da alergia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior na ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indica a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada à anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior à ligação antígeno anticorpo em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A frequência ao redor do mundo de alergias tem crescido significantemente ao passar das décadas. A principal característica das alergias é o envolvimento de imunoglobulinas da classe E (IgE). Assim a detecção da IgE específica para Ibuprofeno é uma importante ferramenta para o diagnóstico moderno da alergia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IGE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IGE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Pode observar um resultado negativo em pacientes que são hipersensíveis a alérgenos ocupacionais, nas seguintes circunstâncias os sintomas são mediados sem o envolvimento de IgE; A amostra foi colhida menos de 2 semanas depois da reação alérgica. Nesse caso, o teste deve ser repetido passadas 2 semanas para confirmar o resultado. A amostra foi colhida passado um longo período temporal após ter ocorrido a última reação alérgica, pois têm se verificado que a concentração do anticorpo IgE diminui ao longo do tempo. No teste de alergia ao látex há a possibilidade de reações cruzadas com algumas frutas como: o abacate, Kiwi, banana. Como é medido aconcentração de IgE específica ao látex, reações retardadas tipo IV ou irritações não são detectáveis.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A soja é uma leguminosa que pode ser usada na alimentação e na obtenção
óleo de cozinha. A leguminosa é rica em proteínas e os principais alérgenos são
a glicina (Gly m 1- 7 kDa), beta-conglicinina (Gly m 2), profilina (Gly m 3),
inibidor de tripsina (Gly m 4 ), Glicinina legumina (Gly m 5) e
betaconglicinina vicilina (Gly m6).
As alergias alimentares constituem uma reação exagerada do sistema imunitário
contra algumas proteínas dos alimentos e podem ser IgE mediadas, não-IgE
mediadas ou mistas. A alergia IgE mediada resulta da produção de anticorpos de
tipo IgE contra o alimento; os sintomas surgem nos primeiros 30 minutos ou até
2 horas após o contato com o alimento; pode ser muito grave e capaz de pôr a
vida em risco em poucos minutos. A alergia não-IgE mediada envolve outros
mecanismos imunológicos, que envolve outros tipos de anticorpos ou células que
reagem contra as proteínas dos alimentos; normalmente os sintomas são digestivos
e geralmente é uma reação tardia, com início mais de 2 horas após a ingestão do
alimento, o que torna o diagnóstico mais difícil. A alergia mista envolve IgE e
outros mecanismos imunológicos, como é o caso da esofagite eosinofílica, por
exemplo. Os principais alimentos que causam alergia mais frequentemente são: na
criança as proteínas do leite, o ovo, o peixe, frutos secos, soja e trigo; no
adulto os mais comuns são mariscos, peixes, frutos secos e frutos frescos
(muitas vezes em doentes alérgicos com rinite e/ou asma, por reatividade
cruzada com componentes de alérgenos respiratórios). Não é preciso ingerir para
se ter uma reação alérgica, basta o contato com a pele e/ou mucosas ou a
simples inalação dos vapores de cozimento ou simplesmente passear no supermercado.
Outra verdade que pode parecer estranha é que uma pessoa pode ser alérgica a um
alimento cru e não ser alérgica ao mesmo alimento quando cozido. Isso acontece
porque alguns alérgenos alimentares são pouco resistentes ao calor e, por isso,
são facilmente destruídos durante a cocção dos alimentos. Mas não é aplicado
para todos, por isso na dúvida esclareça bem com o seu médico alergologista.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica,
tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE
específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
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Descrição: Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas; diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma. A imunoglobulina E é uma classe de anticorpos que medeia uma variedade de reações de hipersensibilidade, por degranulação de basófilos e mastócitos. A presença de IgE específica para determinado alérgeno, em quantidades superiores ao referencial, pode estar associada a um aumento de risco relativo para o desenvolvimento de sintomas de hipersensibilidade mediada por IgE, principalmente em indivíduos atópicos. Os níveis de IgE específica nem sempre estão associados à severidade dos quadros. |
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Instruções: - Jejum não obrigatório. |
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Descrição: Há pessoas que são muito sensíveis à picada de insetos. Existem vários tipos de reações de hipersensibilidade possíveis após a picada de insetos, que se dividem em dois grandes grupos: as de causa imunológica (que são realmente as reações alérgicas), e reações não imunológicas. Uma reação imunológica é uma reação 'exagerada' do nosso sistema imunitário (sistema de defesa do nosso organismo). A alergia a insetos é, portanto, uma reação imunológica à picada. As reações não-imunológicas são respostas dos tecidos aos componentes farmacológicos e enzimáticos do veneno do inseto. Diversos insetos podem provocar reações alérgicas. Os principais insetos que causam alergia são os himenópteros: abelha, vespa e formiga. O veneno de himenópteros pode causar reações muito graves, mesmo fatais. Outros insetos frequentes, como os mosquitos, melgas, moscas, pulgas, percevejos, etc., provocam reações alérgicas à própria picada, em pessoas sensíveis. Algumas destas reações de hipersensibilidade não são imunológicas, e por isso são mais ligeiras. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A lactose é um carboidrato presente no leite, que não tem associação com o desenvolvimento de manifestações alérgicas desencadeadas por IgE específicas a este produto. Por este motivo, nas solicitações de IgE específica para lactose serão realizadas as IgEs específicas para as principais proteínas do leite capazes de induzir alergia: alfa lactoalbumina (F76), beta lactoglobulina (F77) e caseína (F78). Em caso de suspeita de intolerância à lactose (deficiência de lactase), recomenda-se a realização do Teste de Tolerância à Lactose ou do Teste Genético de Intolerância à Lactose.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A frequência ao redor do mundo de alergias tem crescido significantemente ao passar das décadas. A principal característica das alergias é o envolvimento de imunoglobulinas da classe E (IgE). Assim a detecção da IgE específica para corante amarelo é uma importante ferramenta para o diagnostico moderno da alergia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A frequência ao redor do mundo de alergias tem crescido significantemente ao passar das décadas. A principal característica das alergias é o envolvimento de imunoglobulias da classe E (IgE). Assim a detecção da IgE específica para Aspirina é uma importante ferramenta para o diagnóstico moderno da alergia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior na ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indica a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indica a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior à ligação antígeno anticorpo em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indica a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os pólens são os alergênicos mais importantes do ambiente exterior que induzem sintomas de doença alérgica. A gravidade das manifestações alérgicas depende da quantidade de pólen libertado e da exposição do indivíduo durante a estação do ano específica; por isso, podem variar de ano para ano, sendo mais graves quando há níveis de pólens elevados. Os principais indutores de sintomas de alergia são algumas espécies de árvores (como é o caso da oliveira, plátano, bétula), ervas (como é o caso da parietária, artemísia, plantago) e arbustos. O pólen das gramíneas, também conhecidas como fenos, é de longe o principal responsável por alergias respiratórias.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A lactose é um carboidrato presente no leite, que não tem associação com o desenvolvimento de manifestações alérgicas desencadeadas por IgE específicas a este produto. Por este motivo, nas solicitações de IgE específica para lactose serão realizadas as IgEs específicas para as principais proteínas do leite capazes de induzir alergia: alfa lactoalbumina (F76), beta lactoglobulina (F77) e caseína (F78). Em caso de suspeita de intolerância à lactose (deficiência de lactase), recomenda-se a realização do Teste de Tolerância à Lactose ou do Teste Genético de Intolerância à Lactose.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Phadiatop contém alérgenos inaláveis responsáveis por 90% das alergias em indivíduos acima de 5 anos de idade. A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Alergia ou reação de hipersensibilidade é uma resposta imunológica exagerada, que se desenvolve após a exposição a um determinado antígeno (substância estranha ao nosso organismo) e que ocorre em indivíduos susceptíveis (geneticamente) e previamente sensibilizados. A sensibilização aos gatos e cães é uma das causas mais frequentes da doença alérgica por animais no mundo inteiro. Os pelos de animais (uma combinação de pele, pelos e saliva) é considerada um fator de risco para o desenvolvimento, principalmente, de asma e rinite alérgica. Casas com animais domésticos propiciam maior presença de ácaro, além disso, os pelos podem permanecer em móveis, tapetes, colchões, estofados ou suas roupas, assim, pessoas que têm animais de estimação podem transportar pelos com elas aonde vão, sem saber, incluindo a escola ou o trabalho.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 ou
Somatomedina C) é um hormônio produzido principalmente pelo fígado, e
estimulada pelo hormônio do crescimento humano (GH) e retardada pela má
nutrição. O IGF-1 é utilizado no rastreio da deficiência e excesso de GH.
Níveis baixos são encontrados em crianças com deficiência de GH com
craniofaringioma e na síndrome de Laron. Embora níveis normais sugiram que não
exista deficiência de GH, um valor baixo em uma criança com atraso no
crescimento não constitui diagnóstico de hipopituitarismo. Níveis elevados
estão associados na gavidez, em pacientes com acromegalia e em crianças com
gigantismo. Contudo, deve-se ter cuidado ao interpretar os valores séricos do
IGF-1 na puberdade, pois os níveis encontram-se normalmente aumentados, podendo
estar 4 a 5 vezes superiores à concentração nos adultos. As taxas mais elevadas
de produção ocorrem na puberdade e os níveis mais baixos ocorrem na infância e
na velhice. O IGF-1 foi implicado como um possível agente neuroprotetor no
combate aos efeitos adversos da esclerose lateral amiotrófica.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os fatores de crescimento insulinóides (IGF I e IGF II) são uma família de peptídeos envolvidos na regulação do crescimento celular, ações que são mediadas por ligação das proteínas ao fator de crescimento insulinóide. Seis proteínas de ligação foram descritas (IGFBP-1 até IGFBP-6). A IGFBP-3 é a predominante, com aproximadamente 95% de IGF I e IGF II ligadas à IGFBP-3. A função das proteínas de ligação é prolongar a vida média dos fatores de crescimento em circulação durante várias horas. A determinação da IGFBP-3 é usada no estudo das desordens de crescimento, e depende do hormônio de crescimento GH, por isso é útil também no estudo da secreção de GH.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrições: Os fatores de crescimento insulinóides (IGF I e IGF II) são uma família de peptídeos envolvidos na regulação do crescimento celular, ações que são mediadas por ligação das proteínas ao fator de crescimento insulinóide. Seis proteínas de ligação foram descritas (IGFBP-1 até IGFBP-6). A IGFBP-3 é a predominante, com aproximadamente 95% de IGF I e IGF II ligadas à IGFBP-3. A função das proteínas de ligação é prolongar a vida média dos fatores de crescimento em circulação durante várias horas. A determinação da IGFBP-3 é usada no estudo das desordens de crescimento, e depende do hormônio de crescimento GH, por isso é útil também no estudo da secreção de GH.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os anticorpos humanos de IgG compõem-se em quatro subclasses
IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4. As características bioquímicas das subclasses da IgG
foram descritas pormenorizadamente. As diferenças entre as subclasses da IgG
refletem-se em várias funções biológicas importantes, tais como a detecção de
antígenos, a ativação complementar e a ligação dos receptores superficiais da
célula. Vários estudos mostraram que os desvios na curva de referência das
concentrações das subclasses da IgG no soro podem estar associados a várias
situações de doença. Uma concentração baixa de IgG1 tem antes a ver com uma
imunodeficiência geral, do que com uma deficiência específica das subclasses.
Enquanto as concentrações absolutas das subclasses de
IgG estão sujeitas a uma grande variância biológica, a sua percentagem relativa
é de aproximadamente 60 - 75 % para a IgG1.Os aumentos policlonais das
subclasses de IgG podem ocorrer em caso de estimulação antigênica crônica, mas
possuem, apenas, uma importância subalterna para o diagnóstico. Os aumentos
monoclonais de IgG baseiam-se no aumento da produção de uma das classes de
IgG.A determinação das subclasses de IgG está indicada para clarificação dos
pacientes com maior susceptibilidade de infecções. A constatação de uma
deficiência das subclasses de IgG é um indicador para os distúrbios da defesa
imunitária e requer um diagnóstico mais amplo.
A IgG1 produz a resposta timo-dependente dominante
contra antígenos protéicos/polipeptídicos. A IgG1 se liga aos receptores Fc das
células fagocitárias e pode ativar a cascata do complemento ao se ligar ao C1q.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os anticorpos humanos de IgG compõem-se em quatro subclasses IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4. As características bioquímicas das subclasses da IgG foram descritas pormenorizadamente. As diferenças entre as subclasses da IgG refletem-se em várias funções biológicas importantes, tais como a detecção de antígenos, a ativação complementar e a ligação dos receptores superficiais da célula. Vários estudos mostraram que os desvios na curva de referência das concentrações das subclasses da IgG no soro podem estar associados a várias situações de doença. A deficiência de IgG2 seletiva, que se manifesta pela ocorrência frequente de infecções virais e bacterianas, indica uma imunoresposta perturbada. Enquanto as concentrações absolutas das subclasses de IgG estão sujeitas a uma grande variância biológica, a sua percentagem relativa é de aproximadamente 15- 25% para a IgG2.Os aumentos policlonais das subclasses de IgG podem ocorrer em caso de estimulação antigênica crônica, mas possuem, apenas, uma importância subalterna para o diagnóstico. Os aumentos monoclonais de IgG baseiam-se no aumento da produção de uma das classes de IgG.A determinação das subclasses de IgG está indicada para clarificação dos pacientes com maior susceptibilidade de infecções. A constatação de uma deficiência das subclasses de IgG é um indicador para os distúrbios da defesa imunitária e requer um diagnóstico mais amplo. A deficiência de IgG2 é a deficiência de subclasse mais frequente. Ela é particularmente associada a infecções respiratórias recorrentes na infância devidas a bactérias com cápsulas polissacarídicas como o Haemophilus influenzae tipo b e o Streptococcus pneumoniae.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os anticorpos humanos de IgG compõem-se em quatro subclasses IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4. As características bioquímicas das subclasses da IgG foram descritas pormenorizadamente. As diferenças entre as subclasses da IgG refletem-se em várias funções biológicas importantes, tais como a detecção de antígenos, a ativação complementar e a ligação dos receptores superficiais da célula. Vários estudos mostraram que os desvios na curva de referência das concentrações das subclasses da IgG no soro podem estar associados a várias situações de doença. A deficiência de IgG3 foi observada nas infecções das vias urinárias provocadas por um vírus. Enquanto as concentrações absolutas das subclasses de IgG estão sujeitas a uma grande variância biológica, a sua percentagem relativa é de aproximadamente <10% para a IgG3.Os aumentos policlonais das subclasses de IgG podem ocorrer em caso de estimulação antigênica crônica, mas possuem, apenas, uma importância subalterna para o diagnóstico. Os aumentos monoclonais de IgG baseiam-se no aumento da produção de uma das classes de IgG.A determinação das subclasses de IgG está indicada para clarificação dos pacientes com maior susceptibilidade de infecções. A constatação de uma deficiência das subclasses de IgG é um indicador para os distúrbios da defesa imunitária e requer um diagnóstico mais amplo. A deficiência de IgG3 pode ocorrer em associação com a deficiência de IgG1. Baixas concentrações, ou mesmo ausência de IgG2 e IgG3, estão relacionadas com infecções recorrentes das vias respiratórias, causadas sobretudo por pneumococos e H. influenzae.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Os anticorpos humanos de IgG compõem-se em quatro subclasses IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4. As características bioquímicas das subclasses da IgG foram descritas pormenorizadamente. As diferenças entre as subclasses da IgG refletem-se em várias funções biológicas importantes, tais como a detecção de antígenos, a ativação complementar e a ligação dos receptores superficiais da célula. Vários estudos mostraram que os desvios na curva de referência das concentrações das subclasses da IgG no soro podem estar associados a várias situações de doença. Os pacientes com doenças bronco-pulmonares crônicas e bronquiectasia têm concentrações muito baixas de IgG4 no soro. Enquanto as concentrações absolutas das subclasses de IgG estão sujeitas a uma grande variância biológica, a sua percentagem relativa é de aproximadamente <10% para a IgG4.Os aumentos policlonais das subclasses de IgG podem ocorrer em caso de estimulação antigênica crônica, mas possuem, apenas, uma importância subalterna para o diagnóstico. Os aumentos monoclonais de IgG baseiam-se no aumento da produção de uma das classes de IgG.A determinação das subclasses de IgG está indicada para clarificação dos pacientes com maior susceptibilidade de infecções. A constatação de uma deficiência das subclasses de IgG é um indicador para os distúrbios da defesa imunitária e requer um diagnóstico mais amplo. Os níveis de IgG4 são altos em doenças alérgicas e podem bloquear as IgE. Níveis elevados podem ser observados na asma, dermatite atópica e também em certas doenças parasitárias. Como os níveis normais de IgG4 são comparativamente baixos, uma deficiência muitas vezes é mascarada pelos níveis normais da IgG total.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os imunocomplexos circulantes (CIC) não são normalmente expressos no soro de indivíduos normais saudáveis, mas sim nos pacientes com artrite reumatóide (RA) e lúpus eritematoso sistêmico (SLE). Os CIC são particularmente proeminentes em pacientes com RA e SLE durante fase ativa da doença.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O principal objetivo das técnicas de imunofixação é definir o tipo de proteína anormal presente na amostra, identificando as cadeias envolvidas.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Técnica utilizada para determinar qual tipo de imunoglobulina (Ig) monoclonal os plasmócitos estão secretando. Esse exame é sensível e deve ser solicitado quando houver pico monoclonal nas gamaglobulinas na eletroforese de proteínas, para determinar a responsável por esse aumento. Em gamopatias monoclonais, como no Mieloma Múltiplo, os plasmócitos podem produzir altas concentrações de um único anticorpo monoclonal. Essas imunoglobulinas monoclonais podem ser fragmentos, polímeros ou monômeros. A determinação de qual isotipo está sendo secretado em altas concentrações é muito importante como marcador tumoral para acompanhamento da evolução da doença e resposta ao tratamento, e auxilia no diagnóstico de paraproteinemias como doenças proliferativas e macroglobulinemias. Neste processo também é possível avaliar quantitativamente as concentrações de IgG, IgM, IgA, Kappa e Lambda.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma doença causada pelo vírus do HIV, que é um retrovírus adquirido principalmente por via sexual e sanguínea, por meio de objetos perfuro-cortantes contaminados e infecção pré-natal do feto ou perinatal do recém-nascido. O vírus do HIV se reproduz no corpo humano nos linfócitos T CD4+, tornando o corpo vulnerável à infecção por doenças oportunistas. A AIDS é causada por dois tipos de vírus da imunodeficiência humana, HIV tipo-1 e HIV tipo-2. O exame é utilizado para detecção simultânea do antígeno p24 e de anticorpos contra o HIV-1 e/ou HIV-2.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A imunofenotipagem de células da medula óssea e sangue é utilizado para a determinação da linhagem celular e análise da maturação das células nas neoplasias hematológicas. Essa dosagem possibilita a determinação de linhagem celular. Além de determinar a linhagem nos grandes grupos, mielóide, células B, T e NK, a caracterização imunológica contribui sobremaneira para a classificação em subgrupos mais específicos como a Leucemia Mielóide Aguda (LMA) com diferenciação mielóide e linfóide mínima (M0 da FAB), LMA sem maturação, leucemia eritroblástica aguda, leucemia megacarioblástica aguda e leucemias bifenotípicas. Caracterização do estadio de maturação das células malignas contribuindo na definição diagnóstica como no caso das doenças linfoproliferativas crônicas. Definição da linhagem celular na crise blástica de síndromes mieloproliferativas crônicas. Caracterização da heterogeneidade e dos aspectos aberrantes das populações de células malignas, permitindo aplicar estas observações no monitoramento da terapia e detecção de doença residual mínima.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A imunofenotipagem de células da medula óssea e sangue é utilizado para a determinação da linhagem celular e análise da maturação das células nas neoplasias hematológicas. Essa dosagem possibilita a determinação de linhagem celular. Além de determinar a linhagem nos grandes grupos, mielóide, células B, T e NK, a caracterização imunológica contribui sobremaneira para a classificação em subgrupos mais específicos como a Leucemia Mielóide Aguda (LMA) com diferenciação mielóide e linfóide mínima (M0 da FAB), LMA sem maturação, leucemia eritroblástica aguda, leucemia megacarioblástica aguda e leucemias bifenotípicas. Caracterização do estadio de maturação das células malignas contribuindo na definição diagnóstica como no caso das doenças linfoproliferativas crônicas. Definição da linhagem celular na crise blástica de síndromes mieloproliferativas crônicas. Caracterização da heterogeneidade e dos aspectos aberrantes das populações de células malignas, permitindo aplicar estas observações no monitoramento da terapia e detecção de doença residual mínima.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A HPN (Hemoglobinúria Paroxistica Noturna) é uma doença rara das células-tronco,
caracterizada por uma anemia hemolítica, ou seja, quando a medula óssea não é
capaz de repor os glóbulos vermelhos que estão sendo destruídos.
Ainda não se sabe ao certo as causas para o surgimento da doença, mas já é
certeza que ocorre uma mutação de um dos genes das células-tronco, o PIG-A, que
passam a fabricar plaquetas defeituosas, produzindo coágulos no sangue, além de
'quebrarem' com facilidade os glóbulos vermelhos (hemólise intravascular). Os
marcadores CD55 e CD59 são de superfície de leucócitos e inibem a cascata
do complemento em diferentes pontos, protegendo as células hematopoéticas
da lise mediada pelo complemento. Em doenças clonais onde há ausência da
expressão dos genes codificantes para os CD55 e CD59, pode haver quadros de
hemólise. Estes marcadores são importantes no diagnóstico da Hemoglobinúria
Paroxística Noturna (HPN), doença clonal da célula tronco hematopoética,
associada à hemólise intravascular e hemoglobinúria, especialmente em pacientes
transfundidos com freqüência, para os quais as técnicas convencionais de
hemólise (Teste de HAM, Teste da Sacarose), não são úteis, uma vez que somente
as células eritrocitárias são avaliadas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O principal objetivo das técnicas de imunofixação é definir o tipo de proteína anormal presente na amostra, identificando as cadeias envolvidas.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: Técnica utilizada para determinar qual tipo de
imunoglobulina (Ig) monoclonal os plasmócitos estão secretando. Esse exame é
sensível e deve ser solicitado quando houver pico monoclonal nas gamaglobulinas
na eletroforese de proteínas, para determinar a responsável por esse aumento.
Em gamopatias monoclonais, como no Mieloma Múltiplo, os plasmócitos podem
produzir altas concentrações de um único anticorpo monoclonal. Essas
imunoglobulinas monoclonais podem ser fragmentos, polímeros ou monômeros.
A determinação de qual isotipo está sendo
secretado em altas concentrações é muito importante como marcador tumoral para
acompanhamento da evolução da doença e resposta ao tratamento, e auxilia no diagnóstico de paraproteinemias
como doenças proliferativas e macroglobulinemias.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: Técnica utilizada para determinar qual tipo de imunoglobulina (Ig) monoclonal os plasmócitos estão secretando. Esse exame é sensível e deve ser solicitado quando houver pico monoclonal nas gamaglobulinas na eletroforese de proteínas, para determinar a responsável por esse aumento. Em gamopatias monoclonais, como no Mieloma Múltiplo, os plasmócitos podem produzir altas concentrações de um único anticorpo monoclonal. Essas imunoglobulinas monoclonais podem ser fragmentos, polímeros ou monômeros. A determinação de qual isotipo está sendo secretado em altas concentrações é muito importante como marcador tumoral para acompanhamento da evolução da doença e resposta ao tratamento, e auxilia no diagnóstico de paraproteinemias como doenças proliferativas e macroglobulinemias. Neste processo também é possível avaliar quantitativamente as concentrações de IgG, IgM, IgA, Kappa e Lambda.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: O principal objetivo das técnicas de imunofixação é definir o tipo de proteína anormal presente na amostra, identificando as cadeias envolvidas.
Instruções:
- Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 02 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina.
Descrição: As imunoglobulinas são sintetizadas pelas células plasmáticas como resposta imunitária humoral a um contato do sistema imunitário com antígenos. Num primeiro contato são produzidos, como reação primária, anticorpos da classe das IgM, depois anticorpos IgG e IgA. Valores aumentados de IgA estão presentes na síndrome de Wiscott-Aldrich, mieloma múltiplo de IgA, cirrose hepática e certos estágios das doenças autoimunes. Valores reduzidos são encontrados na síndrome nefrótica, gastroenteropatias com severas perdas proteicas, certas leucemias, ataxia-teleangiecyasia e agamaglobulinemia adquirida.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Imunoglobulina D (IgD) está presente em concentrações muito baixas no soro, representando menos de 1% do total de imunoglobulinas séricas. Esta molécula, juntamente com a IgM, está presente na superfície dos linfócitos B participando da diferenciação desta célula. Concentrações séricas elevadas de IgD podem ser observadas em infecções crônicas, na Síndrome de Hiperimunoglobulinemia D (HIDS) e em gamopatias monoclonais como o Mieloma múltiplo. A produção de IgD monoclonal ocorre em aproximadamente 1% dos casos de Mieloma múltiplo. Entretanto, como as concentrações nem sempre são elevadas, pode não ser observado um pico M na eletroforese de proteínas séricas. Em pacientes que apresentam valores elevados de IgD, a confirmação de uma produção monoclonal pode ser realizada através de imunofixação de proteínas séricas contendo antissoro anti-IgD.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A determinação de IgE total costuma ser solicitada na avaliação das condições alérgicas e outros distúrbios imunológicos Numerosos fatores contribuem para o nível sérico de IgE Total e devem ser considerados para sua correta interpretação, tais como: a predisposição genética; fatores ambientais (ex. exposição a alérgenos); infecções; idade; sexo; poluição; tabagismo; tipo e intensidade de sensibilizações alérgicas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As imunoglobulinas são sintetizadas pelas células plasmáticas como resposta imunitária humoral a um contato do sistema imunitário com antígenos. Num primeiro contato são produzidos, como reação primária, anticorpos da classe das IgM, depois anticorpos IgG e IgA. Valores altos de IgG são encontrados na AIDS, mieloma múltiplo por IgG, após hiperimunização, estágios de doenças autoimunes severas, certos linfomas, infecções crônicas. Valores diminuídos acontecem na hipogamaglobulinemia congênita e adquirida, mieloma por IgA, macroglobulinemia IgM de Waldenstrom, má absorção com severas perdas proteicas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As imunoglobulinas são sintetizadas pelas células plasmáticas como resposta imunitária humoral a um contato do sistema imunitário com antígenos. Num primeiro contato são produzidos, como reação primária, anticorpos da classe das IgM, depois anticorpos IgG e IgA. Valores aumentados: macroglobulinemia IgM de Waldenstrom, cirrose biliar primária, fatores reumatoides, malária, tripanossomose, certas hepatites infecciosas, fase inicial de vacinações. Valores diminuídos: agamaglobulinemia, certos mielomas IgA e IgG, leucemia linfocitária crônica.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O estado real dos androgênios pode ser visualizado tanto pela mensuração da testosterona livre quanto pelo cálculo da taxa de concentração de testosterona total com a concentração (ou capacidade de ligação) de SHBG. Essa taxa, que é um indicador muito útil nos estados de anormalidades androgênicas, é chamada de índice de androgênios livres (FAI), ou às vezes de índice de testosterona livre. Este é tipicamente calculado numa base molar/ molar e multiplicado por um fator de 10, 100 ou 1000. O índice de androgênios livres etá geralmente aumentado em processos de acne severa, alopécia androgênica nos homens (calvície), hirsutismo e outras condições nas quais o nível de testosterona total é normal e o nível de SHBG é baixo. Em mulheres não obesas sem hirsutismo, com pouca menstruação, um nível elevado de FAI é encontrado durante o início da fase folicular, é reportado ser um indicador específico e sensível em doenças ovarianas policísticas. Muitos estudos têm encontrado que o FAI corresponde muito bem com a clínica do paciente, mas não se têm correlacionado de forma tão adequada com outras mensurações bioquímicas. Além do que, mensurações do NSBT não dão informação diagnóstica adicional nos pacientes com hirsutismo estudados.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O índice de HOMA é um cálculo de execução simples, que se fundamenta nas dosagens da insulinemia e da glicemia, ambas de - Jejum, descrito em 1985 por David Matheus. Sua finalidade é determinar a resistência à insulina. Na literatura científica, percebe-se que falta um valor de corte estabelecido como referência para classificar os resultados dos pacientes, havendo variações de valores propostos por diferentes autores. A fórmula para obtenção deste índice é a seguinte: (Insulina em jejum (uU/mL) X 20) / ((Glicose em jejum (mg/dL) X 0,0555) -3,5)
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O índice de HOMA é um cálculo de execução simples, que se fundamenta nas dosagens da insulinemia e da glicemia, ambas de - Jejum, descrito em 1985 por David Matheus. Sua finalidade é determinar a resistência à insulina. Na literatura científica, percebe-se que falta um valor de corte estabelecido como referência para classificar os resultados dos pacientes, havendo variações de valores propostos por diferentes autores. A fórmula para obtenção deste índice é a seguinte: Insulina jejum (µU/mL) X glicose jejum (mg/dL) X 0,0555/22,5.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A concentração de IgG é utilizada para se determinar a produção/secreção intra-tecal de anticorpos totais de classe IgG. Para essa determinação são calculados quocientes de imunoprodução e quocientes de albumina. Para cálculo desses quocientes é necessário dosar a taxa de IgG sérica em amostra colhida simultaneamente ao LCR, bem como as dosagens de albumina no LCR e no soro.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Índice QUICKI (Quantitative Insulin sensitivity Check Index) é um
modo de avaliação da sensibilidade à insulina, baseado numa transformação
matemática dos valores séricos da glicose e da insulina em - Jejum. Diversos
estudos mostram excelente desempenho do QUICKI para avaliação de resistência à
insulina em indivíduos saudáveis, em pacientes com obesidade, diabetes,
hipertensão, e em várias outras situações de insulino-resistência.
QUICKI = 1 ÷ [Log insulinemia - Jejum (µU/mL) + Log glicemia - Jejum (mg/dL)]
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: O IST (índice de saturação da transferrina) representa a razão entre o ferro sérico e a capacidade total de ligação do ferro. Valores normais são de 15 a 50% dos sítios de ligação da transferrina ocupados pelo ferro, dependendo do sexo. Valores diminuídos estão presentes na deficiência de ferro, infecções crônicas, doenças malignas, período menstrual, gravidez, hemossiderose pulmonar e desnutrição. Valores elevados são encontrados na nefrose, intoxicação com ferro, anemia hemolítica, hemocromatose, deficiência de piridoxina, anemia sideroblástica, Talassemia Major, hepatites, gravidez, uso de progesterona.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: A dosagem do IT4 livre deve ser realizada quando os níveis de hormônios tireoidianos totais estão alterados como: T3, T3L, T4, T4L e TSH, porém sem repercussão funcional (anormalidade das proteínas transportadoras, terapêutica com estrógenos, anticonceptivos e gravidez). O índice de tirosina livre pode ser calculado como o produto da captação de T3 por resina e T4 total. Usualmente é proporcional ao T4 livre. Apresenta estimativa satisfatória da concentração de T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situações em que a concentrações de TBG encontra-se alterada. Recentemente, os ensaios de TSH, T4 livre e T3 livre mostram-se mais reprodutíveis, tornando o uso do ITL menos relevante.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O C1-inibidor é um regulador importante da via clássica de ativação do complemento, o qual inibe a atividade das serina-proteases C1s e C1r. A determinação do inibidor de C1 ajuda no diagnóstico de edemas angioneuróticos hereditários (permeabilidade elevada dos vasos sanguíneos e, por conseguinte, inflamação do tecido), assim como também, de casos raros de edemas angioneuróticos associados a linfomas (carcinoma dos gânglios linfáticos). Uma deficiência de origem genética do Inibidor de C1 conduz à revelação do edema anglioneurótico (HANE). Uma deficiência adquirida do inibidor de C1 revela doenças do sistema celular B, as quais podem ter lugar simultaneamente com uma diminuição do inibidor de C1, por exemplo, em leucemia linfática crônica B, mieloma múltiplo e outros linfomas malignos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Inibidor do Ativador do Plasminogênio tipo 1, também chamado de PAI-1, é o principal inibidor fisiológico do ativador tecidual do plasminogênio (tPA). Sua função é impedir a ação do tPA que consequentemente inibe a clivagem do plasminogênio em plasmina, e resulta na falha do processo de fibrinólise. Desta forma, pacientes com níveis elevados de PAI-1, apresentam deficiência de plasminogênio, e por isto, estão mais suscetíveis à trombose.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Inibidores são anticorpos originados por reposição hemoterápica de fatores de coagulação (fator IX e VIII). Como a hemofilia é resultado de deficiência ou ausência de certos fatores de coagulação, o tratamento envolve tipicamente a suplementação do fator ausente por administração intravenosa. A terapia de reposição dofator funciona para a maioria dos pacientes a menos que eles desenvolvam inibidores aos fatores de coagulação. Os inibidores dificultam a atuação desses fatores repostos, reduzindo ou anulando os efeitos destes. Os inibidores podem ser de alta ou de baixa resposta, de acordo com sua resposta após administração do fator VIII.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As inibinas são hormônios glicoproteícos que durante a gravidez, são sintetizados, principalmente, pela placenta. A inibina-A é a principal forma dimérica circulante durante este período. Os níveis de inibina-A são constantes ao longo do segundo trimestre gestacional. Este hormônio vem sendo incluído no teste combinado de rastreamento da síndrome de Down por marcadores bioquímicos de soro materno, por aumentar a taxa de detecção da trissomia do cromossomo 21 e cromossomo 18.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas
Descrição: As inibinas são hormônios glicoprotéicos que circulam como dímeros e são produzidos, principalmente, pelo tecido gonadal. Apresentam-se como marcadores da integridade das funções ovariana e testicular, pois no sexo feminino refletem a atividade folicular, e no sexo masculino, na fase infantil estão associados à função das células de Sertoli, e na fase adulta à função das células germinativas. Sua dosagem elevada pode estar relacionada a tumores ovarianos, de células de Sertoly, de Células de Leydig, de supra-renais e à síndrome de resistência androgênica. E sua diminuição, pode estar associada ao climatério, obesidade, anovulação, síndromes dos ovários policísticos, e a alterações testiculares como: anorquia, orquipexia, disgenesia, entre outras. A dosagem deste hormônio vem sendo incluído no teste combinado de rastreamento da síndrome de Down e de Edwards, por marcadores bioquímicos de soro materno, por aumentar a taxa de detecção da trissomia do cromossomo 21 e cromossomo 18.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Insulina é um hormônio polipeptídico composto por duas cadeias não-idênticas, A e B, que estão unidas por duas ligações dissulfídicas. A Insulina é formada a partir de um precursor, a pró-Insulina, nas células beta do pâncreas. Níveis elevados de Insulina são encontrados em indivíduos obesos, com Síndrome de Cushing, que utilizam contraceptivos orais e que possuem cromegalia, insulinoma e hipertiroidismo. Níveis baixos de insulina são encontrados na diabetes mellitus manifestada (embora isto não possa ser claramente expresso nos estágios iniciais da ondição) e por parte de um mecanismo complexo envolvendo catecolaminas. Imunoensaios para insulina têm sido amplamente utilizados para fornecer informação suplementar, primeiro, no diagnóstico do diabetes mellitus e, segundo, no diagnóstico diferencial da hipoglicemia de - Jejum para discernir a causa entre um Insulinoma ou o próprio - Jejum. Nessas aplicações a razão da insulina imunorreativa pela glicose sanguínea (I/G) pode ser mais valiosa que somente o nível de insulina. Além disso, uma simples amostra de sangue coletada ao acaso pode não fornecer informações suficientes devido às largas variações nos tempos de resposta dos níveis de insulina e de glicose no sangue entre os indivíduos e as distintas condições clínicas. Outros usos dos ensaios de insulina têm sido sugeridos devido à descoberta de um aumento nos fatores de risco na doença arterial coronariana entre indivíduos sadios com hiperinsulinemia e tolerância normal à glicose.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: A Insulina é um hormônio polipeptídico composto por duas cadeias não-idênticas, A e B, que estão unidas por duas ligações dissulfídicas. A Insulina é formada a partir de um precursor, a pró-Insulina, nas células beta do pâncreas. Níveis elevados de Insulina são encontrados em indivíduos obesos, com Síndrome de Cushing, que utilizam contraceptivos orais e que possuem cromegalia, insulinoma e hipertiroidismo. Níveis baixos de insulina são encontrados na diabetes mellitus manifestada (embora isto não possa ser claramente expresso nos estágios iniciais da ondição) e por parte de um mecanismo complexo envolvendo catecolaminas. Imunoensaios para insulina têm sido amplamente utilizados para fornecer informação suplementar, primeiro, no diagnóstico do diabetes mellitus e, segundo, no diagnóstico diferencial da hipoglicemia de - Jejum para discernir a causa entre um Insulinoma ou o próprio - Jejum. Nessas aplicações a razão da insulina imunorreativa pela glicose sanguínea (I/G) pode ser mais valiosa que somente o nível de insulina. Além disso, uma simples amostra de sangue coletada ao acaso pode não fornecer informações suficientes devido às largas variações nos tempos de resposta dos níveis de insulina e de glicose no sangue entre os indivíduos e as distintas condições clínicas. Outros usos dos ensaios de insulina têm sido sugeridos devido à descoberta de um aumento nos fatores de risco na doença arterial coronariana entre indivíduos sadios com hiperinsulinemia e tolerância normal à glicose.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: IFN-gama é uma proteína glicosilada é uma potente citoquina multifuncional. Secretada pelas células NK ativadas, CD4, CD8+TCR alfa/beta+ e TCR gama/delta+ T células. IFN-gama liga-se a receptores de alta afinidade para realizar ações biológicas. IFN-gama exerce efeitos anti-virais, anti-bacterianos e anti-tumorais. Está também envolvido no controle de proliferação, diferenciação e resposta das células B e T.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Interleucina-10 (IL-10 ou IL10), também conhecida como fator de inibição da síntese de citocinas (CSIF em sua sigla em Inglês), é uma citocina anti-inflamatória que inibe a síntese de citocinas pró-inflamatórias pelos linfócitos T e macrófagos. Sua presença tem sido demonstrada em placas ateroscleróticas humanas, já que se observou em estudos experimentais que baixos níveis de IL-10 favorecem o desenvolvimento de lesões ateroscleróticas morfologicamente maiores e mais instáveis.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hipolactasia, ou deficiência de lactase, é a condição que leva à má
absorção de lactose e pode ser classificada em três formas: congênita, primária
ou secundária. Uma vez que a lactose deixa de ser hidrolisada pela lactase, a
primeira não é absorvida pelo intestino delgado, passando rapidamente para o
cólon, onde é metabolizada pelas bactérias da flora intestinal. Essa
fermentação da lactose pela flora bacteriana intestinal pode levar ao aumento
da motilidade intestinal e da pressão intracolônica, provocando dor e inchaço
abdominal. O teste de intolerância à lactose é capaz de identificar duas
variantes no gene MCM6 (C/T -13910 e G/A-22018) que estão associadas à
deficiência de lactase primária, ou seja, quando há uma diminuição dos níveis
de lactase nas células intestinais.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Para o funcionamento adequado da tiroide, existe uma dosagem mínima diária de iodo para seu consumo (aproximadamente 200 microgramas por dia). A tireoide utiliza o iodo ingerido na dieta para a produção dos hormônios tireoidianos. O excesso de iodo crônico pode ocasionar o hipotireoidismo, enquanto que uma sobrecarga aguda de iodo pode causar tanto hipo como hipertireoidismo. A falta de iodo gera problemas mais graves. Pode ocasionar o hipotireoidismo e o desenvolvimento do bócio endêmico. As gestantes, em especial, necessitam de mais iodo, cerca de 250 microgramas de iodo por dia, pois este iodo será utilizado pela tireoide do feto para a formação dos hormônios tireoidianos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Sua determinação é utilizada para avaliar a imunidade humoral do paciente, porém seus níveis são influenciados pela idade, sexo, meio ambiente, sendo assim difícil estabelecer um valor de referência para a dosagem. Seus níveis diminuídos podem ser sugestivos de deficiência imunológica. A exposição a um antígeno que o organismo não possui, pode responder com a produção de um anticorpo específico para este antígeno. Entretanto, há alguns antígenos que possuem uma estrutura que se parece muito com antígenos de bactérias e plantas aos quais estamos constantemente expostos. Nestes casos, ocorre a produção de anticorpos a partir do contato com as bactérias e plantas. Neste grupo encontramos os antígenos do sistema ABO. Estes anticorpos são chamados de isoaglutininas ou aglutininas naturais.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A amilase é uma enzima catalisadora produzida pelo pâncreas e pelas glândulas salivares, que atua na digestão do amido e do glicogênio. Ela pode ligar-se a proteínas, como as imunoglobulinas, formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases.
Descrição:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A fosfatase alcalina é uma enzima sintetizada principalmente pelo fígado, placenta e ossos, sendo disponibilizada pela placenta nos três primeiros meses de gestação, durante a fase de crescimento dos ossos, em que há elevada atividade osteoblástica, e também em casos de lesões ósseas. A sua função consiste em hidrolisar monoésteres de fosfato, pirofosfato e diésteres de fosfato e catalisar reações de transfosforilação. A fração alterada sugere a origem patológica da elevação. Sua dosagem é útil no diagnóstico de patologias hepáticas, pois, níveis elevados de sua concentração podem indicar colestase, obstrução biliar e hepatite, dentre outras. Além disto, pode estar aumentado também em alterações ósseas, como fraturas, crescimento, osteomalácia, neoplasia óssea e na doença de Paget.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Aumento do CPK-MM pode estar associado a traumatismo, pós-operatório, excesso de exercícios, distrofia muscular, poliomielites, hipotireoidismo, injeções intramusculares. CPK-MB está aumentado após lesão no miocárdio (4-8 horas). Aumento de CPK-BB está relacionado com origem neurológica. Neste exame é realizada a pesquisa da macro CK.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O gene KRAS codifica uma proteína envolvida principalmente na via de proliferação celular. Mutações no gene KRAS são vistas em 35 à 40% dos casos de cânceres colorretais. A mutação mais frequentemente observada localiza-se no códon 12 (80% dos casos), secundariamente no códon 13 (15%) e menos frequentemente no códon 61 (5%). A pesquisa de mutações no gene KRAS é mandatória antes do início do tratamento com inibidores do EGFR nos pacientes com câncer colorretal.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: É um medicamento indicado como terapia adjuvante (em conjunto com outro medicamento antiepiléptico) no tratamento de crises parciais com ou sem generalização secundária em pacientes com epilepsia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A lactoferrina é uma glicoproteína que se liga fortemente ao ferro, tendo papel fundamental na inibição do crescimento bacteriano ao captar o ferro pela mucosa intestinal, o ferro é essencial para o crescimento de bactérias patogênicas. Outra função importante da lactoferrina é de impedir o acesso das bactérias e vírus à parede intestinal. Por se tratar de um peptídeo bioativo, a lactoferrina é encontrada em monócitos, linfócitos, neutrófilos, tecido intestinal e em certas bactérias. Trata-se de um método não invasivo, o que a torna um bom marcador de inflamação intestinal.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Este exame é útil no acompanhamento de indivíduos que fazem terapia com lamotrigina, uma droga antiepiléptica usada no tratamento de epilepsias refratárias. Os efeitos adversos desse medicamento são brandos e incluem rash cutâneo, sonolência, ataxia e tontura. Acredita-se que seu mecanismo de ação ocorra pela inibição da liberação de neurotransmissores excitatórios, como o glutamato. Sua meia-vida é de 30 horas, mas pode ser reduzida à metade pela administração concomitante de fenitoína ou carbamazepina e duplicada com a associação de valproato. A adição de lamotrigina ao esquema terapêutico causa pouca alteração nos níveis de outras drogas antiepilépticas. O resultado do nível sérico de lamotrigina encontrado em um paciente deve ser avaliado em conjunto com os dados clínicos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A LDL é uma lipoproteína de baixa densidade e é a principal carreadora de colesterol. Sua superfície é envolvida por colesterol não esterificado e fosfolipídios. Os fosfolipídios são envoltos por apolipoproteína B-100 (apoB). Sob condições de estresse oxidativo, as partículas são facilmente oxidadas e a apoB é modificada. Este processo induz a formação de epítopos imunogênicos na molécula. Auto anticorpos são formados em pacientes com doença arterial coronariana (DAC). Presente também em aterosclerose, endometriose e situações de estresse.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Nas Américas, a Leishmania chagasi é a espécie comumente envolvida na transmissão da leishmaniose visceral e anticorpos dirigidos ao agente podem ser úteis no diagnóstico. Indicação: Confirmação laboratorial em quadro de leishmaniose visceral Interpretação clínica: Títulos variáveis dos exames sorológicos podem persistir positivos por longo período, mesmo após o tratamento. Assim, o resultado de um teste positivo, na ausência de manifestações clínicas, não autoriza a instituição de terapêutica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
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Descrição: Nas Américas, a Leishmania chagasi é a espécie comumente envolvida na transmissão da leishmaniose visceral e anticorpos dirigidos ao agente podem ser úteis no diagnóstico. Indicação: Confirmação laboratorial em quadro de leishmaniose visceral Interpretação clínica: Títulos variáveis dos exames sorológicos podem persistir positivos por longo período, mesmo após o tratamento. Assim, o resultado de um teste positivo, na ausência de manifestações clínicas, não autoriza a instituição de terapêutica. |
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Instruções: - Jejum não obrigatório. |
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Descrição: A Leishmania donovani é um protozoário transmitido por um inseto hematófago, flebótomo, que causa a leishmaniose visceral. Anticorpos IGG podem estar presentes por um longo período, caracterizando imunidade. Os sintomas incluem febre, perda de peso e crescimento anormal do baço e do fígado. Pode ocorrer reatividade cruzada com tripanossomíase, malária, filariose, esquistossomose e hanseníase. Títulos baixos podem ser vistos em imunodeprimidos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Leishmania é um protozoário flagelado e agente patogênico de infecções de leishmaniose, é transmitido através da picada de flebótomo fêmea do gênero Lutzomya e Phlebotomus. A Leishmania causa vários sintomas clínicos, variando de ataques cutâneos e envolvimento visceral dependendo da espécie e do estado imunológico do paciente. Testes sorológicos para anticorpos são métodos de detecção que podem ser usados como triagem em casos de suspeita de Leishmaniose. Em pacientes imunocomprometidos com altas concentrações de anticorpos, são geralmente detectados depois da infecção de leishmaniose visceral. O valor previsível do diagnóstico é em torno de 90%, e um resultado negativo não exclui a infecção.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As leishmanioses representam um conjunto de enfermidades diferentes
entre si, que podem comprometer pele, mucosas e vísceras, dependendo da espécie
do parasito e da resposta imune do hospedeiro. São produzidas por diferentes
espécies de protozoário pertencente ao gênero Leishmania, parasitas com ciclo
de vida heteroxênico, vivendo alternadamente em hospedeiros vertebrados
(mamíferos) e insetos vetores (flebotomíneos).
As manifestações clínicas são lesões cutâneas que podem regredir
espontaneamente ou evoluir a mutilações, até formas viscerais que podem ser
letais. Este exame identifica as espécies: Leishmania guyanensis, Leishmania
peruviana, L. braziliensis, L. infantum e Leishmania trópica.
Descrição: As leishmanioses representam um conjunto de enfermidades diferentes entre si, que podem comprometer pele, mucosas e vísceras, dependendo da espécie do parasito e da resposta imune do hospedeiro. São produzidas por diferentes espécies de protozoário pertencente ao gênero Leishmania, parasitas com ciclo de vida heteroxênico, vivendo alternadamente em hospedeiros vertebrados (mamíferos) e insetos vetores (flebotomíneos).
As manifestações clínicas são lesões cutâneas que podem regredir espontaneamente ou evoluir a mutilações, até formas viscerais que podem ser letais.
Este exame identifica as espécies: Leishmania guyanensis, Leishmania peruviana, L. braziliensis, L. infantum e Leishmania trópica.
Instruções:
A coleta do material deve ser feita por profissional devidamente treinado. Procedimento hospitalar, seguir orientações da equipe médica especializada. Colocar em frasco estéril com solução salina.
A leishmaniose visceral (calazar) é uma infecção protozoária intracelular disseminada que atinge principalmente o sistema reticuloendotelial (fígado, baço, medula óssea) e é causada por Leishmania donovani, L. chagasi ou L. infantum (complexo L. donovani). O diagnóstico definitivo exigiu a documentação microscópica de amastigotas intracelulares característicos em esfregaços corados da cultura de aspirados de tecido (baço, linfonodo) ou medula óssea. A detecção de anticorpos séricos para o antígeno recombinante K39 de L donovani é um método alternativo não invasivo (95% -100%) para o diagnóstico de leishmaniose visceral ativa.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A leptina é uma proteína composta por 167 aminoácidos, possui uma estrutura semelhante às citocinas do tipo interleucina 2 (IL-2), sendo produzida principalmente no tecido adiposo. Seu pico de liberação ocorre à noite e nas primeiras horas da manhã, sua meia-vida plasmática é de 30 minutos. A ação da leptina no sistema nervoso central (hipotálamo), em mamíferos, promove a redução da ingestão alimentar e o aumento do gasto energético, além de regular a função neuroendócrina e o metabolismo da glicose e de gorduras. Ela é sintetizada também na glândula mamária, músculo esquelético, epitélio gástrico e trofoblasto placentário.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: É uma doença febril aguda causada pela espiroqueta do gênero leptospira. A leptospirose humana pode apresentar-se nas formas ictéricas (10%) ou anictérica (90%). Na forma ictérica os sinais clínicos são: febre, conjuntivite, erupções cutâneas, diarreia, petéquias e meningite imune mediada. Na forma anictérica os sinais são: febre, mialgia, dor de cabeça intensa, fraqueza, leucocitose, efusão conjuntival e meningite. Os níveis de anticorpos podem permanecer detectáveis durante anos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: É uma doença febril aguda causada pela espiroqueta do gênero leptospira. A leptospirose humana pode apresentar-se nas formas ictéricas (10%) ou anictérica (90%). Na forma ictérica os sinais clínicos são: febre, conjuntivite, erupções cutâneas, diarreia, petéquias e meningite imune mediada. Na forma anictérica os sinais são: febre, mialgia, dor de cabeça intensa, fraqueza, leucocitose, efusão conjuntival e meningite. Os níveis de anticorpos podem permanecer detectáveis durante anos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: É uma doença febril aguda causada pela espiroqueta do gênero leptospira. A leptospirose humana pode apresentar-se nas formas ictéricas (10%) ou anictérica (90%). Na forma ictérica os sinais clínicos são: febre, conjuntivite, erupções cutâneas, diarréia, petéquias e meningite imune mediada. Na forma anictérica os sinais são: febre, mialgia, dor de cabeça intensa, fraqueza, leucocitose, efusão conjuntival e meningite. Os níveis de anticorpos podem permanecer detectáveis durante anos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os leucócitos e piócitos são rapidamente destruídos no conteúdo intestinal e seu aparecimento, em estado mais ou menos íntegro, sugere aceleração do trânsito a partir de lesões do cólon. As infecções entéricas costumam ser de três tipos conforme a abrangência da ação do agente infectante: restrita ao ambiente da luz intestinal; com produção de dano à mucosa e com comprometimento sistêmico. O resultado da agressão aos tecidos pelos patógenos invasivos é a ocorrência de uma infecção e a consequente reação inflamatória, o que desencadeia uma exsudação de leucócitos, além de muco e sangue.
Instruções:
- Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo e seco.
Descrição: O leucograma engloba os vários tipos de células nucleadas comumente circulantes: granulócitos (principalmente neutrófilos maduros, basófilos e eosinófilos), linfócitos e monócitos. Alguns diagnósticos diferenciais estão comumente associados com determinadas alterações no leucograma, como por exemplo, infecção/inflamação com neutrofilia, reações alérgicas e infecções parasitárias com eosinofilia. Além disso, os aumentos podem ser resultantes de um processo benigno (por exemplo, infecção) ou maligno (por exemplo, leucemia). Ocasionalmente plasmócitos podem ser encontrados no sangue periférico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: É um medicamento antiepiléptico indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises convulsivas parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. Teste utilizado na avaliação do estado imunológico do paciente com imunodeficiencia e auxílio no acompanhamento terapêutico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. O CD56 é expresso por células malignas em diversos tipos de tumores malignos, incluindo leucemias e linfomas com origem nas células NK, mieloma múltiplo, cancro do pulmão de pequenas células e neuroblastoma.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluoro cromos ou anticorpos monoclonais acoplados a fluoro cromos. A contagem dos linfócitos T helper (CD3+ CD4+) é extremamente útil na caracterização e monitoramento de algumas imunodeficiências e doenças autoimunes. A determinação dos LT helper permite o monitoramento dos indivíduos infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluoro cromos ou anticorpos monoclonais. O CD3 está presente em todas as fases de desenvolvimento dos linfócitos T do tipo auxiliar (T4) e citotóxico (T8). Atua como marcador de diferenciação entre as leucemias/linfomas do tipo B. Também é indicado para acompanhar quadros de imunodeficiência, como decorrentes de infecção pelo vírus HIV, e doenças autoimunes.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. O teste CD319 é utilizado no monitoramento das populações de linfócitos T e B em imunodeficiências, doenças autoimunes, infecções virais e em Sindromes linfoproliferativas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Lipase é produzida nas células acinares do pâncreas e é responsável pela hidrólise de ésteres de glicerol de ácidos graxos de cadeia longa insolúveis na água. A medição de lípase no soro e no plasma é utilizada exclusivamente para a investigação de anomalias do pâncreas, habitualmente pancreatite. A lipase sérica pode ser elevada na pancreatite aguda, episódios agudos de pancreatite crônica e pancreatite obstrutiva, com níveis até 80 vezes mais altos que o limite superior dos valores de referência detectados na inflamação aguda grave. Não obstante, é de salientar que a destruição grave das células acinares nas últimas fases da pancreatite crônica resulta numa redução da quantidade de enzimas que entram na circulação. Por conseguinte, um aumento marginal ou nulo de lipase não é descartado nesta doença. Na síndrome aguda abdominal do quadrante superior, uma hiperlipasemia de até cinco vezes o limite superior dos valores de referência pode ser detectado na úlcera duodenal perfurante, divertículo duodenal, colecistite e oclusão intestinal, onde existe envolvimento pancreático. Os níveis de lipase também são elevados na insuficiência renal, particularmente quando é necessária diálise. A investigação do trato biliar através de pancreatografia retrógrada endoscópica, ou tratamento com opiáceos, também pode resultar no aumento da lipase sérica. Também severificam com frequência ligeiros aumentos na cetoacidose diabética, hepatite viral, parotidite epidêmica, febre tifóide e sarcoidose, devido ao envolvimento do pâncreas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Calculado através da dosagem de colesterol e triglicerídeos, os lípides totais são usados no diagnóstico das lipemias primárias e secundárias. Valores elevados são encontrados nas hipertrigliricidemias, hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias, enquanto valores diminuídos são encontrados na doença de Tangier, abetalipoproteinemia e má absorção intestinal.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 12 horas
- Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.
Descrição: O colesterol é sintetizado de modo permanente em todo o organismo e é um componente essencial das membranas das células e lipoproteínas, além de ser um precursor para a síntese de hormônios esteróides e ácidos biliares. O colesterol é, sobretudo, transportado em duas classes de lipoproteínas (LDL e HDL), as quais desempenham um papel contraditório na patogênese das perturbações lipídicas. É o principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica.
Pesquisa dos exames: Colesterol Total, HDL, LDL e Triglicérides.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 horas.
- Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.
Descrição: A Lp(a) é uma lipoproteína idêntica em tamanho e composição a LDL (Low Density Lipoprotein), que migra na eletroforese entre as bandas VLDL e HDL. Essa contém uma Apolipoproteína específica: a Apo(a) fortemente ligada a uma molécula de Apo B100 por uma ponte dissulfeto. A Lp(a) faz parte das lipoproteínas altamente aterogênicas, ou seja, apresenta grande penetração na parede arterial, com resposta inflamatória, formação de células espumosas e radicais livres de oxigênio que levam a formação da placa de aterosclerose. Além disso, o seu componente estrutural similar ao plasminogênio, se liga competitivamente aos seus receptores, resultando em redução da fibrinólise e, portanto, maior risco trombogênico. Altos níveis estão associados ao aumento do risco para infarto do miocárdio e infarto cerebral.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Lp(a) é uma lipoproteína idêntica em tamanho e composição a LDL (Low Density Lipoprotein), que migra na eletroforese entre as bandas VLDL e HDL. Essa contém uma Apolipoproteína específica: a Apo (a) fortemente ligada a uma molécula de Apo B100 por uma ponte dissulfeto. A Lp (a) faz parte das lipoproteínas altamente aterogênicas, ou seja, apresenta grande penetração na parede arterial, com resposta inflamatória, formação de células espumosas e radicais livres de oxigênio que levam a formação da placa de aterosclerose. Além disso, o seu componente estrutural similar ao plasminogênio, se liga competitivamente aos seus receptores, resultando em redução da fibrinólise e, portanto, maior risco trombogênico. Altos níveis estão associados ao aumento do risco para infarto do miocárdio e infarto cerebral.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Este fluido tem a função de lubrificar a cavidade abdominal, permitindo um movimento de deslize das alças intestinais entre si à medida que se faz necessário em virtude da progressão dos alimentos durante a digestão e produção do Bolo Fecal.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Outros: As amostras de líquidos devem ser encaminhadas com o volume total coletado pelo médico.
Descrição: Este fluido tem a função de lubrificar a cavidade abdominal, permitindo um movimento de deslize das alças intestinais entre si à medida que se faz necessário em virtude da progressão dos alimentos durante a digestão e produção do Bolo Fecal.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O espaço pleural encontra-se entre o pulmão e a parede torácica. Normalmente o espaço pleural contém uma pequena quantidade de líquido que permite o movimento de uma membrana contra a outra. O acúmulo deste é chamado derrame pleural e pode ser de qualquer origem, exsudativa ou transudativa. A análise do líquido pleural é realizada quando ocorre derrame pleural em caso de pneumonias, neoplasias, insuficiência cardíaca, tuberculose pleural, entre outros. O líquido pleural é límpido, inodoro, amarelo-pálido e não coagula. Entretanto, pode também acontecer em um acidente durante a punção, sendo o diagnóstico diferencial feito pela presença de pequenos coágulos e pela característica de ir clareando com a drenagem continuada. Pode aparecer também em outras situações, como traumas, distúrbios da coagulação e escape de aneurisma aórtico. A origem, exsudativa ou transudativa são diferenciados pela dosagem de LDH e proteínas. A redução da glicose é vista com tuberculose, inflamação reumatoide e infecções purulentas.
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico.
Descrição: O líquido sinovial é um dialisado do plasma viscoso, produzido pela membrana sinovial, com função de lubrificação, nutrição, auxiliando no suporte mecânico e na absorção de impacto. Ele é livre de material floculento ou fragmentos, possui coloração de clara à palha amarelada, e contém hialuronato, eletrólitos, glicose, proteínas e enzimas. A glicose encontra-se diminuída nas artrites bacterianas. As proteínas encontram-se elevadas em caso de gota, artrite reumatoide e artrite séptica. LDH aparece elevado na artrite reumatoide, na gota e nas artrites infecciosas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Outros: As amostras de líquidos devem ser encaminhadas com o volume total coletado pelo médico.
Descrição: O líquido cefalorraquidiano (LCR) é formado principalmente pelos plexos coróides, mas ocupa as cavidades ventriculares do sistema nervoso central, os espaços subaracnóides, espinhal, perivasculares, perineurais e o canal central da medula. Nos adultos cerca de 20 mL de fluído são produzidos a cada hora. O líquor desempenha diversas funções: protege contra traumatismos e movimentos bruscos, exerce função imunológica e representa um veículo para excreção e difusão de substâncias. O LCR é um fluído límpido e incolor, com raros elementos figurados e características bioquímicas e imunológicas próprias. Apresenta-se opalescente e turvo pelo aumento de bactérias, fungos, hemácias e leucócitos. A cor é resultante da presença de bilirrubina, hemácias, hemoglobina, leucócitos ou proteínas. Na hemorragia subaracnóidea, o aspecto é hemorrágico, vermelho turvo. O aspecto do sobrenadante após centrifugação, nas hemorragias se apresenta xantocrômico, já nos acidentes apresenta-se límpido. A meningite consiste basicamente na inflamação das meninges, uma fina estrutura anatômica que cobre intimamente o cérebro e a medula espinhal. Essa infecção ocorre dentro do espaço subaracnóideo, situado entre as camadas aracnóidea e piamáter, e que é ocupado pelo LCR. O LCR circula nas cavidades ventriculares e no espaço subaracnoídeo do cérebro e da medula espinhal, retornando ao sistema circulatório sanguíneo através das vilosidades subaracnóideas que se projetam dentro do sinus sagital superior, o qual atravessa o revestimento interno do crânio. Nos adultos a cada dia são produzidos 400 a 600 mL de LCR. A um dado momento, o volume normal de LCR é de 10 a 60 mL em récem-nascidos e de 100 a 160 mL nos adultos. O diagnóstico clínico da meningite bacteriana é feito em função de sintomas tais como febre, dor de cabeça, vômito, rigidez de nuca, disfunção cerebral e toxemia. Lesões petéquiais podem ocorrer como prenúncio de infecção meningocócica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
- Outros: As amostras de líquidos devem ser encaminhadas com o volume total coletado pelo médico. Este material não pode ser aliquotado.
Descrição: Bactérias pertencentes ao gênero Listeria são bacilos Gram-positivos que possuem ampla distribuição e facilidade para contaminar alimentos, sendo esta a rota mais comum pelo qual os seres humanos adquirem a listeriose. A contaminação se manifesta como bacteremia ou como meningoencefalite secundária a bacteremia. Por vezes ocorre a infecção localizada na garganta e tecido circundante e evolui semelhantemente a uma gripe. A infecção também pode estar localizada nas membranas que revestem o cérebro, resultando em meningite. A sorologia deve ser interpretada com cautela, pois podem ocorrer reações cruzadas por causa de determinantes antigênicos comuns com outras bactérias.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O lítio é utilizado no tratamento da doença bipolar (maníaco-depressiva). As medições de lítio são utilizadas para monitorizar a terapêutica e o nível de conformidade do doente em relação à mesma, e para diagnosticar uma possível superdosagem. Entre os sintomas da intoxicação por lítio inclui-se a apatia, sonolência, fraqueza muscular e ataxia.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: O ácido dietilamino lisérgico (LSD) é um potente alucinógeno. Após a administração, o LSD é amplamente metabolizado pelo organismo, que excreta apenas 1% da dose na urina sem metabolização e pode ser detectado, através de análises de urina, 24 a 72 horas após o consumo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O ácido dietilamino lisérgico (LSD) é um potente alucinógeno. Após a administração, o LSD é amplamente metabolizado pelo organismo, que excreta apenas 1% da dose na urina sem metabolização e pode ser detectado, através de análises de urina, 24 a 72 horas após o consumo.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
Descrição: Os anticorpos antimitocôndrias possuem utilidade no diagnóstico da
cirrose biliar primária (CBP), tendo em vista que são detectados em mais de 95%
dos portadores dessa doença. O principal antígeno mitocondrial contra o qual os
auto-anticorpos são dirigidos é a subunidade E2 do complexo piruvato
desidrogenase (PDH).
Como triagem, a pesquisa de AMA pode ser realizada por técnica de
imunofluorescência indireta (IFI), que é bastante sensível, mas pouco específica.
Consideram-se significativos títulos superiores ou iguais a 1:160. Em baixos
títulos, por sua vez, esses anticorpos podem ser encontrados em até 30% dos
portadores de hepatite auto-imune e com freqüência variável na síndrome de
Sjögren, na síndrome Crest, no escleroderma difuso, no fenômeno de Raynaud
idiopático e em tiroidites. O resultado positivo da investigação por IFI
precisa ser confirmado por técnica imunoenzimática, o que é feito por meio da
pesquisa de anticorpos contra o complexo PDH, considerado marcador de cirrose
biliar primária. Convém ressaltar que os níveis de tais anticorpos não têm
relação com a gravidade e com a duração da CBP. Além disso, há relatos de que
eles podem anteceder o aparecimento dessa moléstia por anos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Teste útil no diagnóstico da infecção pelo Tripanossoma cruzi, que pode corresponder a doença de Chagas ou a quadros de infecção latente, sem qualquer expressão clínica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os tecidos muscular e cerebral contêm concentração elevada de fosfocreatina, uma molécula formada de ATP e creatina, que fornece fosfato de alta energia ao músculo. A enzima catalisadora dessa reação é a creatinofosfoquinase (CPK), da qual se conhecem três isoenzimas: a MM, encontrada no músculo esquelético, a BB, presente sobretudo no tecido cerebral e raramente no sangue periférico, e a forma híbrida, MB, que está principalmente no músculo cardíaco. Normalmente, a atividade da CPK detectada no soro humano provém da CK-MM (96%) e da CK-MB (4%).
Instruções:
- Jejum obrigatório de 3 horas.
MACROAMILASE
Descrição: A macroamilase indica a presença elevada da atividade sérica da amilase. Seu complexo pode ser formado por imunoglobulinas, polissacarídeos e amilases normais. Seu diagnóstico é estudado em casos de doenças hepáticas relacionadas aio consumo de álcool, hepatites ou ainda com a diabetes melitus.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A macroamilase indica a presença elevada da atividade sérica da amilase. Seu complexo pode ser formado por imunoglobulinas, polissacarídeos e amilases normais. Seu diagnostico é estudado em casos de doenças hepáticas relacionadas aio consumo de álcool, hepatites ou ainda com a diabetes melitus.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A dosagem de macroprolactina sérica é atualmente um teste laboratorial amplamente disponível. As indicações da dosagem são cada vez mais amplas e incluem alterações menstruais, amenorréia, infertilidade, e galactorréia em mulheres, além de problemas relacionados à fertilidade e impotência no homem. Adicionalmente, a dosagem de prolactina sérica é fundamental no diagnóstico e seguimento de tumores hipotálamo-hipofisários. Mais do que isso, a dosagem passou a fazer parte da avaliação basal em qualquer circunstância clínica real, ou presuntiva, relacionada à função reprodutiva. A prolactina é um hormônio heterogêneo e, no que se refere ao seu tamanho molecular, encontra-se em circulação em três formas principais: monômero, dímero, e formas de alto peso molecular. A forma monomérica é a forma que normalmente predomina (> 90% das formas circulantes) no soro de indivíduos normais e de pacientes com diagnóstico clínico e anatômico de prolactinoma. O dímero é conhecido como big prolactina e a forma de alto peso molecular é usualmente conhecida como macroprolactina. Estas duas últimas encontram-se em circulação em praticamente todos os indivíduos, mas em concentrações pouco expressivas, em geral inferiores a 10% da prolactina total circulante.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas, repouso de 30 minutos.
Descrição: O magnésio é um fator essencial em diversas reações enzimáticas importantes, quer como parte integrante de uma metaloenzima quer como um ativador, e desempenha um papel importante na glicólise, respiração celular e transporte de cálcio transmembrana. O magnésio é regulado sobretudo pela velocidade da excreção renal de magnésio a qual, juntamente com o cálcio, está sujeita aos efeitos do hormônio da paratiróide. Assim, o aumento da reabsorção de cálcio conduz à inibição competitiva da absorção de magnésio. As medições de magnésio são utilizadas no diagnóstico e tratamento da hipomagnesemia (anormalmente baixa) e hipermagnesemia (anormalmente elevada). A manifestação mais bem definida da deficiência de magnésio consiste na diminuição da função neuromuscular; por exemplo, hiperirritabilidade, tetania, convulsões e alterações electrocardiográficas. A hipomagnesemia é observada em casos de diabetes, alcoolismo crônico, diurese forçada, hipertiroidismo, hipoparatiroidismo, hipocalcemia, má absorção e pancreatite aguda. Níveis elevados de magnésio no soro foram detectados em casos de insuficiência renal, desidratação, acidose diabética grave e doença de Addiso
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Avaliação de distúrbios hidroeletrolíticos. O magnésio é um importante íon ativador, participando da função de várias enzimas envolvidas nas reações de transferência de fosfato, exercendo efeitos fisiológicos no sistema nervoso (atua diretamente na junção mioneural).
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Cerca de 40% do consumo diário de magnésio é absorvido e excretado pela urina. O equilíbrio é mantido pela ação reguladora da reabsorção tubular. A dosagem de magnésio na urina é importante na avaliação dos valores séricos. Os níveis na urina diminuem antes do que os valores séricos. Ocorrem em síndromes disabsortivas, dietas pobres em magnésio e alterações da função tubular renal. Valores aumentados ocorrem em casos de uso de diuréticos.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Cerca de 40% do consumo diário de magnésio é absorvido e excretado pela urina. O equilíbrio é mantido pela ação reguladora da reabsorção tubular. A dosagem de magnésio na urina é importante na avaliação dos valores séricos. Os níveis na urina diminuem antes do que os valores séricos. Ocorrem em síndromes disabsortivas, dietas pobres em magnésio e alterações da função tubular renal. Valores aumentados ocorrem em casos de uso de diuréticos.
Instruções:
- Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: A malária é causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitida por vetores. Cada espécie confere características específicas à doença. O teste imunocromatográfico permite a rápida detecção das proteínas dos protozoários. A infecção ativa pode ser indicada pela presença das enzimas glicolíticas no estágio eritrocitário do parasita, produzida apenas por protozoários vivos. O limiar de detecção é de 100 parasitas/mL quando comparado à gota espessa, que é de 5 parasitas/ mL.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O dialdeído malônico é o produto final da peroxidação lipídica. Promove a ativação de citocinas pró-inflamatórias, como TNF-ß e a IL-8.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O primeiro anticorpo aprovado para uso clínico no câncer foi o rituximab, um anticorpo monoclonal quimérico que reconhece a molécula CD20, presente na superfície de células linfóides de linhagem B de diversos tipos de linfomas não-Hodgkin, entre eles o linfoma folicular e o linfoma difuso de grandes células. Assim, a ligação do rituximab à molécula de CD20 ativa mecanismos imunológicos que levam à destruição das células tumorais. O que ocorre é que quando o paciente utiliza RITUXIMAB, que é um anticorpo monoclonal ANTI CD20, diminui muito os linfócitos B (normais ou anormais) do sangue. A dosagem de linfócitos CD20 positivos portanto serve para acompanhamento após essa medicação.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A melatonina é um hormônio indolaminérgico, produzido pela glândula pineal, que é essencial no processo de regulação do sono, vigília e metabolismo energético. Sua síntese diária ocorre de acordo com o ciclo circadiano, tendo o pico durante a noite, e baixa com a claridade do dia. Porém, qualquer luz ambiente durante a noite, pode bloquear a sua produção. À medida que o organismo envelhece, a quantidade de melatonina produzida pelo corpo diminui, resultando em insônia, ou um sono muito leve ou pouco reparador, sendo necessária a reposição medicamentosa.
Instruções:
- Realizar a coleta antes de escovar os dentes, comer ou beber.
- Observar orientação médica de horário da coleta da amostra.
Descrição: A melatonina é um hormônio que influencia a regulação do sono sendo produzida naturalmente pelo organismo quando anoitece em resposta ao escuro da noite. Entretanto, à medida que envelhecemos a quantidade de melatonina produzida pelo corpo diminui, o que faz com que as pessoas sofram de insônia, ou tenham um sono muito leve ou pouco reparador. Devido ao seu caráter anfifílico, pode atravessar facilmente as membranas celulares por difusão. Em consequência, a melatonina não é armazenada no interior do pinealócito e é imediatamente liberada dentro dos capilares sanguíneos que irrigam a glândula pineal após a sua formação. Assim, a secreção de melatonina depende de sua síntese.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A membrana basal glomerular é a porção da lâmina basal do glomérulo que realiza a filtração através das fendas de filtração entre os podócitos, separando o sangue do interior do filtrado do exterior. É uma fusão da célula endotelial e das lâminas basais dos podócitos. Auto anticorpos específicos contra membrana basal de glomérulo humano podem ser detectados nas seguintes condições: síndrome de Goodpasture, glomerulonefrites e em alguns pacientes com transplantes renais, sobretudo naqueles portadores de síndrome de Alport. Nas glomerulonefrites humanas, apenas uma percentagem muito pequena está associada à presença de anticorpos antimembrana basal, mas estes casos devem ser identificados, e monitorizados, pois indicam prognósticos mais sérios e necessidade de tratamento vigoroso e imediato. Um transplante renal realizado na presença de tais anticorpos ainda na circulação pode ter seu sucesso comprometido. Os títulos tendem a cair lentamente após controle da enfermidade.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Mercúrio é um metal com alta toxicidade. Pode causar toxicidade sistêmica ou lesão de pele ou mucosas. Concentrações normais de mercúrio no sangue total, em indivíduos não expostos ocupacionalmente, são geralmente inferiores a 1mcg/dl. Indivíduos normais, que têm exposição ocupacional leve podem apresentar rotineiramente níveis acima de 1,5 mcg/dl. Da mesma forma, uma dieta rica em peixes, frutos do mar e outros alimentos contendo mercúrio é causa comum de mercúrio moderadamente elevado na ausência de sintomas clínicos. A determinação de mercúrio em sangue total é o melhor indicador da exposição ao mercúrio orgânico (metilmercúrio). Considera-se exposição significativa ao mercúrio orgânico níveis maiores que 5mcg/dl; no caso do mercúrio inorgânico considera-se valores maiores que 20 mcg/dl como indicativos de exposição significativa. Uma vez que menos de 10% do metilmercúrio é eliminado por excreção urinária, o teste urinário tem pouca sensibilidade para detecção do mercúrio orgânico, sendo utilizado como indicador do mercúrio inorgânico e elementar. Conforme a NR-7, o mercúrio urinário é o indicador biológico para exposição ao mercúrio inorgânico. Observa-se que manifestações clínicas de intoxicação não são comuns quando o mercúrio urinário se encontra inferior a 500mcg/g creatinina. Mercúrio urinário pode ser usado para acompanhar terapia de quelação, que imobilizando o metal, aumenta a sua excreção urinária.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Mercúrio é um metal com alta toxicidade. Pode causar toxicidade sistêmica ou lesão de pele ou mucosas.
Instruções:
- Coletar sangue do final do último dia da jornada de trabalho ou após o período de exposição.
Descrição: O Mercúrio é um metal com alta toxicidade. Pode causar toxicidade sistêmica ou lesão de pele ou mucosas.
Instruções:
- Coletar urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição.
Descrição: O Mercúrio é um metal com alta toxicidade. Pode causar toxicidade sistêmica ou lesão de pele ou mucosas.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado a amostra no início do primeiro dia da semana da jornada de trabalho, ou antes do período de exposição. Manter a amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Descrição: Os agentes metahemoglobinizantes são substâncias capazes de induzir a oxidação de um dos átomos de ferro da hemoglobina, do estado ferroso (Fe2+), para o férrico (Fe3+), o que resulta em um pigmento chamado metahemoglobina (MHb). A MHb não consegue se ligar ao oxigênio devido a carga positiva do ferro. O eritrócito dispõe de sistemas redutores capazes de restaurar eficientemente a função da hemoglobina mantendo os níveis de MHb ao redor de 1%. Pode-se caracterizar metahemoglobinemia quando uma concentração superior a 1,5 % da hemoglobina está na forma oxidada. A metahemoglobinemia é produzida mais frequentemente por agentes químicos oxidantes. Utilizada para avaliar a exposição ocupacional ao seguintes agentes: Anilina, Mooca, 2-Nitropropano, Anisidina, Cicloexilamina, Cloratos, Dimetilanilina, Dinitrobenzenos, Dinitrotolueno, Nitroanilinas, Nitrobenzenos, Nitroclorobenzenos, Nitrotolueno, n-Metilanilina, Óxido Nítrico, Perclorifluoreto, Propilenoglicol-nitrato,Tetranitrometano, Toluidinas, Trifluoreto de Nitrogênio, Trinitrotolueno e Xilidinas.
Instruções:
Coletar sangue do início do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição (recomenda-se evitar a primeira jornada da semana).
Descrição: A Metanefrina e a Normetanefrina são metabólitos da Epinefrina e Normetanefrina respectivamente. Têm importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma, paragangliomas e neuroblastomas. Suas concentrações sofrem interferências de alguns alimentos e drogas, devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico. O padrão de catecolaminas difere segundo a forma de tumor: feocromocitomas geralmente produzem norepinefrina e epinefrina; paragangliomas secretam norepinefrina e neuroblastomas também produzem dopamina. As metanefrinas urinárias são consideradas o melhor teste de triagem para feocromocitoma. As catecolaminas são excretadas na urina na forma intacta ou como metabólitos (metanefrinas e ácido vanilmandélico).
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: A metanefrina é formada, junto com a normetanefrina, a partir da noradrenalina e adrenalina (catecolaminas), pela enzima catecol-o-metiltranferase. Seus valores estão aumentados em feocromocitoma (tumor que se desenvolve na região interna das glândulas suprarrenais), ganlgioneuroma e outros tumores neurológicos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A metanefrina é formada, junto com a normetanefrina, a partir da noradrenalina e adrenalina (catecolaminas), pela enzima catecol-o-metiltranferase. Seus valores estão aumentados em feocromocitoma (tumor que se desenvolve na região interna das glândulas suprarrenais), ganlgioneuroma e outros tumores neurológicos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Metanefrina e a Normetanefrina são metabólitos da Epinefrina e
Normetanefrina respectivamente. Têm importância clínica no diagnóstico do
feocromocitoma, paragangliomas e neuroblastomas. Suas concentrações sofrem
interferências de alguns alimentos e drogas, devendo a coleta ser realizada com
o mínimo de estresse emocional e físico. O padrão de catecolaminas difere
segundo a forma de tumor: feocromocitomas geralmente produzem norepinefrina e
epinefrina; paragangliomas secretam norepinefrina e neuroblastomas também
produzem dopamina.
As metanefrinas urinárias são consideradas o melhor teste de triagem para
feocromocitoma. As catecolaminas são excretadas na urina na forma intacta ou
como metabólitos (metanefrinas e ácido vanilmandélico).
Valores aumentados: feocromocitoma, ganglioneuromas, neuroblastomas, stress
severo, hipoglicemia, certos medicamentos (metildopa, isoproterenol, nitratos,
minoxidil, hidralazina), tabagismo, consumo de café.
Valores diminuídos: hipotensão postural, síndrome Shy-Drager e disautonomia
familiar.
Instruções:
- Medicação: Suspender, à critério médico, o uso dos seguintes medicamentos: alfa bloqueadores, antidepressivos, diuréticos, estimulantes do SNC, vasodilatadores, anti-hipertensivos.
- Dieta: 24 horas antes da coleta de urina o paciente deverá
evitar a ingestão de fumo, café, chá, refrigerantes com cola.
- Dados: Informar o volume da diurese.
Descrição: O metanol é o representante quimicamente mais simples dentre os solventes alcoólicos. É um líquido claro, volátil, inflamável, adocicado, com odor alcoólico levemente adocicado e de pequena lipossolubilidade. É utilizado na produção de formaldeído, tintas, vernizes e tinturas, como combustível, entre outros. Na Indústria do petróleo, é usado na área do refino das unidades de destilação e nos laboratórios como solvente. O metanol pode ser um contaminante na produção de bebidas destiladas, quando estas são produzidas em alambiques clandestinos, podendo levar a morte. O metanol pode ser rapidamente absorvido pelas vias oral, respiratória e cutânea. Após absorvido é um depressor moderado do sistema nervoso central e produz, em exposições a longo prazo, alterações pulmonares. Seu principal efeito tóxico ocorre na visão, com alterações do tecido óptico que podem resultar em cegueira.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Bebida alcoólica: Pode alterar ligeiramente a concentração do metanol urinário.
Descrição: O metanol é o representante quimicamente mais simples dentre os solventes alcoólicos. É um líquido claro, volátil, inflamável, adocicado, com odor alcoólico levemente adocicado e de pequena lipossolubilidade. É utilizado na produção de formaldeído, tintas, vernizes e tinturas, como combustível, entre outros. Na Indústria do petróleo, é usado na área do refino das unidades de destilação e nos laboratórios como solvente. O metanol pode ser um contaminante na produção de bebidas destiladas, quando estas são produzidas em alambiques clandestinos, podendo levar a morte. O metanol pode ser rapidamente absorvido pelas vias oral, respiratória e cutânea. Após absorvido é um depressor moderado do sistema nervoso central e produz, em exposições a longo prazo, alterações pulmonares. Seu principal efeito tóxico ocorre na visão, com alterações do tecido óptico que podem resultar em cegueira.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Bebida alcoólica: Pode alterar ligeiramente a concentração do metanol urinário.
Descrição: A metil etil cetona (MEC) é um líquido volátil, de cor clara, odor pungente e característico de cetona. É empregada na produção de acrílico e revestimentos de superfícies à base de vinil, produção de medicamentos e cosméticos, na indústria da celulose, nitrocelulose, indústria química e do petróleo e como solventes em diversas atividades.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado a urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição.
Descrição: A metil etil cetona (MEC) é um líquido volátil, de cor clara, odor pungente e característico de cetona. É empregada na produção de acrílico e revestimentos de superfícies à base de vinil, produção de medicamentos e cosméticos, na indústria da celulose, nitrocelulose, indústria química e do petróleo e como solventes em diversas atividades.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado a amostra no início do primeiro dia da semana da jornada de trabalho, ou antes do período de exposição.
Descrição: As variantes C677T (rs1801133) e A1298C (rs1801131) no gene MTHFR (METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE) estão associadas à redução da atividade da proteína MTHFR, levando a hiper-homocistenemia o que acarretaria em aumento do risco para trombose venosa, doenças coronarianas e abortos repetitivos. Estudos recentes têm demonstrado baixa correlação clínica entre a baixa atividade de MTHFR e o risco para trombose venosa. Portanto, a interpretação deste resultado deve ser realizada com cautela correlacionando com os demais dados clínicos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A visualização de hifas hialinas septadas é muito sugestiva de fungos dermatófitos quando se trata de escamas de pele, sub-ungueais ou do couro cabeludo. Os dermatófitos estão entre os patógenos mais comuns em doenças infecciosas da pele, cabelo e unhas. Geralmente as micoses causadas por estes fungos são autolimitadas. Entretanto o diagnóstico laboratorial torna-se importante em casos onde há falha de tratamento, ou cronicidade da doença e ainda para estabelecer o diagnóstico diferencial de outras doenças da pele. Células leveduriformes também podem ser visualizadas, mas geralmente são contaminantes, a não ser em escamas sub-ungueais de pacientes muito expostos à umidade.
Instruções:
- Sempre que possível, coletar amostras antes do início da terapia específica e, particularmente, para lesões cutâneas de pele e unhas, evitar uso de medicação tópica por aproximadamente uma semana antes da coleta de exames.
Descrição: Microalbuminúria refere-se à detecção de pequenas quantidades de proteínas na urina, com o intuito de diagnosticar e avaliar a evolução de nefropatia diabética por ser um indicador precoce de lesão. A albumina é sintetizada exclusivamente no fígado e funciona como proteína de ligação e veículo de transporte de cálcio, ácidos graxos, bilirrubina, hormônios, vitaminas, microelementos e medicamentos. Em caso de insuficiência funcional da barreira de filtragem glomerular, a concentração de albumina aparece aumentada na urina, o que é um indicador de uma complicação renal ou vascular. Sua determinação é recomendada em casos de detecção precoce de nefropatia diabética, monitoração do diabetes gestacional, gravidez de risco e rastreamento de nefrosclerose hipertensiva. Resultados falso-positivos podem ocorrem em casos de hiperglicemia, exercício físico, infecções do trato urinário, hipertensão arterial sistêmica.
Instruções:
- Desprezar a 1ª urina da manhã no vaso sanitário dia e iniciar a coleta a partir da 2ª urina data e hora início todas as vezes que for urinar e todo o volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para coleta da urina caso necessário uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres não colher o material se estiver menstruada.
Descrição: Microalbuminúria refere-se à detecção de pequenas quantidades de proteínas na urina, com o intuito de diagnosticar e avaliar a evolução de nefropatia diabética por ser um indicador precoce de lesão. A albumina é sintetizada exclusivamente no fígado e funciona como proteína de ligação e veículo de transporte de cálcio, ácidos graxos, bilirrubina, hormônios, vitaminas, microelementos e medicamentos. Em caso de insuficiência funcional da barreira de filtragem glomerular, a concentração de albumina aparece aumentada na urina, o que é um indicador de uma complicação renal ou vascular. Sua determinação é recomendada em casos de detecção precoce de nefropatia diabética, monitoração do diabetes gestacional, gravidez de risco e rastreamento de nefrosclerose hipertensiva. Resultados falso-positivos podem ocorrem em casos de hiperglicemia, exercício físico, infecções do trato urinário, hipertensão arterial sistêmica.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
Descrição: O mielograma é utilizado no diagnóstico das leucemias, bem como de citopenias, leucocitose, gamopatias monoclonais, hipoplásia/aplasia medular, neoplasias, tumores metastáticos ou doenças que atinjam a medula óssea, como a leishmaniose visceral e a calazar.
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico, por aspiração de medula e sem uso de anticoagulantes.
Descrição: Exame realizado para avaliar a deficiência ou o excesso de elementos essenciais, com fins nutricionais, a eficácia e o controle dos tratamentos de quelação, os níveis endógenos de minerais, de oligoelementos e de metais tóxicos. É usado também no controle e monitorização de contaminação ambiental. São dosados os seguintes elementos: Minerais essenciais - Fósforo (P), Cálcio (Ca), Magnésio (Mg), Sódio (Na), Potássio (K), Ferro (Fe), Manganês (Mn), Zinco (Zn), Cobre (Cu), Cromo (Cr), Enxofre (S), Selênio (Se), Vanádio (V), Lítio (Li), Molibdênio (Mo), Tugstênio (W), Estrôncio (Sr), Boro (B), Silício (Si), Germânio (Ge), Níquel (Ni) e Cobalto (Co).
Elementos tóxicos: Chumbo (Pb), Berilio (Be), Mercúrio (Hg), Cádmio (Cd), Arsênico (As), Bário (Ba), Zircônio (Zr), Titânio (Ti), Telúrio (Te) e Alumínio (Al)
Suplementares: Antimônio (Sb), Escandio (Sc), Ouro (Au), Prata (Ag), Bismuto (Bi) e Estanho (Sn).
Instruções:
- Cabelos tratados recentemente com cosméticos (permanentes, tinturas, descoloração, reflexo, etc): aguardar 10 semanas antes de coletar a amostra, pois tratamentos químicos podem alterar os níveis de alguns minerais (cálcio, magnésio, zinco, cobre, chumbo e níquel), podendo levar a uma interpretação equivocada dos resultados.
- Não usar gel ou similar 24 horas antes da coleta.
- Não lavar os cabelos no dia da coleta.
- Durante os cinco dias que antecedem a coleta os cabelos devem ser lavados diariamente com shampoo neutro (infantil),
- Durante esta semana o paciente deve proceder normalmente com sua rotina.
Descrição: A mioglobina está presente no músculo cardíaco e esquelético, responsável pelo transporte de oxigênio dentro das células musculares, e funciona como reservatório de oxigênio. Quando aumentado, pode indicar um diagnóstico precoce de infarto do miocárdio, pois o aumento é evidenciado após 2 horas de sua ocorrência. Pode estar elevado também em casos de exercícios severos, convulsões, traumas, hipertermia, infecções virais, sepses, uso de esteroides, intoxicação medicamentosa, imobilização prolongada.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A mioglobina está presente no músculo cardíaco e esquelético, responsável pelo transporte de oxigênio dentro das células musculares, e funciona como reservatório de oxigênio. A mioglobina plasmática pode ser um indicativo de diagnóstico precoce de infarto do miocárdio. A mioglobina na urina é solicitada quando há suspeita de lesão muscular traumática extensa e suspeita de lesão renal.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: O molibdênio é facilmente absorvido pela corrente sanguínea. Uma vez absorvido, o molibdênio é ligado, mais rapidamente através do corpo e é removido através dos rins. O mecanismo de excreção é o principal meio para manter a homeostase. Diagnóstico de toxicidade pelo molibdênio.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Mononucleose Infecciosa é uma doença infecciosa aguda, sendo o seu
agente etiológico o Vírus Epstein Barr (EBV). A infecção primária em crianças é
na maioria das vezes assintomática. Adolescentes e adultos, normalmente
desenvolvem Mononucleose Infecciosa como resposta à primo-infecção do EBV. A
transmissão se faz provavelmente pela saliva. O período de incubação é de 5 a
15 dias, podendo ser maior. Como outros Herpesvírus, o EBV pode persistir na
forma de infecção latente, com o DNA viral estocado no núcleo de alguns
linfócitos B. Reativações assintomáticas são comuns, e aproximadamente 20% dos
adultos normais apresentam o EBV na saliva.
O Vírus Epstein Barr é um herpesvírus humano (HHV Tipo 4), que também está
relacionado a etiologia de alguns carcinomas: carcinoma nasofaríngeo, linfoma
de Burkitt, doenças linfoproliferativas na presença de imunossupressão ou
ligada ao fator X (Doença de Duncan). Principais sintomas clínicos, febre,
linfoadenopatia, dor de garganta, sintomas tóxicos (mal-estar, anorexia e
mialgia), esplenomegalia em 50% dos casos. Rash cutâneo em 15% dos casos,
quando administrado ampicilina, ocorre em 90% dos casos. Outras manifestações:
hepatite e envolvimento do SNC.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Mucoproteínas são consideradas proteínas de fase aguda, encontrando-se valores elevados em episódios de inflamação. Valores aumentados estão presentes na febre reumática, artrite reumatoide, lúpus eritematosos disseminado, dermatomiosite, neoplasias malignas, infarto do miocárdio, esclerodermia. Valores diminuídos ocorrem na desnutrição, enfermidade hepática grave e nas gastroenteropatias perdedoras de proteínas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A proteína janus kinase 2 (JAK2) pertence a uma família de enzimas tirosina quinase que pertencem a vias de sinalização envolvidas na regulação da expressão gênica. JAK2 é predominantemente ativada em resposta a fatores de crescimento e citocinas, como IL-3, ou a eritropoietina GM-CSF. É associada com o receptor de prolactina e é necessária em resposta ao interferon gama. Mutações no gene podem causar uma ativação constitutiva da tirosina quinase responsável pelo crescimento celular, culminando com o aumento do número de precursores sanguíneos e ocorrência de desordens mieloproliferativas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hemocromatose hereditária (HH) é a doença genética mais comum na população caucasiana. A doença promove o aumento da absorção de ferro da alimentação, tal fato leva ao acúmulo de ferro em vários órgãos e tecidos. Entre os principais sintomas pode ocorrer alterações na pigmentação da pele, aumento do fígado acompanhado ou não de desconforto abdominal, cardiomiopatias, cirrose hepática, entre outros. Este exame realiza a análise das mutações C282Y, H63D, S65C e E168Q do gene HFE.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A protrombina é a proteína precursora da trombina. A presença da variante G20210A no gene da protrombina (Fator II) está associado ao aumento das concentrações de protrombina plasmática, e consequentemente o risco em até três vezes de desenvolver trombose venosa. O resultado Normal para este teste não exclui outros fatores assim como outros polimorfismos associados ao risco trombótico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A associação de JAK2 com desordens mieloproliferativas incluem policitemia vera, trombocitemia e mielofibrose idiopática. A policitemia vera está associada ao aumento do número de precursores eritróides (eritrócitos), causando um aumento no volume sanguíneo, tornando-o mais espesso, de modo que o sangue passa a fluir com menor facilidade através dos pequenos vasos sanguíneos, podendo complicar para eventos trombóticos. Na trombocitemia, os megacariócitos tornam-se anormais e produzem plaquetas em excesso, levando à formação espontânea de coágulos, que provocam a obstrução do fluxo sanguíneo. Na mielofibrose ocorre um envolvimento dos fibroblastos (células que produzem tecido fibroso ou conjuntivo), que parecem ser estimulados por células precursoras anormais, possivelmente megacariócitos (células que produzem plaquetas). A troca de um nucleotídeo guanina por uma timina no éxon 12 do gene Janus Quinase 2 (JAK2) representa uma mutação que pode ser adquirida e está presente na linhagem mielóide. Ocorre uma substituição do aminoácido fenilalanina por valina no códon 617, causando uma ativação constitutiva da Tyrosina kinase, que é responsável por crescimento celular. Esta mutação está presente em 66% dos casos de policitemia vera, 23,6% de trombocitemia essencial e 35,6% de mielofibrose crônica, tornando-a um importante auxílio diagnóstico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
MUTAÇÃO V617F NO GENE JAK-2 – DETECÇÃO
Descrição: A associação de JAK2 com desordens mieloproliferativas incluem policitemia vera, trombocitemia e mielofibrose idiopática. A policitemia vera está associada ao aumento do número de precursores eritróides (eritrócitos), causando um aumento no volume sanguíneo, tornando-o mais espesso, de modo que o sangue passa a fluir com menor facilidade através dos pequenos vasos sanguíneos, podendo complicar para eventos trombóticos. Na trombocitemia, os megacariócitos tornam-se anormais e produzem plaquetas em excesso, levando à formação espontânea de coágulos, que provocam a obstrução do fluxo sanguíneo. Na mielofibrose ocorre um envolvimento dos fibroblastos (células que produzem tecido fibroso ou conjuntivo), que parecem ser estimulados por células precursoras anormais, possivelmente megacariócitos (células que produzem plaquetas). A troca de um nucleotídeo guanina por uma timina no éxon 12 do gene Janus Quinase 2 (JAK2) representa uma mutação que pode ser adquirida e está presente na linhagem mielóide. Ocorre uma substituição do aminoácido fenilalanina por valina no códon 617, causando uma ativação constitutiva da Tyrosina kinase, que é responsável por crescimento celular. Esta mutação está presente em 66% dos casos de policitemia vera, 23,6% de trombocitemia essencial e 35,6% de mielofibrose crônica, tornando-a um importante auxílio diagnóstico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A deficiência de MTHFR resulta no metabolismo intracelular anormal do ácido fólico e impede a redução de 5-10 metilenotetrahidrofolato a 5-metilenotetrahidrofolato, um doador do grupo metil para a remetilação da homocisteína em metionina. Como resultado, a doença leva à deficiência de metiltetrahidrofolato e, consequentemente, a homocistinúria com hipometioninemia. Pesquisa mutação A1298C e C677T no gene MTHFR e o C536T no gene TFPI.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Hemocromatose hereditária (HH) é uma alteração genética muito comum em descendentes de Europeus. A alteração clínica característica é a acúmulo gradual do ferro no intestino (duodeno e jejuno proximal), que evolui para lesão orgânica e morte. Três variantes alélicas do gene HFE foram correlacionados com a Hemocromatose Hereditária (HH): a C282Y, significativamente associada com a HH; e a H63D e a S65C, que apresentam correlação com esta doença. A expressão fenotípica da HH é bastante variável e sofre influência de fatores genéticos, clínicos e ambientais que podem interferir no metabolismo do ferro e no curso clínico da doença, determinando que indivíduos heterozigotos para o gene mutante possam expressar o fenótipo de hemocromatose semelhante aos indivíduos homozigotos. Os estudos brasileiros publicados estimam que a prevalência da mutação C282Y é cerca de três a oito vezes menor comparada à observada nos indivíduos caucasianos do nordeste europeu, enquanto a frequência das mutações H63D e S65C é semelhante entre estas populações. A ausência destas mutações não exclui o diagnóstico de Hemocromatose, sendo outros fatores clínicos devem ser investigados.
Descrição: A substituição de uma valina por glutamato ou lisina no códon 600 é a
mutação mais comum e clinicamente relevante nos casos de Melanoma, resultando
nas formas B-Raf (V600E) e B-Raf (V600K).O gene B-Raf, presente no braço longo
do cromossomo 7 (7q34), codifica uma proteína plasmática com propriedades serina/treonina-quinase.Cerca
de 50% dos pacientes com melanoma maligno apresentam mutação ativadora desta
proteína presente na via de sinalização da MAP-quinase, resultando em ativação
constitutiva da via estimuladora para mutação celular. A presença da mutação do
gene B-Raf indica a possibilidade da utilização de vemurafenib (potente
inibidor seletivo da via de sinalização ativada pelo B-Raf mutado) em pacientes
com melanoma metastático, visto que este fármaco se mostrou superior a
dacarbazina. B-Raf mutado está associado a maior risco de metástases cerebrais.
Portanto, o estudo da mutação V600E no gene BRAF é determinante na
sensitividade de inibidores do proteassoma.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As micobactérias são um grupo de bacilos aeróbios que resistem à descoloração com álcool-ácido, sendo essa uma propriedade característica desse gênero. A sorologia para o Mycobacterium tuberculosis pode ser utilizada como um importante complemento diagnóstico. Deve-se lembrar que não podemos utilizá-la como método único para diagnosticar ou afastar a tuberculose. A presença de anticorpos não indica necessariamente infecção ativa ou recente, e crianças tendem a apresentar níveis de anticorpos mais baixos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Este teste é capaz de detectar o DNA do complexo Mycobacterium
tuberculosis a partir de amostras frescas de origem respiratória. Para amostras
em que se detecta o Mycobacterium tuberculosis, é realizado também o teste de
resistência à rifampicina. O teste avalia mutações no gene rpoB do complexo
Mycobacterium tuberculosis associadas à resistência a esta droga. A resistência
à rifampicina raramente ocorre isoladamente, portanto é um indicador que agrega
maior peso à resistência aos outros fármacos anti-tuberculose, indicando a
necessidade de testes de sensibilidade completos aos outros agentes, incluindo
os fármacos de segunda linha. O resultado deste teste deve ser interpretado em
conjunto com outros dados clínicos cabendo ao médico a tomada das decisões
terapêuticas do paciente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Micoplasmas e ureaplasmas geralmente não são agentes primários de vaginites ou uretrites, mas estão entre os vários micro-organismos que proliferam em pacientes com vaginose bacteriana e contribuem para esta condição. A vaginose bacteriana pode, em determinadas situações, evoluir para doença inflamatória pélvica, quadro no qual esse agente pode ter papel importante. O ureaplasma pode ser também uma das causas de uretrites não gonocócicas no homem, agente de síndrome uretral feminino, aborto espontâneo e infecção do trato urinário.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os micoplasmas são os menores organismos capazes de crescer em meios de cultura acelulares. Infectam homens, animais, plantas, insetos e são encontrados nos esgotos. O nome micoplasma deriva da aparência fungiforme dos organismos e da plasticidade da membrana externa que causa pleomorfismo. As pneumonias, também chamadas pneumonias adquiridas na comunidade (PAC), são classificadas em típicas e atípicas com base nos sintomas e nos sinais clínicos. O agente etiológico das classificadas como típicas é o Streptococcus pneumoniae, enquanto que as atípicas podem ser transmitidas por Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia pneumoniae ou Legionella pneumophila. A infecção é presente em todo o mundo e, na maioria das áreas, endêmica, com sintomas não específicos caracterizados por mal-estar geral, mialgia, dor de garganta, cefaleia e aumento dos sintomas relacionados ao aparelho respiratório de um a cinco dias. A tosse é tipicamente seca e opressiva e pode tornar-se uma característica do quadro clínico. Os sinais físicos durante a inspiração, tornam-se frequentemente aparentes somente depois que os exames radiográficos demonstram a presença de uma pneumonia. O curso da doença é variável, mas a tosse, os sintomas do aparelho respiratório e as alterações radiográficas podem persistir por várias semanas. As crianças estão mais sujeitas à infecção que os adultos. A doença, em geral, limita-se ao aparelho respiratório. As manifestações extrapulmonares incluem: síndrome de Stevens-Johnson e outras erupções cutâneas; artralgia; meningite ou encefalite (e outras complicações neurológicas); miocardite e pericardite. O Mycoplasma pneumoniae possui uma estrutura especializada em uma ou em ambas as extremidades, através da qual os microrganismos aderem à superfície da mucosa do aparelho respiratório e tornam-se completamente resistentes aos antibióticos que agem sobre a síntese da parede celular bacteriana (como a penicilina). A presença de anticorpos específicos anti-Mycoplasma pneumoniae é o indicador principal para o diagnóstico preciso de doença respiratória aguda por Mycoplasma pneumoniae. Após a infecção inicial, o sistema imunitário normal responde com a síntese rápida de anticorpos que alcançam o seu valor máximo de três a seis semanas depois e, em seguida, diminuem gradualmente no decorrer de meses ou anos. Como o período de incubação é longo, a resposta dos anticorpos quase sempre é evidente já quando aparecem os sintomas. O aumento isolado dos níveis de IgM específica anti-Mycoplasma pneumoniae pode muitas vezes indicar infecção aguda, já que os anticorpos IgM aparecem normalmente no prazo de uma semana após a infecção inicial e cerca de duas semanas antes dos anticorpos IgG. Todavia, a presença de IgM é considerada significativa sobretudo na população pediátrica, em que são menores as ocasiões de infecções repetidas. Os adultos que foram infectados repetidamente por um período de vários anos podem não apresentar uma resposta imunitária forte de tipo IgM aos antígenos micoplásmicos. Nestes casos, a reinfecção leva diretamente a uma resposta de tipo IgG; portanto, a presença de um teste negativo para IgM não exclui com certeza uma infecção aguda. Quando se observa uma resposta de tipo IgM, esta pode persistir por meses ou anos após a infecção. Nestes casos, um resultado positivo ao teste de IgM não significa necessariamente uma infecção atual ou recente. A determinação dos anticorpos IgG demonstrou-se necessária dado que os pacientes podem não apresentar uma resposta imunitária de tipo IgM ou IgA. A resposta de tipo IgG é a última a aparecer e os níveis de IgG permanecem elevados por no mínimo um ano após a infecção.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Mycoplasma pneumoniae é uma bactéria do gênero Mycoplasma que causa infecções no trato respiratório. O período de incubação geralmente é de 1 a 4 semanas e os sintomas mais comuns são: tranqueobronquite, faringite, mal-estar, febre, tosse e dor de cabeça. Também pode causar manifestações extrapulmonares. Para a pesquisa de outros patógenos, disponibilizamos também o painel de 21 patógenos respiratórios.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O níquel é um dos metais mais tóxicos da tabela periódica e o 24º metal
em abundância na crosta terrestre. O níquel ingerido pelo homem encontra-se
distribuído entre os vários grupos de alimentos. As maiores concentrações são
encontradas em alimentos enlatados, açúcares e conservantes, pães e cereais,
sugerindo uma contribuição dos equipamentos de processamento dos alimentos,
principalmente no caso dos enlatados e da gordura vegetal hidrogenada. As
manifestações de uma dieta com alto conteúdo de níquel podem afetar os níveis
de outros nutrientes e, mais do que isto, a deficiência de alguns nutrientes
(ferro, cobre, zinco, ácido ascórbico, entre outros) pode ser agravada por um
alto nível de níquel na dieta. A toxicidade causada pelo níquel, está
frequentemente associada à dermatites de contato, alergias, distúrbios renais e
hepáticos, infertilidade, câncer pulmonar, estomatite, gengivite, cefaléias,
insónia e náuseas. A maior parte do níquel ingerido é excretada nas fezes,
entretanto uma alta porcentagem deste será absorvida no caso de deficiência de
ferro. No sangue o níquel é transportado principalmente ligado à albumina
sérica. Ainda não está bem esclarecida a função do níquel em humanos,
entretanto supõe-se que esteja ligado a metaloenzimas específicas como
componente estrutural destas, além de cofator bioligante que facilita a
absorção intestinal do ferro férrico. O exame é indicado na monitoração de
indivíduos profissionalmente expostos ao níquel e aos compostos Inorgânicos de
níquel. OBS: Pacientes em diálise podem apresentar níveis elevados.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O níquel é um metal duro, porém maleável, de cor branca ou prateada usado em metalurgia, em ligas, baterias, como catalisador, na anodização de alumínio, na galvanoplastia, em instrumentos cirúrgicos e odontológicos, na manufatura de tintas, esmaltes, vidros, óleos sintéticos e em refinarias. A exposição prolongada aos fumos e ao pó de níquel e seus compostos pode provocar alergias, rinite, sinusite e câncer.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: O níquel é um metal duro, porém maleável, de cor branca ou prateada usado em metalurgia, em ligas, baterias, como catalisador, na anodização de alumínio, na galvanoplastia, em instrumentos cirúrgicos e odontológicos, na manufatura de tintas, esmaltes, vidros, óleos sintéticos e em refinarias.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Este ensaio está indicado como auxiliar no diagnóstico e avaliação da gravidade da insuficiência cardíaca. Nos doentes com síndromes coronárias agudas (ACS), este teste, em conjunto com outros fatores de risco conhecidos, também pode ser utilizado para prever a sobrevivência, bem como a probabilidade de uma futura insuficiência cardíaca. O sistema peptídico natriurético é uma família de peptídeos estruturalmente semelhantes, mas geneticamente distintos que inclui o peptídeo atrial natriurético (ANP), o peptídeo natriurético tipo B (BNP) com origem nas células miocárdicas e o peptídeo natriurético tipo C (CNP) com origem nas células endoteliais. Os peptídeos natriuréticos cardíacos são os antagonistas naturais do sistema renina-angiotensina aldosterona e do sistema nervoso simpático. Eles promovem a natriurese e a diurese, atuam como vasodilatadores e exercem efeitos antimitogênicos nos tecidos cardiovasculares. O ANP e o BNP são secretados pelo coração em resposta ao estresse hemodinâmico. O aumento nos níveis de BNP ocorre fundamentalmente como resposta ao estiramento da parede ventricular esquerda e à sobrecarga de volume. O ANP e o BNP se manifestam predominantemente nos átrios e nos ventrículos, respectivamente, e são importantes para a regulação da pressão sanguínea, dos eletrólitos e da homeostase de volume.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Teste Oncotype DX® para câncer de mama invasivo é um exame genético realizado a partir de tecido tumoral que indica o benefício de cada paciente ao tratamento de quimioterapia e a chance de recorrência da doença quando em estágios iniciais.
Instruções:
- Material em bloco de parafina deve ser fixado previamente em formalina o mais rápido possível após a biópsia ou cirurgia.
Descrição: Sua medida é útil na avaliação de patologias relacionadas ao equilíbrio ácido-base e eletrólitos. A comparação entre a osmolalidade do soro e da urina fornece informações úteis para determinar o estado da função renal hídrica. O aumento da osmolalidade no soro ocorre nas desidratações hipertônicas, no coma diabético e na uremia. E valores inferiores são encontrados em casos de desidratações hipotônicas, na intoxicação hídrica e na síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético. Se a osmolalidade sérica está elevada, porém com valores normais de sódio, pode indicar hiperglicemia, uremia ou alcoolismo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Dosado para avaliação dos eletrólitos e a capacidade de concentração e diluição urinária. Importante na avaliação da capacidade de concentração dos rins na insuficiência renal, bem como o grau de acometimento de algumas doenças renais. Valores baixos são observados na diabetes insipidus hipotalâmico-hipofisário ou renal, após restrição hídrica. Valores elevados são encontrados em hiponatremia, desidratação, hipercalcemia, ingestão de etanol e metanol.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: Dosado para avaliação dos eletrólitos e a capacidade de concentração e diluição urinária. Importante na avaliação da capacidade de concentração dos rins na insuficiência renal, bem como o grau de acometimento de algumas doenças renais. Valores baixos são observados na diabetes insipidus hipotalâmico-hipofisário ou renal, após restrição hídrica.
Instruções:
- Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 02 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina.
Descrição: A osteocalcina é uma proteína dependente da Vitamina K. Constitui até
3% da proteína total do osso, sendo a proteína não colagênica mais abundante.
Pensa-se que a osteocalcina atua na formação do tecido ósseo porque é produzida
por osteoblastos, células necessárias neste processo. A osteocalcina também é
diretamente influenciada pelos hormônios reguladores do cálcio (calcitonina,
paratormônio, vitamina D) necessários na mineralização óssea normal. A
osteocalcina tem sido extensivamente discutida como indicador prognóstico da
progressão da doença óssea. Níveis elevados de osteocalcina podem ocorrer em
diferentes doenças incluindo osteomalácia, doença de Paget, hipertireoidismo,
hiperparatireoidismo primário e osteodistrofia renal. Além disso, níveis
elevados de osteocalcina podem ocorrer na osteoporose pós menopausa devido ao
aumento ou diminuição da formação óssea. Decréscimo nos níveis de osteocalcina
tem sido referido no hiperparatireoidismo e durante a terapia de longa duração
com corticosteróides.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Em condições normais, o oxalato urinário (ácido oxálico) é derivado da dieta, do metabolismo do ácido ascórbico e da glicina. A administração de doses elevadas de ácido ascórbico (vitamina C) pode causar elevação nos níveis urinários de oxalato. Na hiperoxalúria primária, os valores estão geralmente entre 100 e 600 mg/24h. A hiperoxalúria secundária é devida a doenças inflamatórias intestinais, enterocolite, redução do intestino delgado etc. Nestes casos, em geral a excreção é entre 60 e 100 mg/24h. O teste é útil na avaliação do paciente com nefrolitíase. Hiperoxalúria primária e secundária podem ser causas de formação de cálculos urinários.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Em condições normais, o oxalato urinário (ácido oxálico) é derivado da dieta, do metabolismo do ácido ascórbico e da glicina. A administração de doses elevadas de ácido ascórbico (vitamina C) pode causar elevação nos níveis urinários de oxalato. Na hiperoxalúria primária, os valores estão geralmente entre 100 e 600 mg/24h. A hiperoxalúria secundária é devida a doenças inflamatórias intestinais, enterocolite, redução do intestino delgado etc. Nestes casos, em geral a excreção é entre 60 e 100 mg/24h. O teste é útil na avaliação do paciente com nefrolitíase. Hiperoxalúria primária e secundária podem ser causas de formação de cálculos urinários.
Instruções:
Descrição: A oxcarbazepina, derivada da Carbamazepina, pertence ao grupo de medicamentos denominados anticonvulsionantes ou antiepilépticos. Sua atividade farmacológica é primariamente manifestada através do metabólito monohidróxiderivado MHD (10,11-diidro,10-hidroxicarbamazepina) da oxcarbazepina. Acredita-se que o mecanismo de ação da oxcarbazepina e MHD seja baseado principalmente no bloqueio de canais de sódio voltagem-dependentes, resultando então na estabilização de membranas neurais hiperexcitadas, na inibição da descarga neuronal repetitiva e na diminuição da propagação de impulsos sinápticos. Adicionalmente, o aumento na condutância de potássio e a modulação de canais de cálcio voltagem - dependentes ativados podem também contribuir para os efeitos anticonvulsivantes da droga. Sua dosagem é útil para monitorização dos níveis terapêuticos e toxicidade, sendo a principal causa de níveis baixos a não aderência ao tratamento, considerando que interações medicamentosas podem influenciar no nível sérico.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: As ataxias hereditárias constituem um grupo de doenças neurodegenerativas que se manifestam clinicamente com atrofia cerebelar ou de tronco cerebelar, ataxia, síndrome piramidal e extrapiramidal, oftalmoplegia externa progressiva e alterações sensoriais.
Genes Analisados: ABHD12 ACO2 AFG3L2 ANO10 APOB APTX ATCAY ATM ATP8A2 BEAN1 CACNA1A CACNA1G CACNB4 CCDC88C CLCN2 CLN5 COQ2 COQ8A CYP27A1 DNMT1 EBF3 ELOVL4 FGF14 FLVCR1 FXN GOSR2 GRM1 ITPR1 KCNA1 KCNC3 KCND3 KCNJ10 KIF1A LAGE3 LAMA1 MRE11 MTTP NPC1 NPC2 NUP107 NUP133 OSGEP PCNA PDSS1 PDSS2 PDYN PEX7 PHYH PMPCA PNKP PNPLA6 POLG PRKCG PTF1A RUBCN SACS SCN2A SETX SIL1 SLC1A3 SLC2A1 SPG7 SPTBN2 SYNE1 SYT14 TDP1 TGM6 TP53RK TPP1 TPRKB TTBK2 TTPA TWNK TXN2 VLDLR WDR4 WDR73 WFS1 WWOX
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O exame parasitológico de fezes MIF 2ª amostra serve para detectar ovos, cistos e larvas de helmintos e protozoários, as chamadas parasitoses intestinais.
Instruções:
- O paciente deve colher 03 amostras de fezes recentemente emitidas em dias diferentes (consecutivos ou alternados) e colocar todas as amostras de fezes dentro do mesmo frasco contendo líquido MIF.
- A amostra não pode ser contaminada com urina nem deve ser colhida do vaso sanitário (colher material em recipiente limpo ou em cima do papel higiênico, uma pequena quantia é o suficiente para realização do exame).
- Não é necessário colocar na geladeira, pois o líquido é conservante. LÍQUIDO MIF NÃO PODE SER INGERIDO E DEVE SER MANTIDO LONGE DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
- O paciente não deve usar pomadas na região anal nas 24 horas que antecedem a coleta das fezes.
- No caso de crianças ou adultos que usam fralda, recomenda-se colher as amostras direto da fralda, desde que não esteja contaminada com urina.
Descrição: Os estágios usuais de diagnóstico dos protozoários são os trofozoítos, cistos, oocistos e esporos. Os helmintos intestinais são usualmente diagnosticados pela identificação dos ovos e das larvas nas amostras fecais. O método de concentração por sedimentação espontânea - Método de Hoffman - é um procedimento simples, indicado para pesquisa de ovos, larvas e cistos, o qual fundamenta-se na sedimentação espontânea em água. O uso de grande quantidade de material fecal nesse processo, em contraste com pequenas quantidades usadas em outras técnicas, favorece um diagnóstico satisfatório e seguro, mesmo quando o número de organismos presente é pequeno.
Instruções:
- Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo e seco.
Descrição: O hormônio da paratireóide (PTH) regula a concentração plasmática de cálcio e fósforo. Seu efeito global é o de elevar os níveis plasmáticos de cálcio, enquanto diminui os níveis de fósforo. Existe PTH circulante em três formas moleculares distintas: a molécula de PTH intacta, que se origina nas paratireóides e duas formas circulantes menores: fragmentos N-terminais e fragmentos C-terminais. Atualmente, há dois radioimunoensaios disponíveis para detectar PTH intacto e os fragmentos N e C-terminais. Ambos os testes podem ser usados para confirmar o diagnóstico de hiperparatireoidismo ou hipoparatireoidismo. O ensaio de PTH C-terminal é mais útil no diagnóstico de perturbações crônicas no metabolismo de PTH, como o hiperparatireoidismo secundário e terciário; ele também diferencia melhor hiperparatireoidismo ectópico de primário. O ensaio para PTH intacto e o fragmento N-terminal refletem com mais precisão alterações agudas no metabolismo de PTH e, portanto, são úteis na monitoração da resposta do paciente à terapia de PTH.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A infecção por parvovírus B19 em adultos, especialmente mulheres, pode causar artrite aguda que pode persistir durante algum tempo. A infecção pode levar à anemia letal em doentes imunocomprometidos e indivíduos com disfunções hemolíticas subjacentes tais como a anemia falciforme. A infecção pelo parvovírus B19 é normalmente adquirida através de contato direto com secreções respiratórias e ocorre normalmente em surtos localizados durante os meses de Inverno e Primavera. A maioria dos casos de infecção por parvovírus B19 durante a gravidez resultam em partos normais de fetos saudáveis, no entanto, a infecção durante a gravidez representa um risco de transmissão que pode resultar em hidropsia fetal ou morte intrauterina. Sugeriu-se que, por o parvovírus B19 se replicar predominantemente nos precursores dos eritrócitos, a infecção durante a gravidez pode levar à morte fetal por uma grave anemia fetal. Considera-se que esta anemia grave, onde os níveis de hemoglobina caem para valores inferiores a 2 g/dL, seja a causa principal de hidropsia fetal. Os sintomas associados com a infecção pelo parvovírus B19 apenas se tornam evidentes após a fase contagiosa ter terminado. Além disso, sabe-se que há um maior risco de transmissão em situações onde existe a probabilidade de contato próximo entre indivíduos, tais como em escolas, creches e hospitais. Consequentemente, é importante identificar o nível de anticorpos anti-parvovírus B19 em indivíduos que possam ter sido infectados ou correm o risco de infecção pelo parvovírus B19.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: A infecção por parvovírus B19 em adultos, especialmente mulheres, pode causar artrite aguda que pode persistir durante algum tempo. A infecção pode levar à anemia letal em doentes imunocomprometidos e indivíduos com disfunções hemolíticas subjacentes tais como a anemia falciforme. A infecção pelo parvovírus B19 é normalmente adquirida através de contato direto com secreções respiratórias e ocorre normalmente em surtos localizados durante os meses de Inverno e Primavera. A maioria dos casos de infecção por parvovírus B19 durante a gravidez resultam em partos normais de fetos saudáveis, no entanto, a infecção durante a gravidez representa um risco de transmissão que pode resultar em hidropsia fetal ou morte intrauterina. Sugeriu-se que, por o parvovírus B19 se replicar predominantemente nos precursores dos eritrócitos, a infecção durante a gravidez pode levar à morte fetal por uma grave anemia fetal. Considera-se que esta anemia grave, onde os níveis de hemoglobina caem para valores inferiores a 2 g/dL, seja a causa principal de hidropsia fetal. Os sintomas associados com a infecção pelo parvovírus B19 apenas se tornam evidentes após a fase contagiosa ter terminado. Além disso, sabe-se que há um maior risco de transmissão em situações onde existe a probabilidade de contato próximo entre indivíduos, tais como em escolas, creches e hospitais. Consequentemente, é importante identificar o nível de anticorpos anti-parvovírus B19 em indivíduos que possam ter sido infectados ou correm o risco de infecção pelo parvovírus B19.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: Para o funcionamento adequado da tiroide, existe uma dosagem mínima diária de iodo para seu consumo (aproximadamente 200 microgramas por dia). A tireoide utiliza o iodo ingerido na dieta para a produção dos hormônios tireoidianos. O excesso de iodo crônico pode ocasionar o hipotireoidismo, enquanto que uma sobrecarga aguda de iodo pode causar tanto hipo como hipertireoidismo.
A falta de iodo gera problemas mais graves. Pode ocasionar o hipotireoidismo e o desenvolvimento do bócio endêmico. As gestantes, em especial, necessitam de mais iodo, cerca de 250 microgramas de iodo por dia, pois este iodo será utilizado pela tireoide do feto para a formação dos hormônios tireoidianos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: o exame imuno-histoquímico para pesquisa de PD-L1 é usado na seleção de carcinomas de pulmão não pequenas células elegíveis para imunoterapia com KEYTRUDA® (pembrolizumabe). O PD-L1 (SP263) realiza a detecção qualitativa, com possibilidade de avaliação semiquantitativa da proteína Programmed Death Ligand 1 ou Ligante de Morte Programada 1 (PD-L1) em amostras de carcinoma de pulmão não pequenas células (adenocarcinoma e carcinoma epidermoide).
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico.
Descrição: O peptídeo C é utilizado para avaliar a produção de insulina pelo corpo (endógena), diferenciando-a da insulina injetada como medicamento (exógena), que não gera peptídeo C. Níveis altos de peptídeo C são encontrados na diabetes tipo 2, insulinomas, hipocalemia, gravidez, síndrome de Cushing e insuficiência renal. Níveis baixos estão associados a baixa produção de insulina. Isso pode ser observado na diabetes tipo 1 e insulinoterapia.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: A triagem toxicologia serve para dar uma resposta qualitativa de emergência a diversas drogas lícitas (tratamentos medicamentosos) e ilícitas (abuso de drogas/ toxicologia social). Drogas dosadas nesta triagem são: Fenciclidina (PCP, Pó de Anjo), Benzodiazepínicos, Cocaína (Cocaína, Crack Merla), Anfetaminas (Ecstasy, Femproporex) Tetrahidrocanabinol (maconha), Opiáceos (Opióides, Codeína, Heroína, Morfina) e Barbituricos.
Instruções:
- A urina deve ser coletada em um recipiente limpo e seco. A urina coletada em qualquer momento do dia pode ser utilizada.
Descrição: O Painel de Imunodeficiências identifica mutações em 60 genes relacionados a diversas Imunodeficiências Primárias e outros distúrbios imunológicos, incluindo Agamaglobulinemia (Deficiência de Anticorpos), deficiências funcionais de neutrófilos e neutropenias, Doença Granulomatosa Crônica, Linfohistiocitose Hemofagocítica, Imunodeficiência Grave Combinada (SCID), Micobacterioses Atípicas, Síndrome de Wiskott-Aldrich e Síndrome Hiper-IgM.
Genes analisados: ADA AICDA BLNK BTK CD247 CD3D CD3E CD3G CD40 CD40LG CD79A CD79B CIITA CYBA CYBB DCLRE1C ELANE FOXN1 FOXP3 G6PC3 GATA2 GFI1 HAX1 IFNGR1 IFNGR2 IGLL1 IL12RB1 IL2RG IL7R JAK3 LRRC8A MAGT1 MPO MYD88 NCF1 NCF2 NCF4 NHEJ1 ORAI1 PNP PRF1 PTPRC RAC2 RAG1 RAG2 RFX5 RFXANK RFXAP SH2D1A STAT1 STX11 STXBP2 TAP1 TAP2 TAPBP UNC13D UNG WAS WIPF1 XIAP
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O perfil reumatológico reúne uma série de testes que ajudam no diagnóstico de doenças reumáticas. É composto pelos exames de ácido úrico, eletroforese de proteínas, FAN, fator reumatoide, gama globulina, gama globulina percentual, proteínas totais e Waaler Rose.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
Descrição: A associação de JAK2 com desordens mieloproliferativas incluem policitemia vera, trombocitemia e mielofibrose idiopática. A policitemia vera está associada ao aumento do número de precursores eritróides (eritrócitos), causando um aumento no volume sanguíneo, tornando-o mais espesso, de modo que o sangue passa a fluir com menor facilidade através dos pequenos vasos sanguíneos, podendo complicar para eventos trombóticos. Na trombocitemia, os megacariócitos tornam-se anormais e produzem plaquetas em excesso, levando à formação espontânea de coágulos, que provocam a obstrução do fluxo sanguíneo. Na mielofibrose ocorre um envolvimento dos fibroblastos (células que produzem tecido fibroso ou conjuntivo), que parecem ser estimulados por células precursoras anormais, possivelmente megacariócitos (células que produzem plaquetas). A troca de um nucleotídeo guanina por uma timina no éxon 12 do gene Janus Quinase 2 (JAK2) representa uma mutação que pode ser adquirida e está presente na linhagem mielóide. Ocorre uma substituição do aminoácido fenilalanina por valina no códon 617, causando uma ativação constitutiva da Tyrosina kinase, que é responsável por crescimento celular. Esta mutação está presente em 66% dos casos de policitemia vera, 23,6% de trombocitemia essencial e 35,6% de mielofibrose crônica, tornando-a um importante auxílio diagnóstico.
Instruções:
Descrição: Os distúrbios do metabolismo dos ácidos orgânicos, também conhecidos como acidemias e acidúrias orgânicas, são um grupo heterogêneo de doenças metabólicas hereditárias envolvendo tipicamente vias metabólicas envolvidas na degradação dos aminoácidos, carboidratos, e ácidos graxos. Este exame pode ser realizado em indivíduos de todas as idades, mesmo sendo amostras colhidas em papel filtro. O teste é indicado nos casos de crianças com teste de triagem neonatal positiva para doenças metabólicas ou indivíduos diagnosticados com alguma doença metabólica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A sociedade internacional de trombose e hemostasia recomenda que a pesquisa de anticoagulante lúpico deve ser realizada em três etapas: (1) Triagem: utilizando-se reagente com baixa concentração de fosfolípide. (2) Etapa com ensaio de mistura com plasma normal, para demonstrar que o prolongamento é causado por um inibidor específico e não por deficiências de fatores de coagulação. (3) Etapa confirmatória, para caracterização da natureza dependente de fosfolípide do inibidor. O Teste do Veneno de Víbora de Russel Diluído (DRVVT) é um ensaio automatizado que inclui uma etapa de triagem e uma etapa confirmatória. Alguns autores consideram este teste como o mais específico para detectar AL em pacientes com alto risco de desenvolver trombose arterial ou venosa. Na etapa de triagem a amostra é incubada em concentração baixa de fosfolípides (teste 1, LAC Screen). Na presença de AL, haverá prolongamento do tempo de coagulação. As amostras positivas na etapa de triagem são testadas na etapa confirmatória (teste 2, LAC Confirm), que contêm uma concentração mais alta de fosfolípides que neutralizam o AL presente no plasma, encurtando o tempo de coagulação. O veneno de víbora de Russell ativa diretamente o fator X e desencadeia a coagulação a este nível. Este teste é independente das anomalias da fase de contato e das que atingem os fatores VIII, IX e e XI (déficits ou inibidores).
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O termo criptococose é utilizado para definir a infecção causada pelo fungo leveduriforme encapsulado C. neoformans. Esse micro-organismo pode causar infecção em indivíduos hígidos, entretanto, a maior proporção de acometidos ocorre naqueles ditos imunocomprometidos. A doença é caracterizada por um primeiro estágio, onde a infecção fica delimitada ao sistema respiratório, podendo assumir as formas aguda, subaguda ou crônica. Pode, ainda, apresentar-se como uma infecção secundária, resultante da disseminação para o sistema nervoso central, sítio pelo qual a levedura apresenta tropismo, podendo acarretar quadros de meningite, encefalite ou meningoencefalite. A transmissão da criptococose entre humanos é raramente documentada e a presença comum de C. neoformans no ambiente indica que a infecção humana é provavelmente adquirida de fontes ambientais, habitam solos, fezes de aves domésticas como pombos e perus ou podem estar associadas a eucaliptos, o primeiro é o agente causador da criptococose em pacientes imunodeprimidos e o segundo em pacientes imunologicamente normais.
Instruções:
Descrição: Helicobacter pylori é uma bactéria bacilo gram negativo, reconhecido como o principal responsável pela gastrite crônica e têm sido implicados na patogênese da doença ulcerosa duodenal e gástrica, dispepsia e adenocarcinoma gástrico. A pesquisa de antígenos nas fezes diagnostica a infecção por este agente e monitora a resposta pós-tratamento, a princípio em adultos, porém parece ser promissor em crianças. Pode apresentar reação cruzada com outros micro-organismos, e resultados falsos negativos se o paciente estiver em uso de medicação à base de bismuto ou inibidores da bomba de prótons.
Instruções:
- Coletar amostras de fezes em frasco coletor de polipropileno com tampa de rosca, limpo e sem conservantes. Coletar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal.
Descrição: A difteria é uma patologia causada pelo bacilo Corynebacterium diphthriae, que tem como habitat o trato respiratório superior ou a pele. A transmissão se dá pelo contato direto, através de secreções respiratórias, e o período de incubação varia entre 1 a 6 dias podendo ocorrer transmissão até 2 semanas após o início dos sintomas. Ela se manifesta com febre, odinofagia e tosse, sendo a principal manifestação clínica a presença de placas pseudomembranosas branco-acinzentadas e linfonodomegalia cervical. As complicações podem ocorrer desde o início da doença até a 6ª ou 8ª semana, quando os sintomas iniciais já desapareceram.
Instruções:
- Realizar a coleta do material, preferencialmente com swab estéril e posteriormente fazer o esfregaço na lâmina limpa e seca.
Descrição: Classicamente as bandas oligoclonais eram observadas e relatadas no líquor para diagnóstico de Esclerose Múltipla. Nos dias atuais é descrito o aparecimento de bandas oligoclonais no soro, associadas a infecções agudas e crônicas, doenças crônicas e processos malignos. É observada também em pacientes com a imunidade alterada como em transplantados e pessoas com uma imunodeficiência grave, como no caso do HIV. Em pacientes transplantados, foi sugerido que isso ocorra devido à resposta do anticorpo associado ao sistema imune de defesa. A incidência desse aparecimento é dez vezes maior em pacientes com tratamento imunosupressivo após o transplante. Nos pacientes com HIV, a incidência de bandas oligoclonais é maior em pacientes com sarcoma de Kaposi do que em outras doenças oportunistas. A incidência também é grande em pacientes com HIV assintomáticos.
Neste exame são realizadas as dosagens de: Albumina no Líquor, Albumina no Soro, IgG no Líquor, IgG no Soro, Proteína Total no Líquor e a Focalização isoelétrica.
Instruções:
- Necessário para a realização do exame, envio simultâneo de amostras de soro e líquor.
- A ausência de uma das amostras impossibilita a realização do exame completo.
Descrição: A imunofenotipagem de células da medula óssea e sangue é utilizado para a determinação da linhagem celular e análise da maturação das células nas neoplasias hematológicas. Essa dosagem possibilita a determinação de linhagem celular. Além de determinar a linhagem nos grandes grupos, mielóide, células B, T e NK, a caracterização imunológica contribui sobremaneira para a classificação em subgrupos mais específicos como a Leucemia Mielóide Aguda (LMA) com diferenciação mielóide e linfoide mínima (M0 da FAB), LMA sem maturação, leucemia eritroblástica aguda, leucemia megacarioblástica aguda e leucemias bifenotípicas. Caracterização do estadio de maturação das células malignas contribuindo na definição diagnóstica como no caso das doenças linfoproliferativas crônicas. Definição da linhagem celular na crise blástica de síndromes mieloproliferativas crônicas. Caracterização da heterogeneidade e dos aspectos aberrantes das populações de células malignas, permitindo aplicar estas observações no monitoramento da terapia e detecção de doença residual mínima.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A citologia oncótica urinária é uma modalidade diagnóstica utilizada tanto para rastreamento do carcinoma urotelial como para o monitoramento de pacientes com histórico da neoplasia. Suas vantagens compreendem a facilidade de coleta e o baixo custo do exame. O desempenho da citologia da urina depende do grau do tumor.
Instruções:
- Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 02 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina.
Descrição: Crioglobulinas são imunoglobulinas que sofrem precipitação quando o soro ou suas soluções são submetidas a resfriamento e que se solubilizam quando reaquecidas. Podem ocorrer em neoplasias, doenças infecciosas (em especial na hepatite por vírus C) e doenças autoimunes. As crioglobulinas devem ser avaliadas em todos os pacientes com suspeita de vasculite sistêmica, especialmente na presença de vasculite cutânea (púrpura palpável) e de glomerulonefrite.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: A pesquisa de cristais no liquido sinovial pode ser aplicada para auxiliar na determinação da etiologia do quadro articular. Os microcristais podem ser encontrados no interior das células ou livres no líquido articular. Na artrite gotosa pode-se encontrar cristais de monourato de sódio. Cristais de pirofosfato de cálcio são encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota, sendo esta que atinge principalmente idosos com episódios agudos de artrite, principalmente em joelhos.
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico.
Descrição: Criptosporidiose é uma doença causada por coccídios do gênero Cryptosporidium, zoonose com ampla distribuição geográfica, descrita nos animais e no homem, não possuindo especificidade de hospedeiro. Estudos têm demonstrado a ocorrência de diferentes espécies de Cryptosporidium causando doença diarreica em humanos, sendo C. parvum e C. hominis as duas mais prevalentes. A principal forma de transmissão é fecal-oral. O parasito acomete pessoas imunodeficientes nas quais a afecção provoca manifestações sérias e prolongadas. Em 1982 a infecção foi associada a índices significativos de mortalidade em pacientes com AIDS e descrita como a primeira epidemia clínica em pacientes imunocompetentes. As manifestações da criptosporidiose podem ser agrupadas em dois tipos, dependendo do estado do portador: gastroenterite transitória, em pacientes imunocompetentes, e manifestações persistentes, com sinais e sintomas clínicos marcados em imunodeprimidos. Nesses pacientes, a diarreia caracteriza-se por evacuações coleriformes, alternadas com períodos de constipação e de evacuação normal, podendo durar de semanas a meses, resultando em distúrbios hidroeletrolíticos e desnutrição grave. Outros sintomas complementam o quadro clínico, tais como anorexia, diarreia aquosa, perda de peso, náuseas, vômitos, dores abdominais, cefaléia e febre. Crianças até 4 anos mesmo sem alterações imunitárias podem apresentar quadros mais graves de diarreia, acompanhados de vômitos e desidratação.
Instruções:
- Medicação: Evitar o uso de laxantes, antidiarreicos, antiácidos e de contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 72 horas antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.
Descrição: Os eosinófilos são comumente ausentes e são considerados significativos a partir da detecção de 1% na população de leucócitos urinários. Eosinófilos bilobulados, adequadamente corados, são detectados em pacientes com doença túbulo- intersticial associada à hipersensibilidade a certos fármacos, como penicilina e análogos. A eosinofilúria também é observada em outras doenças agudas que envolvem o trato geniturinário, sendo observado em casos de infecções no trato urinário e de rejeição a transplantes renais.
Instruções:
- Coletar a primeira urina da manhã ou com o intervalo mínimo de 02 horas após a última micção. A coleta de urina deve ser realizada em jato médio.
Descrição: O Enterobius vermicularis é um parasito intestinal do homem, cuja sintomatologia principal é o aparecimento de prurido na região perianal, edema, hiperemia, hiperestesia e aumento da temperatura local. Infestações intensas podem causar vômitos, diarreia frequente inclusive com excesso de gordura nas fezes, prurido anal constante, insônia, irritabilidade, perda do peso chegando à desnutrição. Esta verminose é adquirida pela chegada dos ovos deste parasita ao aparelho digestivo através de mecanismos como: a deglutição junto com alimentos, poeira de casa, objetos, animais, roupas contaminadas com ovos dos oxiúrus. Autoinfestação, no ato de coçar o ânus os ovos podem aderir aos dedos e então levados à boca. Após a deglutição dos ovos, no intestino as larvas se transformam em adultos, as fêmeas guardam os ovos fecundados e os machos morrem. As fêmeas migram para o cólon e reto, de noite elas saem pelo esfíncter anal e depositam ovos na região anal e perianal. Como os ovos são depositados fora do corpo, o diagnóstico é realizado através dos swab anais e pelo método da fita de celofane adesiva.
Instruções:
- Medicação: Não fazer uso de pomada, talco ou qualquer medicação tópica na região perianal.
- Coletar a amostra sempre pela manhã, antes do banho e antes de evacuar.
Descrição: Exame realizado para diagnosticar infecções por fungos. Os fungos podem ser pesquisados em lesões de pele, cabelo, couro cabeludo, unhas ou secreções.
Instruções:
- Verificar qual material solicitado pelo médico e entrar em contato direto com a unidade para solicitar o preparo.
Descrição: A visualização de hifas hialinas septadas é muito sugestiva de fungos dermatófitos quando se trata de escamas de pele, sub-ungueais ou do couro cabeludo. Os dermatófitos estão entre os patógenos mais comuns em doenças infecciosas da pele, cabelo e unhas. Geralmente as micoses causadas por estes fungos são auto-limitadas. Entretanto o diagnóstico laboratorial torna-se importante em casos onde há falha de tratamento, ou cronicidade da doença e ainda para estabelecer o diagnóstico diferencial de outras doenças da pele. Células leveduriformes também podem ser visualizadas, mas geralmente são contaminantes, a não ser em escamas sub-ungueais de pacientes muito expostos à umidade.
Instruções:
- Verificar qual material solicitado pelo médico e entrar em contato direto com a unidade para solicitar o preparo.
Descrição: A gordura fecal é composta por uma mistura de gordura ingerida, de gordura da bile, de secreção intestinal, de células descamadas e de bactérias. Indivíduos normais com dieta isenta de gordura ainda assim excretam, pelo menos, 0,5 a 1g de gordura por dia. A medida de excreção de gordura nas fezes é considerada o melhor teste para a avaliação de má absorção ou de má digestão. O aumento da gordura fecal está comumente associado à insuficiência pancreática ou biliar, trânsito acelerado a partir do duodeno, condições psicossomáticas, doença celíaca, enteropatias bacterianas, virais, parasitárias e medicamentos irritantes do intestino.
Instruções:
- Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo e seco.
Descrição: O cancro mole é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela bactéria Haemophilus ducreyi e manifesta-se tipicamente como úlceras na região genital, sendo também conhecido pelos nomes de cancroide, úlcera mole venérea ou «cavalo». O Haemophilus ducreyi é uma bactéria altamente contagiosa capaz de penetrar a pele através de microscópicas feridas, como aquelas causadas pelo atrito do ato sexual. Não é preciso haver ejaculação para que ocorra a transmissão, e a bactéria pode ser transmitida através do sexo pela via anal, vaginal ou oral. Tocar nas lesões contamina os dedos, que podem transportar a bactéria até outros pontos do corpo como a cavidade oral, por exemplo. O cancro mole é cerca de vinte vezes mais comum em homens do que em mulheres. O período médio de incubação do cancro mole é de 4 a 10 dias, porém há casos em que a lesão surge já no dia seguinte e casos que demoram mais de 30 dias para aparecer. O quadro inicia-se com uma pequena lesão avermelhada, que rapidamente se transforma em uma pústula (ferida com pus) e posteriormente em uma úlcera, à lesão típica do cancroide. A úlcera do cancro mole costuma medir 1 a 2 cm de diâmetro e é muito dolorosa. A base da lesão costuma ser inflamada e purulenta, sangrando facilmente com atrito. O paciente contaminado normalmente apresenta mais de uma úlcera em sua região genital, tipicamente 1 a 4 lesões ao mesmo tempo. Os sintomas caracterizam-se por lesões múltiplas (podendo ser única), tipo úlceras, habitualmente dolorosas, de borda irregular, com contornos eritemato-edematosos (inchados e vermelhos) e fundo irregular, cobertas por exsudato necrótico, amarelado e de mau cheiro. Apresenta também coceira e dor na relação sexual. A presença do cancro mole aumenta o risco de contaminação pelo HIV e por outras DSTs.
Instruções:
- Coleta realizada em secreção genital.
Descrição: A hematúria é a presença de sangue na urina, em concentrações maiores do que a normalidade. É um sinal de possíveis doenças renais, podendo ser classificada em microscópicas ou macroscópicas. Quando encontrado valores superiores a 5.000/mL é caracterizado a hematúria microscópica. Já a macroscópica é reconhecida a olho nu pela cor vermelha ou marrom na urina, alguns pigmentos podem alterar a cor da urina e dar uma falsa impressão de hematúria como a beterraba, páprica e ruibarbo. Qualquer hematúria deve ser investigada, independente da intensidade, pois geralmente a intensidade não é proporcional à gravidade da doença. Como as causas de sangramento urinário são muitas, procura-se identificar inicialmente aquelas mais simples e mais frequentes como: Infecção urinária, cálculo urinário, traumatismo renal, glomerulonefrites, nefrites hereditárias e rins policísticos, além de tumores nos rins, bexiga ou próstata.
Instruções:
- Coletar a primeira urina da manhã ou com o intervalo mínimo de 02 horas após a última micção. A coleta de urina deve ser realizada em jato médio.
Descrição: Pesquisa e detecção de hemoparasitas. Detecção qualitativa da infecção da malária em amostras de sangue humano, indicando o diagnóstico diferencial por proteína específica para Plasmodium Falciparum ou para as formas P. Malariae P. Ovalae e P. Vivax. Também realizado pesquisa para as formas Tripanosoma cruzi, Leishmania sp. através de análise microscópica.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A infecção pela Isospora belli, ou isosporose, tem sido diagnosticada em pacientes com AIDS. Os sintomas incluem diarreia, cólicas abdominais, náuseas, febre, dor de cabeça, esteatorreia, vômitos, desidratação e perda de peso, podendo persistir por meses ou anos. Em preparações fixadas e coradas, o oocisto é tipicamente elipsoide, medindo em média 20 a 30 µm de comprimento e 10 a 19 µm de largura, com as extremidades afuniladas (regiões polares), apresentando uma dupla parede lisa e hialina. Quando excretados nas fezes, os oocistos são imaturos (não esporulados) contendo um esporoblasto. Depois da excreção os oocistos maduros dividem-se formando dois esporoblastos. Os esporoblastos segregam cada qual uma membrana resistente em torno de si, transformando-se em esporocistos, com quatro esporozoítos dentro de cada um.
Instruções:
- Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo e seco. Coletar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal.
Descrição: Os leucócitos e piócitos são rapidamente destruídos no conteúdo intestinal e seu aparecimento, em estado mais ou menos íntegro, sugere aceleração do trânsito a partir de lesões do cólon. As infecções entéricas costumam ser de três tipos conforme a abrangência da ação do agente infectante: restrita ao ambiente da luz intestinal; com produção de dano à mucosa e com comprometimento sistêmico. O resultado da agressão aos tecidos pelos patógenos invasivos é a ocorrência de uma infecção e a consequente reação inflamatória, o que desencadeia uma exsudação de leucócitos, além de muco e sangue.
Instruções:
- Medicação: O exame não deve ser realizado se o paciente fez o uso de laxantes, antidiarreicos, antiácidos e contrastes radiológicos (somente com orientação médica).
Descrição: A dosagem de macroprolactina sérica é atualmente um teste laboratorial amplamente disponível. As indicações da dosagem são cada vez mais amplas e incluem alterações menstruais, amenorréia, infertilidade, e galactorréia em mulheres, além de problemas relacionados à fertilidade e impotência no homem. Adicionalmente, a dosagem de prolactina sérica é fundamental no diagnóstico e seguimento de tumores hipotálamo-hipofisários. Mais do que isso, a dosagem passou a fazer parte da avaliação basal em qualquer circunstância clínica real, ou presuntiva, relacionada à função reprodutiva. A prolactina é um hormônio heterogêneo e, no que se refere ao seu tamanho molecular, encontra-se em circulação em três formas principais: monômero, dímero, e formas de alto peso molecular. A forma monomérica é a forma que normalmente predomina (> 90% das formas circulantes) no soro de indivíduos normais e de pacientes com diagnóstico clínico e anatômico de prolactinoma. O dímero é conhecido como big prolactina e a forma de alto peso molecular é usualmente conhecida como macroprolactina. Estas duas últimas encontram-se em circulação em praticamente todos os indivíduos, mas em concentrações pouco expressivas, em geral inferiores a 10% da prolactina total circulante.
Descrição:
- Jejum aconselhável de 4 horas. Manter paciente em repouso 30 minutos antes da coleta.
Descrição: A Apolipoproteína E (ApoE) é importante para manter a homeostase lipídica em órgãos periféricos e no cérebro. Qualquer alteração de aminoácidos altera suas isoformas e compromete a estrutura da proteína que influencia em suas funções. Existe associação entre a doença de Alzheimer e variantes na ApoE. O exame identifica quais são os alelos que o indivíduo carrega, dependendo da associação entre os alelos a predisposição para Doenças como Alzheimer pode aumentar ou diminuir. Importante ressaltar que não se trata de um teste diagnóstico, mas preditor de risco.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Neisseria gonorrhoeae é sempre considerada patogênica, de transmissão sexual ou pelo parto e indicativa de tratamento. No homem causa uretrite, sendo até 50% assintomática e está relacionada a complicações como epididimite, prostatite e estenose uretral. Na mulher causa corrimento vaginal, uretrite, abscesso vestibular e doença inflamatória pélvica. Pode ser isolada também na mucosa oral e anal e em recém-nascidos pode causar conjuntivite denominada Oftalmia Neonatorum.
Instruções:
Descrição: O Enterobius vermicularis é um parasito intestinal do homem, cuja sintomatologia principal é o aparecimento de prurido na região perianal, edema, hiperemia, hiperestesia e aumento da temperatura local. Infestações intensas podem causar vômitos, diarreia frequente inclusive com excesso de gordura nas fezes, prurido anal constante, insônia, irritabilidade, perda do peso chegando à desnutrição. Esta verminose é adquirida pela chegada dos ovos deste parasita ao aparelho digestivo através de mecanismos como: a deglutição junto com alimentos, poeira de casa, objetos, animais, roupas contaminadas com ovos dos oxiúrus. Auto infestação, no ato de coçar o ânus os ovos podem aderir aos dedos e então levados à boca. Após a deglutição dos ovos, no intestino as larvas se transformam em adultos, as fêmeas guardam os ovos fecundados e os machos morrem. As fêmeas migram para o cólon e reto, de noite elas saem pelo esfíncter anal e depositam ovos na região anal e perianal. Como os ovos são depositados fora do corpo, o diagnóstico é realizado através dos swab anais e pelo método da fita de celofane adesiva.
Instruções:
- Coleta realizada pela manhã, sem higiene no local.
Descrição: Os rotavírus pertencem a família Reoviridae e são uma das mais importantes causas de diarreia grave em crianças menores de cinco anos no mundo, particularmente nos países em desenvolvimento. Na faixa de seis meses a dois anos o principal sintoma apresentado é uma forma abrupta de vômito. Na maioria das vezes, há diarreia com caráter aquoso e aspecto gorduroso, além de febre alta. Podem ocorrer formas leves e subclínicas nos adultos e formas assintomáticas na fase neonatal e durante os quatro primeiros meses de vida.
Instruções:
Descrição: A pesquisa de substâncias redutoras nas fezes é utilizada para detectar deficiências congênitas, ou causadas por lesão inespecífica, de enzimas da mucosa intestinal, especialmente as dissacaridases (lactase e sacarase). Normalmente, os açúcares são rapidamente absorvidos no intestino delgado proximal, mas, se isso não ocorre, eles permanecem na luz intestinal, causando diarreia osmótica. A má absorção dos diferentes açúcares, ocasionada por essas deficiências enzimáticas, determina o aparecimento das substâncias redutoras nas fezes, além de queda em seu pH. Apesar de a sacarose não ser um açúcar redutor, ela está sujeita à hidrólise ácida no intestino, no qual ocorre a liberação dos açúcares redutores que são avaliados como substâncias redutoras. É possível encontrar resultados falso-negativos em material fecal não-recente devido à fermentação dos açúcares pelas bactérias intestinais.
Instruções:
- Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo, seco e sem aditivos.
Descrição: O Trichomonas é uma célula polimorfa, tanto no hospedeiro natural como em meios de cultura. Sua principal forma de transmissão é a sexual. Pode permanecer assintomática no homem e, na mulher, principalmente após a menopausa. Na mulher, pode acometer a vulva, a uretra e a cérvice uterina, causando cervicovaginite. O trofozoíto alimenta-se de açúcares em anaerobiose e produz ácidos que irritam a mucosa vaginal. Os sintomas aparecem entre três e nove dias após o contato com o parasito e se manifestam através de corrimento esbranquiçado espumoso, edema, prurido, queimação, escoriações, ulcerações e sangramento após relações sexuais. Já nos homens, a parasitíase geralmente é assintomática ou subclínica, o que justifica o fato de ser mais diagnosticada em mulheres. Em preparações fixadas e coradas, o Trichomonas é tipicamente, elipsoide, piriforme ou oval, medindo 9,7 µm de comprimento e 7 µm de largura. Como todos os tricomonídeos, não possui a forma cística, somente a trofozoíta. A forma é variável tanto nas preparações a fresco como nas coradas.
Instruções:
- Coleta realizada no laboratório.
- Swab vaginal: Não usar cremes vaginais ou pomadas à base de quimioterápicos por pelo menos 48 horas antes da coleta. Paciente não deve fazer a higiene genital antes da coleta do material. Não manter relações sexuais nas 24 horas anteriores à coleta. Preferencialmente a coleta não deve ser realizada no período menstrual.
- Swab uretral: Não usar cremes ou pomadas à base de quimioterápicos por pelo menos 48 horas antes da coleta. Paciente não deve fazer a higiene genital antes da coleta do material. Não manter relações sexuais nas 24 horas anteriores à coleta. Preferencialmente a coleta não deve ser realizada no período menstrual.
- Urina: coletar de preferência a 1ª urina da manhã e enviar a amostra em frasco estéril.
Descrição: O indican é o resultado da decomposição do triptofano intestinal, estando normalmente presente em traços na urina. A excreção do indican está aumentada na obstrução intestinal, no íleo paralítico, na peritonite, na febre tifoide, no câncer gástrico, na moléstia de Hartnup (também chamada de doença H, manifestação pelagróide, acompanhada de hiperaminoacidúria intensa), na acloridria, na doença celíaca, na esclerodermia, intestino irritável entre outros sintomas.
Instruções:
- Colher primeira urina da manhã ou urina com o mínimo de 2 horas de retenção urinária. Fazer higiene local com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato e coletar o jato intermediário.
Descrição: Os leucócitos e piócitos são rapidamente destruídos no conteúdo intestinal e seu aparecimento, em estado mais ou menos íntegro, sugere aceleração do trânsito a partir de lesões do cólon. As infecções entéricas costumam ser de três tipos conforme a abrangência da ação do agente infectante: restrita ao ambiente da luz intestinal; com produção de dano à mucosa e com comprometimento sistêmico. O resultado da agressão aos tecidos pelos patógenos invasivos é a ocorrência de uma infecção e a consequente reação inflamatória, o que desencadeia uma exsudação de leucócitos, além de muco e sangue.
Instruções:
- Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo e seco. Coletar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal. Sempre que houver muco, pus ou sangue, colher esta porção para que seja analisada.
Descrição: Piruvato quinase é a enzima que participa da décima etapa da glicólise: catalisa a transferência irreversível de um grupo fosfato do fosfoenolpiruvato (PEP) para o ADP, gerando uma molécula de piruvato e uma de ATP.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Inibidor tecidual do plasminogênio está presente no sangue circulante e é sintetizado no fígado, baço, tecido adiposo e células do sistema vascular (células endoteliais, células musculares lisas, macrófagos e megacariócitos). A maior concentração de ITEC está nos grânulos alfa das plaquetas. É utilizado para avaliar o aumento da atividade anti-fibrinolítica, que pode ocorrer em pacientes com quadro de hipercoagulabilidade, e em eventos tromboembólicos agudos, sepse, síndrome metabólica, hipotireoidismo, pós-operatório, durante a gestação, em doenças coronarianas ou em infarto agudo do miocárdio. E níveis baixos são observados em doenças hepáticas. O Inibidor de Plasmina é o inibidor de ação mais rápida do sistema fibrinolítico, e também é conhecido como a2-Antiplasmina, age como importante regulador do sistema fibrinolítico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O polimorfismo de inserção/deleção (4G/5G) no promotor do gene do inibidor do ativador de plasminogênio tipo 1 (PAI-1) tem sido reportado como resultado de elevada expressão do gene PAI-1. Notadamente, indivíduos homozigotos para o alelo 4G (4G/4G) têm concentrações elevadas da expressão do gene PAI-1 quando comparados com indivíduos que possuem o alelo 5G.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A malária é causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitida por vetores. Cada espécie confere características específicas à doença. O teste imunocromatográfico permite a rápida detecção das proteínas dos protozoários. A infecção ativa pode ser indicada pela presença das enzimas glicolíticas no estágio eritrocitário do parasita, produzida apenas por protozoários vivos. O limiar de detecção é de 100 parasitas/mL quando comparado à gota espessa, que é de 5 parasitas/ mL.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Pneumocystis carinni foi recentemente reclassificado por análise genômica como um fungo e passou a chamar-se Pneumocystis jiroveci, considerado como um importante patógeno na infecção oportunística em imunocomprometidos, sobretudo naqueles com AIDS, ocorrendo frequentemente em paciente com contagem de linfócitos CD4+ inferior a 200 células/mm, desenvolvendo na maioria dos portadores pneumocistose. A pneumonia é manifestação mais comum de infecção pelo Pneumocystis jiroveci.
Instruções:
- Amostra coletada através de procedimento médico.
Descrição: O porfobilinogênio pode encontrar-se aumentado em doenças como porfiria Aguda Intermitente e também na porfiria Variegata. As porfirias são doenças relativamente raras ligadas a uma única sequência fisiológica, a produção da heme, com manifestações muito variadas e de difícil diagnóstico. A síntese da heme pode ser bloqueada em uma série de etapas. O bloqueio de uma reação da via resulta no acúmulo do produto formado imediatamente antes da interrupção. Detecção e identificação desse produto na urina podem, então, ajudar a determinar a causa de um transtorno específico. Quando realizado o ensaio, pode ser visto na solução o aparecimento da cor vermelha, que indica presença de porfobilinogênio.
Instruções:
- Coletar preferencialmente a primeira urina da manhã ou com o intervalo mínimo de 02 horas após a última micção.
Descrição: O potássio é um cátion intracelular de importante função no organismo. Basicamente atua na regulação de alguns processos metabólicos celulares e, principalmente, na excitação neuromuscular, através da relação potássio intra e extracelular, o que determina o potencial de membrana (necessários para as funções neural e muscular). Valores diminuídos são encontrados na falta de ingestão de potássio, alcoolismo, diluição dos líquidos extracelulares, síndrome de Cushing, hiperaldosteronismo primário, fase diurética da insuficiência renal aguda, síndrome de Lignac-Fanconi, acidose renal com osteomalacia, fase crônica das grandes queimaduras, nefropatias perdedoras de potássio, síndrome de Achor-Smith, diabetes insípido, diarreia, síndrome de Verner-Morrison, vômitos, fístulas digestivas, aspiração gástrica, má absorção, uso abusivo de laxantes, ileostomia, ureterosigmoidostomia, adenocarcinoma viloso do colo, uso de glicose com insulina, insulinomas, síndrome de Bartter, síndrome de Gitelman e síndrome de Liddle. Valores aumentados ocorrem no choque, rabdomiólise, hemólise, convulsões, tétano, insuficiência suprarrenal, hipoaldosteronismo primário, paralisia hipercalcêmica familiar periódica, acidose, infecções crônicas, cetoacidose diabética, deficiência insulínica e hipóxia tecidual.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A dosagem de potássio urinário é um teste de grande importância, pois avalia o mecanismo patofisiológico e colabora no diagnóstico da disfunção de potássio. Valores baixos sugerem baixa ingestão, perda gastrointestinal ou desvio transcelular. A hiperpotassiúria é encontrada no início da inanição, hiperaldosteronismo primário ou secundário, enfermidades renais, síndromes tubulares renais, acidose e alcalose metabólica.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: É o precursor de vários hormônios. Produzido em diversos órgãos e tecidos do corpo, dependente da quantidade de colesterol presente nas mitocôndrias das células. Níveis diminuídos podem ser encontrados em pacientes que fazem o uso de medicamentos que inibem a formação de colesterol.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Útil na investigação de processos fisiopatológicos do pâncreas sadio ou afetado pelo diabetes, uma vez que pacientes com diabetes mellitus tipo II pode apresentar aumento da resposta de pró-insulina em relação à insulina.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 horas.
Descrição: A Procalcitonina (PCT) é o precursor do hormônio calcitonina. Enquanto que a calcitonina é segregada pelas células C da tiroide após estimulação hormonal, a PCT pode ser produzida por vários tipos de células e órgãos. É um bom indicador da presença de reação inflamatória sistêmica induzida por bactérias. As infecções bacterianas caracterizadas por uma reação inflamatória sistêmica induzem a PCT, resultando em níveis elevados no plasma. As avaliações clínicas em vários campos especializados da medicina demonstraram que a determinação in vitro da PCT® pode ser eficientemente utilizada para: diagnóstico de sepsia, sepsia grave e choque séptico, diagnóstico diferencial de infecções bacterianas clinicamente relevantes e sepsia, avaliação da gravidade de uma infecção bacteriana e de reações inflamatórias sistêmicas, monitorização do curso de tratamento de doentes com sepsia e avaliação da progressão e do controle do tratamento antibiótico. A dosagem da calcitonina tem sido recomendada entre as investigações clínico-laboratoriais em pacientes graves de Covid-19, auxiliando na distinção entre situações de maior severidade e quadros mais brandos da doença.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Tanto os homens como as mulheres produzem níveis baixos de progesterona, um hormônio esteróide do córtex da supra-renal. A progesterona é importante, não apenas como hormônio, mas também como precursor dos estrógenos, dos andrógenos e dos esteróides adrenocorticais. Nas mulheres, durante a fase folicular do ciclo menstrual, os níveis séricos permanecem baixos. Após a ovulação ocorre um aumento significativo nos níveis séricos quando o corpo lúteo começa a produzir progesterona em quantidades crescentes, causando modificações no útero e preparando-o para a implantação de um óvulo fertilizado. Se ocorrer a implantação, o trofoblasto começa a secretar HCG (gonadotrofina cariônica humana), que mantém o corpo lúteo e a secreção de progesterona. Por volta do fim do terceiro trimestre a placenta torna-se o principal secretor e os níveis séricos continuam a aumentar. Se não ocorrer a implantação, o corpo lúteo degenera e os níveis de progesterona na circulação diminuem rapidamente, alcançando os níveis da fase folicular cerca de 4 dias antes do período menstrual seguinte. Em geral, o aumento dos níveis de progesterona indica a presença de gravidez, enquanto níveis baixos de progesterona necessitam de ecografia para confirmar a gestação.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A prolactina é um hormônio polipeptídico de cadeia única segregado pela hipófise anterior sob o controle de fatores inibitórios de prolactina e de fatores de liberação de prolactina. Estes fatores inibitórios e de liberação são segregados pelo hipotálamo. A prolactina também é sintetizada pela placenta e está presente no líquido amniótico. A prolactina inicia e mantém a lactação nas mulheres. Desempenha também um papel na regulação da função gonadal tanto em homens como em mulheres. Durante a gravidez e a lactação pós-parto, a prolactina no soro pode aumentar 10 a 20 vezes. O exercício físico, o stress e o sono também provocam aumentos momentâneos nos níveis de prolactina. Os níveis de prolactina no soro consistentemente elevados, são indicadores de hiperprolactinemia, que é a disfunção hipotalâmica-hipofisária mais comum encontrada na endocrinologia clínica. A hiperprolactinemia resulta muitas vezes em galactorréia, amenorréia e infertilidade nas mulheres e em impotência e hipogonadismo nos homens além da insuficiência renal, o hipotireoidismo e os adenomas hipofisários secretores de prolactina.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas;
- São necessários 30 minutos de repouso antes da coleta.
Descrição: A prolactina é um hormônio polipeptídico de cadeia única segregado pela hipófise anterior sob o controle de fatores inibitórios de prolactina e de fatores de liberação de prolactina. Estes fatores inibitórios e de liberação são segregados pelo hipotálamo. A prolactina também é sintetizada pela placenta e está presente no líquido amniótico. A prolactina inicia e mantém a lactação nas mulheres. Desempenha também um papel na regulação da função gonadal tanto em homens como em mulheres. Durante a gravidez e a lactação pós-parto, a prolactina no soro pode aumentar 10 a 20 vezes. O exercício físico, o stress e o sono também provocam aumentos momentâneos nos níveis de prolactina. Os níveis de prolactina no soro consistentemente elevados, são indicadores de hiperprolactinemia, que é a disfunção hipotalâmica-hipofisária mais comum encontrada na endocrinologia clínica. A hiperprolactinemia resulta muitas vezes em galactorréia, amenorréia e infertilidade nas mulheres e em impotência e hipogonadismo nos homens além da insuficiência renal, o hipotireoidismo e os adenomas hipofisários secretores de prolactina.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: O colágeno tipo 1, principal constituinte da matriz óssea, é inicialmente sintetizado como procolágeno tipo 1 que, após processamento e clivagem proteolítica, resulta em dois fragmentos: propeptídeo amino-terminal do procolágeno tipo 1 (P1NP) e propeptídeo carboxi-terminal do procolágeno tipo 1 (P1CP). Ambos marcadores circulam na corrente sanguínea e são considerados marcadores de formação óssea. Concentrações elevadas de P1NP são observadas em pessoas com o turnover ósseo aumentado como na Doença de Paget, osteoporose pós-menopausa, menopausa e metástase óssea. O nível de P1NP tende a diminuir durante a terapia com inibidores do turnover ósseo e aumentar diante do tratamento com drogas anabólicas como a Teriparatida (hormônio paratiroidiano), que resulta no aumento da formação óssea. A concentração de P1NP é diretamente proporcional a quantidade de colágeno novo depositado durante a formação óssea.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A proteína de Bence Jones é uma imunoglobulina, composta por dímero de cadeia leves (Kappa ou lambda) de baixo peso molecular, sintetizada por plasmócitos, com uma clássica característica de solubilidade (coagulação entre 40 °C a 60 ° e a solubilização a 100° C). É produzida em grande quantidade, excedendo a capacidade de metabolismo pelo rim, com consequente perda pela urina. A produção prolongada desta proteína leva uma lesão tubular com insuficiência renal. O percentual de pacientes que apresentam proteína de Bence Jones na urina varia para cada patologia: 70% no mieloma múltiplo, 30% na macroglobulinemia de Waldenstrom, 20% nas doenças linfoproliferativas malignas e 10% nas gamopatias monoclonais benignas. A técnica eletroforética é o método de escolha para a identificação desta proteína, visto que, tomando como exemplo mieloma múltipla, 70 a 80% dos casos podem ser identificados com a sua utilização, contra apenas 50% dos casos com utilização do método do aquecimento.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: A proteína de Bence Jones é uma imunoglobulina, composta por dímero de cadeia leves (Kappa ou lambda) de baixo peso molecular, sintetizada por plasmócitos, com uma clássica característica de solubilidade (coagulação entre 40°C a 60°C e a solubilização a 100°C). É produzida em grande quantidade, excedendo a capacidade de metabolismo pelo rim, com consequente perda pela urina. A produção prolongada desta proteína leva uma lesão tubular com insuficiência renal. O percentual de pacientes que apresentam proteína de Bence Jones na urina varia para cada patologia: 70% no mieloma múltiplo, 30% na macroglobulinemia de Waldenstrom, 20% nas doenças linfoproliferativas malignas e 10% nas gamopatias monoclonais benignas. A técnica eletroforética é o método de escolha para a identificação desta proteína, visto que, tomando como exemplo mieloma múltipla, 70 a 80% dos casos podem ser identificados com a sua utilização, contra apenas 50% dos casos com utilização do método do aquecimento.
Instruções:
- Coletar, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina (porção inicial de urina) no vaso sanitário, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina (jato médio, não encostando o frasco na região genital).
Descrição: A proteína C é uma proteína anticoagulante natural. A deficiência hereditária de proteína C leva ao estado de hipercoagulabilidade com aumento do risco de trombose venosa. A deficiência tipo I é quantitativa. A deficiência tipo II resulta de distúrbio qualitativo da proteína C, mas freqüentemente com quantidades normais de proteína C. Assim existem ensaios antigênicos, que determinam a quantidade da proteína e ensaios funcionais. Uma vez que os ensaios funcionais identificam ambos os tipos de deficiência, os ensaios antigênicos só devem ser realizados se o ensaio funcional estiver diminuído, para que se defina precisamente o tipo da deficiência. Deficiências adquiridas são encontradas em casos de desordens hepáticas, terapia com anticoagulante oral, coagulação intravascular disseminada, deficiência de vitamina K, uso de anticoagulantes, doença hepática, nefropatia diabética, insuficiência renal crônica, fibrinólise, presença de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-fosfolipideos. É desejável que o paciente não esteja usando anticoagulante oral por pelo menos duas semanas e heparina por 48 horas, sob orientações médicas. A proteína C é extremamente termosensível. Recém-nascido a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolescência.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: A PCR pertence ao grupo de proteínas de fase aguda, cujas concentrações de soro ou plasma aumentam no decurso de uma resposta geral, não específica aos processos inflamatórios infecciosos e não infecciosos. É formada pelo fígado e, normalmente, está presente nos soros e plasmas normais sob a forma de oligoproteína. Vários quadros clínicos resultantes de lesões de tecidos, infecções ou inflamações podem originar valores elevados de PCR entre 20 a 500 mg/l, num período de tempo de quatro a oito horas após um incidente agudo. Uma vez que valores elevados de PCR estão sempre associados a alterações patológicas, a determinação da PCR possui um elevado valor informativo para o diagnóstico, terapia e monitorização da evolução de processos inflamatórios e das doenças a eles associadas. Valores elevados de PCR não são específicos e, por conseguinte, não deverão ser interpretados sem a história clínica completa do paciente. Estudos mostraram que a medição de PCR com testes altamente sensíveis constitui um forte indicador independente do risco de futuras doenças cardiovasculares e vasculares periféricas. A determinação de PCR também reforça a força comprovativa dos outros marcadores na avaliação do risco das doenças cardiovasculares e vasculares periféricas. Os valores elevados de PCR determinados com os testes ultrassensíveis são úteis para o prognóstico e tratamento de pacientes com síndromes coronárias agudas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Os fatores de crescimento insulinóides (IGF I e IGF II) são uma família de peptídeos envolvidos na regulação do crescimento celular, ações que são mediadas por ligação das proteínas ao fator de crescimento insulinóide. Seis proteínas de ligação foram descritas (IGFBP-1 até IGFBP-6). A IGFBP-3 é a predominante, com aproximadamente 95% de IGF I e IGF II ligadas à IGFBP-3. A função das proteínas de ligação é prolongar a vida média dos fatores de crescimento em circulação durante várias horas. A determinação da IGFBP-3 é usada no estudo das desordens de crescimento, e depende do hormônio de crescimento GH, por isso é útil também no estudo da secreção de GH.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Diagnóstico diferencial das hipercalcemias. O PTHrP (PTH-proteína relacionada) é uma molécula semelhante à fração aminoterminal do PTH. É secretada por tecidos neoplásicos, como o carcinoma de células escamosas do pulmão, gerando um pseudo-hiperparatireoidismo, com hipercalcemia grave e níveis baixos ou indetectáveis de PTH.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Está presente no plasma e nos grânulos plaquetários. É um cofator para a ação da proteína C. Dosado para avaliação de trombose arterial ou periférica. Valores diminuídos são encontrados em quadro inflamatório agudo, púrpura trombocitopênica trombocítica, síndrome nefrótica, gestação, uso de estrógenos, anemia falciforme. A dosagem da proteína S antigênica pode determinar a deficiência quantitativa de proteína S, porém anormalidades qualitativas não são examinadas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os pacientes com deficiência de Proteína S apresentam risco aumentado para trombose, especialmente venosa. A Proteína S é uma proteína vitamina K dependente sintetizada pelo fígado. Ela atua como cofator da Proteína C, na via da coagulação. No plasma normal ela existe em duas formas: livre (cerca de 40%) e ligada a proteína ligadora de C4b (cerca de 60%). A forma livre á a única que expressa atividade biológica. A proteína ligadora de C4b é uma proteína de fase aguda e pode estar elevada na vigência de processos inflamatórios, causando uma diminuição da Proteína S livre. A deficiência de Proteína S pode ser congênita (a atividade da Proteína S e o nível de Proteína S livre encontram-se diminuídos, podendo o nível de proteína S total estar normal, subnormal ou diminuída), presente em cerca de 5% das trombofilias hereditárias ou adquirida (doenças hepáticas, deficiência de vitamina K, uso de anticoagulantes orais, uso de l-asparaginase, gestação, uso de contraceptivos orais, uso de estrógenos, processos inflamatórios agudos).
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: A proteína S é uma glicoproteína dependente de vitamina k, atua como cofator da proteína C ativada. A deficiência congênita heterozigótica da proteína S é classificada em 3 tipos:
- Tipo I: diminuição da concentração da atividade.
- Tipo II: concentração normal e atividade diminuída.
- Tipo III: concentração da proteína S total normal com proteína S livre e funcional reduzida.
A avaliação da proteína S livre é indicada nos casos de suspeita de deficiência congênita de proteína S, níveis diminuídos de proteína S podem ser encontrados em doenças hepáticas, doenças inflamatórias, tratamentos com o uso de anticoagulantes e estrógenos e na gravidez. Pacientes com o uso de anticoagulantes orais deve-se esperar pelo menos 30 dias após a interrupção do medicamento para dosar a proteína S. Recém-nascidos a termo ou prematuros sadios, podem apresentar níveis diminuídos, que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: O total de proteínas séricas consiste na soma de todas as proteínas em circulação e é um importante constituinte do sangue. As medições de proteínas totais são utilizadas no diagnóstico e no tratamento de diversas doenças que envolvem o fígado, os rins ou a medula óssea, bem como outras perturbações metabólicas e nutricionais. Um desvio das proteínas totais séricas do intervalo de referência indica a presença de disproteinemia ou uma perturbação do equilíbrio de água. Ambas as condições podem ser distinguidas através da análise adicional da eletroforese das proteínas séricas e da determinação de hematócritos. Valores aumentados ocorrem em mieloma, macroglobulinemia Waldenströn, desidratação, doença hepática, cirrose hepática, hepatite ativa crônica, neoplasias, hanseníase, leishmaniose, doenças granulomatosas, colagenoses. Valores diminuídos são encontrados na cirrose, insuficiência cardíaca, síndrome nefrótica, neoplasias, enteropatias perdedoras de proteínas, desnutrição, hipertireoidismo, desidratação, desnutrição, hipertireoidismo, queimaduras, doenças crônicas, perda renal, gota, doença de Crohn, doença de Hodking, edema, hipertensão essencial, hipertireoidismo, hipogamaglobulinemia, insuficiência cardíaca congestiva, leucemia.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As proteínas são essenciais para o transporte de diversas substâncias pelo organismo, além da manutenção da pressão osmótica e avaliação do estado nutricional. A dosagem de proteínas totais e frações significam a dosagem de todas as proteínas presentes no soro e seu fracionamento em dois grandes grupos, um contendo a albumina e outro contendo as demais, mas principalmente, as globulinas.
Valores aumentados ocorrem em hiperimunoglobulinemias, gamopatia policlonal, gamopatias monoclonal. Valores baixos são encontrados na perda proteica, síndrome nefrótica, doença crônica do fígado, desnutrição, agamaglobulinemia.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O estudo coprológico das fezes visa o estudo das funções digestivas, abrangendo provas de digestibilidade macro, microscópica e exame químico, cujos resultados permitem estabelecer determinadas síndromes coprológicas. A principal função do trato alimentar é garantir ao organismo o suprimento de água, eletrólitos e nutrientes. O alimento deve ser conduzido ao longo do tubo digestivo a uma velocidade apropriada para que as funções digestivas e absortivas se realizem.
Instruções:
- Bebida alcoólica: Evitar o consumo durante os 3 dias que antecedem a coleta das fezes de bebidas alcoólicas ou gasosas (refrigerante, água com gás).
- Dieta: É recomendável nas últimas 72 horas (3 dias) que antecedem a coleta, o consumo nas refeições principais (almoço e/ou jantar) quantidades usuais de carne, batata e feijão, e nas outras refeições (café da manhã, lanche da tarde), manteiga e leite.
- Medicação: Evitar o uso de laxantes, supositórios, contrastes ou substâncias digestivas, antiácidos, antiespasmódicos, antiflatulentos, antiinflamatórios, corticóides, aspirina, compostos de ferro e vitamina C, sem orientação médica.
Descrição: O teste de crossmatch determina a presença de anticorpos pré formados no sangue do receptor contra as células do possível doador. Para se realizar a prova cruzada, coloca-se uma pequena quantidade de soro do receptor em contato com linfócitos do doador. A prova cruzada positiva representa uma possível contraindicação à realização do transplante, pois indica que o receptor tem condições para atacar as células do doador e, consequentemente, o órgão ou tecido a ser transplantado.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os exames para a prova da função hepática são recomendados para detectar, avaliar e acompanhar doenças hepáticas ou lesões hepáticas. Exame utilizado para prova da função hepática com base nos parâmetros dosados nos exames de TGO, TGP, bilirrubina direta, indireta e total, fosfatase alcalina, GGT e eletroforese de proteínas.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
- Medicação: Suspender medicamentos (à critério médico) a base de fenitoína, fenobarbital e acetaminofen.
Descrição: O antígeno prostático específico (PSA) é uma glicoproteína de cadeia única normalmente encontrada no citoplasma das células epiteliais que revestem os ácinos e os ductos da glândula prostática. O PSA é detectado no soro de homens com tecido prostático normal, hipertrófico benigno e maligno. O PSA é também útil na determinação de possível recorrência após terapia quando utilizado juntamente com outros índices diagnósticos. A medição de níveis de PSA sérico não é recomendada como procedimento de triagem para o diagnóstico do câncer porque níveis elevados de PSA também são observados em pacientes com hipertrofia prostática benigna. Entretanto, alguns estudos sugerem que a medição do PSA juntamente com o exame de toque retal e a ultrassonografia constituem um método de detecção do câncer de próstata melhor que o exame de toque retal isoladamente. Os níveis de PSA aumentam em homens com câncer de próstata e geralmente caem para a faixa não detectável após uma prostatectomia radical. Se restar resíduo prostático após a cirurgia ou ocorrer uma metástase, o PSA parece ser útil na detecção de tumor residual ou de recorrência precoce de tumor. Dessa maneira, os níveis de PSA séricos podem ajudar a determinar o sucesso da prostatectomia ou a necessidade de tratamentos adicionais, tais como os hormonais ou por quimioterapia ou radiação, e no monitoramento da eficácia da terapia. Estudos recentes mostram a detecção do PSA em mulheres com m lesões benignas e câncer de mama. As pacientes com câncer de mama demonstram concentrações mais altas de PSA quando avaliados no período pré-operatório, com diminuição após a cirurgia. Mulheres com lesões benignas de mama também apresentam níveis de PSA no soro. Portanto, a expressão de PSA no soro não distingue lesões malignas e benignas de mama, mas talvez possa ser valiosa no acompanhamento da doença.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas;
- Aguardar 30 dias após biopsia de próstata;
- Aguardar 15 dias após colonoscopia;
- Aguardar 7 dias após ultrassom transretal;
- Aguardar 3 dias após o toque retal (exame com urologista), ou sondagem uretral;
- Aguardar 2 dias após uso de bicicleta ou após andar a cavalo;
- Fazer pausa sexual de 2 dias.
A não observação dos itens acima pode interferir com o resultado da dosagem de PSA.
Descrição: O antígeno prostático específico (PSA) é uma glicoproteína de cadeia única, normalmente encontrada no citoplasma das células epiteliais que revestem os ácinos e os ductos da glândula prostática. O PSA é uma protease neutra da serina, formada por 240 aminoácidos envolvidos na lise do coágulo seminal. O PSA está presente no soro principalmente em três formas, a forma alfa-2-macroglobulina, envolvida pelo inibidor da protease, uma segunda forma que está complexada com outro inibidor de protease, a alfa-1-antiquimotripsina e a terceira forma de PSA que não está complexada com um inibidor de protease, chamada de PSA livre. Estudos demonstram que a medição das formas de PSA é útil para diferenciar o cancro de próstata de outras doenças prostáticas benignas. Entre os pacientes com concentrações elevadas de PSA, os homens com cancro da próstata tendem a ter valores de PSA livre percentual (PSA livre/PSA total) menores que o dos homens com doenças benignas. Valores baixos de PSA livre percentual está associados a um risco mais elevado de cancro.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas;
- Aguardar 30 dias após biopsia de próstata;
- Aguardar 15 dias após colonoscopia;
- Aguardar 7 dias após ultrassom transretal;
- Aguardar 3 dias após o toque retal (exame com urologista), ou sondagem uretral;
- Aguardar 2 dias após uso de bicicleta ou após andar a cavalo;
- Fazer pausa sexual de 2 dias.
A não observação dos itens acima pode interferir com o resultado da dosagem de PSA.
Descrição: Inibidores são anticorpos originados por reposição hemoterápica de fatores de coagulação (fator IX e VIII). Como a hemofilia é resultado de deficiência ou ausência de certos fatores de coagulação, o tratamento envolve tipicamente a suplementação do fator ausente por administração intravenosa. A terapia de reposição dofator funciona para a maioria dos pacientes a menos que eles desenvolvam inibidores aos fatores de coagulação. Os inibidores dificultam a atuação desses fatores repostos, reduzindo ou anulando os efeitos destes. Os inibidores podem ser de alta ou de baixa resposta, de acordo com sua resposta após administração do fator VIII.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Este teste quantifica os transcritos do produto de fusão BCR-ABL p210. A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) é a doença mieloproliferativa mais comum, caracterizada pela presença do cromossomo Philadelphia (Ph), que resulta da fusão de parte do oncogene ABL com o gene BCR, proveniente da translocação entre os cromossomos 9 e 22 ou t (9;22). Esta fusão é denominada translocação BCR/ABL existente nas formas p190 e p210, encontradas em tipos distintos de leucemias Ph positivas. Neste teste não é feita a quantificação do transcrito p190, frequentemente associado aos casos de Leucemia Linfoide Aguda (LLA).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O sirolimus (Rapamicina, Rapamune®) é um imunossupressor produzido por organismos da espéciei Streptomyces higroscopicus. Vários estudos têm mostrado que, quando associada a ciclosporina e prednisona, reduz significativamente a incidência da rejeição aguda (menos de 15%) nos seis primeiros meses de transplante renal. O sirolimus inibe a ativação e a proliferação do linfócito T que ocorrem em resposta ao estímulo de antígenos e de citocinas (Interleucina [IL]-2, IL-4 e IL-15) por meio de um mecanismo diferente do observado em outros imunossupressores. O sirolimus também inibe a produção de anticorpo. A dosagem da medicação serve para a monitoração terapêutica dos indivíduos que a utilizam.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Anotar medicamentos e dosagem em uso.
- Outros: Anotar data e horário da coleta e da última dose.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O ácaro D.microceras está presente na poeira doméstica, devido ao seu
habito alimentar, que consiste de resto de pele humana e demais detritos
orgânicos presentes no ambiente, não é sem razão, que essa principal espécie de
ácaro tem o nome científico de Dermatophagoides que literalmente significa
comedor de pele.
A alergia a ácaros pode aparecer em qualquer idade. O ácaro em si não produz
nem conduz doenças, são as proteínas presentes no seu corpo e fezes que são
capazes de induzir uma resposta imune e causar alergia em indivíduos
susceptíveis, apresentando como principais sintomas rinite e asma. A presença
de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua
ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica
dissociada da anamnese e de outros exames complementares
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
.
Descrição: O ácaro presente na poeira domiciliar, em especial o Dermatophagoides pteronyssinus (Der p), é uma das fontes mais comuns de sensibilização em todo mundo. Sabe-se que a imunoterapia induz altos níveis de anticorpos IgG, principalmente IgG1 e IgG4 alérgeno-específicas, atuando como agentes bloqueadores do alérgeno, seja competindo com a IgE pela ligação do alérgeno, bloqueando a ativação de mastócitos e basófilos dependente de IgE, e/ou inibindo a inflamação alérgica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada à anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior à ligação antígeno anticorpo em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada à anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e
outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não
indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Pode observar um resultado negativo em pacientes que são hipersensíveis a
drogas, nas seguintes circunstâncias:
- Os sintomas são mediados sem o envolvimento de IgE;
- A amostra foi colhida menos de 2 semanas depois da reação alérgica. O teste deve ser repetido passadas 2 semanas para confirmar o resultado.
- A amostra foi colhida passado um longo período temporal após ter ocorrido a última reação alérgica. Têm se verificado que a concentração do anticorpo IgE diminui ao longo do tempo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Resultados classe 0 para venenos de insetos indicam ausência de IgE específica ou níveis de IgE específica circulante não detectáveis. Estes resultados não excluem a possibilidade de uma futura hipersensibilidade à picada de inseto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e
outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não
indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Pode observar um resultado negativo em pacientes que são hipersensíveis a
drogas, nas seguintes circunstâncias:
- Os sintomas são mediados sem o envolvimento de IgE;
- A amostra foi colhida menos de 2 semanas depois da reação alérgica. O teste deve ser repetido passadas 2 semanas para confirmar o resultado.
- A amostra foi colhida passado um longo período temporal após ter ocorrido a última reação alérgica. Têm se verificado que a concentração do anticorpo IgE diminui ao longo do tempo.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e
outros exames complementares do paciente. A resença de IgE detectável não
indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Pode observar um resultado negativo em pacientes que são hipersensíveis a
drogas, nas seguintes circunstâncias:
- Os sintomas são mediados sem o envolvimento de IgE;
- A amostra foi colhida menos de 2 semanas depois da reação alérgica. O teste deve ser repetido passadas 2 semanas para confirmar o resultado.
- A amostra foi colhida passado um longo período temporal após ter ocorrido a última reação alérgica. Têm se verificado que a concentração do anticorpo IgE diminui ao longo do tempo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A hipolactasia, ou deficiência de lactase, é a condição que leva à má
absorção de lactose e pode ser classificada em três formas: congênita, primária
ou secundária. Uma vez que a lactose deixa de ser hidrolisada pela lactase, a
primeira não é absorvida pelo intestino delgado, passando rapidamente para o
cólon, onde é metabolizada pelas bactérias da flora intestinal. Essa
fermentação da lactose pela flora bacteriana intestinal pode levar ao aumento
da motilidade intestinal e da pressão intracolônica, provocando dor e
inchaço abdominal. O teste de intolerância à lactose é capaz de identificar
duas variantes no gene MCM6 (C/T -13910 e G/A-22018) que estão associadas à
deficiência de lactase primária, ou seja, quando há uma diminuição dos níveis
de lactase nas células intestinais.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As reações de hipersensibilidade a medicamentos (fármacos) são comuns
na prática clínica. O diagnóstico é acaba sendo complexo, principalmente em
pacientes que fazem uso de vários medicamentos.
A presença de anticorpos IgE específicos a um fármaco com uma história clínica
compatível, possui um importante valor preditivo. Esta abordagem, porém, tem
valor limitado quando aplicado à maioria das drogas, pois reações a
medicamentos podem se apresentar como urticária, angioedema, broncoespasmo,
etc., sem ter a participação de IgE.
Desta forma, a interpretação dos resultados precisa ser criteriosa. Um teste
negativo não exclui a alergia, assim como um resultado positivo demonstra
a sensibilização, mas nem sempre indica a doença alérgica.
Nas alergias a drogas pode se observar um resultado negativo em pacientes que
são hipersensíveis nas seguintes condições:
-Sintomas mediados sem o envolvimento de IgE;
-Amostra coletada menos de 2 semanas depois da reação alérgica. O teste deve ser repetido 2 semanas após, para confirmar o resultado;
-A amostra foi coletada muito tempo depois de ter ocorrido a última reação alérgica. Verificou-se que a concentração de IgE diminui ao longo do tempo. O sulfito sódico é utilizado na indústria alimentícia como conservante, geralmente de enlatados, devido à sua propriedade antioxidante. Por isto, após o consumo de alimentos que o contenham, pode ocorrer o desenvolvimento de alergias alimentares mediados pela Imunoglobulina E (IgE). Os exames IgEs Múltiplos não identificam o(s) alérgeno(s) específico(s) do painel que é (são) responsável(eis) por um resultado positivo, mas auxilia(m) na redução das possibilidades na pesquisa por estímulos causadores de alergias. Por isso, somente são clinicamente conclusivos os resultados NEGATIVOS. Nos casos de resultados POSITIVOS, recomenda-se repetir as determinações com IgEs Específicos para os alérgenos contidos no painel múltiplo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O teste A200 é destinado ao diagnóstico de Intolerância alimentar e
sensibilizações contra alimentos e aditivos alimentares que podem levar a
problemas de saúde inespecíficos causando disfunções
gastrointestinais, doenças inflamatórias da pele, enxaqueca, síndrome da
fadiga crônica, entre outras. Esses sintomas podem ser causados por reações
imunes extravagantes que causam um aumento mensurável da concentração de
IgG.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: As alergias alimentares constituem uma reação exagerada do
sistema imunitário contra algumas proteínas dos alimentos e podem ser IgE
mediadas, não-IgE mediadas ou mistas. A alergia IgE mediada resulta da produção
de anticorpos de tipo IgE contra o alimento; os sintomas surgem nos primeiros
30 minutos ou até 2 horas após o contato com o alimento; pode ser muito grave e
capaz de pôr a vida em risco em poucos minutos. A alergia não-IgE mediada
envolve outros mecanismos imunológicos, que envolve outros tipos de anticorpos
ou células que reagem contra as proteínas dos alimentos; normalmente os
sintomas são digestivos e geralmente é uma reação tardia, com início mais de 2
horas após a ingestão do alimento, o que torna o
diagnóstico mais difícil. A alergia mista envolve IgE e outros mecanismos
imunológicos, como é o caso da esofagite eosinofílica, por exemplo. Os
principais alimentos que causam alergia mais frequentemente são: na criança as
proteínas do leite, o ovo, o peixe, frutos secos, soja e trigo; no adulto os
mais comuns são mariscos, peixes, frutos secos e frutos frescos (muitas vezes
em doentes alérgicos com rinite e/ou asma, por reatividade cruzada com
componentes de alérgenos respiratórios). Não é preciso ingerir para se ter uma
reação alérgica, basta o contato com a pele e/ou mucosas ou a simples inalação
dos vapores de cozimento ou simplesmente passear no supermercado. Outra verdade
que pode parecer estranha é que uma pessoa pode ser alérgica a um alimento cru
e não ser alérgica ao mesmo alimento quando cozido. Isso acontece porque alguns
alérgenos alimentares são pouco resistentes ao calor e, por isso, são
facilmente destruídos durante a cocção dos alimentos. Mas não é aplicado para
todos, por isso na dúvida esclareça bem com o seu médico alergologista.
A presença de IgE detectável não indica,
necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como
interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros
exames complementares.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Há pessoas que são muito sensíveis à picada de insetos. Existem vários tipos de reações de hipersensibilidade possíveis após a picada de insetos, que se dividem em dois grandes grupos: as de causa imunológica (que são realmente as reações alérgicas), e reações não imunológicas. Uma reação imunológica é uma reação 'exagerada' do nosso sistema imunitário (sistema de defesa do nosso organismo). A alergia a insetos é, portanto, uma reação imunológica à picada. As reações não-imunológicas são respostas dos tecidos aos componentes farmacológicos e enzimáticos do veneno do inseto. Diversos insetos podem provocar reações alérgicas. Os principais insetos que causam alergia são os himenópteros: abelha, vespa e formiga. O veneno de himenópteros pode causar reações muito graves, mesmo fatais. Outros insetos frequentes, como os mosquitos, melgas, moscas, pulgas, percevejos, etc., provocam reações alérgicas à própria picada, em pessoas sensíveis. Algumas destas reações de hipersensibilidade não são imunológicas, e por isso são mais ligeiras. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Na alergia alimentar, as IgE específicas circulantes para uma dada proteína alergênica podem não ser detectadas pelos testes in vitro, caso essa proteína não exista no alimento original (extrato utilizado no teste), mas exista apenas no alimento processado ou digerido. No caso das alergias alimentares podem existir ou não reações cruzadas entre alérgenos por esses serem da mesma família.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Para os painéis de alergia um resultado positivo indica que o anticorpo para um ou mais componentes do painel está presente em uma elevada quantidade na amostra. Para identificar o alérgeno específico caberá dosar individualmente cada componente. Vale ressaltar que componentes dosados individualmente tem uma sensibilidade maior há ligação antígeno anticorpo, em relação aos alérgenos dosados em conjunto. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A sífilis é uma doença infecciosa humana produzida por uma espiroqueta, o Treponema pallidum. Clinicamente, após um período de incubação que varia de 10 a 90 dias, pois é inversamente relacionado com a quantidade do inoculado, ocorre, em 85% dos pacientes, o surgimento de um cancro, que é uma lesão solitária e indolor, caracterizando a sífilis primária. Aproximadamente 4 a 10 semanas após o aparecimento do cancro, surgem frequentemente sintomas como perda de peso, cefaleia, anorexia, mialgia, artralgia, mal-estar, febre baixa, linfadenopatia generalizada e exantema (presente em 75 a 100% dos casos), o que caracteriza a sífilis secundária. Podem ocorrer também neste estágio manifestações de comprometimento do sistema nervoso central. Após as manifestações primárias ou secundárias, ocorre o período conhecido como sífilis latente, caracterizado por testes sorológicos positivos e ausência de achados clínicos. O VDRL é um teste de floculação, não-treponêmico, para diagnóstico da sífilis, através da pesquisa de anticorpos (reaginas) no soro.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A febre maculosa, ou tifo exantemático, é uma doença causada pela Rickettsia rickettsii, uma bactéria transmitida por carrapatos que habitualmente parasitam cavalos e animais silvestres, como capivaras. É possível confirmar a suspeita clínica com apoio laboratorial e pela realização da reação de Weil-Felix. A reação de Weil-Felix não faz o diagnóstico diferencial entre tifo endêmico e murino, mas resultado positivo indica a presença de uma infecção causada por riquétsia.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A brucelose é uma zoonose, derivando virtualmente todas as infecções humanas de contato direto ou indireto com a infecção animal. O gênero Brucella é composto atualmente por sete espécies: Brucella melitensis, Brucella suis, Brucella abortus, Brucella ovis, Brucella neotomae, Brucella canis e, mais recentemente, Brucella maris. A brucelose humana pode ser causada por uma de quatro espécies: Brucella melitensis, ocorrendo mais frequentemente na população geral, sendo mais invasiva e patogênica e cujos reservatórios são as cabras, as ovelhas e os camelos; Brucella abortus, presente no gado bovino; Brucella suis e Brucella canis, transmitidas pelos suínos e pelos cães, respectivamente. A brucelose tornou-se uma doença ocupacional para agricultores, veterinários, trabalhadores dos centros de abate e técnicos de laboratório. As vias de transmissão humana incluem o contato direto com animais ou o contato com as suas secreções, através de soluções de continuidade cutâneas, aerossóis contaminados, inoculação no saco conjuntival ou ingestão de produtos não pasteurizados. O diagnóstico baseia-se na detecção de títulos elevados ou da subida de título de anticorpos específicos, existindo diversos testes sorológicos disponíveis. O teste de rosa de Bengala é apenas um método de rastreio rápido, usado sobretudo em estudos epidemiológicos, e os resultados positivos devem ser confirmados por outros testes.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A sífilis é uma doença infecciosa humana produzida por uma espiroqueta, o Treponema pallidum. Clinicamente, após um período de incubação que varia de 10 a 90 dias, pois é inversamente relacionado com a quantidade do inoculado, ocorre, em 85% dos pacientes, o surgimento de um cancro, que é uma lesão solitária e indolor, caracterizando a sífilis primária. Aproximadamente 4 a 10 semanas após o aparecimento do cancro, surgem frequentemente sintomas como perda de peso, cefaléia, anorexia, mialgia, artralgia, mal-estar, febre baixa, linfadenopatia generalizada e exantema (presente em 75 a 100% dos casos), o que caracteriza a sífilis secundária. Podem ocorrer também neste estágio manifestações de comprometimento do sistema nervoso central. Após as manifestações primárias ou secundárias, ocorre o período conhecido como sífilis latente, caracterizado por testes sorológicos positivos e ausência de achados clínicos. O VDRL é um teste de floculação, não-treponêmico, para diagnóstico da sífilis, através da pesquisa de anticorpos (reaginas) no soro.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: Este teste quantifica os transcritos do produto de fusão BCR-ABL p210. A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) é a doença mieloproliferativa mais comum, caracterizada pela presença do cromossomo Philadelphia (Ph), que resulta da fusão de parte do oncogene ABL com o gene BCR, proveniente da translocação entre os cromossomos 9 e 22 ou t(9;22). Esta fusão é denominada translocação BCR/ABL existente nas formas p190 e p210, encontradas em tipos distintos de leucemias Ph positivas. Neste teste não é feita a quantificação do transcrito p190, frequentemente associado aos casos de Leucemia Linfoide Aguda (LLA).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O receptor solúvel da transferina trata-se de um indicador do estado do ferro funcional, pois não sofre as influências sistêmicas a que estão sujeitos o ferro sérico e a ferritina, por exemplo. Sua síntese é regulada pelos níveis de ferro teciduais. É considerado útil na avaliação de sideropenia principalmente na presença de inflamação ou infecção.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A avaliação da relação proteína/creatinina reduz as alterações causadas
pela variabilidade intrapessoal para diferentes amostras e pelos fatores de
diluição urinária, como a desidratação e o uso de diuréticos durante o
acompanhamento dos pacientes. A medida de proteínas totais na urina é
importante para o diagnóstico e tratamento de doenças associadas ao
funcionamento dos rins, coração e tireoide. Estas doenças são caracterizadas
frequentemente por proteinúria, da qual se destacam quatro tipos principais:
(a) permeabilidade glomerular acrescida (proteinúria glomerular) (b) reabsorção
tubular deficiente (proteinúria tubular) (c) concentração acrescida de proteína
de baixo peso molecular (proteinúria de sobrecarga ) (d) secreção anormal de
proteína para o trato urinário (proteinúria pós-renal). Níveis acrescidos de
proteína urinária podem surgir após exercícios intensos ou nas seguintes
condições: gamopatias monoclonais, nefrite, nefropatia diabética ou infecções
do trato urinário.
Instruções:
- Exercícios: Evitar a realização de atividade fisica.
Descrição: A renina é uma enzima proteolítica produzida quase exclusivamente pelos rins, no aparelho justaglomerular. É importante para os mecanismos de controle das trocas de sódio e transporte de água (básicos no complexo sistema de regulação do volume sanguíneo e da pressão arterial). A dosagem plasmática é importante no estudo da hipertensão arterial, diagnóstico de hiperaldosteronismo primário, secundário, diagnóstico dos tumores secretores de renina, avaliação de hipotensão arterial.
Instruções:
- Exercícios: Evitar a realização de atividade física.
- Aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Relatar o uso de anti-hipertensivos e diuréticos, como os betabloqueadores e a espironolactona.
Descrição: Reticulócitos são eritrócitos imaturos que perdem seu RNA aproximadamente um dia depois de deixarem a medula óssea para chegar ao sangue. Sua contagem fornece estimativa da taxa de produção de eritrócitos. Uma contagem baixa indica uma medula hipoproliferativa. Já uma contagem elevada mostra uma recuperação medular após terapia para anemia ferropriva ou anemia perniciosa, também indica resposta medular as anemias hemolíticas e perda de sangue.
Instruções:
- Jejum não necessário.
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Descrição: A Organização Mundial de Saúde (OMS) ecomenda a sorologia ara o diagnóstico das riquetsioses. Indicação: Diagnóstico das riquetsioses, principalmente na fase aguda. Interpretação clínica: Anticorpos IgM são detectáveis de cinco a 10 dias após o início dos sintomas. Pode ocorrer interferência do fator reumatóide e de autoanticorpos e reações cruzadas com outras bactérias. Os anticorpos IgG começam a aparecer cerca de uma semana após o início da doença e são mais específicos, podendo permanecer reativos por até quatro anos. |
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Instruções: - Jejum não obrigatório. RICKETTSIA, ANTICORPOS TOTAIS IGM |
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Descrição: A Organização Mundial de Saúde (OMS) ecomenda a sorologia ara o diagnóstico das riquetsioses. Indicação: Diagnóstico das riquetsioses, principalmente na fase aguda. Interpretação clínica: Anticorpos IgM são detectáveis de cinco a 10 dias após o início dos sintomas. Pode ocorrer interferência do fator reumatóide e de autoanticorpos e reações cruzadas com outras bactérias. Os anticorpos IgG começam a aparecer cerca de uma semana após o início da doença e são mais específicos, podendo permanecer reativos por até quatro anos. |
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Instruções: - Jejum não obrigatório. |
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Descrição: Os rotavírus são os agentes patogênicos mais importantes de uma gastroenterite não bacteriana nas crianças de 6 meses a 3 anos. Eles, porém, também são detectados em crianças mais velhas e em adultos como causadores de doenças. Em grupo de risco, ou seja, em crianças ou em pacientes idosos ou imunossuprimidos, eles podem levar à morte. As infecções com rotavírus causam diarreia grave, frequentemente acompanhada de febre e vômito e ocorrem com frequência nos meses de inverno. As crianças hospitalizadas com enterites agudas, até 50 % das amostras examinadas são rotavírus positivas. Os rotavírus transmitidos por via oral e anal são expelidos em grandes quantidades no intestino, de modo que as infecções nosocomiais causados por rotavírus são muito temidas nos recém-nascidos e nas crianças pequenas e o seu tratamento é difícil. Portanto, uma detecção prévia e segura para o reconhecimento do rotavírus e para evitar outras infecções também é muito importante.
Instruções:
Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo e seco.
Descrição: O exame de urina simples, também chamado de urina 1, parcial de urina ou EAS é o exame que vai avaliar as células e quais são os componentes presentes. O procedimento é dividido em três partes, sendo elas: análise das características físicas, características químicas e do sedimento urinário.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
- No caso de crianças que necessitem de saco coletor, o mesmo deve ser colocado após a adequada higienização, e se não ocorrer á micção em um prazo de 30 minutos, o saco coletor deverá ser trocado, até que ocorra espontânea micção.
Descrição: A Rubéola é uma infecção viral, normalmente de caráter benigno, sendo habitualmente assintomática ou oligosintomática tanto em crianças quanto em adultos. A sintomatologia em geral é leve, caracterizada por febre, mal-estar geral, erupção cutânea com três a cinco dias de duração. A transmissão ocorre através das vias respiratórias (pelas gotículas de Flugue), urina, líquido amniótico e placenta. Logo após o contágio com o vírus, ocorrerá um período de incubação de duas a três semanas antes do aparecimento dos sintomas. Entretanto, ao acometer gestantes pode levar a risco teratogênico grave, com a presença de sequelas irreversíveis ou mesmo óbito do feto, na chamada Síndrome da Rubéola Congênita. Na tentativa de erradicar a doença, programas de vacinação no Brasil e no mundo são implementados ressaltando a importância da imunização da Rubéola em crianças e jovens, principalmente do sexo feminino. A detecção correta de anticorpos IgM e IgG é um instrumento essencial para o diagnóstico e o monitoramento da infecção aguda e para o estabelecimento do estado imunitário na doente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Quanto mais recentes forem os anticorpos IGG produzidos, menos avidez terão pelo vírus da rubéola e mais recente será a infecção. A medida da avidez de IgG é útil na determinação do tempo de infecção durante a gravidez para nortear a conduta decorrente da probabilidade de rubéola congênita.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
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Descrição: A sorologia contra o vírus da rubéola é utilizada para a confirmação de infecção aguda e de imunidade após soroconversão. Indicações: Diagnóstico de rubéola congênita, pós-natal, determinação de imunidade após doença ou vacinação. Interpretação clínica: A IgM positiva durante a infecção aguda, vacinação ou, raramente, por reinfecção, e pode permanecer positiva por período maior do que um ano. IgG reagente indica imunidade adquirida após doença ou vacinação. Resultados falso-positivos ou indeterminados podem ocorrer por reações cruzadas com outros antígenos, especialmente outros vírus. |
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Instruções: - Jejum não obrigatório. |
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Descrição: Diagnóstico de infecção aguda de rubéola. A rubéola é uma doença sistêmica, transmitida por inalação de gotículas infectantes. É moderadamente contagiosa; um ataque geralmente confere imunidade permanente. O quadro clínico da rubéola é de difícil distinção entre outras doenças virais. O diagnóstico definitivo pode ser obtido apenas pelo isolamento do vírus ou por testes sorológicos. A principal importância da rubéola consiste no seu efeito devastador sobre o feto no útero. A infecção durante gravidez, particularmente no primeiro trimestre, pode resultar em morte fetal ou a "síndrome de rubéola", um espectro de defeitos congênitos que incluem catarata, surdez, glaucoma, doença de coração congênita, e retardamento mental. Aproximadamente 10-20% dos recém-nascidos infectados no útero não sobrevivem além do primeiro ano de vida. O aparecimento de anticorpos IgG e IgM está associado com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Os anticorpos IgM se tornam detectáveis em poucos dias após o começo dos sinais clínicos, atingindo o pico máximo após 7 a 10 dias. Anticorpos do tipo IgM no soro de um recém nascido sugerem infecção congênita, uma vez que os mesmos não atravessam a barreira placentária. Em gestantes com níveis baixos de IgM, sem história clínica da doença, deve-se utilizar o teste de avidez de IgG. Se a infecção for aguda, os anticorpos são de baixa avidez (menor que 40%); se a infecção ocorreu há mais de 3 ou 4 meses, a avidez será maior que 60%. É possível, para comprovar a fase aguda, realizar uma pesquisa do vírus por PCR no líquido amniótico. |
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Instruções: - Jejum não obrigatório. |
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Descrição: Os anticorpos anti-Saccharomyces cerevisiae (ASCA), juntamente com anticorpos anti-neutrófilos (pANCA), encontram-se entre os dois marcadores mais úteis e muitas vezes discriminante para a colite. ASCA tende a reconhecer a doença de Crohn com mais frequência, ao passo que pANCA tendem a reconhecer colite ulcerativa. Ambas as doenças causam inflamação intestinal, mas possuem diferentes quadros clínicos e opções terapêuticas. A doença de Crohn geralmente afeta a porção distal do intestino delgado, podendo também afetar alguma outra parte do trato digestivo. A inflamação é assimétrica e segmentada, aprofundando-se nos tecidos afetados. Na retocolite ulcerativa, a inflamação é confinada ao colo e reto, é simétrica e contínua desde o reto proximal, e envolve as camadas mais altas de revestimento do colo e reto. Os Anticorpos Anti-Saccharomyces cerevisiae IgG e IgA são encontrados com prevalência significativamente maior em pacientes com doença de Crohn (60 a 70%) do que em pacientes com retocolite ulcerativa (10 a 15%).
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O sangramento retal pode ter várias causas, desde lesões simples e benignas, como as hemorróidas, até hemorragias digestivas do estômago e câncer do cólon. A característica do sangramento retal nos permite ter uma idéia da origem do mesmo. Por exemplo, fezes bem negras, pastosas e com odor muito forte indicam a presença de sangue digerido, sugerindo um sangramento mais alto, que tenha percorrido grande parte do trato digestivo. Este tipo de fezes com sangue digerido recebe o nome de melena e é característico de sangramentos do duodeno, estômago ou esôfago. Pequenas quantidades de sangue nas fezes ou sangramentos detectáveis somente após a limpeza do ânus com papel higiênico são as formas de sangramento retais mais comuns podendo ser: hemorróidas, fissuras anais, pólipos intestinais, úlceras retais, câncer retal ou anal ou endometriose intestinal. Quando a quantidade de sangue nas fezes é moderada a grande, ou quando há melenas, a origem do sangramento costuma ser mais interno geralmente cólon ou estômago, sendo as causas mais comuns: úlcera gástrica, lesões do esôfago, doença diverticular do cólon, câncer do intestino, infecção intestinal, doença inflamatória intestinal, angiodisplasia entre outras.
Instruções:
- Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo e seco.
Descrição: O sangramento retal pode ter várias causas, desde lesões simples e benignas, como as hemorroidas, até hemorragias digestivas do estômago e câncer do cólon. As características do sangramento retal nos permitem ter uma ideia da origem do mesmo. Por exemplo, fezes bem negras, pastosas e com odor muito forte indicam a presença de sangue digerido, sugerindo um sangramento mais alto, que tenha percorrido grande parte do trato digestivo. Este tipo de fezes com sangue digerido recebe o nome de melena e é característico de sangramentos do duodeno, estômago ou esôfago. Pequenas quantidades de sangue nas fezes ou sangramentos detectáveis somente após a limpeza do ânus com papel higiênico são as formas de sangramento retal mais comuns podendo ser: hemorroidas, fissuras anais, pólipos intestinais, úlceras retais, câncer retal ou anal ou endometriose intestinal. Quando a quantidade de sangue nas fezes é moderada a grande, ou quando há melenas, a origem do sangramento costuma ser mais interna, geralmente cólon ou estômago, sendo as causas mais comuns: úlcera gástrica, lesões do esôfago, doença diverticular do cólon, câncer do intestino, infecção intestinal, doença inflamatória intestinal, angiodisplasia entre outras. Diante de um resultado positivo obtido pela prova da peroxidase, é imprescindível confirmá-lo em outras amostras de fezes pelo método imunocromatográfico anticorpo anti-hemoglobina humana.
Instruções:
- Bebida alcoólica: Recomenda-se não ingerir bebida alcoólica antes da coleta.
- Necessário realização de restrição alimentar. O paciente deve fazer dieta rigorosa por 4 dias antes da realização do exame e no dia de coleta de fezes, da qual se excluem carnes vermelhas, nabo, couve-flor e brocólis. Recomenda-se não comer beterrabas e chocolates.
- Medicação: Evitar medicamentos como antiinflamatórios, corticoides, aspirina, composto de ferro, vitamina C e medicamentos que causam irritação gastrointestinal.
- Outros: Não realizar coleta em período menstrual e em sangramentos devido a hemorroidas.
Descrição: O sarampo é uma doença viral aguda causada por um vírus da família
paramixovírus e é uma das doenças mais facilmente transmitidas. A transmissão
ocorre principalmente devido à disseminação extensa de gotículas ou contato
direto com secreções nasais ou da garganta de pessoas infectadas. Após a
infecção, o vírus do sarampo invade o epitélio respiratório da nasofaringe e
espalha-se para os nódulos linfáticos regionais. Ao fim de dois a três dias de
replicação nestes locais, a viremia primária estende a infecção para o sistema
retículo-endotelial. Após outra replicação, a viremia secundária ocorre nos
cinco a sete dias subsequentes à infecção e dura de quatro a sete dias. Durante
esta viremia, pode ocorrer infecção e outras replicações de vírus ao nível da
pele, conjuntiva, trato respiratório e outros órgãos, incluindo baço, timo,
pulmão, fígado e rim. O pico da viremia ocorre de 11 a 14 dias após a infecção,
decaindo rapidamente ao longo de alguns dias. Antes da existência da vacina, o
sarampo era sobretudo uma doença infantil, mas os programas de vacinação contra
o sarampo (que fazem parte da vacinação contra o sarampo, papeira e rubéola
[MMR]) tiveram um efeito acentuado na incidência da doença e nas complicações a
ela associadas. Após períodos prolongados de cobertura elevada da vacina em
países desenvolvidos, a transmissão do sarampo ocorre agora sobretudo em
pessoas que nunca foram vacinadas e em crianças mais velhas, nas quais não se
verificou conversão sorológica após a vacinação. A nível clínico, o diagnóstico
de sarampo é confirmado se forem detectadas manchas de Koplik e se a erupção
cutânea progredir da cabeça para o tronco e em direção às extremidades.
Contudo, a natureza não específica dos sinais prodrômicos tornam difíceis os
sinais clínicos como único critério diagnóstico do sarampo. Os anticorpos IgG e
IgM são sintetizados durante a resposta imunitária primária, podendo ser
detectados no soro ao fim de poucos dias do aparecimento da erupção cutânea. Os
níveis de anticorpos IgM atingem valores máximos após cerca de sete a dez dias
e depois diminuem rapidamente, sendo rara a sua detecção ao fim de seis a oito
semanas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A infecção por Schistosoma ocorre no contato com a água fresca que contém urina ou fezes contaminadas por ovos, os quais eclodem originando os miracídios. Os miracídios parasitam o hospedeiro intermediário (caramujo Biomphalaria) onde se desenvolvem originando as cercárias. A larva cercária pode penetrar no homem originando uma primeira reação de prurido; após 3 a 4 semanas os sintomas podem evoluir para dermatite, febre, embolia pulmonar, hepatite e hepatoesplenomegalia. O diagnóstico pode ser realizado através da detecção de anticorpos IgG contra Schistosoma mansoni, produzidos após o contato do homem com o parasita.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Caso o paciente esteja fazendo o uso de antibiótico, deve-se fazer a coleta 48 horas após o término do medicamento tópico e 7 dias no caso de antibiótico oral.
- Outros: Não fazer uso de antissépticos; manter abstinência de relação sexual nas últimas 24 horas anteriores à coleta; no período anterior à coleta não usar ducha ginecológica.
Descrição: O selênio é um oligoelemento essencial. Após sua absorção, é rapidamente incorporado às proteínas. Os níveis séricos refletem exposição recente. Níveis em sangue total são, aproximadamente, 42% superiores aos séricos. A dosagem sérica é significativa e muito útil para o diagnóstico de sua toxicidade e deficiência, entretanto, em pacientes assintomáticos, pode-se encontrar uma grande faixa de variação dos níveis. Essa dosagem é realizada para monitorar o estado nutricional de selênio em pacientes com nutrição parenteral de longa duração, submetidos à ressecção de intestino e portadores de doenças de Crohn; avaliação de cardiomiopatia de causa intermediária e monitorização de crianças com acidemia propiônica; diagnóstico agudo da toxicidade.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O termo Exoma refere-se ao conjunto de éxons presentes no genoma de grande parte dos seres vivos, composto por cerca de 180.000 éxons nos humanos. O genoma humano, em sua totalidade, apresenta cerca de três bilhões de pares de bases (A-T, C-G) e é constituído por regiões gênicas e intergênicas. Estima-se que na espécie humana existam cerca de 22.000 regiões gênicas ou genes propriamente ditos, que são a base formadora das proteínas. 85% das mutações causadoras de cerca de 6.000 doenças genéticas com padrão de herança mendeliano, conhecidas até o momento, ocorrem nos éxons, região analisada neste exame. Portanto, este é um exame laboratorial eficiente para identificar causas genéticas de doenças ou deficiências.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A serotonina ou 5 Hidroxitriptamina (5HT) desempenha um importante papel no organismo, é uma molécula envolvida na comunicação entre os neurônios e possui diversas funções, entre elas, o controle de liberação de alguns hormônios e a regulação do ciclo cicardiano, do sono e do apetite. A serotonina é sintetizada a partir do aminoácido triptofano através do intermediário 5-hidroxitriptofano (5-HTP). As principais doenças associadas a elevação nas concentrações de serotonina são os tumores neuroectodérmicos, particularmente os derivados das células enterocromafins, como o tumor carcinóide. Ligeiro aumento pode ser visto na síndrome de Dumping, obstrução intestinal aguda, fibrose cística e infarto agudo do miocárdio. Alguns teratomas ou cistos dermóides benignos podem conter serotonina. Níveis baixos podem ser observados na síndome de Down, fenilcetonúria não tratada e doença de Parkinson. Atualmente, alguns fármacos estão sendo utilizados em diversas patologias, como a ansiedade, obesidade, depressão, enxaqueca e esquizofrenia, fazendo o controle da ação da serotonina como neurotransmissor. No entanto, apenas 1% da serotonina está contida no sistema nervoso central, o restante se encontra principalmente no sistema digestivo, nas células enterocromafins, a partir das quais a substância é liberada para a circulação, podendo ser catabolizada em ácido 5-hidroxiindolacético (5-HIAA), cuja dosagem é feita na urina, ou capturada pelas plaquetas. Em sua primeira passagem pelo fígado, 30% a 80% da serotonina é metabolizada 5-HIAA, que é excretado pelos rins, sendo assim a dosagem sérica pode ser útil quando a dosagem de 5-HIAA está normal ou limítrofe em pacientes com evidências clínicas de síndrome carcinóide. Drogas como LSD e Ecstasy mimetizam alguns efeitos da serotonina em algumas células alvo.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
- Bebida alcoólica: A abstinência é obrigatória nas 24 horas que antecedem o exame.
- Dieta: Não ingerir nas 24 horas que antecedem o exame: café,
chá, chocolate, mate, refrigerante, abacate, abacaxi, ameixa, banana,
berinjela, picles, kiwi, manga, nozes, tomate e alimentos aromatizados com
baunilha.
- Medicação: De acordo com orientação médica, interromper o uso de
inibidores da MAO (monoamina oxidase), lítio, imipramina, metildopa,
paracetamol, morfina, naproxeno e reserpina.
Descrição: Durante a gestação, uma pequena quantidade de células fetais pode atravessar a barreira placentária alcançando a corrente sanguínea da gestante. Baseado neste princípio, o teste de Sexagem fetal utiliza como material biológico amostra de sangue periférico materno para a determinação do gênero do feto. O teste não é recomendado para fins de diagnóstico de síndromes ligadas aos cromossomos sexuais. É um teste não-invasivo, possui índices de acerto superior a 99% quando coletado após a oitava semana de gestação. Por outro lado, em alguns casos o resultado pode ser inconclusivo. Isso pode ocorrer devido a limitações técnicas ou possíveis interferentes na amostra. Neste caso, será necessária uma nova coleta após o período de 15 dias para repetição do teste na nova amostra. Alguns medicamentos como anticoagulantes à base de heparina* podem inibir o teste, levando também a resultados inconclusivos.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A concentração da SHBG no plasma é regulada, entre outros fatores, pelo
balanço androgênio/estrogênio, hormônios da tireóide, insulina e dieta. É a
proteína de transporte mais importante para estrogênios e androgênios no sangue
periférico. A concentração de SHBG é o fator principal regulando suas
distribuições entre os estados ligados à proteína e livres. As concentrações
plasmáticas de SHBG são afetadas por um diferente número de doenças,
encontrando-se altos valores no hipertireoidismo, no hipogonadismo, na
insensibilidade androgênica e na cirrose hepática em homens. Baixas
concentrações são encontradas no mixedema, hiperprolactinemia e síndromes de
atividade androgênica excessiva. A medição da SHBG é útil na avaliação das
desordens leves do metabolismo do androgênio e permite a identificação das
mulheres com hirsutismo que são mais propensas a responder à terapia com
estrógeno.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O sódio tem importante função para a osmolalidade do plasma e excitabilidade neuromuscular. A concentração de sódio depende de diferentes fatores, como: ingestão e excreção de água e da capacidade renal de excretar o sódio. É importante na avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos. Valores baixos de sódio ocorrem em casos de baixa ingestão de sódio, vômitos, diarreia,aspiração, fístulas, sudorese, extensas lesões cutâneas exsudativas, queimaduras, obstrução intestinal, nefrite perdedora de sal, insuficiência renal aguda, D. de Addison, insuficiência supra-renal aguda, ICC, cirrose hepática, s. nefrótica, depleção de potássio, cetoacidose diabética, alcalose metabólica, estados hipoproteicos. Valores aumentados ocorrem em administração excessiva de salina hipertônica, hiperaldosteronismo primário, s. de Luetscher, desidratação, tumor cerebral, diabetes insípido nefrogênico, diabetes insípido central.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O sódio tem importante função para a osmolalidade do plasma e excitabilidade neuromuscular. A concentração de sódio depende de diferentes fatores, como: ingestão e excreção de água e da capacidade renal de excretar o sódio. É importante na avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos. Valores baixos de sódio ocorrem em casos de baixa ingestão de sódio, vômitos, diarreia,aspiração, fístulas, sudorese, extensas lesões cutâneas exsudativas, queimaduras, obstrução intestinal, nefrite perdedora de sal, insuficiência renal aguda, D. de Addison, insuficiência supra-renal aguda, ICC, cirrose hepática, s. nefrótica, depleção de potássio, cetoacidose diabética, alcalose metabólica, estados hipoproteicos. Valores aumentados ocorrem em administração excessiva de salina hipertônica, hiperaldosteronismo primário, s. de Luetscher, desidratação, tumor cerebral, diabetes insípido nefrogênico, diabetes insípido central.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 ou Somatomedina C) é um hormônio produzido principalmente pelo fígado, e estimulada pelo hormônio do crescimento humano (GH) e retardada pela má nutrição. O IGF-1 é utilizado no rastreio da deficiência e excesso de GH. Níveis baixos são encontrados em crianças com deficiência de GH com craniofaringioma e na síndrome de Laron. Embora níveis normais sugiram que não exista deficiência de GH, um valor baixo em uma criança com atraso no crescimento não constitui diagnóstico de hipopituitarismo. Níveis elevados estão associados na gavidez, em pacientes com acromegalia e em crianças com gigantismo. Contudo, deve-se ter cuidado ao interpretar os valores séricos do IGF-1 na puberdade, pois os níveis encontram-se normalmente aumentados, podendo estar 4 a 5 vezes superiores à concentração nos adultos. As taxas mais elevadas de produção ocorrem na puberdade e os níveis mais baixos ocorrem na infância e na velhice. O IGF-1 foi implicado como um possível agente neuroprotetor no combate aos efeitos adversos da esclerose lateral amiotrófica.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus da dengue é transmitido através dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, sendo largamente distribuídos em todas as áreas tropicais e subtropicais do mundo. A dengue é considerada a mais importante doença transmitida por artrópodes devido ao seu alto índice de morbidade e mortalidade. A infecção primária está associada com febre, dores de cabeça, dores musculares e manchas pelo corpo. A resposta imune inclui produção de anticorpos IgM a partir do 5° dia após o início dos sintomas e persiste por 30 a 60 dias. Os anticorpos IgG aparecem em orno do 14° dia e persistem por toda a vida. Infecções secundárias, muitas vezes resultam em febre alta e vários casos com eventos hemorrágicos e circulatórios. Nas infecções secundárias o aumento de IgG ocorre de 1 a 2 dias após o início dos sintomas e a resposta de IgM ocorre 20 dias depois.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O tétano é uma infecção aguda e grave, causada pela toxina do bacilo tetânico (Clostridium tetani), que entra no organismo através de ferimentos ou lesões de pele e não é transmitido de um indivíduo para o outro.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A cisticercose é adquirida ao ingerir ovos viáveis de Taenia através de água e alimentos contaminados. Após atravessar a mucosa gástrica o embrião atinge a corrente sanguínea alcançando diversos tecidos inclusive o cérebro, onde se desenvolve a cisticerco. No cérebro causa a neurocisticercose, forma mais grave da doença. A sorologia para cisticercose é utilizada na detecção de anticorpos IgG contra Taenia solium e seus cisticercos, esses anticorpos são formados pela reação do sistema imunitário após uma infecção. O teste é realizado em casos de suspeita de infecção ou para o esclarecimento do estado imune do paciente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A doença coronavírus de 2019 (COVID-19) é causada por um novo coronavírus, conhecido como coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), que se disseminou por todo o mundo em 2020, causando uma pandemia global. A COVID-19 é caracterizada por fadiga, febre, tosse, falta de ar e outros sintomas respiratórios. O vírus usa o receptor transmembrana ECA-2 para infectar as células epiteliais das vias aéreas e dos pulmões. Alguns indivíduos infectados com SARS-CoV-2 podem ficar praticamente assintomáticos ou apresentar sintomas leves, enquanto outros desenvolvem dificuldade respiratória grave, necessitando de ventilação mecânica. Os indivíduos infectados desenvolvem uma resposta imune ao vírus com produção de anticorpos ao longo de dias ou até semanas após o início da infecção. Testes da presença de anticorpos IgM/IgG para SARS-CoV-2 podem ajudar a informar a conduta clínica de pacientes com no gerenciamento clínico e epidemiológico de pacientes com COVID-19 atual ou recente.
Descrição: A NS1 é uma glicoproteína não estrutural, que é essencial à replicação viral. Durante a fase aguda da infecção, a NS1 é encontrada circulando no soro de pacientes em concentrações detectáveis por métodos imunológicos, sendo considerado atualmente como um marcador de infecção pelo vírus da dengue antes do aparecimento dos anticorpos das classes IgM e IgG, permitindo detecção precoce do vírus, 24 horas após o início dos sintomas, além de ser encontrado nas infecções primárias e secundárias.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus da dengue é transmitido através dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, sendo largamente distribuídos em todas as áreas tropicais e subtropicais do mundo. A dengue é considerada a mais importante doença transmitida por artrópodes devido ao seu alto índice de morbidade e mortalidade. A infecção primária está associada com febre, dores de cabeça, dores musculares e manchas pelo corpo. De acordo com as orientações da Organização Pan-Americana da Saúde (PAHO), 80% dos casos de febre da Dengue desenvolvem anticorpos IgM até o quinto dia da doença, e em 93,99% dos casos a IgM é detectável até o sexto dia de manifestação dos sintomas, podendo permanecer detectável por mais de 90 dias. Os anticorpos IgG são detectáveis a partir do final da primeira semana da doença e persistem por vários meses ou mesmo por toda a vida.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A raiva é uma doença causada por um RNA vírus e está presente na saliva do portador. Compromete o Sistema Nervoso Central. Seu período de incubação varia de um mês a dois anos após a exposição. A sorologia dosa possíveis anticorpos circulantes.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Este teste é utilizado para avaliar a capacidade de resposta humoral de um indivíduo aos diferentes antígenos polissacarídeos dos 23 sorotipos de pneumococos patogênicos contidos na vacina contra o Streptococcus pneumoniae não-conjugada. A avaliação sorológica deve ser feita em amostras pareadas, colhidas antes e depois de ao menos 30 dias da vacinação. O teste empregado pesquisa a concentração individual de anticorpos dirigidos contra os sorotipos 1, 2, 3, 4, 5, 8, 9 (9N), 12 (12F), 17 (17F), 14, 19 (19F), 20, 22 (22F), 23 (23F), 26 (6B), 34 (10A), 43 (11A), 51 (7F), 54 (15B), 56 (18C), 57 (19A), 68 (9V), 70 (33F) de S. pneumoniae. Considera-se uma resposta humoral adequada e protetora a a soroconversão (Superior a 1,3 µg/mL) ou a elevação de duas a quatro vezes o nível basal de anticorpos contra pelo menos 50% dos sorotipos testados, após a vacinação. Os anticorpos são predominantemente da classe IgG2. A ausência de resposta contra um ou mais sorotipos pode caracterizar um quadro de deficiência de anticorpo específico ou definir o diagnóstico de imunodeficiência comum variável.
Instruções:
- Jejum de 8 horas.
Descrição: A estrongiloidíase é frequentemente assintomática e se apresenta com sintomas vagos, sendo suspeita principalmente em pacientes com eosinofilia. A detecção das larvas de estrongiloides possui baixa sensibilidade. A Sorologia para Strongyloides stercoralis, que apresenta em ensaios ELISA, permite identificar se houve contato com o S. stercoralis, mas não distingue infestações ativas ou pregressas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Os anticorpos humanos de IgG compõem-se em quatro subclasses IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4. As características bioquímicas das subclasses da IgG foram descritas pormenorizadamente. As diferenças entre as subclasses da IgG refletem-se em várias funções biológicas importantes, tais como a detecção de antígenos, a ativação complementar e a ligação dos receptores superficiais da célula. Vários estudos mostraram que os desvios na curva de referência das concentrações das subclasses da IgG no soro podem estar associados a várias situações de doença. Uma concentração baixa de IgG1 tem antes a ver com uma imunodeficiência geral, do que com uma deficiência específica das subclasses. A deficiência de IgG2 seletiva, que se manifesta pela ocorrência frequente de infecções virais e bacterianas, indica uma imunoresposta perturbada. As concentrações baixas de IgG2 foram encontradas no soro dos pacientes com infecções das vias respiratórias superiores e nas infecções broncopulmonares. Na síndrome nefrótica, especialmente na nefrite minimal-change, estão comprovadas as baixas concentrações de IgG1 e IgG2. A deficiência de IgG3 foi observada nas infecções das vias urinárias provocadas por um vírus. Os pacientes com doenças bronco-pulmonares crônicas e bronquiectasia têm concentrações muito baixas de IgG4 no soro. Nos pacientes com doenças autoimunes, quadros clínicos neurológicos e infecções de HIV, também foram observadas alterações nas concentrações das subclasses de IgG. Enquanto que as concentrações absolutas das subclasses de IgG estão sujeitas a uma grande variância biológica, a sua percentagem relativa de aprox. 60 - 75 % para a IgG1, 15-25% para aIgG2 e <10% para a IgG3 e a IgG4 no total de IgG, rege-se por limites mais apertados. Os aumentos policlonais das subclasses de IgG podem ocorrer em caso de estimulação antigênica crônica, mas possuem, apenas, uma importância subalterna para o diagnóstico. Os aumentos monoclonais de IgG baseiam-se no aumento da produção de uma das classes de IgG.A determinação das subclasses de IgG está indicada para clarificação dos pacientes com maior susceptibilidade de infecções. A constatação de uma deficiência das subclasses de IgG é um indicador para os distúrbios da defesa imunitária e requer um diagnóstico mais amplo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A pesquisa de substâncias redutoras nas fezes é utilizada para detectar
deficiências congênitas, ou causadas por lesão inespecífica, de enzimas da
mucosa intestinal, especialmente as dissacaridases (lactase e sacarase).
Normalmente, os açúcares são rapidamente absorvidos no intestino delgado
proximal, mas, se isso não ocorre, eles permanecem na luz intestinal, causando
diarréia osmótica. A má absorção dos diferentes açúcares, ocasionada por essas
deficiências enzimáticas, determina o aparecimento das substâncias redutoras
nas fezes, além de queda em seu pH. Apesar de a sacarose não ser um açúcar
redutor, ela está sujeita à hidrólise ácida no intestino, no qual ocorre a
liberação dos açúcares redutores que são avaliados como substâncias
redutoras. É possível encontrar resultados falso-negativos em material fecal
não-recente devido à fermentação dos açúcares pelas bactérias
intestinais.
Instruções:
- Medicação: Não fazer o uso de vitamina C medicamentoso, penicilina e tetraciclinas, pois quando administradas em grandes doses podem positivar a reação. Não utilizar laxante ou supositório.
- Outros: Coletar amostras de fezes sem conservantes.
Descrição: As sulfonamidas, a fenacetina e a acetanilida podem alterar a hemoglobina pela adição de um radical sulfuroso à sua molécula, originando a Sulfohemoglobina, que não tem a capacidade de transportar oxigênio. Esta alteração da hemoglobina não pode ser revertida.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O eixo hipotálamo-hipófise-tireóide regula a síntese, liberação e ação do hormônio tiroidiano. O hormônio liberador de tireotrofina (TRH), segregado pelo hipotálamo, estimula a síntese e liberação de tireotrofina (TSH). Por sua vez, o TSH estimula a síntese, armazenamento, secreção e metabolismo da tiroxina (T4) e da triiodotironina (T3). O sangue contém T3 e T4, seja na forma livre, seja na forma ligada. Mais de 99% de T4 e T3 circulam na corrente sanguínea ligados a proteínas de transporte, enquanto menos de 1% permanece livre; na maioria dos casos, esta quantidade de hormônio não ligado ou livre é indício do estado de funcionalidade tiroidiana. O T4 e o T3 livres regulam o crescimento normal e o desenvolvimento do organismo, mantendo a temperatura corpórea. Além disso, o T4 livre e o T3 livre influenciam todos os aspectos do metabolismo de carboidratos, bem como certas áreas do metabolismo de lipídios e vitaminas. O desenvolvimento fetal e neonatal também necessita de hormônios tiroidianos. Níveis decisivamente elevados de T3 total, T4 total, T4 livre e T3 livre comprovam o diagnóstico clínico de hipertireoidismo, enquanto níveis diminuídos destes hormônios, juntamente com achados clínicos adequados, podem confirmar um diagnóstico de hipotireoidismo.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: A triiodotironina (T3) é um hormônio da tireóide que circula no sangue como uma mistura equilibrada de hormônio livre e hormônio ligado à proteína. A T3 liga-se à globulina ligadora de tiroxina (TBG), à pré-albumina e à albumina. A ligação dessas proteínas é tal que apenas 0,2-0,4% da T3 total está presente em solução como T3 não-ligada ou livre. Essa fração livre representa o hormônio da tireoide fisiologicamente ativo. A T3 livre é tipicamente mais elevada que a tiroxina livre (T4) na doença de Graves. Ocasionalmente, apenas a T3 livre é elevada (tireotoxicose por T3) em cerca de 5% da população com hipertireóide. Em contraste, níveis de T4 livre são mais elevados que os níveis de T3 livre em casos de bócio multinodular tóxico e terapia excessiva de T4. A T3 livre no soro é útil para distinguir essas formas de hipertiroidismo. A T3 livre também pode ser importante no monitoramento de pacientes em terapia anti-tireóide em que o tratamento esteja focado na redução da produção de T3 e na conversão de T4 em T3 e na avaliação da gravidade do estado tireotóxico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O T3 Reverso é produzido em pequena quantidade pela glândula tireóide, e em maior quantidade pela metabolização do T4 em um processo de inativação. Este hormônio se encontra em um nível elevado na síndrome de eutiroidismo, e no hipertireoidismo. Níveis baixos são observados em hipotireiodismo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O eixo hipotálamo-hipófise-tireóide regula a síntese, liberação e ação do hormônio tiroidiano. O hormônio liberador de tireotrofina (TRH), segregado pelo hipotálamo, estimula a síntese e liberação de tireotrofina (TSH). Por sua vez, o TSH estimula a síntese, armazenamento, secreção e metabolismo da tiroxina (T4) e da triiodotironina (T3). Mais de 99% de T4 e T3 circulam na corrente sanguínea ligados a proteínas de transporte, enquanto menos de 1% permanece livre; na maioria dos casos, esta quantidade de hormônio não ligado ou livre é indício do estado de funcionalidade tiroidiana. O T4 e o T3 livres regulam o crescimento normal e o desenvolvimento do organismo, mantendo a temperatura corpórea. Além disso, o T4 livre e o T3 livre influenciam todos os aspectos do metabolismo de carboidratos, bem como certas áreas do metabolismo de lipídios e vitaminas. O desenvolvimento fetal e neonatal também necessita de hormônios tiroidianos. Níveis decisivamente elevados de T3 total, T4 total, T4 livre e T3 livre comprovam o diagnóstico clínico de hipertireoidismo, enquanto níveis diminuídos estes hormônios, juntamente com achados clínicos adequados, podem confirmar um diagnóstico de hipotireoidismo.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: O eixo hipotálamo-hipófise-tireóide regula a síntese, liberação e ação do hormônio tiroidiano. O hormônio liberador de tireotrofina (TRH), segregado pelo hipotálamo, estimula a síntese e liberação de tireotrofina (TSH). Por sua vez, o TSH estimula a síntese, armazenamento, secreção e metabolismo da tiroxina (T4) e da triiodotironina (T3). Mais de 99% de T4 e T3 circulam na corrente sanguínea ligados a proteínas de transporte, enquanto menos de 1% permanece livre; na maioria dos casos, esta quantidade de hormônio não ligado ou livre é indício do estado de funcionalidade tiroidiana. O T4 e o T3 livres regulam o crescimento normal e o desenvolvimento do organismo, mantendo a temperatura corpórea. Além disso, o T4 livre e o T3 livre influenciam todos os aspectos do metabolismo de carboidratos, bem como certas áreas do metabolismo de lipídios e vitaminas. O desenvolvimento fetal e neonatal também necessita de hormônios tiroidianos. Níveis decisivamente elevados de T3 total, T4 total, T4 livre e T3 livre comprovam o diagnóstico clínico de hipertireoidismo, enquanto níveis diminuídos estes hormônios, juntamente com achados clínicos adequados, podem confirmar um diagnóstico de hipotireoidismo.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: O Hipotireoidismo Congênito (HC) é causado pela incapacidade da
glândula tireoide do recém-nascido em produzir quantidades adequadas de
hormônios tireoidianos, que resulta numa redução generalizada dos processos
metabólicos. O recém-nascido com Hipotireoidismo Congênito geralmente apresenta
sintomas ao nascer, mas com o tempo a deficiência dos hormônios tireoidianos
leva ao atraso de desenvolvimento e deficiência mental grave.
O momento ideal para o diagnóstico do Hipotireoidismo Congênito é, sem dúvida,
o período neonatal, pois é sabido que a partir da segunda semana de vida a
deficiência de hormônios tireóideos poderá causar alguma lesão neurológica.
Instruções:
- Dieta: Coletar preferencialmente após 48 horas da primeira mamada.
- Outros: Realização de transfusão sanguínea deve ser sinalizada no cartão de coleta.
- Medicação: Uso de medicações antitireoidianas pela mãe e o uso de corticóides pela mãe e pelo bebê devem ser sinalizados no cartão de coleta.
Descrição: Tacrolimus é uma droga imunossupressora que demonstrou ser eficaz para o tratamento de rejeição de órgão após um transplante. O Tacrolimus liga-se a uma família de proteínas denominada FK506 (tacrolimus) proteínas de ligação (FKBPs). A formação de um complexo pentamérico maior, composto de FKBP, tacrolimus, calmodulina e calcineurinas A e B resulta na inibição da atividade de fosfatase da calcineurina. A ação de fatores de transcrição que requerem a desfosforilização para o transporte ao núcleo de célula é assim inibida, conduzindo ao bloqueio da proliferação e função da célula-T. Tacrolimus pode ser administrado IV ou oralmente. A absorção a partir do trato gastrointestinal é variável e irregular. Estudos de farmacocinética também indicaram que o sangue total, em vez de plasma, pode ser o meio mais apropriado para descrever as características farmacocinéticas do tacrolimus. Tacrolimus é ligado a proteínas, principalmente albumina e a-1-ácido glicoproteína, e é altamente ligado aos eritrócitos. A distribuição de tacrolimus entre sangue total e plasma depende de vários fatores como hematócrito, temperatura de separação de plasma, concentração do fármaco, e concentração da proteína de plasma. Em um estudo norte-americano, a proporção da concentração de sangue total em relação à concentração de plasma variou de 12 a 67 (média 35). O tacrolimus é metabolizado extensivamente no fígado e microssomas do intestino delgado utilizando enzimas do citocromo P-450. Foram identificados nove diferentes metabólitos de tacrolimus; vários dos metabólitos foram encontrados e testados em sangue total. O uso de tacrolimus é associado a sérios efeitos colaterais tóxicos, principalmente nefrotoxicidade. No momento atual não está claro se a nefrotoxicidade do tacrolimus é resultado do fármaco original, metabólitos, ou uma combinação de ambos. Outros efeitos colaterais adversos incluem neurotoxicidade, hipertensão, insônia e náusea.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Anotar medicamentos e dosagem em uso.
- Outros: Anotar data e horário da coleta e da última dose.
Descrição: A globulina de ligação à tiroxina (TBG) é uma das principais proteínas transportadoras tanto para a tiroxina (T4) quando para a triiodotironina (T3); as outras proteínas transportadoras do hormônio da tireóide são a pré-albumina de ligação a tiroxina (TBPA) e a albumina. A TBG, embora presente em quantidades significativamente inferiores que a TBPA e albumina, possui uma afinidade superior com os hormônios da tireóide, e, portanto, é a principal proteína transportadora. Em indivíduos saudáveis, menos de 0,05% do total de T4 circulante se apresenta como hormônio livre. A fração ligada é distribuída entre as proteínas transportadoras da seguinte maneira: TBG: 70-75%; TBPA: 15-20%; Albumina: 5-10%. O T4 livre e o ligado estão presentes em um equilíbrio que se tende a estabelecer devido aos níveis alterados das proteínas transportadoras, induzindo uma alteração correspondente no nível total de T4 circulante e deixando o nível de T4 livre relativamente inalterado. Logo, a concentração de T4 livre pode ser esperada em correlação mais próxima que a concentração total de T4 com o estado clínico da tireóide, já que um resultado de T4 total anormal pode significar uma anormalidade na função da tireóide ou simplesmente uma variação (fisiológica ou patológica) nas proteínas transportadoras. Desta forma, por exemplo, as elevações de TBG típicas da gravidez, contraceptivos orais e terapia estrogênica causarão um aumento no nível de T4 total, frequentemente além dos níveis normais, sem induzir uma elevação correspondente no nível de T4 livre. Novamente, as alterações no nível de TBG por vezes ocultam os efeitos de função anormal da tireóide através da elevação do nível de T4 total em um doente hipotiroidiano, ou baixando o de um doente hipertiroidiano. Aqui, também, a concentração de T4 livre refletirá tipicamente o estado atual da tireóide do doente com mais precisão que a concentração de T4 total.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: NTX é um marcador de reabsorção óssea pelos osteoclastos. Encontra-se elevado em crianças, pacientes com osteoporose, osteomalácia, em uso de corticoide ou portadores das Doença de Paget. Encontra-se diminuído em indivíduos com hipoparatireoidismo.
Instruções:
- Coletar a segunda amostra da manhã. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina.
Descrição: Interligadores C-terminais são produtos da degradação do colágeno, útil como marcador da reabsorção óssea. O colágeno tipo I é o principal constituinte da matriz óssea orgânica. Durante o metabolismo ósseo normal, sua parcela madura é degradada e pequenos fragmentos passam para a corrente sanguínea, sendo excretados pelos rins. Em situações fisiológicas ou patológicas de reabsorção óssea aumentada, por exemplo, com o avançar da idade ou em decorrência da osteoporose, o colágeno tipo I é degradado em proporções crescentes, aumentando o nível de fragmentos circulantes. O fragmento telopeptídeo C-terminal (CTx) é específico para a degradação do colágeno tipo I dominante no osso. Dessa forma, concentrações elevadas de telopeptídeo C-terminal são observadas em pessoas com reabsorção óssea elevada. Os níveis séricos tendem a cair durante a terapia com agentes anti-reabsortivos ósseos. Assim, recomenda-se a medida do CTx sérico para o monitoramento da eficácia da terapia anti-reabsortiva óssea em casos de osteoporose ou de outras doenças osteometabólicas.
Instruções:
- Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (>5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O TAP (Tempo de Protrombina) mede a via extrínseca da coagulação, prolongando-se nas deficiências seletivas ou conjuntas dos fatores II, V, VIII e X. Como os quatro fatores são sintetizados no fígado e três dos fatores são vitamina K dependentes (II, VIII e X), o TAP também é utilizado para o monitoramento da terapia de aconticoagulantes orais, doenças hepáticas, deficiência de vitamina K, entre outras patologias.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: O tempo de trombina mede o tempo de coagulação do sangue após a adição de trombina. O teste avalia a via final (fibrinogênio, fator I), sendo um teste de triagem para deficiências de fibrinogênio e inibidores de trombina. O teste é usado para auxiliar no diagnóstico de doenças como Coagulação Intravascular Disseminada (CIVD), fibrinólise, cirrose hepática, lembrando também de atuar no controle de terapia com heparina e fibrinolíticos. O ensaio TT é usualmente realizado para a avaliação da CIVD, para a monitorização da terapêutica anticoagulante com heparina e da terapêutica trombolítica e para a detecção da presença de PDF (produtos de degradação de fibrinogênia ou fibrina), anomalias quantitativas e qualitativas do fibrinogênio hereditárias ou adquiridas e aumento da fibrinólise.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Tempo de Tromboplastina Parcial Ativo (TTPA) mede a via intrínseca da coagulação. Sua análise é indicada nos casos de suspeita de deficiência de fatores da via intrínseca, sendo eles os fatores VIII, IX, XI e XII, antes de intervenções cirúrgicas e controle de terapêutica de anticoagulantes.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: O teste da D-xilose é atualmente a mais confiável medida quantitativa da função absortiva intestinal, podendo ser utilizado para a avaliação da má absorção do intestino delgado em diversas circunstâncias clínicas. A absorção da xilose é um processo passivo, refletindo a área absortiva total do jejuno ao invés da absorção de carboidrato em si. A D-xilose é uma pentose encontrada em plantas e sua absorção correlaciona-se com a integridade gastrointestinal. A absorção diminuída de D-xilose sugere diminuição da área absortiva do intestino. Por isto, o teste é útil no diagóstico diferencial das síndromes de má absorção intestinal.
Instruções:
- Jejum por 8 a 12 horas antes do teste (pacientes pediátricos mínimo 4 horas).
Descrição: Avaliação da reserva gonadotrófica em indivíduos com retardo puberal ou hipogonadismo.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
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Descrição: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL Instruções: - Jejum não obrigatório. |
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Descrição: Esta técnica recente é menos conhecida e frequentemente menos indicada que o espermograma. O teste de fragmentação de DNA é um teste decisivo e complementar ao espermograma. Este teste mede o estado do DNA dos espermatozoides. A cabeça do espermatozoide contém o DNA, isto é, o capital genético do indivíduo. A fragmentação corresponde a rupturas de cadeias de DNA. A um baixo nível, estas rupturas se organizam no ovócito depois da fecundação. Mais além de certos níveis de ruptura, o processo de reparo já não pode ser realizado satisfatoriamente para permitir um desenvolvimento embrionário normal.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Fator reumatóide (FR) é um anticorpo contra os sítios alérgicos da região FC da IgG. A determinação do FR é importante clinicamente para o diagnóstico, prognóstico e evolução da eficácia terapêutica da artrite reumatóide. Os FRs são encontrados em todas as classes de imunoglobulinas, porém a classe mais habitual é a IgM, presente em 75-80% dos pacientes adultos com artrite reumatoide e em 10% das crianças com artrite reumatoide juvenil.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A deficiência ou ausência da enzima lactase causa a chamada intolerância à lactose, caracterizada pela incapacidade de digerir a lactose. A intolerância pode ser causada por diferentes mecanismos como a deficiência congênita na produção de lactase: o organismo não produz a enzima, diminuição enzimática secundária a doenças intestinais: ocorre geralmente em crianças menores de 1 ano devido a morte das células da mucosa intestinal, que são produtoras da lactase, devido a diarreia persistente. Este é um caso de tolerância temporária, pois as células são repostas pelo organismo e assim o corpo volta a produzir a lactase, deficiência primária ou ontogenética: tipo mais comum de intolerância. É devido à diminuição natural da produção de lactase. A intolerância à lactose é caracterizada por náuseas, dores abdominais, desconforto, gases, diarreia ácida e abundante. A severidade dos sintomas pode variar, depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 8 horas.
- Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 24 horas que antecedem o teste.
Descrição: O Teste do Pezinho é um exame de prevenção fundamental para a saúde da criança e tem como objetivo diagnosticar e tratar precocemente doenças metabólicas, genéticas e ou infecciosas que podem causar deficiência intelectual, entre outros danos à saúde da criança, se não forem tratadas desde os seus primeiros dias de vida. Por esse motivo, o procedimento deve ser realizado em um período específico para alcançar o seu objetivo primordial de detectar algumas doenças esse teste deve ser feito no momento e da forma adequados.
Instruções:
- Dieta: Coletar preferencialmente após 48 horas da primeira mamada.
- Medicação: Uso de corticoides pela mãe e pelo bebê devem ser sinalizados no cartão de coleta.
- Outros: Realização de transfusão sanguínea deve ser sinalizada no cartão de coleta.
Descrição: A doença coronavírus de 2019 (COVID-19) é causada por um novo coronavírus, conhecido como coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), que se disseminou por todo o mundo em 2020, causando uma pandemia global. A COVID-19 é caracterizada por fadiga, febre, tosse, falta de ar e outros sintomas respiratórios. O vírus usa o receptor transmembrana ECA-2 para infectar as células epiteliais das vias aéreas e dos pulmões. Alguns indivíduos infectados com SARS-CoV-2 podem ficar praticamente assintomáticos ou apresentar sintomas leves, enquanto outros desenvolvem dificuldade respiratória grave, necessitando de ventilação mecânica. Os indivíduos infectados desenvolvem uma resposta imune ao vírus com produção de anticorpos ao longo de dias ou até semanas após o início da infecção. Testes da presença de anticorpos IgM/IgG para SARS-CoV-2 podem ajudar a informar a conduta clínica de pacientes com no gerenciamento clínico e epidemiológico de pacientes com COVID-19 atual ou recente.
Instruções:
- Evitar o uso de sprays nasais, ou outros medicamentos de uso local no dia da coleta.
Descrição: O vírus da dengue é transmitido através dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, sendo largamente distribuídos em todas as áreas tropicais e subtropicais do mundo. A dengue é considerada a mais importante doença transmitida por artrópodes devido ao seu alto índice de morbidade e mortalidade. A infecção primária está associada com febre, dores de cabeça, dores musculares e manchas pelo corpo. De acordo com as orientações da Organização Pan-Americana da Saúde (PAHO), 80% dos casos de febre da Dengue desenvolvem anticorpos IgM até o quinto dia da doença, e em 93,99% dos casos a IgM é detectável até o sexto dia de manifestação dos sintomas, podendo permanecer detectável por mais de 90 dias. Os anticorpos IgG são detectáveis a partir do final da primeira semana da doença e persistem por vários meses ou mesmo por toda a vida.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A testosterona é um hormônio sexual masculino, secretado pelas células de Leydig ou células intersticiais dos testículos, regulado e controlado pelo efeito inibitório retrógrado do hormônio da pituitária (LH - hormônio luteinizante) sobre o hipotálamo e a hipófise. A testosterona está muito ligada às proteínas. Nos homens, 98% da testosterona circulante está ligada; o valor nas mulheres é ligeiramente inferior. A maioria dos esteróides está ligada a uma proteína ligante específica, denominada, em algumas ocasiões, como globulina ligante de hormônio sexual (SHBG) ou globulina ligante da testosterona (TeBG), e à albumina sérica. Inicialmente, acreditava-se que a porção livre ou fração do hormônio não ligada era a única forma biologicamente ativa. Hoje reconhece-se que a porção do hormônio que está debillmente ligada à albumina também está disponível para os tecidos. O hormônio livre e a porção de hormônio ligada à albumina representam o hormônio "biodisponível". A monitoração da testosterona é utilizada clinicamente para diagnosticar e diferenciar os transtornos endócrinos. Nos homens, estes transtornos incluem: hipogonadismo, falha testicular, esterilidade, hipopituitarismo e hiperprolactinemia. Nas mulheres, transtornos como a síndrome do ovário policístico, hiperplasia suprarrenal, esterilidade, hirsutismo, amenorréia, obesidade e virilização podem causar alterações na concentração de testosterona no soro.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Nos homens, a testosterona é secretada pelas células adultas de Leydig e é controlada principalmente pelo hormônio luteinizante (LH). A maior parte da testosterona sérica está ligada à globulina de ligação dos hormônios sexuais (SHBG), mas também existe em ligação solta com a albumina e em estado livre. Nos homens, um nível de testosterona total anormalmente baixo pode indicar hipogonadismo, hipopituitarismo, hiperprolactinemia, insuficiência renal, cirrose hepática ou síndrome de Kleinfelter. Valores elevados de testosterona total nos homens podem ser causados por tumores das glândulas suprarrenais ou dos testículos, hiperplasia congênita das glândulas suprarrenais ou anomalias do eixo hipotalâmico-pituitário-testicular. Nas mulheres, a testosterona é produzida nos ovários, nas glândulas suprarrenais e nos tecidos adiposos periféricos, e tem uma concentração sérica aproximadamente 10 vezes menor do que nos homens. Como para os homens, a maior parte da testosterona sérica nas mulheres está ligada à SHBG e à albumina com uma pequena quantidade em estado livre. Níveis de testosterona total elevados nas mulheres podem indicar síndrome ovariana policística (PCOS), hipertecose estromática, tumores ovarianos e das glândulas suprarrenais, hiperplasia congênita das glândulas suprarrenais e outros distúrbios do eixo hipotalâmico-pituitário-ovariano.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
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Descrição: A testosterona, um esteróide C-19, é um hormônio natural mais eficaz na família dos andrógenos. Nos homens, é sobretudo produzida nas células de Leydig, nos testículos, apenas uma quantidade pequena é produzida no córtex supra-renal. De uma maneira geral, os homens adultos tem concentrações plasmáticas de testosterona 10 a 20 vezes mais elevadas do que as mulheres. Na circulação, a maior parte da testosterona está ligada a proteínas plasmáticas, tal como as globulinas ligadoras de hormônios sexuais (SHBG) e a albumina. Apenas 1 a 2% da testosterona não está ligada, portanto, biologicamente ativa. A testosterona livre é liberada através das glândulas salivares. Nas suas células, uma grande parte dos hormônios é transformada em 5 alfadihidrotestosterona. Não obstante, a concentração de testosterona na saliva reflete o nível de testosterona livre no plasma. Os níveis de testosterona nas mulheres devem ser medidos em pacientes que apresentem sintomas clínicos de virilismo, causados pela síndrome adrenogenital, síndrome do ovário policístico ou por neoplasias do córtex supra-renal ou dos ovários. |
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Por um período de 30 minutos antes da coleta não é permitido qualquer tipo de alimentação ou bebida. Evitar escovar os dentes pelo menos duas horas antes da coleta para evitar sangramento gengival. |
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Descrição: A testosterona é um hormônio sexual masculino, secretado pelas células de Leydig ou células intersticiais dos testículos, regulado e controlado pelo efeito inibitório retrógrado do hormônio da pituitária (LH - hormônio luteinizante) sobre o hipotálamo e a hipófise. As concentrações de testosterona no soro experimentam uma sequência de aumentos e diminuições durante a fase fetal e até seis meses após o nascimento devido às trocas de hormônios maternos. A partir dos seis meses até a puberdade, as concentrações de testosterona mantêm-se aproximadamente a 1 nmol/L (0,3 ng/mL). O aumento da concentração de testosterona nos homens é gradual depois da puberdade até alcançar a concentração de um adulto. Nas mulheres, a testosterona é produzida principalmente pela conversão periférica dos pré-hormônios. A testosterona está muito ligada às proteínas. Nos homens, 98% da testosterona circulante está ligada; o valor nas mulheres é ligeiramente inferior. A maioria dos esteróides está ligada a uma proteína ligante específica, denominada, em algumas ocasiões, como globulina ligante de hormônio sexual (SHBG) ou globulina ligante da testosterona (TeBG), e à albumina sérica. A monitoração da testosterona é utilizada clinicamente para diagnosticar e diferenciar os transtornos endócrinos. Nos homens, estes transtornos incluem: hipogonadismo, falha testicular, esterilidade, hipopituitarismo e hiperprolactinemia. Nas mulheres, transtornos como a síndrome do ovário policístico, hiperplasia suprarrenal, esterilidade, hirsutismo, amenorréia, obesidade e virilização podem causar alterações na concentração de testosterona no soro.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O tétano é uma infecção aguda e grave, causada pela toxina do bacilo tetânico (Clostridium tetani), que entra no organismo através de ferimentos ou lesões de pele e não é transmitido de um indivíduo para o outro.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos
parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece
dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou
estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou
anticorpos monoclonais. A presença de CD19 é um marcador de diagnóstico em
doenças de células B, principalmente os linfomas e leucemias linfoblásticas.
Auxiliando no diagnóstico e na monitoração de imunodeficiência, leucemias e
linfomas, entre outros.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Citometria de fluxo é capaz de analisar simultaneamente diversos parâmetros de células ou partículas em suspensão. A dispersão da luz fornece dados relativos ao tamanho e à granularidade da partícula. Moléculas ou estruturas de interesse podem ser estudadas por marcação com fluorocromos ou anticorpos monoclonais. Teste utilizado na avaliação do estado imunológico do paciente com imunodeficiencia e auxílio no acompanhamento terapêutico.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A tiroglobulina é normalmente sintetizada nas células foliculares da glândula tireóide, sob a influência da tirotrofina, e representa o precursor da tiroxina e outras iodotironinas. O limite superior esperado de normalidade para a tiroglobulina circulante é de aproximadamente 40 a 60 ng/mL. Valores ligeiramente superiores são encontrados em recém-nascidos e durante o terceiro trimestre de gestação. Os níveis de tiroglobulina também tendem a ser elevados em regiões de bócio endêmico. As principais aplicações clínicas para a dosagem deste pró-hormônio derivam do fato de que o tecido da tireóide ativo parece ser a única fonte de tiroglobulina circulante. Da mesma forma, as determinações de tiroglobulina têm sido amplamente utilizadas para complementar digitalização de radioidodina e outras técnicas (tais como ultra-som ou coloração histoquímica) como auxílio na identificação de presença ou ausência de tecido de tireóide ativo, ou no aumento de tal tecido em relação a valores de referência basais estabelecidos individualmente. O diagnóstico diferencial de hipotireoidismo congênito é um exemplo bem estabelecido para o uso da dosagem de tiroglobulina. A dosagem de tiroglobulina também pode ser valiosa para auxiliar a distinção entre tiroidite subaguda e tirotoxicose causada por administração dissimulada de hormônios da tireóide. No caso deste último evento, níveis inferiores de tiroglobulina são esperados devido à supressão do hormônio da tireóide pela tirotrofina.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Sua dosagem é indicada em indivíduos com suspeita de tirosinemia, doença aonde o organismo não consegue catalisar o aminoácido tirosina. Resultados alterados caracterizam indivíduos com os sintomas ou muito provavelmente desenvolverá o quadro clínico da doença.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O eixo hipotálamo-hipófise-tireóide regula a síntese, liberação e ação do hormônio tiroidiano. O hormônio liberador de tireotrofina (TRH), segregado pelo hipotálamo, estimula a síntese e liberação de tireotrofina (TSH). Por sua vez, o TSH estimula a síntese, armazenamento, secreção e metabolismo da tiroxina (T4) e da triiodotironina (T3). Mais de 99% de T4 e T3 circulam na corrente sanguínea ligados a proteínas de transporte, enquanto menos de 1% permanece livre; na maioria dos casos, esta quantidade de hormônio não ligado ou livre é indício do estado de funcionalidade tiroidiana. O T4 e o T3 livres regulam o crescimento normal e o desenvolvimento do organismo, mantendo a temperatura corpórea. Além disso, o T4 livre e o T3 livre influenciam todos os aspectos do metabolismo de carboidratos, bem como certas áreas do metabolismo de lipídios e vitaminas. O desenvolvimento fetal e neonatal também necessita de hormônios tiroidianos. Níveis decisivamente elevados de T3 total, T4 total, T4 livre e T3 livre comprovam o diagnóstico clínico de hipertireoidismo, enquanto níveis diminuídos estes hormônios, juntamente com achados clínicos adequados, podem confirmar um diagnóstico de hipotireoidismo.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: É um anticonvulsivante e antidepressivo empregado no tratamento de crises tônico-clônicas generalizadas, da epilepsia parcial e na profilaxia em enxaquecas. Sua dosagem é útil no acompanhamento de indivíduos que utilizam este medicamento.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A infecção por Toxocara é mais frequente em crianças com idade entre 1 e 5 anos, cujos hábitos de higiene levam à ingestão de ovos presentes em ambientes contaminados. Estas larvas eclodem no intestino e migram pela via linfática para diversos órgãos, principalmente fígado e pulmões. A contaminação do solo é ocasionada principalmente por cães e gatos. A dosagem de anticorpos IgG determina se o paciente possuiu algum contato anterior com o patógeno.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Toxoplasmose é uma protozoose causada pelo Toxoplasma gondii, sendo transmitida pela ingestão de alimentos contaminados com oocistos, excretados em fezes de felinos, ou cistos, em carnes cruas ou mal cozidas. A doença é usualmente assintomática ou com manifestações sutis de febre e linfoadenopatias. Mas em fetos ou pacientes imunodeprimidos pode provocar sérios problemas neurológicos e oculares. Na infecção congênita, a gravidade e a frequência da infecção fetal dependem do período gestacional no qual ocorreu a contaminação, da virulência do parasito, carga parasitária, e desenvolvimento placentário. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia ao Toxoplasma gondii. A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da toxoplasmose aguda ou recente. Para diferenciar entre infecções adquiridas recentes e infecções passadas, as amostras positivas para anticorpos IgG e IgM devem ser testadas para avidez de IgG. Um alto índice de avidez para anticorpos IgG é um forte indicador de que a infecção ocorreu há mais de 4 meses.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Toxoplasmose é uma protozoose causada pelo Toxoplasma gondii, sendo transmitida pela ingestão de alimentos contaminados com oocistos, excretados em fezes de felinos, ou cistos, em carnes cruas ou mal cozidas. A doença é usualmente assintomática ou com manifestações sutis de febre e linfoadenopatias, mas em fetos ou pacientes imunodeprimidos pode provocar sérios problemas neurológicos e oculares. Na infecção congênita, a gravidade e a frequência da infecção fetal dependem do período gestacional no qual ocorreu a contaminação, da virulência do parasito, carga parasitária, e desenvolvimento placentário. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia ao Toxoplasma gondii. A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da toxoplasmose aguda ou recente. Para diferenciar entre infecções adquiridas recentes e infecções passadas, as amostras positivas para anticorpos IgG e IgM devem ser testadas para avidez de IgG. Um alto índice de avidez para anticorpos IgG é um forte indicador de que a infecção ocorreu há mais de 4 meses.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
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Descrição: O exame permite identificar a presença de anticorpos das classes IgG e IgM no liquor e auxiliar no diagnóstico da encefalite toxoplásmica. Na encefalite toxoplásmica, alguns autores referem maior quantidade de anticorpos do tipo IgG no LCR do que no soro. A toxoplasmose está entre as doenças parasitárias do SNC. |
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Instruções:
- Jejum não obrigatório.
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Descrição: O exame permite identificar a presença de anticorpos das classes IgG e IgM no liquor e auxiliar no diagnóstico da encefalite toxoplásmica. Na encefalite toxoplásmica, alguns autores referem maior quantidade de anticorpos do tipo IgG no LCR do que no soro. A toxoplasmose está entre as doenças parasitárias do SNC. |
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Instruções: - Jejum não obrigatório. |
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Descrição: A toxoplasmose pode ser adquirida pela ingestão de água e/ou alimentos contaminados com os oocistos esporulados, presentes nas fezes de gatos e outros felídeos, por carnes cruas ou mal passadas, principalmente de porco e de carneiro, que abriguem os cistos do protozoário Toxoplasma gondii. A ingestão de leite cru contendo taquizoítos do parasito, principalmente de cabras, pode ser uma forma de infecção, mas provavelmente rara, pois a cabra tem de se infectar durante a lactação para que exista a possibilidade de passagem de taquizoítos para o leite. A toxoplasmose pode ser transmitida de mãe para filho, mas não se transmite de uma pessoa para outra (apesar de já ter sido constatada a transmissão por transfusão sanguínea e transplante de órgãos de pessoas infectadas). Seu diagnóstico é feito levando em conta exames clínicos e exames laboratoriais de sangue.
Descrição: O hipertiroidismo na doença de Graves é provocado por auto-anticorpos para o receptor de TSH (TRAB), e a medição destes anticorpos pode ser útil para o diagnóstico e tratamento da doença. A presença de TRAB indica que a tireotoxicose do paciente tem etiologia autoimune, em vez de ser devida a bócio nodular tóxico. Avaliar níveis de TRAB antes de interromper o tratamento com drogas antitireoidianas pode auxiliar a identificar quais pacientes podem iniciar a retirada da medicação, uma vez que níveis normais de TRAB é indicativo de uma maior chance de remissão. Recomenda-se dosar o TRAB em gestantes com doença de Graves no início e no terceiro trimestre de gestação para avaliar risco de hipertireoidismo fetal e tireotoxicose neonatal transitória.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (>5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.
Descrição: A aspartato aminotransferase (AST) também conhecida como Transaminase glutâmico-oxaloacética (TGO) está presente em uma variedade de tecidos, entre os quais se incluem o fígado, músculo cardíaco, sistema musculoesquelético, cérebro, rins, pulmões, pâncreas, eritrócitos e leucócitos, com as mais elevadas atividades detectadas no fígado e no sistema musculoesquelético. A medição de AST encontra-se indicada no diagnóstico, diferenciação e monitoramento de doença hepatobiliar, infarto do miocárdio e lesão musculoesquelética. Em caso de suspeita de infarto do miocárdio recente, a TGO possui uma sensibilidade de diagnóstico de 96%, com uma sensibilidade de 86% a 12 horas após o aparecimento da dor no peito. Os níveis de TGO podem estar aumentados também na hepatite viral e doença hepática associada a necrose hepática, com o registro freqüente de mais 20 a 50 elevações. A avaliação da atividade de AST relativamente ao ALT (Índice De Ritis; AST/ALT) constitui um indicador útil de lesões no fígado. Índices inferiores a 1,0 indicam lesão média do fígado e estão particularmente associados a doenças de natureza inflamatória. Índices superiores a 1,0 indicam doença grave do fígado, envolvendo habitualmente necrose. Podem ser detectados níveis aumentados de AST em situações de cirrose, colestase extra-hepática, distrofia muscular progressiva, dermatomiosite, pancreatite aguda, doença hemolítica, gangrena, lesões por esmagamento muscular e embolia pulmonar. Podem ser também observados aumentos moderados dos níveis de AST após a ingestão de álcool ou da administração de drogas, entre as quais se inclui a penicilina, salicilatos ou opiláceos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A alanina aminotransferase (ALT) também conhecida como Transaminase glutâmico pirúvica (TGP) é um aminotransferase cuja ação enzimática é catalisar a transformação reversível de ácidos a-keto em aminoácidos pela transferência de grupos aminos. Visto a atividade específica da ALT no fígado ser aproximadamente 10 vezes a do coração e do sistema musculoesquelético, a atividade elevada de ALT no soro é considerada um indicador da doença parenquimal do fígado. A ALT encontra-se no citosol de hepatócitos e níveis aumentados no soro indicam deterioração na integridade da membrana plasmática do hepatócito, além de ser caracterizado por uma maior sensibilidade que o AST no diagnóstico da doença hepatobiliar. As atividades superiores a 50 vezes o limite de referência estão associadas essencialmente à hepatite viral aguda, perturbações agudas de perfusão do fígado e necrose aguda do fígado devido à ingestão de toxinas, incluindo paracetamol e tetracloreto de carbono. Níveis acentuadamente elevados de ALT no soro podem ser detectados numa variedade de doenças do foro hepático, incluindo hepatite, mononucleose e cirrose. Níveis elevados de ALT podem ser detectados na hepatite vírica e outras variantes da doença do fígado antes do desenvolvimento de sintomas clínicos evidentes, nomeadamente icterícia. Níveis 15 vezes superiores ao limite de referência máximo são sempre indicativos de necrose hepatocelular aguda de origem vírica, tóxica ou circulatória. Níveis de ALT aumentados também podem ser detectados em cirrose e colestase extra-hepática. Podem ser também observados aumentos moderados dos níveis de ALT após a ingestão de álcool ou da administração de drogas, entre as quais se incluem a penicilina, salicilatos e opiáceos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A transferrina tem como função transportar o ferro no sangue até os depósitos de ferro no fígado, baço e medula óssea, assim como aos órgãos consumidores de ferro, sobretudo aos tecidos hematopoiéticos. A síntese da transferrina no fígado é influenciada pelo metabolismo férrico: em estados deficitários de ferro, a síntese aumenta, e consequentemente também a concentração sérica, ao passo que é diminuída em estados de sobrecarga de ferro. A determinação de transferrina no soro permite assim diagnosticar um défice de ferro latente ou manifesto, mas também uma sobrecarga. Transferrina é uma proteína negativa da fase aguda, isto é, a sua concentração sérica mostra-se diminuída nas doenças inflamatórias e malignas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) é uma desordem hematológica mieloproliferativa clonal causada por uma mutação em uma célula-tronco pluripotente, resultando na proliferação e acúmulo de células mielóides e seus progenitores. O cromossomo Philadelphia é o resultado de uma translocação recíproca de material genético entre os genes ABL (Abelson Murine Leukemia) no cromossomo 9, e o BCR (breakpoint cluster region) no cromossomo 22, resultando na formação do gene quimérico BCR-ABL. Esta fusão é denominada translocação BCR/ABL ou translocação t(9;22). Este estudo é indicado para o acompanhamento e monitoramento terapêutico em Leucemia Mielóide Crônica e Leucemia Linfóide Aguda com isoforma P190 (detectado através do teste qualitativo). Mais de 95% dos pacientes com Leucemia Mielóide Crônica (LMC) tem gene BCR-ABL, assim como 30% dos casos de Leucemia Linfóide Aguda (LLA) em adultos e 2 a 10% dos casos de Leucemia Linfóide Aguda Infantil. P190 está presente em 60% dos casos LLA Ph+ e raros casos em LMC Ph+.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Treponema pallidum é uma bactéria anaeróbia facultativa e catalase negativa que provoca a Sífilis, uma patologia transmitida através de relações sexuais desprotegidas, ou também, de forma vertical, em que a mãe passa para o feto durante o parto. A pesquisa deste patógeno é útil no diagnóstico da sífilis primária ou secundária, pois pode ser o único meio de se estabelecer o diagnóstico inicial da doença, visto que os testes sorológicos se positivam, em geral, tardiamente.
Instruções:
- Coleta realizada no laboratório: Swab genital.
Descrição: Os testes sorológicos para sífilis são classificados como não treponêmicos, usados mais comumente para a triagem, como o VDRL e o RPR (Rapid Plasma Reagin), e treponêmicos, usados como testes confirmatórios para os soros reativos nos testes de triagem, como o TPHA, FTA, ELISA e anticorpos totais Treponêmicos por quimioluminescência. A detecção de anticorpos totais treponênicos é um dos mais sensíveis e específicos testes empregados na sorologia da sífilis e pode ser utilizado como confirmatório, porém sem especificar qual imunoglobulina está presente (IGM e IGG).
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: Treponema pallidum é uma bactéria anaeróbia facultativa e catalase negativa que provoca a Sífilis, uma patologia transmitida através de relações sexuais desprotegidas, ou também, de forma vertical, em que a mãe passa para o feto durante o parto. A pesquisa deste patógeno é útil no diagnóstico da sífilis primária ou secundária, pois pode ser o único meio de se estabelecer o diagnóstico inicial da doença, visto que os testes sorológicos se positivam, em geral, tardiamente.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As medições de triglicerídeos são utilizadas para o diagnóstico e tratamento de doentes com pancreatite aguda e crônica, diabetes mellitus, nefrose, obstrução biliar extra-hepática e outras doenças que envolvem o metabolismo dos lipídeos ou outras desordens endócrinas. Clinicamente, os ensaios de triglicerídeos são utilizados para classificar as várias desordens lipoproteicas genéticas e metabólicas, e na avaliação dos fatores de risco para a arteriosclerose e doença da artéria coronária.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 12 horas.
- Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.
Descrição: A triiodotironina (T3) é um hormônio da tireóide que circula no sangue como uma mistura equilibrada de hormônio livre e hormônio ligado à proteína. A T3 liga-se à globulina ligadora de tiroxina (TBG), à pré-albumina e à albumina. A ligação dessas proteínas é tal que apenas 0,2-0,4% da T3 total está presente em solução como T3 não-ligada ou livre. Essa fração livre representa o hormônio da tireoide fisiologicamente ativo. A T3 livre é tipicamente mais elevada que a tiroxina livre (T4) na doença de Graves. Ocasionalmente, apenas a T3 livre é elevada (tireotoxicose por T3) em cerca de 5% da população com hipertireóide. Em contraste, níveis de T4 livre são mais elevados que os níveis de T3 livre em casos de bócio multinodular tóxico e terapia excessiva de T4. A T3 livre no soro é útil para distinguir essas formas de hipertiroidismo. A T3 livre também pode ser importante no monitoramento de pacientes em terapia anti-tireóide em que o tratamento esteja focado na redução da produção de T3 e na conversão de T4 em T3 e na avaliação da gravidade do estado tireotóxico.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A triptase é uma enzima encontrada nos mastócitos, células do sistema imunológico fundamentais nas reações alérgicas. Concentrações cronicamente altas da enzima foram associadas à mastocitose, um distúrbio raro marcado pelo acúmulo de mastócitos na pele ou no corpo. O doseamento da triptase no soro permite identificar reações anafiláticas recentes ou outras reações devidas à ativação dos mastócitos. Como se desenvolve as reações anafiláticas resultam da ativação de células, os mastócitos, após exposição a alérgenos. A degranulação dos mastócitos conduz à libertação de histamina e triptase. A histamina tem uma semi-vida muito curta no soro, pelo que dificilmente é detectada; pelo contrário, a triptase dura 60 a 90 minutos em circulação, podendo ser dosada.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: As determinações da troponina I cardíaca ajudam no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio e na estratificação do risco em doentes com síndromes coronárias agudas sem elevação do segmento ST com respeito ao risco relativo de mortalidade, infarto do miocárdio (IM) ou robabilidade acrescida de eventos isquêmicos que exijam procedimentos urgentes de revascularização. A troponina cardíaca é o biomarcador preferido para a detecção do dano miocárdico baseado na sensibilidade melhorada e na especificidade tecidual superior comparado a outros biomarcadores disponíveis de necrose, incluindo CK-MB, mioglobina, lactato desidrogenase e outros. A alta especificidade tecidual da troponina cardíaca, entretanto, não deve ser confundida com a especificidade para o mecanismo de dano (por exemplo, IM vs. miocardite). Quando se deparar com um valor aumentado para a troponina cardíaca na ausência de evidência de isquemia do miocárdio, uma pesquisa cuidadosa de outras possíveis etiologias para injúria cardíaca devem ser tomadas.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: O TSH liberado a partir da glândula pituitária anterior, é o principal regulador da função da tireoide, estimulando a síntese e a libertação de hormônios da tiroide tiroxina (T4) e triiodotironina (T3). T3 e T4 regulam os processos bioquímicos que são essenciais para um metabolismo normal. A síntese e a secreção de TSH são estimuladas pelo hormônio liberador de tirotropina (TRH), que é produzido pelo hipotálamo em resposta aos níveis baixos de T3 e T4 em circulação. Em contraste, níveis elevados de T3 e T4 suprimem a produção de TSH. Coletivamente, este sistema de feedback negativo é identificado como o eixo hipotálamo-pituitária-tireoide. Qualquer alteração na função deste eixo pode influenciar os níveis de TSH, T4 e T3 em circulação. A principal utilização clínica da medição de TSH é a avaliação do estado da tireoide. A TSH é medida em conjunto com hormônios ou anticorpos da tiroide para: 1) detectar ou excluir hipotireoidismo ou hipertireoidismo; 2) monitorar o tratamento de substituição de T4 no hipotireoidismo ou o tratamento antitireoide no hipertireoidismo; 3) monitorar a supressão de TSH em pacientes com câncer da tireoide em terapia com tiroxina e 4) avaliar a resposta ao teste de estímulo com TRH.
Instruções:
- Jejum obrigatório de 4 horas.
Descrição: A pesquisa de células de Tzanck tem a finalidade de observar o efeito
citopatológico do vírus herpes simples, que é um vírus DNA e um membro da
família do herpesvírus humano, na morfologia das células. Os locais mais
atingidos pelos herpes HSV-1, são faringe, áreas intra-orais, lábios, olhos e
pele acima da cintura. A exposição inicial é denominada de infecção primária,
atinge faixas etárias jovens, é assintomática, o vírus progride através dos
nervos sensitivos e é transportado para os gânglios autônomos. Com a infecção
oral o vírus coloniza o gânglio trigêmeoquinto, par de nervos cranianos, que
possui três ramos: o mandibular, o oftálmico e o nervo maxilar. A infecção pelo
HSV-2 é invariavelmente uma doença sexualmente transmissível, tendo se tornado,
nos últimos 30 anos, uma séria preocupação de saúde pública. O HSV-2 da mucosa
genital é facilmente transmitida pelo contato íntimo e produz o mesmo padrão
das lesões mucocutâneas orais do HSV-1. A latência se estabelece nos gânglios
autônomos pélvicos e sacrais e as reativações são duas vezes mais frequentes do
que as do HSV-1. Inicialmente as lesões são diversas vesículas puntiformes, que
rapidamente se rompem e formam inúmeras lesões pequenas e avermelhadas.
As ulcerações podem coalescer e formar ulcerações maiores rasas e
irregulares. Geralmente o caso se resolve em 5 dias, mas os casos mais
graves se resolvem em torno de até duas semanas. O vírus exerce seus principais
efeitos nas células epiteliais que mostram a denominada degeneração
balonizante, que se caracteriza pela acantólise e núcleo claro aumentado, essas
células acantolíticas são denominadas de células de Tzanck. Ocorre fragmentação
nuclear com condensação da cromatina. O edema que ocorre entre as células
leva à formação de uma vesícula intra-epitelial. As vesículas localizadas na
pele persistem e desenvolvem infiltração secundária por células inflamatórias.
A partir do rompimento, as lesões mucosas apresentam uma membrana
fibrinopurulenta composta por fibrina e neutrófilos na superfície.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Micoplasmas e ureaplasmas geralmente não são agentes primários de vaginites ou uretrites, mas estão entre os vários micro-organismos que proliferam em pacientes com vaginose bacteriana e contribuem para esta condição. A vaginose bacteriana pode, em determinadas situações, evoluir para doença inflamatória pélvica, quadro no qual esse agente pode ter papel importante. O ureaplasma pode ser também uma das causas de uretrites não gonocócicas no homem, agente de síndrome uretral feminino, aborto espontâneo e infecção do trato urinário.
Instruções:
- Medicação: Em caso de uso de antimicrobianos, deve-se aguardar 7 dias após o término do medicamento para realização do exame ou de acordo com orientação médica.
Descrição: A Ureia é sintetizada no fígado como o produto final do metabolismo das proteínas e dos aminoácidos. Por conseguinte, a síntese depende da ingestão diária de proteínas e do metabolismo endógeno das proteínas. A maior parte da Ureia produzida durante estes processos metabólicos é eliminada por filtração glomerular, sendo que 40-60% volta a difundir-se no sangue. A redisseminação no túbulo distal depende do fluxo urinário e é controlada pelo hormônio antidiurético. Durante a diurese, existe uma redisseminação mínima de ureia para o sangue; uma grande quantidade de ureia é eliminada na urina e a concentração de ureia no plasma é reduzida. Durante a anti-diurese, que pode ocorrer no caso de insuficiência cardíaca oligúrica, exsicose ou sede, a ureia difunde-se novamente nos túbulos a um caudal superior e a ureia plasmática aumenta. Antes e depois da insuficiência renal, o fluxo de urina tubular é reduzido, resultando num aumento da redisseminação de ureia nos túbulos distais e num aumento na secreção de creatinina. A elevação do nível de ureia pré-renal ocorre no caso de descompensação cardíaca, catabolismo proteico aumentado e depleção hídrica. Os níveis de ureia podem ser elevados devido a causas renais, nomeadamente glomerulonefrite aguda, nefrite crônica, rim policístico, necrose tubular e nefrosclerose. A elevação do nível de ureia pós-renal pode ser provocada pela obstrução do trato urinário. A concentração de ureia no plasma é determinada pela perfusão renal, taxa de síntese da ureia e taxa de filtração glomerular (GFR), podendo aumentar em caso de insuficiência renal aguda, insuficiência renal crônica e azotemia pré-renal. Nos doentes de diálise, a concentração de ureia é representativa da degradação proteica sendo igualmente indicadora do estado metabólico. Em caso de insuficiência renal terminal, os sinais urotóxicos, particularmente os que estão relacionados com o sistema gastrointestinal, estão bem correlacionados com a concentração de ureia.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: A ureia é o principal metabólito nitrogenado derivado da degradação de proteínas pelo organismo. Apesar de ser filtrada livremente pelo glomérulo e não ser reabsorvida nem secretada ativamente, a ureia é um fraco preditor da Taxa de Filtração Glomerular, pois 40%-70% retornam para o plasma por um processo de difusão passiva, que é dependente do fluxo urinário. Outros fatores podem mudar significativamente os valores plasmáticos da ureia sem terem relação com a função renal, destacando-se a dieta e a taxa de produção hepática.
Instruções:
- Amostra isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
Descrição: Cor/Aspecto: A urina normal apresenta coloração amarela clara e límpida. A presença de sangue a torna com coloração avermelhada e é um sinal de várias doenças renais ou do trato urinário. O uso de alguns medicamentos pode deixar a urina com a cor K18 azul ou laranja escuro. A turbidez da urina pode significar a presença de bactérias, ou descamação de células do trato urinário em excesso, indicando processo inflamatório.
- pH: O pH urinário é importante principalmente por ajudar a detectar possíveis distúrbios eletrolíticos sistêmicos de origem metabólica ou respiratória e por tratar problemas urinários cuja solução seja necessário que a urina se mantenha em um determinado pH.
- Densidade: A verificação da densidade urinária é útil para avaliar o estado de hidratação do paciente, bem como a incapacidade de concentração pelos túbulos renais.
- Proteínas: A constatação de proteínas no exame de urina tipo I nem sempre significa doença renal, mas sua presença exige a realização de exames complementares para verificar a real anormalidade. A presença de proteínas na urina pode indicar: Lesão da membrana glomerular, comprometimento da reabsorção tubular, mieloma múltiplo, nefropatia diabética, pré-eclâmpsia e proteinúria ortostática.
- Glicose: Normalmente quase toda a glicose filtrada pelos glomérulos é reabsorvida no túbulo contorcido proximal, fazendo com que a quantidade de glicose contida na urina seja mínima. Entretanto valores aumentados de glicose na urina podem representar: Diabetes melittus; reabsorção tubular deficiente (Síndrome de Fanconi e nefropatia tubular avançada); lesões do SNC; distúrbios da tireóide e gravidez com possível diabetes mellitus latente.
- Corpos cetônicos: O termo cetona engloba três produtos intermediários do metabolismo das gorduras: Acetona, ácido acetoacético e Ácido beta-hidroxibutírico. Normalmente não aparecem em quantidades mensuráveis, pois toda a gordura metabolizada é completamente degradada e convertida em dióxido de carbono e água. A presença de cetonas na urina pode representar: Acidose diabética, carência alimentar e perda excessiva de carboidratos. Também é útil para controle de dosagem de insulina.
- Sangue: O sangue pode estar presente na urina na forma de hemácias íntegras (hematúria) ou de hemoglobina (hemoglobinúria). A presença aumentada de hemoglobina e hemácias na urina é de grande importância para verificação de cálculos renais, glomerulonefrites, pielonefrite, tumores, trauma, exposição a drogas, exercício físico intenso, reações transfusionais, anemia hemolítica, queimaduras graves, infecções e traumatismos.
- Bilirrubina: A presença de bilirrubina na urina pode ser o primeiro sinal de hepatopatias e muitas vezes são detectadas muito antes do desenvolvimento da icterícia. A bilirrubina permite fazer a detecção precoce de hepatites, cirrose, câncer e doenças da vesícula biliar.
- Urobilinogênio: Assim como a bilirrubina, o urobilinogênio é um pigmento biliar restante da degradação da hemoglobina. É produzido no intestino a partir da redução da bilirrubina pelas bactérias intestinais. Basicamente é útil para a detecção precoce de doenças hepáticas e distúrbios hemolíticos.
- Nitrito: A presença de nitrito na urina pode significar cistite ou pielonefrite, podendo também ajudar na monitorização de pacientes com alto risco de infecções no trato urinário, avaliação da terapia com antibióticos e seleção de amostras para a cultura de urina.
- Leucócitos: A presença de leucócitos no parcial de urina indica possível infecção do trato urinário.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
Descrição: O urobilinogênio é formado pela degradação de bilirrubina direta pelas bactérias no lúmen intestinal. Cerca de 20% é reabsorvido pela circulação portal e vai para a circulação êntero-hepática. A excreção urinária depende muito do pH urinário, diminuindo com níveis baixos de pH, tratamento com antibióticos e diarreia. O aumento de urobilinogênio urinário é visto em doença hepática e nos transtornos hemolíticos. Sua dosagem pode ser útil na detecção precoce da doença hepática. Porém, os testes com as tiras reagentes não podem determinar a ausência de urobilinogênio, que é significativo na obstrução biliar.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
Descrição: Amostras de urina podem ser submetidas à cultura quando existe suspeita de infecção do trato urinário (ITU) ou para o controle de tratamento em pacientes assintomáticos com maior risco de infecção.
Instruções:
- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 2 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.
- No caso de crianças que necessitem de saco coletor, o mesmo deve ser colocado após a adequada higienização, e se não ocorrer á micção em um prazo de 30 minutos, o saco coletor deverá ser trocado, até que ocorra espontânea micção.
Descrição: A Uroporfirina é a porfiria mais solúvel em água, sendo encontrada na urina e em menores concentrações nas fezes e sangue, tem sua concentração aumentada principalmente em doenças como, Porfiria Cutânea tardia, Insuficiência Renal Crônica, Neoplasias e Porfiria Eritropoiética Congênita. As porfirias são doenças relativamente raras ligadas a uma única sequência fisiológica, a produção da heme, com manifestações muito variadas e de difícil diagnóstico. O aparecimento de fluorescência laranja-avermelhada denuncia a presença de uroporfirinas.
Instruções:
- Desprezar a primeira urina da manhã no vaso sanitário e iniciar a partir da segunda urina. Anotar data e hora do início de todas as vezes em que for urinar e todo volume deverá ser colhido no frasco até a urina do dia seguinte, finalizando no mesmo horário que iniciou no dia anterior anotando também data e hora final. Guardar o material colhido na geladeira. Se um frasco não for o suficiente o paciente terá que continuar a coleta em uma garrafa de água mineral limpa e seca. Poderá utilizar para a coleta da urina (caso seja necessário) uma vasilha limpa e depois transferir para o frasco. No caso de mulheres, não colher material se estiver menstruada.
Descrição: O vanádio está associado à exposição no trabalho na indústria. Raramente relacionado à ingestão de medicamentos contendo o metal. Indicação: A maioria do vanádio ingerido não é absorvido (em torno de 85%), sendo excretado nas fezes.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A Vancomicina é um antibiótico glicopeptídico utilizado no tratamento de infecções bacterianas. É o antibiótico de escolha em infecções causadas por Sthapylococcus aureus. É importante fazer o monitoramento dos níveis desse medicamento. Em níveis tóxicos pode causar totoxicidade, nefrotoxicidade e hemorragias.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O vírus varicela-zoster (VVZ) é um vírus pertencente à família Herpesviridae e é o agente causal da varicela e do herpes zoster. A varicela é uma doença viral aguda, muito contagiosa, caracterizada por exantema papulovesicular difuso, muitas vezes acompanhado por hipertermia. Após a infecção primária, o vírus da Varicella Zoster permanece em estado latente nos gânglios nervosos e, após a reativação, pode causar o herpes zoster, uma doença que acomete sobretudo as pessoas idosas e os indivíduos imunocomprometidos, caracterizada por dor aguda radicular nevrálgica bem localizada e erupção unilateral de lesões vesiculares. Os anticorpos IgM antivírus da Varicela Zoster podem ser detectados durante a infecção primária e a reativada. A determinação do estado imunitário do doente em relação ao vírus da Varicella Zoster pode representar um auxílio no acompanhamento de doentes imunocomprometidos e para a administração de medicamentos antivirais.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Vírus Varicela zoster (VZV) é o agente etiológico da Varicela (catapora) e do Herpes zoster. Após a primo-infecção, o VZV permanece latente nas raízes nervosas sensoriais por toda a vida. Quando ocorre reativação, o vírus migra para a pele, causando uma erupção cutânea dolorosa que pode seguir o trajeto de um dermátomo. Após a resolução do quadro, alguns indivíduos podem continuar apresentando dor. Além disso, a reativação do VZV pode levar a um largo espectro de manifestações clínicas atípicas, desde dor radicular autolimitada a acometimento do sistema nervoso central com fraqueza. As manifestações clínicas incluem dor e parestesia incialmente, com posterior erupção vesicular. Durante a doença aguda, 90% dos pacientes apresentam dor, 20% descrevem depressão e 12% tem sintomas influenza-like. Pacientes imunocomprometidos podem apresentar a evolução desfavorável com infecção disseminada, pneumonite, hepatite e encefalite.
Descrição: A Vasopressina é um hormônio antidiurético (ADH). Este hormônio controla a taxa de excreção de água na urina e dessa forma ajuda a controlar a quantidade de água nos líquidos do organismo. Esse nome vasopressina é devido à capacidade de aumentar a pressão arterial pelo seu efeito vasoconstritivo.
Instruções:
- Jejum de no mínimo 12 horas. Paciente deve manter-se deitado, sem qualquer estresse, num ambiente tranquilo, pelo menos uma hora antes da coleta de sangue.
Descrição: O VHS tem sido empregado no diagnóstico de ampla variedade de condições clínicas, na avaliação da gravidade de doenças e como um índice geral de saúde quando seus valores estão dentro da faixa de normalidade. É um teste inespecífico no processo inflamatório, infeccioso ou neoplásico, servindo também para monitoramento de sua intensidade e, considerando-se as limitações, da resposta à terapêutica.
Instruções:
- Jejum não necessário.
Descrição: A Vigabatrina atua inibindo a enzima responsável pelo catabolismo do ácido gama-aminobutírico no sistema nervoso, reduzindo as chances de desenvolver uma crise epiléptica.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O vírus da influenza geralmente acomete as vias aéreas superiores,
causando sintomas leves e/ou moderados, porem, pode ocorrer envolvimento do
trato respiratório inferior, provocando bronquiolite e pneumonite.
A pesquisa de anticorpos da influenza A e B auxilia no diagnóstico de
infecção pelo vírus, visto que o diagnóstico, geralmente, é realizado de acordo
com o estado clínico do paciente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: Vitamina A é essencial para a visão e o crescimento. Ela pertence ao grupo de vitaminas lipossolúveis e pode ser encontrada em duas fontes, nos alimentos de origem animal está na forma de retinóides e nos de origem vegetal o nutriente está na forma de grupos de carotenoides, que inclui o betacaroteno. O nível de vitamina A (retinol) no soro reflete a quantidade de vitamina A e caroteno ingeridos e absorvidos. Em crianças, a carência de vitamina A causa distúrbios de crescimento e esqueléticos, alterações da mucosa intestinal, xeroftalmia e maior propensão para infecções respiratórias. Em adultos, a deficiência de visão noturna é o sintoma mais comum. Por outro lado, o excesso de vitamina A pode ser tóxico, ocasionando hipertensão intracraniana, dores ósseas e descamação cutânea. O corpo humano não pode fabricar esta vitamina, portanto, toda a vitamina A de que necessitamos deve vir dos alimentos. Entre os alimentos de origem animal, as principais fontes são: leite humano, fígado, gema de ovo e leite. A provitamina A é encontrada em vegetais folhosos verdes (como espinafre e couve), vegetais amarelos (como abóbora e cenoura) e frutas amarelo-alaranjadas (como manga, caju, goiaba, mamão e caqui), além de óleos e frutas oleaginosas (buriti, pupunha, dendê e pequi) que são as mais ricas fontes de provitamina A. Um benefício das provitaminas é a conversão em vitamina A ativa e a ação como potentes antioxidantes. Níveis baixos são encontrados na deficiência dietética da vitamina, insuficiência pancreática exócrina, má absorção intestinal, parasitoses, sindrome nefrótica, infecções e etilismo. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A, etilismo, uso de estrogênios e anticoncepcionais.
Instruções:
- Jejum de 4 horas ou mais.
- Medicação: À critério do médico fazer a suspensão de suplementos vitamínicos nas 24 horas que antecedem a coleta de sangue para o exame.
- Bebida alcoólica: Evitar o uso de bebida alcoólica por pelo menos 24 horas antes do teste.
Descrição: A vitamina B1 ou tiamina é uma vitamina hidrossolúvel essencial para o
metabolismo dos hidratos de carbono através das suas funções coenzimáticas.
Essas ativam as enzimas que controlam os processos bioquímicos entre os quais a
decomposição da glicose em energia. A tiamina também desempenha papel na
condução dos impulsos nervosos e no metabolismo aeróbico, age de forma
essencial no sistema nervoso. A vitamina B1 é encontrada numa variedade de
fontes animais e vegetais como carnes, vísceras (especialmente o fígado,
coração e rins), gema de ovo e grãos integrais. A deficiência deste
nutriente no organismo pode levar à doença denominada beribéri, que afeta os
sistemas nervoso e cardiovascular. Podem surgir também, insônia, nervosismo,
irritação, fadiga, perda do apetite e da energia. Sua deficiência aparece
também em casos de neoplasias, diabetes, diarréias prolongadas e
alcoolismo.
Instruções:
- Jejum de 8 horas.
- Bebida alcoólica: Não ingerir álcool 24 horas antes da coleta do material.
- Medicação: À critério do médico fazer a suspensão de suplementos vitamínicos nas 24 horas que antecedem a coleta de sangue para o exame.
Descrição: A vitamina B12 ou cianocobalamina, é uma vitamina hidrossolúvel, sintetizada exclusivamente por microrganismos, encontrada em praticamente todos os tecidos animais e estocada primariamente no fígado na forma de adenosilcobalamina. A fonte natural de vitamina B12 na dieta humana restringe-se a alimentos de origem animal, especialmente leite, carne e ovos. A deficiência de vitamina B12 leva a transtornos hematológicos (anemia megaloblástica), neurológicos e cardiovasculares, principalmente, por interferir no metabolismo da homocisteína (Hcy) e nas reações de metilação do organismo. Baixos níveis séricos de B12 são encontrados na deficiência de ferro, gravidez avançada, vegetarianismo, gastrectomia, doença celíaca, uso de contraceptivos orais, competição de parasitas, deficiência pancreática, epilepsia e idade avançada. Distúrbios associados a níveis séricos elevados de B12 incluem insuficiência renal, doenças hepáticas e doenças mieloproliferativas.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A vitamina B2 faz parte das vitaminas do complexo B. Ela também é conhecida como riboflavina. É de fácil absorção e não é armazenada pelo organismo (além de não ser sintetizada por ele), devendo ser reposta regularmente através da dieta ou pelo consumo de suplementos. No organismo dos seres humanos, é importante para o metabolismo dos carboidratos, estando relacionada a descarboxilação oxidativa dos alfa-cetoácidos, auxilia no metabolismo das gorduras, açúcares e proteínas, sendo importante para a saúde dos olhos, pele, boca e cabelos. Ela é essencial para a produção de dois cofatores enzimáticos necessários para o funcionamento de diversas enzimas que atuam nas vias metabólicas do organismo. Alguns medicamentos, como clorpromazina, imipramina e amitriptilina inibem o metabolismo da vitamina B2. Outras substâncias, como zinco, ferro, cobre, teofilina, cafeína, ácido ascórbico, ureia e triptofano, alteram a sua solubilidade, com consequente diminuição de sua utilização. A deficiência crônica de riboflavina pode se manifestar por sintomas neuropáticos, dermatológicos (estomatite angular, seborreia nasolabial), gastrointestinais (glossite, anorexia) e oculares (fotofobia, ardência, prurido, úlceras córneas). A intoxicação pela vitamina B2 é muito rara, pois quando são ingeridas altas doses, o risco de o intestino absorvê-la de forma significativa, é muito pequeno. A administração de doses tóxicas por injeção existe, porém normalmente o excesso é excretado junto com a urina.
Instruções:
- Medicação: À critério do médico fazer a suspensão de suplementos vitamínicos nas 24 horas que antecedem a coleta de sangue para o exame.
Instruções:
- Jejum de 8 horas.
Descrição: A vitamina B3 é uma substância essencial para o processo metabólico, pois transforma os alimentos ingeridos em energia, para que aos nutrientes sejam utilizados corretamente. A deficiência dessa vitamina provoca diarréia, falta de apetite, fadiga, insônia, irritabilidade, depressão e problemas de pele. A vitamina B3 também auxilia na diminuição do colesterol sanguíneo, sendo sua suplementação uma alternativa para quem sofre com colesterol alto.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A vitamina B5 é indispensável no processo do metabolismo celular, uma vez que participa de diversas reações celulares, como por exemplo, síntese de gorduras, colesterol, de alguns hormônios, neurotransmissores e melatonina. Ela também auxilia no processo imunológico, pois participa da produção de anticorpos, metabolismo de proteínas, gorduras e açúcares, conversão de carboidratos e proteínas em energia e ajuda no controle da capacidade de resposta de um organismo a situação de estresse. Sua deficiência causa insônia, cãibras, baixa produção de anticorpos, fadiga, sensação de ardor nos pés e náuseas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: A vitamina B6 é o termo empregado para designar compostos
hidrossolúveis que incluem a Piridoxina, a Piridoxal e Piridoxamina, que
apresentam qualitativamente a mesma atividade biológica, agindo como coenzima
no metabolismo de proteínas, carboidratos, lipídeos e na síntese da heme.
Dentre suas diversas funções, participa na interconversão de aminoácidos, na
síntese de neurotransmissores, no metabolismo das proteínas, do ácido fólico e
das vitaminas B2 e B12, na regulação da ação de hormônios esteróides, na
liberação de glicose a partir do glicogênio, na trans sulfuração da
homocisteína a cisteína, na respiração celular. A vitamina B6 é encontrada
predominantemente em alimentos vegetais e derivados de origem animal, como
carnes, grãos integrais, vegetais, nozes, etc.
É absorvida no intestino delgado, mas diferentemente das outras do complexo não
é totalmente excretada pelos rins, ficando retida, principalmente, nos
músculos. Sua deficiência é rara, no entanto, alguns medicamentos como a
isoniazida, diminuem as concentrações plasmáticas da Vitamina B6. Pessoas com
quadro de alcoolismo e gestantes com eclampsia ou pré-eclampsia podem
apresentar deficiência de Vitamina B6.
Instruções:
- À critério do médico fazer a suspensão de suplementos vitamínicos nas 24 horas que antecedem a coleta de sangue para o exame
- Jejum de 8 horas.
Descrição: A vitamina C é essencial para a defesa do organismo, ajuda no combate
às infecções e auxilia na formação dos tecidos, pois participa da constituição
da parede celular de todas as células do corpo, como ossos, dentes e
cartilagens. Também é muito importante no combate às hemorragias e no
fortalecimento do sistema imunológico, pois auxilia na absorção do ferro.
O ácido ascórbico está envolvido com o processo de maturação do colágeno, com a
síntese de esteróides e com o catabolismo da tirosina. A deficiência de
vitamina C causa o escorbuto, que ocasiona sangramento subperiosteal, gengival
e subcutâneo, em decorrência da fragilidade do colágeno. Essa condição, no
entanto, é atualmente bastante rara em decorrência da ampla oferta de alimentos
contendo vitamina C. Ocasionalmente, porém, o escorbuto pode ser observado em
indivíduos com hábitos alimentares muito inadequados, ou associado ao
alcoolismo e à insuficiência renal. Valores aumentados: nefrolitíase (oxalato
de cálcio), uricosúria, aumento da absorção de ferro. Valores diminuídos:
escorbuto, anemia hipocrômica, deficiência de folato, anemias, gravidez,
alcoolismo, hipertireoidismo, doença reumática, câncer. Interferentes:
aspirina, corticotropina, estrógenos, anticoncepcionais.
Instruções:
- Jejum de 4 horas ou mais.
- À critério do médico fazer a suspensão de suplementos vitamínicos nas 24 horas que antecedem a coleta de sangue para o exame.
Descrição: Este exame é útil no diagnóstico de deficiência de vitamina E, ou tocoferol. A vitamina E contribui para a manutenção das membranas celulares e dos sistemas vascular e nervoso. Seu mecanismo de ação não é completamente conhecido. Sabe-se, porém, que os tocoferóis funcionam como antioxidantes e protegem a integridade das biomembranas. Tanto a deficiência de vitamina A quanto a de vitamina E, decorrem de má nutrição ou má absorção intestinal, podendo causar: Fraqueza muscular (astenia), perda de massa muscular (catabolismo), movimentos anormais dos olhos, problemas de visão (retinopatia), falta de coordenação motora (ataxia), imunidade debilitada, problemas de marcha, anemia. Em crianças, a carência de tocoferol pode causar neuropatias motoras e sensitivas, que são reversíveis. A suplementação com elevadas doses de vitamina E pode significativamente prejudicar a absorção de vitamina D e vitamina K. Alguns alimentos ricos em vitamina E são principalmente os de origem vegetal ricos em gordura, como as sementes de girassol, as avelãs e castanhas. Porém, alguns alimentos de origem animal, como salmão, bacalhau e ovo cozido também são ricos nesta vitamina. Níveis baixos podem ser determinados por má absorção (pancreatite, fibrose cística, atresia de vias biliares, ressecção intestinal), prematuridade, etilismo, cirrose, uso de anticonvulsivante, colestiramina, óleos minerais e contraceptivos orais.
Instruções:
- Jejum de 4 horas ou mais.
- Anti-convulsivantes, etanol, colestiramina, óleos minerais e contraceptivos orais.
Descrição: A vitamina K, também conhecida como filoquinona, é uma vitamina lipossolúvel, associada ao processo de coagulação e também com o metabolismo ósseo. Sua absorção depende da emulsificação das gorduras no trato digestivo, e, portanto, portadores de patologias gastrointestinais ou hepáticas podem ter baixa absorção deste composto, e consequentemente, apresentar quadros de hemorragia e osteoporose. Sua dosagem é indicada para investigar a deficiência deste nutriente, e a necessidade, ou não, de suplementação.
Instruções:
- Medicação: Informar o uso de medicamentos.
- Bebida alcoólica: Não ingerir qualquer bebida alcoólica 24 horas antes da coleta do material.
- Até 1 ano de idade, jejum mínimo necessário de 3 horas.
- De 1 a 5 anos de idade, jejum mínimo necessário de 6 horas.
- Acima de 5 de idade, jejum mínimo necessário de 12 horas.
Descrição: O Fator Reumatoide é um dos marcadores mais úteis clínicos da artrite reumatoide no soro. Fator reumatoide é o termo utilizado para descrever uma variedade de anticorpos (IgM, IgG, IgA e IgE), que podem se ligar ao fragmento Fc de uma imunoglobulina G. São, portanto, uma anti-imunoglobulina. O Waaler Rose é um teste bastante sensível, o qual utiliza hemácias de carneiro revestidas com IgG de coelho purificada e estabilizada. Os Waaler Rose se encontram positivos em cerca de 70 a 80% dos pacientes com artrite reumatoide. Entretanto, não é específico para artrite uma vez que outras condições, como sífilis, LES, mononucleose, hepatites, entre outros podem acarretar resultados positivos, mas na grande maioria das vezes com títulos baixos.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A febre tifóide é uma doença infecto-contagiosa causada pela bactéria Salmonella typhi e a febre paratifóide pelas Salmonellas paratyphi A, B e C. Esta doença é caracterizada por sintomas sistêmicos proeminentes manifestando-se como: febre, cefaléia, alterações gastrointestinais, esplenomegalia, erupções cutâneas, astenia e prostação. Na primeira semana de infecção por Salmonella o melhor meio de diagnóstico é a hemocultura, já na segunda e terceira semana a coprocultura se faz o meio mais eficiente no diagnóstico. Entre a quarta e quinta semanas a pesquisa de aglutininas é o mais eficaz. Através de suspensões homogêneas de bacilos tíficos e paratíficos A ou B colocadas in vitro em contato com o soro, diagnostica-se o agente específico causador da infecção. Empregam-se na reação de Widal, também os Antígenos O somático e H flagelar que lhe aumentam o valor diagnóstico. O soro dos doentes de febre tifóide contém anticorpos dirigidos contra os antígenos O e H de S. typhi ou de outras salmonelas envolvidas no processo infeccioso.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: A Síndrome do X frágil é a segunda causa mais comum de retardo mental
(RM), após a síndrome de Down, e responde por cerca de metade dos casos de RM
ligado ao X. É caracterizada por uma mutação no gene FMR-1 (Fragile X Mental
Retardation 1), que apresenta em sua região reguladora (porção 5 não
traduzida), uma repetição de trinucleotídeos (CGG), cujo número varia de 5 a 44
nas pessoas normais da população. Este gene é responsável pela proteína FMRP
(Fragile X Mental Retardation Protein), relacionada ao desenvolvimento e função
normal do cérebro, cuja ausência está associada aos sintomas característicos da
síndrome. As pessoas afetadas apresentam atraso no desenvolvimento, problemas
de comportamento e, eventualmente, características físicas peculiares.
Estima-se que 1 em 2500 homens e 1 em 5000 mulheres sejam afetados pela mutação
completa, sendo, na maioria das vezes, os homens mais gravemente afetados do
que as mulheres. O teste utilizado baseia-se na metodologia de análise de
fragmentos, que permite determinar o número atual de repetições do CGG,
presente no cromossomo X.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O Zika é um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. Os sinais do Zika Vírus surgem até dez dias após a infecção. A sorologia IGG e IGM para Zika Vírus é indicada para o diagnóstico, sendo que anticorpos IGM estarão presentes na fase aguda da doença.
Instruções:
- Jejum aconselhável de 4 horas.
Descrição: O Zika Virus (ZIKV) pertence à família Flaviviridae e gênero Flavivírus. Na maioria dos casos a infecção cursa assintomática. Porém, os sintomas mais frequentes são: febre, erupções cutâneas maculopapulares, artralgia ou conjuntivite. A transmição do vírus também ocorre via placenta, tendo como principal efeito o acarretamento de falhas no desenvolvimento embrionário, como a microcefalia. O teste molecular permite a detecção do RNA viral durante o período de viremia, entre 4 e 7 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.
Descrição: O zinco sérico é um oligoelemento essencial, amplamente encontrado na natureza e o segundo metal mais abundante no organismo, após o ferro. A principal aplicação industrial é na galvanização de aço e outros metais. A dosagem deste metal não é um indicador patológico de intoxicação ou deficiência desse metal. Inclusive podem se apresentar em níveis séricos normais mesmo em quadros de intoxicação. Porém a deficiência de zinco no organismo pode estar associada a má absorção devido a algumas patologias instaladas no paciente.
Instruções:
- Jejum não obrigatório.